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Tribuna de Nobres

27/02/2020
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Trincheira

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Trincheira LVI

DEM Ativo

A vit√≥ria de Mauro Mendes ao Governo de Mato Grosso e a ida de F√°bio Garcia para o DEM que j√° tinha J√ļlio e Jayme, Dilmar e outros, pode ter causado um efeito positivo. Em Nobres, o DEM tamb√©m ganhou status de grandeza com a ida de Gilmarzinho da Ecoplan e da esposa Eva para a sigla, juntando-se ao sempre matreiro Manoel Fermino, Marcos Cheba, Jos√© Dias, o Bacalhau, e ainda Acendino Mendes e o professor Eli√©s, diretor da Escola Municipal ‚ÄúMarechal Rondon‚ÄĚ, na Roda d‚Äô√Āgua.

- Um timaço, mas não estaria inchado?

DEM Ativo II

Tem-se falado que um dos cunhados de Manoel Fermino, o Jo√£ozinho (que j√° foi do Polo Centro) seria pr√©-candidato a vereador. Consta que h√° 17 vagas e um caminh√£o lotado de virtuais candidatos. Al√©m de Jo√£ozinho, uma figura muito popular e devidamente credenciada a um lugar ao Sol que nasce para todos estaria por ali, meio an√īnima. Quer dizer, dito agora, deixa o anonimato. Seria um sul mato-grossense (√© isso?) que j√° passaria dos 30 anos em Nobres e respeitado por estas bandas, o dr. Sergio Takeutti.

- P√īxa! Estragamos a ‚Äúsurpraise‚ÄĚ.

Delação Riva

O apresentador televisivo que chegou a Mato Grosso como um ilustre desconhecido, plagiou Murilo Domingos, e não se conformaria com a delação de Riva em que seu nome aparece listado como beneficiário. Sérgio Ricardo não tem como negar que teve uma ascensão política meteórica e não se pode negar que o desejo de todo político é terminar no TCE-MT. A vaga ali, até então, não era para qualquer um. Como compra-la? O dinheiro viria de algum lugar.

- Riva é o personagem do paredão a ser defenestrado e eliminado.

Delação Riva II

Gente com calibre muito maior, infinitamente maior, já foi negado por três vezes por um velho amigo, antes que a madrugada chegasse. Negar Riva e dizer que a sua delação é frágil porque deseja se livrar dos problemas... bem, acreditar nisso também não é pra qualquer um. O Sérgio Ricardo está em maus lençóis e não terá nenhum Simão Cireneu para ajuda-lo a carregar essa cruz... até porque, não é nenhum santo até prova em contrário.

- Est√° fora do TCE-MT.

Delação Riva III

O deputado Jos√© Riva tornou-se poderoso em Mato Grosso pela sua coragem em aceitar chefiar esse grande esquema, cujas consequ√™ncias seriam nefastas. Sabia no que ia dar, mas aceitou... mas o dif√≠cil seria acreditar se por gan√Ęncia ou sede de poder, mas ocupou essa ponta. Chato √© ser descartado pelos amigos de outrora e permanecer inerte feito um dos de paus. Abriu a Caixa de Pandora.

- Salve-se quem puder... n√£o vi, n√£o conhe√ßo e n√£o sei o que fazia. ‚Äú√Č mermo?‚ÄĚ.

Rela√ß√Ķes de Poder

Uma figura culta diria que o poder seja inebriante e s√≥ quem experimenta ou experimentou pode dizer. Sobre o poder e aquela sensa√ß√£o de que se √© bajulado, isso, para alguns √© m√°gico. H√° os que pisam nas pessoas por conta do poder, ainda que seja transit√≥rio. Mas o ‚Äúdestronamento‚ÄĚ e a volta ao lugar-comum levaria a muitas reflex√Ķes sobre o hoje e quanto ao amanh√£.

- Vamos parar pensar?

Efeito Retardado

Ainda agora, vemos muita gente animada, mas muito animada para a sucessão municipal em Rosário Oeste. Sabe aquela bomba que não detonou e está ali, pronta a explodir? O futuro gestor de Rosário Oeste terá que assumir e levar junto um esquadrão antibombas. Uma má gestão leva o município há anos para a recuperação. Para João Balbino que herdou um campo minado, deixar o município ainda mais minado financeiramente, qual é o problema?

- Ros√°rio Oeste ‚Äď The Ghost Town.

Avaliação

As prefeituras estaduais devem estabelecer um padr√£o de qualidade ao servidor p√ļblico, avaliado a partir do exerc√≠cio da sua fun√ß√£o e de como ele se porta no trabalho. A detec√ß√£o de servidor que j√° enfrentou abaixo-assinado da comunidade onde exerce as suas atividades profissionais deve ser analisada com propriedade. A comunidade assistida √© realmente quem sabe lidar com o servidor e aquele ou aquela que costuma relacionar-se mal com a comunidade, h√° a necessidade de avalia√ß√£o. Antes de tudo os usu√°rios do sistema √© que sabem com quem lida.

- Quem avalia isso?

Avaliação II

Os cuidados com os equipamentos de trabalho e para com o patrim√īnio p√ļblico tamb√©m √© incumb√™ncia do servidor p√ļblico em uma prefeitura. Em Nobres, especificamente, a ex-secret√°ria Clestiane, de Sa√ļde, implantou uma sistem√°tica em que o usu√°rio deve ser bem atendido. Tratamento humanizado foi o mote de uma campanha que deve prevalecer nas unidades de sa√ļde. A pergunta √©: ‚ÄúQuem j√° foi alvo de abaixo-assinado pelos comunit√°rios deve mudar ou ser mudado?‚ÄĚ.

- Prestação de serviço é o princípio ativo que aciona o bom andamento da máquina.

Avaliação III

Como e por que o servidor teve que mudar desta ou daquela √°rea? √Č um bom come√ßo para avalia√ß√£o e o resto ser√° complementado a partir de um question√°rio a ser submetido aos comunit√°rios a respeito do atendimento ali ou acol√°. √Č ano pol√≠tico e a comunidade tem sempre raz√£o em qualquer per√≠odo. Contam por a√≠ sobre um babado forte em que uma tal Vit√≥ria obteve uma vit√≥ria retumbante em favor dos seus comunit√°rios, removendo pessoas. Ser√° por qu√™?

- Onde foi isso? Cruz...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Falando Falando

Contam por a√≠ que teve gente que ficou sem se pronunciar na inaugura√ß√£o das reformas no hospital local e n√£o teria gostado nadinha dessa deixa. √Č Nobres, obviamente. Mas, ficou bacana a reforma e a estrutura est√° ficando realmente bela. Vai faltar combinar com toda a equipe aquilo que se prega em rela√ß√£o ao tratamento humanizado, longe daquelas quest√Ķes protocolares do tal Manchester que deve ser l√° dos United‚Äôs.

- Estrutura bela... acordes de um violino Stradivarius. Alguém toca essa coisa?

Jogando a Toalha

Em sua fala, em tom maior, o vereador Magal voltou ao trabalho soltando a voz. Um velhinho, surdo, pois não é que voltou a ouvir! Escutou que o vereador talvez não vá à reeleição, vitimado por onda de denuncismos e por pessoas que desejaram o seu mandato o tempo todo durante os anos todos. Realmente, política é como rodeio... o sistema é bruto. Foram três anos impactantes na vida de quem tanto desejou um mandato e o quarto ano ainda por cumprir.

- Quem o parlamentar apoiar√°? F√°cil adivinhar.

Catador de Pérolas

O vereador Adelian Messias usou a tribuna da Casa para uma fala realmente ao melhor estilo ‚Äúcerca-louren√ßo‚ÄĚ, de dif√≠cil entendimento pelo grau de dificuldade das coloca√ß√Ķes. Um jogador de futebol, desses ruins pra ded√©u, diria logo: ‚Äújogo nas onze‚ÄĚ, que √© pra simplificar. Falou, falou e pouco disse. Tem v√≠deo do pronunciamento, d√° uma olhada l√°.

- Em não sendo a reencarnação de Rui Barbosa, é falar a linguagem trivial e do tamanho de um coice de cágado. Fui... ver o vídeo de novo... gostei.

Claque Exclusiva

No tempo em que Dondon jogava no Andaraí e não tinha tanta torcida no campo, levava pai, mãe, filhos, sobrinhos para vê-lo jogar. Bem, isso quando não ficava na reserva, lembrando que o titular foi ali, colher umas ramas de macaxeira pro churrasco de domingo. Tem que ir pra galera. E vem mais por aí, vamos convocar nossa gente pra fazer quórum.

- Esse Legislativo √© de uma gente din√Ęmica, infindavelmente habilidosa.

Sobre Aquele Anivers√°rio

Ainda há muito suspense sobre aquela festa de aniversário lá no Cisne Branco, cuja despesas, ao que se sabe, não teria sido paga. Há quem pense em fazer um consignado (desconto em folha) em 12 vezes que é por idoso lá não sair no preju. Vamos lá, encostar o umbigo no balcão, seo menino? Quantos anos de idade? Já vai fazer um ano do aniversário passado. Bora lá!?

- Em julho? D√° tempo, antes de completar um ano.

Hospital/História I

A hist√≥ria do Hospital de Nobres guarda cap√≠tulos interessantes e tudo come√ßa com o que se denomina de ‚Äúolho gordo‚ÄĚ. O ent√£o vereador de Ros√°rio Oeste, Manoel Loureiro, exercia a presid√™ncia da C√Ęmara de Vereadores de l√° e com a contribui√ß√£o do ent√£o deputado Joemil Ara√ļjo (PMDB), veio para Nobres, largando tudo para tr√°s. Joemil pediu a cabe√ßa do ent√£o secret√°rio de Sa√ļde da gest√£o Am√©lio Dalmolin, Andr√© Avelino Bezerra, cuja pasta seria ocupada posteriormente por Manoel Loureiro.

- Esse foi o primeiro capítulo.

Hospital/História II

Em Nobres, Manoel Loureiro exerceu a Secretaria Municipal de Sa√ļde e depois passou o bast√£o para a dr.a Cristina . Manoel Loureiro dedicou-se a candidatura √† prefeito de Nobres para suceder Am√©lio Dalmolin e, concomitantemente, atuava como arrendat√°rio do Hospital S√£o Luiz, da fam√≠lia Barbosa. A partir do Hospital S√£o Luiz, Manoel Loureiro construiu o pr√≥prio hospital com uma das equipes m√©dicas mais competentes, com dr. Valson, dr. Rubens, dr.¬™ Cristina e o tal boliviano.

- Esse foi o cap√≠tulo de n√ļmero 2.

Hospital/História III

Inaugurado em outubro de 1.992, tudo culminaria com uma estrondosa vit√≥ria de Manoel Loureiro a prefeito de Nobres com a pasta da Sa√ļde atuando em favor do ent√£o candidato. A ‚Äúguerra‚ÄĚ estava declarada entre o grupo do rec√©m-chegado dr. Manoel e a fam√≠lia Barbosa. A partir de muitas den√ļncias feitas e manobras pol√≠ticas dos Barbosa, quando tudo parecia consolidado em favor do candidato da m√°quina governista, os Barbosa deram a volta por cima a partir do lan√ßamento de L√≠dia Barbosa em substitui√ß√£o ao candidato dr. Luiz, ‚Äúgongado‚ÄĚ pela Justi√ßa Eleitoral.

- Neste cap√≠tulo, de n√ļmero 3, tudo parecia conspirar a favor do candidato Manoel Loureiro.

Hospital/História IV

Den√ļncias e mais den√ļncias e uma anunciada presen√ßa de for√ßas militares em Nobres fizeram com que o jogo come√ßasse a ser revertido. At√© pris√£o de jornalista foi decretada e uma vit√≥ria foi anunciada antecipadamente... a de Manoel Loureiro, que prometeu ‚Äúexpuls√£o‚ÄĚ de pessoas do territ√≥rio nobrense. Deu tudo errado e a candidata L√≠dia Barbosa foi anunciada vencedora das elei√ß√Ķes de 1.992. Dali em diante, s√≥ o hospital e a popula√ß√£o perderam com essas desastrada tentativa de casamento entre o p√ļblico e o privado.

- Capítulo obscuro da história dessa casa.

Hospital/História V

Todos os cap√≠tulos apontam para uma dire√ß√£o, a de que o hospital de Nobres nasceu sob o ‚Äúsigno da pol√≠tica partid√°ria‚ÄĚ e cabe aos profissionais que ali atuam o cuidado com todos os melindres para afastar a unidade desse terreno escorregadio. Em 2.008, foram tirar dali daquele hospital o ‚Äú√°s‚ÄĚ na manga para entrar na pol√≠tica e o resultado foi desastroso, econ√īmica e socialmente, atingindo em cheio o hospital e muitas pessoas que ali trabalhavam.

- √Č bom escolher entre o hospital funcionando longe da pol√≠tica ou mergulhar em √°guas profundas e lodosas da pol√≠tica.

Hospital/História VI

Com repasses contratuais em dia e todo apoio do empresariado, ainda assim, tem gente l√° dentro abrindo caminho para atirar a empresa hospitalar na areia movedi√ßa da pol√≠tica. Os profissionais que ali exercem as suas atividades devem estar satisfeitos com os sal√°rios em dia e com a melhoria da estrutura f√≠sica do nosoc√īmio e no que concerne a essa incurs√£o pela pol√≠tica, que se re√ļnam e fujam definitivamente desse r√≥tulo.

- O risco é iminente.

Hospital/História VII

Em 1.992, gente esclarecida chegou a criticar o texto do jornal local quando citou a palavra nosoc√īmio. Obviamente, pisar no terreno pol√≠tico, as li√ß√Ķes s√£o esclarecedoras e nos levam a acreditar que n√£o h√° nenhum louco por ali e que a casa de sa√ļde n√£o tenha ningu√©m com problemas de sanidade a ponto de incorrer nos mesmos erros de quase tr√™s d√©cadas atr√°s. Ah! A malvada da pol√≠tica, dizem que est√° no sangue, mas todos devem se unir para que mais uma transfus√£o errada seja feita. Em resumo: o hospital vai bem sem a necessidade de se ter uma representante nesse territ√≥rio.

- E pensar que tudo começou lá atrás, a partir de uma visão política de um então deputado.

Hospital/História VIII

Em resumidos oito cap√≠tulos, tudo nos veio √† mem√≥ria a partir das disserta√ß√Ķes do dr. Manoel Loureiro sobre a constru√ß√£o do hospital, com o dr. Andr√© ali, distribuindo flores √†s profissionais que atuam naquela casa de sa√ļde, de uma import√Ęncia fundamental para o munic√≠pio de Nobres. H√° dias de rasteiras e dias para se reerguer... e as flores anunciam que √© poss√≠vel traduzir contos e revela√ß√Ķes que levam ao reconhecimento do trabalho de pessoas valorosas. Vamos deixar esses cap√≠tulos para tr√°s, sem a necessidade de falarmos do hoje veterano rep√≥rter de pol√≠tica da TV Globo, Heraldo Pereira, que j√° esteve em Nobres.

- Ah! As flores, elas simbolizam respeito, admira√ß√£o, reconhecimento e at√© uma volta por cima. √Č tempo de sacudir a poeira.

Fonte dos Desejos

A situa√ß√£o anda t√£o braba que tem gente metendo a m√£o no dinheiro da ‚Äúfonte dos desejos‚ÄĚ, aquele lugar aonde a gente joga as moedinhas e pede que se cumpra um desejo. Tem muita gente por a√≠ com a ‚Äúfia√ß√£o trocada‚ÄĚ e com a mente em eclipse, mas esse curto circuito s√≥ aponta para uma dire√ß√£o: o dinheiro. Roubar dinheiro de igreja, pedir dinheiro j√° √© coisa conhecida, mas essa de meter a m√£o nas moedas da fonte dos desejos, francamente, √© pra deixar o Lula morto de vergonha. S√≥ mesmo voltando aos velhos tempos do choque el√©trico, mas, pra quem j√° est√° em curto, n√£o √© recomend√°vel.

- Roubar os ‚Äúdesejos‚ÄĚ da fonte ou os valores amoedados?

Dias de Tens√£o

A cidade de Nobres ficou agitada nos dias 23 e 24/01/20, por conta do julgamento de um assassinato ocorrido em 2015. Durante o julgamento, quem assistiu, saiu com boa impress√£o da Defensora P√ļblica, Odila de F√°tima dos Santos, pelo trabalho realizado em defesa de um dos r√©us. O j√ļri varou a madrugada e causou rumores atrav√©s da m√≠dia, antes e depois, onde a Defensora P√ļblica causou, para n√£o se falar na representante do Minist√©rio P√ļblico, promotora Rhizea Cavalcanti de Moraes, que tamb√©m realizou um trabalho exemplar. Um tribunal do j√ļri desse n√≠vel gera aprendizado em todos os sentidos, seja social, criminal e na aula pr√°tica sobre Direito Penal, entre outras realidades.

- Vai ser lembrado por muito tempo.

Certo ou Errado?

A√≠ voc√™ entra naquele lugar pra comprar algo e v√™ ali aquele sujeito que lhe deve uns cobres, tamb√©m comprando e ainda sacando uma nota de R$ 100,00, qual o pensamento? ‚ÄúMe devendo e ainda curtindo com a minha cara...‚ÄĚ. Tem dia que isso acontece e... fazer o qu√™? √Č engolir √† seco e pegar o seu suco de maracuj√° e ir embora, sem stress. Se isso voltar a acontecer, n√£o ter√° sido mera coincid√™ncia, mas √© o acaso lhe pregando uma nova pe√ßa. J√° que √© caso perdido, ou roga a Santo Expedito ou compra uma vara e vai pescar.

- Sendo assim... by, by,by.

Papo Cultural

No boteco √© onde nasceram alguns dos sambas e pagodes mais famosos do Brasil. √Č no boteco que o munic√≠pio, estado e a na√ß√£o v√™ as solu√ß√Ķes ‚Äėbrotarem‚ÄĚ, ap√≥s umas e outras. √Č ali que est√£o os cr√≠ticos de pol√≠tica, de economia e daquilo que deixaram de fazer os mais not√≥rios homens p√ļblicos. Ap√≥s umas e outras, a rima sai na boa e as melhores respostas para os maiores problemas pol√≠ticos e administrativos saem ap√≥s a ingest√£o de umas e outras. E quantos desses botecos temos por aqui? Alguns, onde a ‚Äúnata‚ÄĚ da sabedoria popular frequenta. Essa gente sabida.

- Carolina, me dê passagem em seu jardim.

De Calculadora

Os parlamentares municipais de Nobres vão ter um 2.020 digno de Pitágoras, lançando mão da Matemática para avaliar se o mandato foi satisfatório e se o que fizeram agradou aos seus eleitores. Não será fácil chegar a um denominador comum, até porque, a ordem dos fatores não deve alterar o conjunto ante a avidez dos eleitores. Cálculos com dois mais dois não representam resultados positivos e podem trair a soma da operação. O jeito será preparar (e arrumar) um valor que dê para o custeio e jogar com a sorte.

- Vermelho 27.

Sem Fantasias

Mulheres candidatas ser√£o bastante requisitadas para integrar a lista partid√°ria, desde que n√£o seja apenas para atuar como figurante. O partido do presidente da Rep√ļblica, Jair Bolsonaro, em Minas Gerais, criou a figura da candidata fake news para fazer dinheiro aos homens e deu errado. Tamb√©m, partido que tem Luciano Bivar √† frente, as fantasias duram mais que um carnaval. Ele (Luciano Bivar) √© o ‚Äúrei‚ÄĚ dos seguros acidentes conveniados aos Detran‚Äôs.

- Mulher candidata e participativa, bem ao contr√°rio das figura√ß√Ķes.

Sem Fantasias II

Em Nobres, alguns dos atuais vereadores dan√ßam na corda bamba at√© hoje por conta dessas candidaturas de figura√ß√£o. As mulheres tem que protagonizar e n√£o figurar na pol√≠tica e at√© na pol√≠tica v√£o precisar delas, as imprescind√≠veis. Well! Se h√° quem n√£o goste delas, a√≠ a coisa √© bem outra. Os partidos ir√£o precisar delas e elas entrar√£o na corrida eleitoral em condi√ß√Ķes de igualdade financeira.

- Assim entendido...

Na Rinha Alheia

O Galinho, deputado Wilson Santos, protagonista de embates e muita malvadeza contra Mauro Mendes, foi convidado a compor a sua base aliada, a do Governo MM. Em caso de aceite, vai ter direito a muitas indica√ß√Ķes de cargos. Em Nobres, ser√° que vai rolar uma ‚Äúbocazinha‚ÄĚ a algu√©m? H√° quem diga que o Galinho n√£o anda ciscando muito em Nobres e estaria mais para esporadas.

- Ele vai comer dessa ração, com certeza.

Na Rinha Alheia II

A associação de Wilson Santos ao ex-governador Pedro Taques só trouxe dissabores ao Galinho que pode recuperar o seu prestígio ao apoiar Mauro Mendes. A votação pífia que teve ficou por conta dessa aliança e defesa desmedida do governo anterior. WS passou lambendo a reprovação e quem foi bem votado em Nobres, o atual vereador Toninho de Souza, só indicou cargos políticos e nada mais.

- Bora, galo, vamos ciscar no terreiro alheio! Arruma uma boquinha pra ‚Äún√≥smice‚ÄĚ a√≠.

Marqueteiros em Ação

Desde que não seja uma publicidade mais cara que a de Duda Mendonça ao PT, vamos lá. Tem matérias sendo colocadas no ar aqui em Nobres já falando de candidaturas, não seria prematuro? Vai que haja uma confusão entre virtual e real. Será quanto á mordida? Muita gente nem sabia, mas em Nobres tem especialistas em marketing político, cientistas político, empresas especializadas em pesquisas eleitorais e de mercado. Bem! Estando vizinhos de Harvard, a tendência é ter entre nós essa gente especializada. Tem gente de todas as bandas, até de Alcatraz.

- Que terra n√£o se envaideceria com tantos magn√Ęnimos assim?

O Homem Que Sabia demais I

A prisão do homem que colaborou com o assalto à casa da deputada Janaína Riva foi rápida, não da mesma forma com que são apurados os outros acontecimentos semelhantes. Mas esse não seria o problema e nem a solução. Dizem que o sujeito sabe de muita coisa... feito barata, aquelas danadinhas que sabem segredos.

- Não façam perguntas estranhas ao rapaz.

O Homem Que Sabia Demais II

Fontes antenadas com a AL-MT andam comentando que o motorista ‚Äúcresceu os olhos‚ÄĚ diante do bem estar da fam√≠lia a partir de vultosos recursos investidos na m√≠dia, comandados por algu√©m pr√≥ximo da parlamentar. Bem, essa quest√£o √© atinente ao imaculado MPE-MT, a quem caberia ter uma conversa de ‚Äúp√©-de-orelha‚ÄĚ com o piloto da ilustre parlamentar para checar as possibilidades (todas).

- Infelizmente, n√£o h√° motoristas cegos e surdos.

Boas Notícias

Em Nobres, tudo indica que o prefeito Leocir Hanel deva permanecer no PSDB at√© por aconselhamento de lideran√ßas pol√≠ticas locais. √Č a sua casa embora tenha que refor√ßar as alian√ßas e carregar novos nomes consigo para que a disputa proporcional ofere√ßa boas chances aos concorrentes. A sua lideran√ßa ser√° determinante para que o processo seja bem sucedido. Marcos Cheba recuou da candidatura proporcional e vai coordenar as mudan√ßas pol√≠ticas que devem ocorrer com vistas √† reelei√ß√£o.

- √Č surpreendente, mas √© a via de trajeto necess√°ria.

Costura√ß√Ķes

Quando assumiu como secret√°rio de Governo, Marcos Cheba n√£o parecia ter a dimens√£o que alcan√ßou e enfrentou alfinetadas de toda parte. Agora √© hora de mostrar habilidade, um pouco mais que essa que ele praticou nos √ļltimos tr√™s anos. Capacidade para isso ele tem, desde que tenha carta branca para agir. Ser√£o dias de intensas costura√ß√Ķes pol√≠ticas e o terreno √© √≠ngreme.

- Nada que um beija-flor n√£o goste, como √°gua doce, sombra e afagos ‚Äúenes‚ÄĚ.

Mas... e o DEM?

O Democratas causou um abalo, de categoria m√©dia na escala Richter, e depois tudo se acalmou e as pessoas ficaram imaginando sobre esse ‚Äúfrisson‚ÄĚ, se seria cont√≠nuo. H√° que se respeitar a transi√ß√£o do 19 para o 20, mas os curiosos n√£o param de perguntar, o que de fato querem os Democratas? O barulho est√° formado, mas a curiosidade matou o gato e outros tantos √°vidos por novidades. A pergunta que todos fazem √©: ‚Äúter√£o candidatura pr√≥pria?‚ÄĚ.

- Essa, até quem sabe demais quer saber.

N√≥s √© b√ībo...

... mas n√≥s podemos perguntar: ‚ÄúE o Podemos, vai eleger um nome ao Parlamento Municipal?‚ÄĚ Como diria o locutor √Ālvaro Dias, nosso nome est√° falado... por dois ou tr√™s e se n√£o der um ‚Äúbranco‚ÄĚ no eleitor, quem sabe!? E por falar em mr. White, ele deve receer a Comenda ‚ÄúPentelho do Ano‚ÄĚ como o mais chato de 2019. Sabe o que √© pentelhar? Pergunte a quem j√° se viu √†s voltas com aquele inseto min√ļsculo em suas caminhadas pelas bolas escrotais, lado de fora, obviamente.

- Chato e ainda de galocha.

Contagem Regressiva

Chato dar uma de Cavaleiro do Apocalipse, mas h√° que se falar nisso, que amanh√£ come√ßa a contagem regressiva para alguns vereadores. O Parlamento vai renovar e n√£o ser√° em 100%, mas h√° que se ter autocr√≠tica e verificar que, apesar do bom desempenho do Poder Executivo, muitos fizeram pouco e poucos fizeram alguma coisa em termos de aux√≠lio ao que realmente faz. E o muito falar n√£o ajudou aos falastr√Ķes, dado o estado de beliger√Ęncia que se estabeleceu por conta de comportamentos individuais.

- Os melhores travesseiros s√£o aqueles em que a mem√≥ria nele repousa sem se ater aos ‚Äúautofatos‚ÄĚ (seria um neologismo?) causados no cotidiano desse que √© um BBN (Big Brither Nobres), a casa vigiada... por branco... por amarelos, pardos e arco-√≠ris tais.

Fiasco

Bem, 2019 termina com um fiasco por parte do Bahia, time de veteranos que andou provocando o advers√°rio antes do jogo decisivo, dizendo que o pessoal iria tremer. Tudo parecia caminhar bem, com o Bahia abrindo 2 a 0 e levou um. Em seguida fez o terceiro e em campo surgiu aquele sinal de ‚Äúdegola‚ÄĚ, caracter√≠stico no time do Flamengo. Mas o Juventude fez mais um e outro depois, o terceiro, empatando jogo em 3 a 3.

- E não é que o barraco caiu.

Fiasco II

O Juventude empatou o jogo em 3 a 3, buscou o empate na primeira série de cobranças de penalidades em 4 a 4, empatou na segunda série (alternada) e venceu o jogo (sem tremer) quando o presidente Catiçá, do Bahia, chutou a bola pra fora na cobrança de uma penalidade que, redundantemente, penalizou a equipe. Rejeitado pelo Bahia, Alemão (Vanduir) fez um golaço e o ofereceu a alguém do Bahia. Pra quem será? Mas o bécão do Bahia, hein!, tremeu?

- Pensa em uma ‚Äúchochura‚ÄĚ ap√≥s o jogo. Beque que faz firula, entrega a rapadura. Tem a Ana J√ļlia, tem a Jen√≠ffer e quem vai buscar a ‚ÄúJanete‚ÄĚ pelo Tinder? Add a Janete a√≠...

Legislação (Im)pertinente

√Äs vezes voc√™ pensa que j√° viu tudo... sabe de nada, inocente. A proposta de cria√ß√£o de um tal Fundo de Apoio √† Imprensa (Fapim) que mais parece Capim ou Alfafa n√£o √© nada mais, nada menos que uma ‚Äúmendic√Ęncia letrada‚ÄĚ ou f√≥rmula m√°gica para pedir dinheiro sem querer ficar com o chap√©u na cal√ßada, tocando Roupa Nova ao som de Wisk √† Gog√ī... eu te abra√ßava... do you wanna dance...

- Tem o Bolsa Família e agora o Bolsa Capim, digamos, Fapim.

Rel√Ęmpagos de Ver√£o

A ‚ÄúR√°dio Pe√£o‚ÄĚ entrou no ar muito antes de a chuva cair e aquele projeto de cortar na pr√≥pria carne desapareceu feito nuvem passageira. Tinha dado num site que o projeto de diminuir remunera√ß√£o (verba indenizat√≥ria) do vereador estaria sendo pensado, mas, na verdade, acabou sendo repensado e n√£o foi para a pauta no Legislativo, nosso de cada dia. Atirar a primeira pedra at√© parece que √© f√°cil, mas depois vem aquele ‚Äúbackup‚ÄĚ, rebuscado na mem√≥ria, e a certeza de que a autoflagela√ß√£o n√£o √© l√° muito comum. Quem de v√≥s h√° de colocar dinheiro nos bolsos e propositadamente cortar o pano de fundo dos apetrechos de uma boa cal√ßa?

- Onde houver trevas... fósforos Fiat Lux.

Em Percentuais...

...ao n√£o persistir o elevado interesse p√ļblico de cortar na pr√≥pria carne, o vereador agradece 100% e n√£o s√≥ 60% como √© praxe, de acordo com o valo repassado. Acender a bomba e n√£o faz√™-la detonar, parece que foi um al√≠vio embora os pares e os √≠mpares n√£o esque√ßam de que os n√ļmeros s√£o primos. Ouvia um atento ouvinte, redundantemente atento ao que dizia na r√°dio, que o agradecimento agora √© medido em valores monet√°rios. A marca dos 100% s√≥ ocorre quando todo o combinado chegar em m√£os. Enquanto assalariados, agradecemos 100% pelos sal√°rios em dia.

- Fui... iscar uns bagres, n√£o ensaboados.

‚ÄúP√īncio‚ÄĚ e Displic√™ncia

Os constantes empates em decis√Ķes legislativas t√™m colocado o presidente da C√Ęmara Municipal de Nobres na linha de tiro. Parece at√© aquele jogo dos cinco ao inv√©s dos sete erros, onde h√° muita previsibilidade e um senso de oportunismo na arte de lavar as m√£os quando se exige discernimento e decis√£o. Jogar para a plat√©ia pensando no ano que vem pode representar um tiro pela culatra e cada vereador tem que assumir a responsabilidade nos erros e acertos. Aqui fora, longe do cume calmo do nosso que v√™... se assentam as sombras sonoras de um bom observador, ali√°s, bons observadores. A plat√©ia n√£o √© boba.

- H√° muitos observadores do lado de fora e o jogo tem que ser decidido.

Votando em Branco

A cada vacilada de um vereador parece at√© que h√° um exame de autoconsci√™ncia e logo acende uma luz vermelha: ‚Äúest√£o votando em Branco‚ÄĚ. Agora ou no ano que vem? Afinal, votar em ‚ÄúBranco‚ÄĚ √© vilania ou hero√≠smo? N√£o, o inimigo n√£o √© o Branco, um mero reserva que se arvora de l√≠der. Os problemas s√£o causados pelos pr√≥prios vereadores e ficam por conta da indefini√ß√£o de um ou outro, acreditando que lavar as m√£os √© sinal de prud√™ncia. No ano que vem, quando se resolver pisar em ovos, a recomenda√ß√£o ser√° a de usar botinas com solado refor√ßado porque o caminho ser√° √≠ngreme e com objetos pontiagudos no trajeto.

- Tem gente de olho na vaga e muita gente qualificada.

Votando em Branco II

At√© quando os vereadores ter√£o receio de um reserva que nunca legislou nada? √Č necess√°ria a presen√ßa e a participa√ß√£o dos contr√°rios para que n√£o haja acomodamento, mas n√£o seria o caso de se assustar com um reserva que necessitaria de ver ao menos uns dois √≥bitos para que entre em campo e isso n√£o √© t√£o √≥bvio assim. Assumir a titularidade, s√≥ quando for de fato votado, o necess√°rio para que seja habilitado a ocupar uma cadeira na Casa de Leis e desses tipos que sonham em virar o Planeta ao avesso, muitos j√° deixaram o Legislativo frustrado.

- O importante é não deixar passar em branco que não há reserva que resista.

Votando em Branco III

‚ÄúVoc√™ tem dois p√©s pra cruzar a ponte... Beba! (Beba!); Pois a √°gua viva√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā¬†... Ainda t√° na fonte...‚ÄĚ √Č mais ou menos assim o mandato em seu decorrer e quem foge da raia... talvez seja melhor n√£o tentar outra vez. Deixar que d√™ um branco em sua mem√≥ria e se recuse a optar pelo certo ou pelo errado, lavando as m√£os...√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā¬†Basta ser sincero; E desejar profundo... Voc√™ ser√° capaz.. de sacudir o mundo...‚ÄĚ. Ah! Aquele que cuidou da quantidade e se perdeu no labirinto do clientelismo pol√≠tico, este tamb√©m ir√° para o esquecimento.

- A hora est√° chegando.

Recordando

Nas elei√ß√Ķes do ano 2.000, um per√≠odo de grandes frustra√ß√Ķes no munic√≠pio de Nobres, teve vereador que por pouco n√£o cometia um ‚Äúharaquiri‚ÄĚ, al√©m da choradeira por ter ajudado em batizado, anivers√°rio, desfile de cachorro e vel√≥rio sem ter conseguido a reelei√ß√£o. Entre o resultado da elei√ß√£o e o √ļltimo dia do ano, para quem perdeu, parece at√© um s√©culo.

- Passa um filme: ‚ÄúAntes que o mandato termine‚ÄĚ. Onde foi que eu errei?

Jingle Bell

O Natal est√° em risco... √© que Papai Noel tem perdido noites que seriam de sono por conta de uma tal tabela de pre√ßos de mensagens. E tome ‚Äúguerra‚ÄĚ da concorr√™ncia e uma suposta invas√£o alien√≠gena em territ√≥rio demarcado. Au, au, au... quem d√° mais ou quem vale quanto? Tem cada guerra que √© declarada... sem ao menos se consultar os bolsos dos atingidos.

- Como diria Luciano... loucura, loucura, loucura.

Bola na Rede

Uma partida de futsal, realizada na noite de quarta-feira (11/12) no Cisne Branco terminou meio na troca de farpas. Aquele jeitinho brasileiro de sempre... consta, segundo a narrativa, que quando o placar estava favor√°vel em 2 a 0, eram s√≥ provoca√ß√Ķes e o chamado para valer uma caixa. Foi s√≥ o placar virar e as cervejas serem ingeridas... pois n√£o √© que bateu a tal da amn√©sia nos perdedores. O tal do Cabe√ß√£o Gol, uma esp√©cie de s√≥sia do Gabigol, al√©m de n√£o marcar, ainda entregou a rapadura.

- A Cláudia vem aí... não fuja da Raia.

O Rio de Janeiro...

...fevereiro e mar√ßo/2.020, prometem muitas novidades na pol√≠tica local. Se tudo caminhar como est√° pr√©-determinado, muitos √≥rf√£os devem surgir e o time pode perder o meio-campo. Vamos aguardar os acontecimentos, mas as perspectivas s√£o boas. Ser√° tempo de defini√ß√Ķes e de discuss√Ķes em torno das rela√ß√Ķes p√ļblicas e o que n√£o pode faltar √© habilidade nesse quesito. S√£o inc√≥gnitas que de decifr√°veis passar√£o a ser inc√≥gnitas, de fato.

- Vem aí um fli-flop Tipo T...

Estrangeiro

O Natal √© mesmo cheio de ilus√Ķes. √Č quando a vontade de ficar rico mais assanha nas pessoas. E √© quando mais pedintes aparecem, como um que se apresentava √† porta de um banco, aqui em Nobres. O tal se dizia representante dos povos asi√°ticos, mas com um bom Portugu√™s entregava um envelope a quem entrava na ag√™ncia com sugest√Ķes de 5, 10, 15, 20 e at√© 50 pilas para colocar no tal envelope. E a devolu√ß√£o do envelope vazio n√£o agradava e o brother ainda sugeria que troco n√£o seria problema, ele teria.

- Ruim de Geografia, pensei na China, Japão, Indonésia e por aqueles lados. Mas não colaram os argumentos do rapaz e o envelope ficou mesmo vazio.

Imaginação Fértil

Se você não pensa, há quem pense por você. Tem gente imaginando como seria uma confraternização entre o pessoal da imprensa local nos próximos dias e depois de uma três caixas de cerveja (garrafas). Um dos problemas para esse acontecimento, pra lá de surreal, seria a unidade do grupo e quem bancaria a despesa. Como tem um vereador e radialista no grupo, pensou-se na sua escalação para custeio da despesa. Mas isso se tornou quase impossível após a divulgação de uns áudios em grupos de whatsapp sobre o mercado de mensagens natalinas. O clima está tenso e agora a preocupação é saber quem estaria fomentando a discórdia.

- Quem do grupo nasceu há mais dez mil anos atrás? Vê se te orienta, já sabem do teu furo... no Imposto de Renda.

Imaginação Fértil II

Concorrentes no mercado sentados √† mesma mesa, usufruindo da mesma marca de cerveja e comendo do mesmo pernil, gentilmente cedido pelo atual ‚Äúministro‚ÄĚ. N√£o, afaste de n√≥s esse c√°lice... de vinho tinto de intrigas. Realmente, n√£o d√° para imaginar um cen√°rio assim, a guerra est√° declarada e tudo fica mais dif√≠cil a partir da difus√£o do conte√ļdo dos √°udios. Isso est√° parecendo at√© espionagem no concorrido mercado do marketing pol√≠tico. Quem √© voc√™, de onde veio, qual o alcance da sua flecha, tudo come√ßa assim, nesse n√≠vel. N√£o! Definitivamente, n√£o beberemos do mesmo n√©ctar e ainda que insistam: ‚ÄúBeba! (Beba!); Pois a √°gua viva; Ainda t√° na fonte; (Tente outra vez!); Voc√™ tem dois p√©s; Para cruzar a ponte... Nada acabou! N√£o! N√£o! N√£o!‚ÄĚ.

- Estou fora. N√£o irei: ‚ÄúEu n√£o sou besta pra tirar onda de her√≥i; Sou vacinado, eu sou cowboy...‚ÄĚ.

Raul Seixas Baixando

Com essa onda de macumba, despacho na esquina e terreiro, pois n√£o √© que Raul Seixas anda baixando por estas bandas? E desce cantando um de seus maiores sucessos, Ouro de Tolo. O pessoal da tev√™ estava mesmo certo, tem terreiro novo por estas bandas. Mas, no Natal e Raulzito baixando... e ainda pra reclamar do pre√ßo da carne? Ser√° que n√£o √© fake News esse Raul? ‚ÄúEu devia estar contente; Por ter conseguido tudo o que eu quis; Mas confesso, abestalhado; Que eu estou decepcionado; Por que foi t√£o f√°cil conseguir; E agora eu me pergunto "e da√≠?" Eu tenho uma por√ß√£o de coisas grandes pra conquistar; E eu n√£o posso ficar a√≠‚Ķ‚ÄĚ.

- Chama o lapidário, não é esmeralda da cor dos olhos... é fragmento de garrafa de champanhe Sidra.

Tocando o Terror

Olha..., o que tem de gente falando que √© vice ou quer ser vice do atual prefeito Leocir Hanel na imin√™ncia de um novo mandato, isto n√£o √© brincadeira. E o que √© ser vice? Prest√≠gio pol√≠tico e/ou financeiro, o que n√£o √© t√£o f√°cil em rela√ß√£o ao pleito de alguns poucos pseudos auto revelados nomes. Tratar-se ia apenas de um processo de valoriza√ß√£o de passe, onde algumas pessoas querem o que n√£o ser√£o na hora da defini√ß√£o. Pretender ser vice sem ter as condi√ß√Ķes exigidas √© cair no rid√≠culo, mais ainda quando se sai divulgando... por a√≠.

- Tem gente provocando risos com essa anedota.

Teoria da Antirrelatividade

Antes, o sujeito n√£o tinha carro e queria porque queria ter um carro. Agora, que tem carro quer porque quer ter uma bicicleta. Engatamos uma marcha r√© nas nossas vontades. Antes, a gente ouvia Altermar Dutra, Nelson Gon√ßalves, Amado Batista e at√© Reginaldo Rossi e muitos classificavam de brega a m√ļsica dessa gente. Hoje, algumas centenas de cantores cantam s√≥ m√ļsica falando de bebida e de chifre, e est√£o nas paradas de sucesso atrav√©s das plataformas digitais de m√ļsica. Dia desses, ficamos sabendo que uma figura respaldada e assumidamente homo... virou o CD e casou-se. Assim caminha a humanidade...

- ... em marcha ré. Parem o mundo que eu quero descer.

Mistério Sem Fim

Ser√° por que essa ocorr√™ncia sempre aos 44:30 do segundo tempo? A C√Ęmara de Vereadores tem recebido verdadeiras pautas-bombas para an√°lise e a √ļltimas delas foi no √ļltimo dia 29/11, quando registrou-se uma esp√©cie de ‚Äúmotim‚ÄĚ da imprensa que cobre os trabalhos legislativos. S√≥ quem estava presente para saber o sufoco com as mat√©rias em an√°lise, cada uma de arrepiar o cabelo (ou pelo) de qualquer on√ßa. E o pior √© que ningu√©m ficou sabendo de nada dos bastidores daquela sess√£o, a pen√ļltima em car√°ter ordin√°rio do ano.

- Bomba na sinagoga.

Nobres/Vozes

Mesmo os melhores matem√°ticos n√£o conseguem decifrar essa inc√≥gnita que tamb√©m √© uma vari√°vel na equa√ß√£o pol√≠tica que se apresenta at√© agora e deve ficar sem respostas at√© o primeiro trimestre de 2.020. Tem a ver com a pr√©-candidatura de Gilmarzinho da Ecoplan ao posto majorit√°rio, onde todos querem saber se ser√° vice ou candidato a prefeito. A inc√≥gnita est√° em ser ou n√£o ser, j√° a vari√°vel fica por conta de vice ou de prefeito. H√° uma torcida que est√° na arquibancada do Corinthians torcendo para ele ser vice; na outra parte, a do Flamengo querendo que seja a prefeito. Estudiosos sobre o tema ‚Äúequa√ß√£o‚ÄĚ dizem que ‚Äúo ato de solucionar uma equa√ß√£o se resume em uma manipula√ß√£o aritm√©tica, onde temos uma igualdade repleta de opera√ß√Ķes a serem feitas a fim de que se determine o valor da inc√≥gnita da equa√ß√£o‚ÄĚ.

- Trocando em mi√ļdos, para quem n√£o sabe nem quanto √© dois mais dois, o jeito √© esperar at√© que Pit√°goras baixe em um terreiro de macumba e traga a solucion√°tica dessa problem√°tica. Algum terreiro novo por perto?

A Bílis

Em Cuiab√°, o prefeito Emanuel (bem vestido) Pinheiro est√° com problemas na b√≠lis por conta do Ab√≠lio. Pense num vereador chato pra cacete e multiplique por cem chatos no pentelho do Man√©. Uma mulher resolveu espalhar que h√° um convent√≠culo, conluio ou sabe-se l√°, o que, para afastar o Ab√≠lio, que √© oposi√ß√£o at√© ao seu pr√≥prio jeito de acordar. Esse Ab√≠lio, como diria vov√≥: ‚Äú√© o c√£o que veio da lenha‚ÄĚ e Man√© Palet√≥ quer a sua cabe√ßa. Ser√° mesmo? Nossa, Emanuel, menino t√£o comportado! Querendo a cabe√ßa de Ab√≠lio em uma bandeja, √† moda Salom√©.

- Deus que salve a bílis do Mané e o Abílio a sua própria pele.

√Č Show

Ouvimos uns √°udios pela ‚Äėwzp‚Äô sobre uma confraria que pratica futebol aos domingos, chegamos at√© a ‚Äúarrupiar‚ÄĚ, como diria o baiano. Parecia at√© um encontro de ‚Äúlordes‚ÄĚ ingleses, tamanha a fineza no trato entre dois personagens do tal ‚ÄúDomingo Show‚ÄĚ. Pnc, FDP, sfd, vgb... ou seja, pau no c... filho dp, safado, vagabundo, coisas de um refinamento incomum. Ouvir esses √°udios √© realmente um show e a lava√ß√£o de roupa pelo wzp ficou por conta de saques que deram furo na contabilidade, conforme o √°udio. E se n√£o fosse ‚Äúshow‚ÄĚ, seria o qu√™?

- N√£o convidem essas figuras para uma mesma mesa, tudo pode terminar em ‚Äúshow‚ÄĚ de indelicadezas.

√Č Show II

‚ÄúEnfia esse grupo no c...‚ÄĚ, foi o fechamento de parte do di√°logo entre os ‚Äúcraques‚ÄĚ que est√£o cursando etiqueta social e diplomacia. Olha, esse tal de wzp veio para derrotar os maiores fofoqueiros que j√° existiam antes dessa tecnologia. A gente s√≥ espalha o que ouve e fica abismado com tanta gentileza. Ouvindo essas conversas, chegamos a pensar que estamos tendo aulas de realeza ou ouvindo o som de um rouxinol ao avesso. J√° em outro grupo, coisas que nos chegaram aos ouvidos, dizia-se que teria um √°rbitro que chegou a piscar o olho para um atacante, como que, a alertar: ‚Äúcai que eu dou p√™nalti‚ÄĚ. Esse piscar de olhos no truco, no m√≠nimo, seria uma linda flor de tr√™s naipes diferentes.

- Parece at√© aquele filme: ‚ÄúRede de Intrigas‚ÄĚ e advinha quem √© o coringa falso nesse jogo?

Ouvidos Atravessados

O cara seguia em viagem e dialogava com um parceiro: ‚Äúcomprei um terreno‚ÄĚ, ao que o outro entendeu: ‚Äúum terreiro?‚ÄĚ. Bem, al√©m de jornalista √© bruxo. Dizem que as namoradas lhe vinham... eram ao som do canto de uma sereia que ele encarnava em suas subidas e descidas nesse ‚Äúterreiro‚ÄĚ ou terreno, como queiram. No seu terreiro, tempos atr√°s, descia uma tal ‚ÄúAnast√°cia‚ÄĚ, mas j√° s√£o √°guas passadas. A verdade √© que o terreiro √© l√° pras bandas de Ros√°rio. ‚ÄúSer√° que mizifio vai conseguir fazer com que o mo√ßo eleja o sucessor?

- Seria o Cavaleiro de Aruanda?

Fazendo Uma Boquinha

Teve uma tal for√ßa tarefa da imprensa da periferia que esteve em um evento num restaurante tchique no √ļrtimo, fazendo uma boca livre. Quem diria, no mesmo espa√ßo em que estavam Eunice Ramos (TVCA), Izabel Coutinho (Olhar Direto), Malu Souza (AMM-MT), Savinho (colunista social televisivo) e a nata do trade tur√≠stico mato-grossense. E os caras l√°, perifericamente falando e aproveitando o menu (leia-se, meni). Foi realmente uma manh√£/tarde pr√° l√° de surreal para o pessoal do baixo clero.

- Se foi... iiiiiiishiiiiiiii, se foi.

Festa/Fim I

Onde tem gente em n√ļmero consider√°vel, n√£o se exige perfei√ß√£o de ningu√©m, mas sempre √© poss√≠vel ‚Äėcapturar‚Äô algumas p√©rolas de come√ßo, meio e fim de festa, principalmente. Ligado o ‚Äúdetector‚ÄĚ de pir-lim-pim-pim, foi flagrada uma lib√©lula flanando durante o jogo do Flamengo com o River. H√° quem diga que seja uma ‚Äúpo√ß√£o m√°gica‚ÄĚ que Casagrande oferece aos menos avisados. Tudo come√ßa com voz de Cid Moreira, mas ap√≥s a ingest√£o do produto, l√° pelo fim do baile, o som √© de Pablo Vitar na voz.

- Telma eu n√£o sou... fla...ent√£o t√°.

Festa/Fim II

J√° fomos buscar respostas nos escritos de Sigmund Freud, de renomados escritores da √°rea da autoajuda e s√≥ nos resta realizar uma consulta espiritual com Maquiavel para saber por que o danado do pobre nunca est√° satisfeito com nada. Reclama de tudo, do bolo, do talher, do boi, da galinha, da picanha, do contrafil√©, da lingui√ßa apimentada, da pinga e da cerveja. Se tiver camar√£o na moranga, reclama; se tiver um jantar no Pal√°cio de Buckingham, vai reclamar da quantidade de talheres e da ‚Äúm√īage‚ÄĚ da Rainha Elizabeth. Pois n√£o √© que teve gente achando que faltou um molho (champignon ou madeira?) para acompanhar o boi no rolete.

- Tá bom, na próxima vai ser revirado de bofe de boi e farofa de ovo.

Banco/Adeus

Todos os indicativos s√£o de que o Banco do Brasil v√° parar de operar em Nobres. Est√° em curso uma onda de demiss√Ķes e a poss√≠vel transfer√™ncia de atividades para a Caixa ou Lot√©ricas. A oportunidade √© boa para que a conta do munic√≠pio passe ao Sicredi ou Bradesco. Sabe aquela coisa que acontece, quando o dono do im√≥vel come√ßa a arrumar o telhado, depois uma coisa aqui e outra ali e quem quiser que desocupe a moita. Sem caixas eletr√īnicos, recomenda-se que se fa√ßa saques h√° 18 kms do seu local.

- Ruim com ele, pior sem ele.

Candidatos/Informa√ß√Ķes

As redes sociais come√ßam a fazer a diferen√ßa em rela√ß√£o aos candidatos a cargos eletivos, al√©m do tradicional boca a boca. Para o Conselho Tutelar funcionou bem esse tipo de acesso a quem vota, al√©m, √© claro de uma ajudazinha extra de alguns vereadores. Mas tem que ser com informa√ß√Ķes elaboradas e sem falseamento da verdade, at√© porque o internauta n√£o √© nenhum b√ībo. A ‚Äúbolsonaromania‚ÄĚ vai funcionar.

- Mas, sem mentiras. Fica a dica.

Atletismo

A julgar pelos seus supostos credores, sobre os quais tem investido todo o seu potencial de velocidade em corrida livre, um certo jornalista j√°-j√° vai se tornar um grande velocista e maratonista. E quais seriam esses credores, t√£o r√°pidos na fuga? Fim do ano chegando, mensagens de natal e novas possibilidades de correria atr√°s... de mensagens e depois o ‚Äúdrible da vaca‚ÄĚ ou meia lua.

- Existem dois tipos de credores ‚Äď os reais e os imagin√°rios. Pegar qual?

Rede Inundada

Logo ele, o homem da m√≠dia que foi virar not√≠cia e uma fama altamente negativa por conta de uma brincadeira. Quando se √© figura p√ļblica, a maior das discri√ß√Ķes ainda √© arriscada. Nunca algu√©m ganhou tamanha notoriedade em t√£o pouco tempo, sem o direito de auferir nenhum tipo de vantagem na informa√ß√£o, sabidamente inver√≠dica, mas... viralizou. O vereador Nilson Filho (PSD) precisa evitar a exposi√ß√£o de sua imagem, principalmente quando se auto referir como autoridade.

- Viralizou e não há como apagar isso daí.

Rede Inundada II

A percepção é a de que havia gente prontinha a dar o bote num deslize do parlamentar municipal. Olha o tamanho do estrago por conta de uma brincadeira e isso vai pegar mal lá na frente. E quando se fala, diz-se logo: vereador de Nobres. Quem tiver um amigo assim, que transforma brincadeira em coisa séria, é melhor dispensar. Por maior que seja a autocrítica, a vaca, a égua e todo o rebanho já foram parar no brejo.

- Sobrou até para quem não tinha nada a ver... Pocotó e sua eguinha. Seeeeeguuuuuuraaaaaaa peão...

Sem Rumo

Tem gente dando pulos por conta do mais absoluto repensamento de objetivos. N√£o sabe se vai ou se fica, mas a verdade √© que a Lei Eleitoral mexe com muita coisa na pol√≠tica paroquial e alguns partidos ser√£o meramente figurantes nas pr√≥ximas elei√ß√Ķes municipais. Se n√£o houver uma reavalia√ß√£o de conceitos, corre que l√° vem o trem... saia do t√ļnel. A reelei√ß√£o pode ficar mais dif√≠cil para alguns dos atuais vereadores e alguns partidos que estiveram na moda at√© agora podem ficar sem representatividade.

- Não é prova do Enem, mas é hora de fazer cálculos matemáticos.

Sonhadores

E ainda assim, tem gente comendo corimba e arrotando salm√£o, acreditando que pode conquistar uma cadeira no Legislativo com piadinhas de portugu√™s, pregando id√©ias absurdas por conta do mais absoluto desconhecimento do que seja or√ßamento p√ļblico. √Č uma gente sem no√ß√£o que deseja entrar para o mundo da pol√≠tica com conversa mole e promessas mil. Conhecendo Nobres como conhecemos e Cuiab√°, idem... vemos por exemplo um vereador Ab√≠lio querendo fazer diferente e acabou sendo tratado de ‚Äúperebento‚ÄĚ, acumulando desgaste por conta de uma ‚Äúguerra‚ÄĚ contra a maioria dominante.

- Sonhar não é proibido, mas isso deve ser com coerência.

Palpiteiros

Gest√£o p√ļblica e legisla√ß√£o se fazem com raz√£o e n√£o com emo√ß√£o. √Č como lan√ßar m√£o de or√ßamentos p√ļblicos definidos em lei por conta de um pseudo legislador, piegas, que viu uma situa√ß√£o em desacordo com a sua percep√ß√£o social. Instale o munic√≠pio os equipamentos e contrate os profissionais que ir√£o trabalhar no pseudo Centro de Hemodi√°lise criado durante os devaneios de um virtual candidato. Entre estes profissionais ao menos um m√©dico nefrologista, enfermeiros e t√©cnicos de enfermagem. Depois disso tudo, as instala√ß√Ķes, a √°gua especial e devidamente limpa e a proximidade com um hospital ou dentro deste por conta dos riscos que um paciente corre na m√°quina. Procure um especialista em nefrologia que queira vir para Nobres e procure um empres√°rio que queira instalar aqui s√≥ duas m√°quinas para hemodi√°lise. Uma m√°quina e vinte t√™m o mesmo custo.

- Ah! Fa√ßa isso para atender os devaneios do seu fulano que diz que ‚Äúpodemos‚ÄĚ.

Cen√°rio Nacional

Dados de 2018 apontam que no pa√≠s s√£o cerca de 100 mil doentes renais cr√īnicos que precisam de tratamento de Terapia Renal Substitutiva, sendo 85% deles assistidos exclusivamente pelo Sistema √önico de Sa√ļde (SUS). Um dos principais fatores de risco para doen√ßa renal cr√īnica √© a diabetes e a hipertens√£o, ambas cuidadas na Aten√ß√£o B√°sica, em uma das 41.688 Unidades B√°sicas de Sa√ļde. De acordo com a Pesquisa Nacional de Sa√ļde (PNS), 6,2% da popula√ß√£o adulta tem diabetes e 24% hipertens√£o. Para atender a demanda, entre 2010 e 2017 houve aumento de 45% nos servi√ßos de m√©dia e alta complexidade habilitados para tratar doentes renais cr√īnicos, passando de 488 para 707. Nos √ļltimos dois anos (2016/2017) foram habilitados 19 estabelecimentos em todo o Pa√≠s.

- Os dados s√£o do Minist√©rio da Sa√ļde com base na d√©cada em que estamos.

Cen√°rio Nacional II

Os n√ļmeros de atendimentos e valores investidos no tratamento de Terapia Renal Substitutiva tamb√©m s√£o crescentes ano a ano. Entre 2010 e 2016, o aumento na rede assistencial foi de 26%, passando de 11,3 milh√Ķes de procedimentos para 14,2 milh√Ķes. Ano passado, com dados ainda preliminares (at√© setembro), foram registrados 10,9 milh√Ķes de procedimentos dial√≠ticos. Em rela√ß√£o aos valores, o crescimento foi de 55%, passando de R$ 1,8 bilh√£o em 2010 para quase R$ 2,8 bilh√Ķes em 2016. Em 2016, com informa√ß√Ķes ainda preliminares (at√© setembro), divulgadas em 2017, foram investidos R$ 2,3 bilh√Ķes no contexto desse tipo de tratamento em n√≠vel de Brasil, conforme o Minist√©rio da Sa√ļde. A√≠ vem os expert‚Äôs em lavar cachorro sem sab√£o, amarrar ‚Äúpingo‚ÄĚ de chuva e metido a cabo eleitoral profissional, dar pitaco em coisa que desconhece.

- Comecem a levar a pol√≠tica como sendo coisa s√©ria, estudem sobre or√ßamento p√ļblico e depois apanhem centenas de volantes de loterias diversas, d√™em ali os seus palpites e esperem sentados.

Virtual Candidato

No Facebook, segundo a opini√£o de um pretenso candidato proporcional, os vereadores costumam ‚Äúfingir‚ÄĚ que fiscalizam o Executivo. Pretender ser candidato se utilizando de cr√≠ticas aos atuais vereadores, j√° √© meio caminho andado... em marcha r√©. Primeiro porque o eleitor n√£o quer saber de ontem e se quiser saber, vai √† fonte. E quando os virtuais candidatos s√£o de um mesmo partido e j√° come√ßam com deslindes absurdos sem saber como se apresentar√° o cen√°rio pol√≠tico local em 2.020? E de mais a mais... ou a menos, s√≥ com lorotinhas e filosofia de botequim. Amanh√£, v√£o estar na mesma mesa, cada qual com a sua ideologia... sem causa e nem efeito. Citar Pit√°goras, Arist√≥teles, Conf√ļcio ou Maquiavel tem o mesmo peso que falar do seu ‚ÄúZ√© Man√©‚ÄĚ e sua sabedoria popular.

- Quando era crian√ßa l√° em Barbacena, seu √Ālvaro, nosso vizinho, dizia: ‚ÄúPara japon√™s, qualquer febre √© amarela‚ÄĚ.

Filósofos e Articulistas

De uns dias para c√°, aqui em Nobres, por qualquer que seja o tema, eis que surge um articulista pol√≠tico para filosofar em nome de √Ālvaro Dias. √Č um craque da pol√≠tica, mas nunca veio em Nobres. Muitos s√≥ o conhecem pela tev√™, com aquela voz de locutor de r√°dio AM. Esse neg√≥cio de n√≥s ‚Äúpodemos‚ÄĚ, vai ser preciso combinar com o eleitor tradicionalista de Nobres, que n√£o costuma atirar no que n√£o viu esperando acertar no que viu. Outra, s√≥ o nome de um famoso n√£o influencia em nada. Tem muita gente que j√° foi candidato e se dizia amigo do Pel√©, mas n√£o foi eleito.

- De b√ībo n√≥s s√≥ tem a cara...

Filósofos e Articulistas II

Dia desses, s√≥ por conta de uma compara√ß√£o com a senadora Selma, o senador Jayme Campos n√£o deixou por menos e deu uma ‚Äúsapatada‚ÄĚ num desses ‚Äúnews fil√≥sofos‚ÄĚ. Vai que aconte√ßa uma briga, por a√≠, e algu√©m resolva chamar o √Ālvaro para separar, se n√£o demorar dias pra ele chegar, d√° pra esperar... ou espera sem dar? Se aparecer um grand√£o pra te bater, diz a√≠, ‚Äúvou chamar meu irm√£o, ele √© o √Ālvaro...‚ÄĚ. H√° dias que apanhou. √Č x√īmano, o Jayme, da Veg√™, nos veio com uma filosofia de botequim: ‚ÄúAqui n√£o tem maria vai com as outras...‚ÄĚ.

- Como diria Rom√°rio: ‚ÄúMantenha-se calado e ser√°s confundido com um poeta‚ÄĚ.

Filósofos e Articulistas III

No Facebook √© que a gente aprende a lavar cachorro sem sab√£o. Tem gente que sugere uma r√©plica do Taj Mahal para Nobres e logo aparece um avalista, assinando embaixo. Em 2012, deram um tombo hom√©rico nos servidores p√ļblicos municipal de Nobres e na popula√ß√£o como um todo. As empresas que eram fornecedoras do munic√≠pio tinham seus saldos ‚Äúsaqueados‚ÄĚ e mandavam falsificar carimbos para validar a picaretagem. Uma empresa que prestava servi√ßos de ar condicionado teve o nome envolvido nas transfer√™ncias de valores, dos verdadeiros fornecedores para o esquema. E no Facebook, sempre a gente se depara com esse elemento, um certo Adriano, dando pitacos negativos sobre Nobres. Com esses saltimbancos... n√≥s n√£o podemos.

- Como diria o fil√≥sofo de botequim: ‚Äún√£o cuspa no prato que comestes...‚ÄĚ.

Vitrine

A C√Ęmara municipal de Nobres, na noite de 1.¬ļ de novembro de 2019, transformou-se em uma verdadeira vitrine pol√≠tica com a presen√ßa dos l√≠deres do Democratas, F√°bio Garcia, atual presidente regional do partido; o senador Jayme Campos e o veterano J√ļlio Campos, que j√° foi de tudo na pol√≠tica em Mato Grosso. Eles vieram at√© Nobres para abonar algumas fichas de ades√£o ao DEM, entre as quais as fichas de Gilmarzinho da Ecoplan, da sua esposa Eva Valdin√©ia; dos vereadores Magal, Oscar Lara; da contadora Elizabeth Machado; dos advogados Donizeu e Silv√©rio; do jovem Rog√©rio G√°s, enfim, de ao menos 22 novos nomes que entraram para o Democratas.

- Reforços ao time do elogiadíssimo Firmino, de velhas batalhas.

O Veterano e o Juvenil

Com a presen√ßa desses veteranos da pol√≠tica mato-grossense em Nobres que vieram para se juntar com uma gente que quer o melhor para Nobres, de outros partidos que foram ver o ato p√ļblico, al√©m de um menino que havia ingerido umas e outras, perturbando um pouco, eis que surge um pr√©-candidato e atual suplente de vereador que se porta como vereador, foi tirar uma onda com Jayme Campos, alegando aus√™ncia da assinatura do senador Democrata em um manifesto contra o STF (Supremo Tribunal Federal).

- O senador deu linha ao peixe e depois ‚Äúferrou‚ÄĚ... foi uma sapatada.

O Veterano e o Juvenil II

A insist√™ncia do rapaz para tentar constranger publicamente o experimentado e matreiro pol√≠tico foi tanta e s√≥ piorou com a compara√ß√£o entre Jayme Campos e a senadora Selma. ‚ÄúEla assinou e l√° n√£o constaria a sua assinatura‚ÄĚ. O senador disse que n√£o age como a ‚Äúmaria vai com as outras...‚ÄĚ. No futebol, dir√≠amos que o juvenil tentou dar um chap√©u no veterano e tomou uma ‚Äúsolada‚ÄĚ. Sabe, tem aquelas horas em que falar pouco e ouvir muito traz bons resultados. Voltamos a entender o sentido das frases: ‚Äúmaria vai com as outras‚ÄĚ e ‚Äúfalar pouco e ouvir muito‚ÄĚ.

- Teve gente que de t√£o corada a pele, ficou branco ante a sapatada.

O Veterano e o Juvenil III

Depois daquela ‚Äúsapatada‚ÄĚ, a reuni√£o seguiu em brancas nuvens, ap√≥s o menino ter deixado o recinto e tamb√©m quando o juvenil pediu substitui√ß√£o e deixou o campo. Olha, foi o tema do p√≥s-reuni√£o, ali onde foi servido um ‚Äúcoffee break‚ÄĚ. Mais de 70 janeiros, ex-prefeito, ex-governador, ex-senador e agora senador de novo e o jovem, que n√£o foi nem vereador, resolve tirar uma ‚Äúcasquinha‚ÄĚ com o veterano pol√≠tico e depois sair ‚Äú√† francesa‚ÄĚ do local, perdendo o fim da festa.

- A fama às avessas é ruuuuuiiiimmmm...

Last Updated ( Monday, 24 February 2020 13:40 )

 

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