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Tribuna de Nobres

23/10/2020
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Home Editorial “Sèvis Gine” nobrense

“Sèvis Gine” nobrense

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Não vai demorar para que a nossa estarrecida população veja bonecos espetados com alfinetes, bem ao estilo do vodu haitiano, onde o povo costuma associar macumba a algum tipo de “maldição”. A diáspora africana é responsável pela dispersão de crenças pelo mundo e o vodu foi içado à condição de crença muito difundida entre o povo haitiano.

Quando vemos políticos pregando que a educação do País vai mal, eis que vemos, aqui em Nobres, uma prática não muito comum entre nós, a da difusão da macumba, justamente nas proximidades das residências de alguns políticos que estão com os nomes colocados à disputa majoritária.

"O vodu é central na história haitiana e atinge a maior parte da população", explicou, tempos atrás, o antropólogo e professor do programa de pós-graduação em antropologia social da UFRJ Federico Neiburg ao G1. Não há que se associar ignorância com sincretismo religioso, porém...

Mas, em Nobres, o que os rituais de macumba têm a ver com a política? Além do propósito da intimidação, nada a ver, com aquilo que se espera em relação à disputa eleitoral. Quanto mais ignorância, mais refém a população fica dos políticos que não apresentam propostas e se lançam no golpe rasteiro da difusão de práticas que se pensavam fora do contexto social por estas paragens.

Informações gerais acerca da macumba dizem que se trata de uma designação genérica dada ao sincretismo religioso comumente praticado no Brasil, influenciados por religiões como o espiritismo, ocultismo, candomblé e outros, de reconhecimento social e publicamente aceitos no País.

De outra parte, aquela a que se faz referencia aqui, como sendo macumba, é a linguagem de uso popular com sinonímia de “ebó, feitiço ou coisa feita”. Entre os sambistas brasileiros, termos correlatos são vistos em letras musicais que falam sobre “botar nome na macumba ou fazer quizumba pra te derrubar”.

Ou seja, na linguagem desse tipo de sincretismo religioso, os “despachos”, quase sempre em esquinas, tem o caráter intimidador em relação aos locais colocados, tentando impor medo a este ou àquele candidato.

De outras vezes, não se viu tanta explicites nessa prática, como se somente agora estivéssemos bem próximos da introdução dessa crença no meio das fantasias políticas. Resta saber quem trouxe esse fato novo/velho para a disputa política, na tentativa de misturar o sincretismo religioso como propósito de afugentar adversários?

Não que aqui em Nobres essa prática não ocorra, mas como forma de meter medo no adversário, é fato novo.

A política em Nobres acaba de engatar uma marcha ré com esse tipo de comportamento de algum candidato, quando todos esperam por um debate sobre como administrar o município em meio a tantos problemas e poucas soluções.

Aqueles que acreditam em macumba como solução para todas as respostas de que a população de Nobres está em busca, realmente, estão longe de ser a melhor opção para o eleitor.

Se as soluções políticas e administrativas estivessem à espera das crenças populares, o Estado da Bahia não teria tantos problemas quanto tem, sendo a violência um dos maiores males que assolam o território brasileiro.  

Tem gente com ânsia de “despachar” e já o faz, desde já, nas encruzilhadas da cidade.

 

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