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Tribuna de Nobres

21/09/2019
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Histórias Que Vão se Apagando

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Por Dito Souza


Por vezes, quando se registra uma folga dos dias de trabalho, é possível rebuscar passagens que o tempo deixa gravado na nossa memória. Em dois dias na velha Cuiabá, registramos alguns fatos inesquecíveis pela nossa rápida passagem pela rua Brasília, no bairro Areão, a outrora rua da Lavandeira. Que gratas lembranças nos trouxeram à memória esse lapso de tempo, ao relembrarmos das pessoas que ali escreveram capítulos de sua história, sendo o mestre Laurindo o líder dentre todos, cuja prole se reunia naquele trecho de rua. A partir dele e de sua esposa, tivemos amigos como Antonio (Nhonhô); Edmilson; Valter; Dito; o saudoso amigo e colega de zaga, Edson; os sobrinhos Evandro (Vando), Eurides (Nenê), dentre outros. Dona Nati e o esposo, pais de Vando, Nenê e outros, cujos nomes fugiram da memória. Todos da família Azevedo, imensa.
Registramos a ausência de Sidnei Serra e Dalila, com a antiga residência ao chão depois que eles se foram. A rua Brasília ficou menos alegre e sem aquele brilho da família Azevedo, que se espalhou por Cuiabá, com ênfase ao CPA-IV. Muitos já partiram do plano físico e as lembranças que deixaram são as melhores e, não por acaso, resgatadas num flash de memória. E ainda nos fugiu da memória outros nomes ilustres como os do dr. Alair Fernando das Neves e esposa Glorinha, do DJ Vasquinho; de Chambalé, antigo zagueiro do Dom Bosco; da família de Damião (o Dami), de Dinho (Vovô); entre outros.

E passando pela General Valle, lembramo-nos daquele saudoso encontro de amigos na residência do saudoso enfermeiro e massagista do eterno Dom Bosco, Gino Guimarães com dona Ana, inesquecíveis e pais de Jamil, Toninho, Everaldo, Evaldo, Inês, Ilma e Ilza, onde estivemos com o amigo Joaquim, irmão da senadora Serys. Que boas lembranças. E, recentemente, dona Ana partiu para se encontrar com Gino em outro plano.
Graças ao amigo, um misto de cuiabano e carioca, médico Edson Santana, raras vezes ele conseguiu reunir esse pessoal em dois encontros no Edifício Vila Velha, onde reside o empresário Luís Tadeu. A cada encontro, sempre falta um e no último deles, em 2010, já ficamos desfalcados do engº agrº Lúcio Pinto de Souza.
E na Miranda Reis, seu Justino e dona Menina; seu Amilcar; pai do Amilton Josetti, o "playboy da Serra", proprietário do Hotel Miranda Reis. Heitor, irmão de Luizinho, o "O Pé Grosso", casado com uma rosariense. Vicentão, pai do Vilmar.
Que boas saudades não nos trazem o frio bairro Bandeirantes, de nossas mais pueris armações, com a ex-Miss Poxoréo, Zara Martins da Silveira, que partiu em 2003, mãe dos eternos amigos dr. Fernando, Beto, Carmem Lúcia, Glória e Paulinho, todos dos Martins da Silveira. Da família do inesquecível Zé Bianchi, vizinhos da rua Diogo Domingos Ferreira, onde residiam Ruiter, essa lenda mixtense; Avião, ex-Dom Bosco; seu Ulisses, do antigo DNER e amigo da família de Antonio Fernandes de Souza. Dona Zózima e a família, também numerosa, entre Clóvis, Neide; Zenival e Aurisbela; os irmãos e irmãs do saudoso seu Belinho, do Barreirinho, em Leverger; pai do Flávio Gomes (ex-Empaer e aposentado). Seu Laurindo e dona Maria, pais do Zé Maria e da Maria José, do Iltinho, do Miltinho e outros filhos.
Seu Manézinho da EFLA (Cemat) e dona Antonia, pais de Aluizio, Aristone, Gica, Mariinha, Araci e Madalena
E a continuidade dessas lembranças nos remetem à rua Papa João XXIII, a rua do Poção, de velhos e inesquecíveis amigos. Do antigo time de futebol do Esperança, do inenarrável líder familiar mestre Batico, pai do Nequinho, de Dito, Carlos, Renato e grande elenco, também dos Azevedo.
Dia desses, perdemos o goleiro Pinoti, vizinho do zagueiro Cobrinha (ex-Dom Bosco) e uma espécie de contador de causos do futebol. Saudades do amigo Anísio Louzada da Cruz, de dona Lourdes e da criançada toda, pais da Morena (TCE-MT) e mais um punhado de gente da rua do Poção, onde fazíamos a nossa fezinha no bicho e sentávamos para contar causos.
Seu Dito Sapateiro, dona Fia; seu Manoel do Buteco (ex Expedicionário da FEB); seu Tomáz de Lima, esposa e filhos; Cecílio Padeiro; Dito do DNER; Domingos Baiano e sua família; dona Aparecida e seu Castilho; Justino, Vina, Catita, entre outros que, com dona Leonice, esposo e filhos conhecemos quando ali chegamos, em agosto de 1.968.
Nossos irmãos que partiram, Wilson, Roberto, Manoel Miguel, Sebastião e seu Antonio, nosso saudoso pai, de quem herdamos o gosto de fazer amigos.
Muitos dos que partiram desse trecho, que não passa de um raio de 1.000 metros, nos proporcionaram satisfação por ter com eles fraterna convivência. Dona Quina e os filhos Odair, Odenir, Pedro, Zagari, Zagarina, Ismael, Araribóia (Caçula), enfim, todos eles, de ligação com os Azevedo, de Manoel Rufino, o Filinho do Areão.
Em dois dias por Cuiabá, rebusquei as lembranças e acredito que esse "back up" ainda está incompleto. Vale lembrar que muitas das pessoas citadas já faleceram, mas as boas lembranças permanecem vivas.
E viva a vida.

Last Updated ( Thursday, 11 January 2018 21:06 )  

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