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Tribuna de Nobres

19/07/2018
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Home Política Local Em defesa própria, ex-prefeito não convence e contas caminham para reprovação

Em defesa própria, ex-prefeito não convence e contas caminham para reprovação

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JCSO direito a ampla defesa e ao contraditório foi concedido e a convocação do ex-prefeito de Nobres (foto),

médico José Carlos da Silva (PP) foi procedida e acatada, como se comprovou pela presença do ex-prefeito no Parlamento por ocasião da realização da sessão ordinária do Legislativo na noite de 15 de maio (ontem), presidida pelo vereador Manoel Fermino Pinho (DEM), no exercício da presidência.

Dos 11 onze vereadores com assento naquela Casa de Leis, a única ausência justificada foi do vereador Rállide Andrade, que apresentou atestado médico.

O ex-prefeito tentou, em suas argumentações, descaracterizar o enunciado do Tribunal de Contas de Mato Grosso, que aponta sérias irregularidades nas Contas de Anuais de Gestão, relativas ao ano de 2012, daquele então gestor. De acordo com José Carlos da Silva, a preocupação da sua administração fora com o funcionalismo público municipal e que o próprio TCE-MT sabe que não há como desviar dinheiro público. O que teria havido foi a transposição de recursos de uma conta a outra, conforme José Carlos, sempre com o olhar voltado para o bem do funcionalismo público municipal.

A tênue argumentação do ex gestor não convence e cai por terra quando se sabe que naquele período, a partir do segundo semestre de 2012, o funcionalismo municipal sofreu pressões de toda sorte quanto ao projeto de reeleição do então prefeito. Com resultado adverso nas urnas, a folha salarial atrasou, o RPPS (Regime Próprio de Previdência Social) fracassou com a apropriação dos valores retidos em folha e não depositados à conta do fundo de pensão municipal.

A equipe técnica do relator das contas de Nobres, conselheiro Valter Albano, levantou dados através de microfilmagens de cheques que escandalizariam qualquer modelo de gestão, por mais bagunçado que fosse. Através de Relatório Complementar de Auditoria do TCE-MT, temos a citação que aponta que: "A responsabilidade imputada ao Sr. José Carlos da Silva decorre de sua posição enquanto Prefeito Municipal e ordenador de despesas, bem como em virtude de ser o subscritor de todos os cheques citados neste relatório. Quanto ao Sr. Valdinei Sérgio Muniz Albertoni, os achados de auditoria foram lhe imputados, em razão do seu cargo de Secretário de Finanças Municipal, por ter assinado os cheques juntamente com o Prefeito e ainda por constar sua assinatura no verso de várias cártulas anexadas a este relatório".

Dessa forma e até pela própria afirmação do conselheiro Valter Albano durante a sessão de votação das contas de gestão que afirmou que certos gestores deveriam desaparecer do município e "ousaria dizer até da face da terra", os vereadores de Nobres não terão como fugir da responsabilidade e deverão acompanhar o TCE-MT, que emitiu Parecer Contrário às Contas de Gestão do então prefeito José Carlos da Silva.

O Parlamento municipal de Nobres está sob os holofotes da opinião pública e vive momento conturbado com o afastamento do presidente Rállide Andrade (PDT) por 120 dias. O clima é desfavorável a quem queira "afagar" o ex-prefeito José Carlos da Silva e as contas de gestão devem ser votadas no dia 30 de maio, em sessão específica, quando muitos populares devem acompanhar o desfecho desse episódio.

Parece que seria a hora do "salve-se quem puder".

 

TRINCHEIRA LIV

Troca de Farpas Todos estavam no mesmo barco para destronar Silval Barbosa (MDB), agora, todos se voltaram contra Pedro Taques e a união histórica entre PMDB e PFL volta a acontecer só que, com a maquiagem da mudança de nome embora os ocupantes das naus sejam os mesmos. A política mato-grossense

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O impasse gerado entre a categoria dos profissionais da Educação e o Executivo municipal está longe de terminar em Nobres. Nenhum dos dois lados cede e o prazo para que os alunos voltem a estudar está sendo esticado. As negociações estão emperradas e a crise entre educação e governo permane
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