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Tribuna de Nobres

28/05/2020
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Home Política Infraestrutura Situação da Rua Maurício Sampaio só é revelada em período de chuvas intensas

Situação da Rua Maurício Sampaio só é revelada em período de chuvas intensas

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TV CidadeA questão da obra mal executada de pavimentação de um pequeno trecho de rua, entre a av. Mal. Rondon e a rua 13 de Junho,

no bairro São José, só se revela quando ocorre uma chuva como a que caiu no fim da tarde de 27 de fevereiro de 2014, na cidade de Nobres. O trecho, de pouco mais de 200 metros, foi executado de qualquer jeito, com o leito da rua sendo erguido e sem ter nenhum canal de escoamento das águas que se acumulam nos quintais de algumas casas.

  

  

O quadro se apresentou com maior gravidade no começo da noite de ontem (27/02), quando uma casa desabou e todo o terreno foi tomado pela água que vinha dos fundos, da avenida "Mário Abraão Nassarden". À época, muito se falou sobre a empresa que realizou os serviços, criada de uma hora para outra e sem equipamentos para prestação de serviços de qualidade. Mas, só falaram e nenhuma providência foi tomada em relação à empresa por parte de quem deveria exercer o papel fiscalizador.

O e HO resultado de tudo isso é o de uma tragédia anunciada, com obras executadas e ao bel prazer de determinadas pessoas, sem nenhuma preocupação com o bem estar social e nem com a economia do município. Nobres padece do mal do refazimento de obras mal executadas, deixadas para trás. Fazer pouco, mas fazer bem feito, terá sido melhor que uma quantidade de obras de qualidade duvidosa.

A rua Maurício Sampaio, num trecho de pouco mais de 200 metros de pavimento, é um desses exemplos que prefeito nenhum gostaria de herdar. Tudo se revela quando o munícipe se vê ilhado e ainda tendo que ver a lama entrar dentro da sua própria casa.

O pior de tudo isso é que algumas pessoas ainda usam a rede social para postar comentários dizendo que aquilo que passou não deve ser lembrado e o que mais importante é assumir no presente as cagadas herdadas. Não por acaso, a cidade está como está, quilometricamente atrasada em relação ao desenvolvimento que deveria experimentar se comparada com municípios reconhecidamente de menor receita.

E haja dinheiro e busca de alternativas para escoamento da água.

É a chamada transferência de responsabilidade, onde um deixa para outro, que deixa para quem vier e tudo vai ficando do mesmo jeito que está. É a chamada cultura do comodismo.

  

M. Sampaio

Last Updated ( Saturday, 01 March 2014 13:55 )  

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