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Tribuna de Nobres

18/06/2018
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A maldição das secretarias e a panfletagem eletrônica

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WPPO exercício do poder ao longo dos anos por diferentes prefeitos tem colocado em alto relevo um processo de amaldiçoamento dos seus secretários titulares, os que já foram, os que ainda são e aqueles que serão ocupantes de um poder transitório que gera diferentes formas de se ver o coadjuvante de plantão.

Em 2.008, um pretendente a secretário, ainda na campanha eleitoral, quando de uma reunião política no bairro Ponte de Ferro, torceu e fez figas para que um ex-secretário municipal do período de 2.005 a 2008 não se aproximasse do palanque, sob risco de levar para perto do então candidato majoritário o desgaste do exercício do poder.

Os dois primeiros anos de gestão do então prefeito José Carlos da Silva (2.009/2010), novas vítimas da síndrome do poder surgiram e os ex-secretários de Administração e de Finanças deixaram o poder sob o manto da maldição, pelas suas respectivas passagens em pastas onde se exige uma resposta rápida, entre um suave “não” ou um sim aceito como normal; quando não há excessos de um ou outro.

A tentativa de “consertar” a gestão administrativa entre 2011 e 2012, proporcionou novas vítimas do poder, quando então secretários iam a churrasquinhos com viatura pública, sem se falar no mais completo desprestígio político a partir do resultado das eleições municipais de 2012.

Fim de governo em dezembro de 2012, o então secretário de Finanças, Valdinei Albertoni deixou o poder gravitando em dois cenários, entre a avaliação positiva daqueles a quem serviu muito bem e desgastado ao extremo pela maioria da população. Como não tinha nenhum compromisso com o município de Nobres, foi embora e se viu livre da maldição do cargo.

Secretários da gestão do prefeito José Carlos da Silva na segunda fase do governo, de 2011 a 2012, acumulam desgastes até hoje. E os que hoje são poder e estão no poder estão sendo execrados pela panfletagem eletrônica, inseridos no rol dos que enfrentam a maldição do cargo exercido.

Mas nada acontece por acaso e a mídia apócrifa não abala a estrutura daquele que tem autocrítica e sabe que se portou adequadamente; outros, nem tanto. É uma questão de se auto avaliar.

Na política é um “salve-se quem puder” e muitos daqueles que subiram no palanque do então candidato Gilmarzinho da Ecoplan e defenderam veementemente a sua candidatura, ao longo do mandato se debandaram e hoje estão em outras coligações, rindo a valer com os ataques através da panfletagem eletrônica que vem sendo divulgada através da rede social whatsapp. E quem sabe se não são os mesmos que o defenderam ontem que hoje estão por trás desses rumores anônimos?

São as mídias apócrifas, habilmente criadas no ‘laboratório’ do anonimato para ver se alavancam alguma candidatura e secretários atuais são as novas vítimas da síndrome do poder. É o vale tudo da política e muitos dos que estiveram no palanque de Gilmarzinho da Ecoplan, hoje o renegam e há até quem aplauda a mídia apócrifa.

“É livre a manifestação de pensamento do eleitor, sendo-lhe vedado o anonimato. Por isso que o art. 21, §1º da Resolução 23457/TSE garante a liberdade de manifestação de pensamento do “eleitor identificado”, somente passível de limitação quando ocorrer ofensa à honra de terceiros ou divulgação de fatos sabidamente inverídicos”, diz o advogado Luciano Pinto em artigo recente à mídia.

Mas, será que o eleitor tem a memória tão curta assim?

Last Updated ( Friday, 12 August 2016 19:34 )  

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