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Tribuna de Nobres

21/09/2019
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No nosso tempo...

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Somos uma espécie de maratonista, correndo contra o tempo,

mas chega um instante em que voc√™ j√° n√£o tem GINHOtanta preocupa√ß√£o assim com o p√≥dio e acredita que terminar a prova j√° ter√° ficado de bom tamanho. Nada de brigar contra o tempo e ficar por a√≠ dizendo: ‚Äúno meu tempo era assim ou assado‚ÄĚ. Vamos buscar fazer o circuito sem brigar com o tempo, antes, por√©m, agradecer a generosidade desse ‚Äúsenhor‚ÄĚ, que dita as regras e sabe se devemos e podemos estar ali ou acol√°.

√Č o tempo, que dizem, coloca as coisas nos seus devidos lugares; mas n√£o √© bom deitar numa rede e aguardar a arruma√ß√£o do tempo. O tempo √© determinante, at√© mesmo quando nos pegamos a pensar sobre o tempo passado e com os p√©s fincados no presente. Como o tempo futuro n√£o √© nosso, estamos no presente rebuscando algumas boas lembran√ßas e resgatando o saudosismo. Eu, por exemplo, me vejo resgatando e colecionando lembran√ßas, uma delas, de quando ia para o bairro ‚ÄúCabe√ßa de Boi‚ÄĚ, √† casa da dona Vit√ļ, esposa de seu Juventino, funcion√°rio da Prefeitura de Cuiab√°, pai do cantor da noite, o Firmo.

Bem! Tinha o livre-arb√≠trio de escolher o trajeto e passava por aquele cen√°rio inesquec√≠vel, entre as ch√°caras do saudoso comerciante, seu Valeriano, e da v√≥ do Leoni (Sapo) e do √āngelo, como diz a m√ļsica ‚ÄúSaudades de Minha Terra‚ÄĚ: Onde tinha lagoas e √°guas cristalinas... que doce lembran√ßa...‚ÄĚ. Que ch√°cara, do seu Valeriano!, jamais poderia avan√ßar no tempo e saber que ali seria tudo transformado. Passava pr√≥ximo √† casa do seu Barnab√©, pai do centro avante Sebasti√£o Barnab√©; da m√£e do Firmino, dito radialista Lucas Neto, de Tor√≥, de Bertides, de Eduardo, entre outros; da dona Mariana, que deu¬† origem ao nome popular ao Ivo da dona Mariana; do expedicion√°rio da FEB, Bonif√°cio Cruz; do carpinteiro, seu Camargo, pai de Jaime, de D√©zinho, de Arlindinho...

Isso me permite pensar no tempo presente que, provavelmente, seu Valeriano e o m√≠stico seu Ismael tenham sido amigos, dada a proximidade das suas propriedades naquela rom√Ęntica Cuiab√° de outrora. Confirmada as amizades, √© poss√≠vel acreditar que o tempo nos reservou a oportunidade e a generosidade de estarmos passeando pelos campos aonde esses inesquec√≠veis senhores, l√≠deres familiares e suas respectivas esposas, espalharam sementes... e elas germinaram...

 

...reiteramos, nos oportunizando a conviv√™ncia com o resultado desse ‚Äúplantio‚ÄĚ (desculpem-nos pela met√°fora!). Filhos e filhas que se tornaram pessoas carism√°ticas e nos renderam agrad√°veis momentos, vida afora. Ainda ontem, avistamos algumas dessas boas sementes que germinaram em solo cuiabano, representados pelos Sigarini e pelo pessoal do seu Valeriano. Conversamos com Ginho (foto), um ‚Äúgentleman‚ÄĚ, sempre, √† fei√ß√£o do saudoso Maur√≠cio, de Os Correios, de Adalberto; enfim, dessa gente bem educada e de um tempo em que os valores de fam√≠lia eram predominantemente cultuados. Est√£o a√≠ e o tempo n√£o nos deixa mentir, os Sigarini, pessoas incapazes de erguer a voz ou de proporcionar um baf√£o, cujas amizades t√™m sido preservadas ao longo dos anos por conta de velhos valores de fam√≠lia.

Dizia o sempre cavalheiro Ginho de Valeriano, hoje, um senhor sessent√£o, mas de rara educa√ß√£o, que ‚Äúpercorremos‚ÄĚ Cuiab√° e n√£o fizemos um ‚Äúpit stop‚ÄĚ ali, na baixada da Fernando Corr√™a, aonde √© hoje a loja da Citavel.

Ah! Que doce lembran√ßa, do seu Valeriano e sua fam√≠lia; da dona Quina e das reuni√Ķes de fundo de quintal com o meu craque preferido, Ca√ßula Sigarini e seus dribles m√°gicos. Pois √©, o cavalheiro Ginho, vestindo aquela camisa estilosa do inesquec√≠vel Internacional, de Jo√£o Benitez, se transformava e por vezes, tinha que espantar os atacantes, chegando junto e no meio dos caras. Aquele Internacional usava camisa igual do Vasco e tinha grandes jogadores, entre os quais o ex-prefeito de Chapada, Sebasti√£o Treme-Terra e seu chute at√īmico; Churica; Chico Gabina, entre outros.

Foi um período de nossas vidas que se tornou inesquecível e, novamente, destaco que ainda ontem conversei com algumas pessoas que viviam e ainda vivem em um raio de 1,5 km e se juntavam, quase sempre, para o futebol, para o truco e mantinham uma relação de amizade eterna. Ainda hoje, jogam bocha, provavelmente, em parte da área que pertenceu ao finado seu Valeriano. Tive a oportunidade de conversar com um velho craque, com quem tive a feliz oportunidade de jogar, o Toninho Guimarães, filho do saudoso Higino Guimarães, uma espécie de lenda dombosquina. Tergiversava com Toninho sobre a possibilidade de alguns de nossos amigos do passado ter, muitos deles, a oportunidade de escrever capítulos diferentes de suas histórias pessoais, sem que tivessem que ser tragados pelas drogas ou pelo álcool? Como será que se aplica, de fato, o livre-arbítrio? 

Ah! O Cine Serra, fora palco de tantas e tantas lembran√ßas, onde levei a minha primeira namorada. √Č! Os brutos e os feios tamb√©m amam.

Bem! Ontem já se tornou lembrança e devemos graças a Deus pela oportunidade da convivência com essas pessoas. Bom domingo a todos e, saiba, Ginho, que os cavalheiros, as pessoas educadas, as boas sementes que seu Valeriano, sua mãe; seu Ismael e esposa Quina espalharam por Cuiabá, elas germinaram e seguem frutificando.

N√©ia de Dona Menina e de seu Justino, bom dia, siminina! O que seria de n√≥s sem a sua presen√ßa, para nos jogar para o alto e nos animar. Bom dia! √Č como diria Roberto Carlos: Ah! A Candinha... √© uma brasa, mora!‚ÄĚ.

    

 

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