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Tribuna de Nobres

26/10/2020
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Elo de soluções

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Os interesses de Rosário Oeste e de Nobres se confundem e há muito mais coisas em comum que esses dois municípios precisam compartilhar em face da proximidade e pela relação de vizinhança. Uma política de boa vizinhança vem sendo pregada pelo prefeito Gilmarzinho da Ecoplan, cobrado, recentemente, por um munícipe da Forquilha do Rio Manso em relação a medicamento nos postos de saúde.

O prefeito de Nobres é de opinião que um compartilhamento de ações na área da saúde poderia facilitar a vida dos cidadãos a partir de uma troca de ideias entre secretários da mesma pasta em face da necessidade maior do munícipe que está atrás de remédio ou de atendimento médico.

A ponte sobre o Cuiabazinho, ligando a Forquilha do Rio Manso à área central da cidade de Nobres é o socorro comercial mais próximo, em saúde, atendimento médico hospitalar e onde se adquire produtos agropecuários, gêneros alimentícios e bens de consumo, combustíveis e outros. Diz-se que isso só beneficiaria a Nobres, mesmo sabendo que o ICMS não seja um imposto municipal. A questão é mesmo geográfica e uma gestão compartilhada pode beneficiar a brasileiros e mato-grossenses, independente do seu domicílio.

A luta do líder rural Tito da Forquilha não tem sido fácil pela ponte, pelas estradas, pela saúde dos comunitários e a sua posição política, a sua cor partidária tem a essência de uma batalha por cada munícipe que precisa do poder público e de suas ações, independentemente dos limites territoriais.

Cerca de oitenta famílias à mercê da sorte e a espera de uma mão amiga para ajudar nessa difícil travessia, de lá par cá e daqui para acolá, levando na bagagem apenas o suficiente para viver dignamente. Estradas ruins, distância avantajada da sede do município e mais próxima de alguém que possa socorrer, desde que a ponte se mantenha em pé, permitindo o ir e vir legalmente constitucional.

Já faz algum tempo que vemos a velha mania de deitar remendo de pano velho em tecido novo, ou seja, de remendar a ponte de madeiramento velho com algumas poucas vigas novas, num eterno ‘maquiamento’ da realidade, de que é preciso romper com antigas e espúrias atitudes.

Há alguns meses atrás, em Santa Rita do Trivelato, o governador Pedro Taques mandou um duro recado a uns e outros, prometendo acabar com o que ele considera como sendo a “indústria das pontes de madeira”.

É mais ou menos isso que está caracterizado na ponte da Forquilha, pelo que o líder rural Tito da Forquilha recorreu ao deputado Romualdo Júnior, para intermediar uma reunião com o governador Pedro Taques e cogitar o início do rompimento com a citada indústria das pontes de madeiras e rogar por uma solução melhor que essa que vemos, ano após ano, da ameaça de ver a ponte rodar... feito maxixe no Coxipó.

É quase folclórica a citação, de que basta o rio encher para que a ponte ameace ruir. Como também tem sido recorrente a afirmação de que a ponte só interessaria a Nobres, o que de certa forma tem sentido, já que na visão da comunidade rural da região da Forquilha, o oásis está logo após a ponte... de lá para cá.  

 

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