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Tribuna de Nobres

24/04/2019
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Editorial

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Senso e contra-senso

E l√° se foram 13 meses de gest√£o administrativa e todos os descontos que s√£o dados a um gestor inexperiente no tema administra√ß√£o p√ļblica. O prefeito Jos√© Carlos da Silva (PP) queira ele ou n√£o, dever√° acelerar no processo de execu√ß√£o de um plano de governo que atenda as expectativas de um munic√≠pio esperan√ßoso. De todas as cr√≠ticas que recebeu ou que possa receber doravante, todas elas est√£o na faixa das perfeitamente aceit√°veis. Contudo, n√£o poder√° mais dar sopa ao azar, sob risco de estar na al√ßa de mira at√© daqueles, cujo o passado repousa sombriamente num canto qualquer do museu das lembran√ßas, algumas razoavelmente boas e a maioria absoluta m√°s. E botas lembran√ßas m√°s nisso.
A popula√ß√£o de Nobres ainda n√£o aprendeu a conhecer os direitos que tem quase que ilimitados diante das pr√°ticas administrativas que levaram o munic√≠pio ao fracasso. Ningu√©m ainda n√£o parou para avaliar o custo da corrup√ß√£o herdada do passado. Cada centavo surrupiado dos cofres p√ļblicos entra nessa conta e fazem falta no futuro. O ex-prefeito Fl√°vio Dalmolin conseguiu "empurrar" pra frente antigas d√≠vidas que herdou, com a empresa de energia el√©trica que foi tida como paga, mas n√£o passou de lorota e ele (Fl√°vio) teve que parcelar e pagar. Dinheiro de conv√™nio para aquisi√ß√£o de √īnibus que sumiu, recursos para canaliza√ß√£o de √°gua na zona rural que est√° na justi√ßa, at√© hoje, enfim, um balaio de gatos armado com dinheiro p√ļblico. D√≠vidas milion√°rias com o setor hoteleiro, contra√≠das ningu√©m sabe de que forma.
S√£o essas hist√≥rias que deveriam se tornar p√ļblicas para esclarecer a popula√ß√£o que quando o assunto √© corrup√ß√£o, deve-se sim, chorar o leite derramado. E quando n√£o se chora o leite derramado, a complac√™ncia abre caminho para que as sombras do passado continuem a rondar Nobres e ainda tenha algumas "vi√ļvas" de marido vivo. S√£o aqueles que se apegam ao passado e teimam em apostar no tudo errado. Nada como ser saudoso de um passado recente que at√© hoje rende dividendos negativos para o munic√≠pio.
Tudo isso est√° a√≠, representado na qualidade de vida do povo, na quase in√©pcia estampada no presente para a sa√ļde e nas ruas esburacadas que temos. Na verdade, o poder tem sido a porta mais ampla e permissiva ao enriquecimento de determinadas pessoas. E diante desses fen√īmenos, bem negativos, o governo, que √© atual e n√£o pode, jamais, se comparar com os do passado, tem por obriga√ß√£o seguir por uma outra rota, bem distante dos caminhos obscuros que ficaram como lembran√ßa.
Ent√£o, ningu√©m pode ter a pretens√£o de ser cr√≠tico da cr√≠tica quando um simples olhar para tr√°s poder√° apontar rastros deixados pelo caminho que s√£o reveladores. Por dever e obriga√ß√£o, o atual governo tem o poder, a capacidade e muitas chances de escrever um novo cap√≠tulo ao seu povo sem deixar de apontar as falhas absurdas do passado, que at√© hoje comprometem o or√ßamento p√ļblico.
O prefeito dr. Z√© Carlos sabe que a sua elei√ß√£o n√£o foi √† unanimidade dos nobrenses e teve que enfrentar uma m√°quina de campanha poderosa, com dinheiro parido n√£o se sabe de onde. E por n√£o estar no gosto da maioria, vai continuar sendo alvo de cr√≠ticas, aqui ou acol√°, mas sabe, provavelmente, que s√£o ossos do of√≠cio e que a miss√£o maior √© reverter o quadro e n√£o parar para admirar seus detratores, que a cada dia aumenta mais levando-se em conta um hospital conveniado que sempre atendeu mal aos seus clientes e persevera nesse prop√≥sito, com a sa√ļde particular fazendo um contraponto com o setor p√ļblico. Se o setor p√ļblico n√£o parece de todo t√£o mal, o setor privado, para onde √© canalizado razo√°vel quantia mensal, faz quest√£o de atender mal e precariamente o povo.
O atendimento a popula√ß√£o no setor privado vinha sendo maquiado em nome das elei√ß√Ķes municipais de 2.008, mas parece que os efeitos especiais est√£o diluindo e a m√°scara caindo; quem paga essa conta, literalmente, √© o povo, que quase sempre √© mandado embora da casa de sa√ļde quando algu√©m precisa e vai l√° em busca de socorro.
S√£o quest√Ķes que extrapolam o senso cr√≠tico e esbarram, inevitavelmente, no custo-corrup√ß√£o quem vem l√° de tr√°s, de anos anteriores, e que se permitiu criar alguns emergentes na escalada do sucesso financeiro. S√£o os chamados alpinistas sociais, que emergem dos podres poderes, que todos sabem, v√™em e n√£o falam nada. H√° at√© os que acham gra√ßa nisso tudo.
Esse é o senso diante do contra-senso, quando os valores sociais são inversos e surgem os detratores de oportunidade, de olho em mais um passinho na escadaria da política.
 

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