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Tribuna de Nobres

18/02/2019
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Gestões e rupturas abruptas

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Administrar um município nem sempre o é pela ótica do hoje, deixando que amanhã tudo se resolva, “automaticamente”. Não. Não se trata de uma frase solta e meramente subjetiva, mas uma gestão tem que ser política e administrativa, de modo que se olhe um pouco mais adiante e se vislumbre o horizonte político e se busque o prolongamento de um trabalho que esteja em curso e dando certo.

Realizar uma gestão administrativa que se coloque como alinhamento e finalidade ações que atinjam setores essenciais, tais como infraestrutura viária, saúde, educação e valorização profissional entre outras ações concatenadas e com foco numa administração com o menor número de erro possível.

As punições impostas pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso, pelo Ministério Público Estadual e até federal podem trazer consequências sérias e graves para um governante. O trabalho realizado em equipe necessita de acompanhamento persistente e cotidiano de uma pessoa com uma boa linha de diálogo com setores da sociedade municipal.

Um dos caminhos a seguir para se atingir esse objetivo é o diálogo e o encaminhamento de ações administrativas e políticas em que a equipe de governo siga dentro de articulação ampla, respeitando-se os interesses da comunidade e daqueles que contribuem com os impostos.

É complexo o papel de administrar com esses eixos, levando-se em conta os valores relativos de gestão política, administrativa, social e econômica, sujeitas aos humores das diferentes esferas políticas - regional e nacional.

Então, quando se ouve falar em legado, isso sim é subjetividade e tema virtual, considerando-se que o melhor dos governos pode passar a faixa para um substituto descompromissado com aquilo que foi realizado em quatro anos.

E em Nobres sempre se governou apenas para quatro anos, sem se pensar no futuro e no risco que é entregar o município para mãos erradas. As rupturas de modelos é que legaram os desacertos que ainda hoje ocorrem. É mais ou menos como a letra de uma música: “...governou daquela vez como se fosse a última...”.

Que legado será analisado ou preservado quando ocorrer uma ruptura de modelo de gestão? É óbvio, vai desaguar na frase que mais se ouve por aí: “Nobres não tem mais jeito, por aqui nada dá certo”.

A gestão praticada não obedece algumas das exigências contidas em reflexão que endereçam aos eixos modelares de fusão entre gestão administrativa e gestão política, pensando no amanhã e não somente no agora. Os imediatismos e as posturas individuais de alguns secretários levam a uma desconexão do eixo central de governo, o que pode levar a uma ruptura brusca de conceito. Logo... não haverá legado que seja reconhecido ou legado nenhum.

Mudam-se as conceituações administrativas e os resultados serão nefastos para as pretensões de toda a comunidade. Aqueles que nunca estiveram conectados com a nossa realidade, vão embora e para aqueles que ficam só um adeus e nada mais.

Foi assim e tem sido assim desde os primórdios administrativos do município de Nobres até que um dia o prefeito fosse Gilmarzinho da Ecoplan, renegado por muitos ainda hoje, mas que se preocupou com o presente e com que viria pela frente, entregando ao seu sucessor um município quase que saneado, não fossem as heranças malditas deixadas pelas reiteradas rupturas bruscas de modelos de gestão.

O prefeito Leocir Hanel tem um longo caminho pela frente e vai necessitar de buscar alinhamento de sua equipe de governo, evitando atitudes isoladas de alguns secretários e fazendo promover uma gestão administrativa que tenha foco não só no presente, mas também no futuro e com a perspicácia de desenhar a sucessão.

 

Trincheira LV

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