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Tribuna de Nobres

18/02/2019
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Crise onde não há crise

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Um episódio que vem sendo alardeado na cidade através das redes sociais revela o imediatismo nas decisões, via de regra, intempestivas, que em nada contribuem para o processo democrático. São as atitudes revanchistas de quem quer fazer oposição às pressas e sem embasamento legal, apenas para ganhar holofotes.

Do contrário, pessoas experientes estariam dando um tiro no próprio pé, prejudicando todo um contexto administrativo apenas para demonstrar força. E isso não é comum por aqui, principalmente quando se pode colocar em risco todo um planejamento.

“Inventar” crise onde não há crise, por conta de pressa e de decisões tomadas de afogadilho, disseminando informações e imagens que tanto pode representar uma “bomba”, e na eventualidade, um barulho comum de um “traque”, caso não se comprove o que se deseja com a posição imediatista.

Das duas, uma é... o Executivo municipal demonstra inexperiência naquilo que está visível aos olhos de todos e exposto radicalmente nas redes sociais; ou seria apenas uma gloríola em busca da ribalta nesse palco de perdidas ilusões por parte do eleitor que vota e não vê realidades palpáveis.

Afinal, esse “duelo” não seria aquele tão fugaz quanto à falta de fatos concretos para se apurar nesse território de comodismo e de jogos de interesse que é a política? Se não for, o Executivo estará em maus lençóis. Estará mesmo?

E para que a necessidade de digitalização de documentos? Para que o Aplic, onde o erro, se foi cometido, já não será mais corrigido?

Até quem chega ao primário, já está sabendo essa velha frase feita, sobre a pressa e a sua inimizade com a perfeição. Nenhum governo se estabelece com a perfeição e também não chegará ao fim com tamanha estultícia, de se expor ao ridículo para uma plateia de principiantes.

É papel que se incumbe à Câmara de Vereadores, o de fiscalizar o Poder Executivo, mas a experiência nesse “metiê” nos revela outra questão, bastante incomum, em que o vereador abandona esse seu papel de “fiscalizar”, para sondar os passos de seus próprios colegas. Críticas sobre colegas, intrigas sobre companheiros de Casa que desabonariam não a aquele, mas que coloca em xeque o papel que deve cumprir cada legislador e a imagem da própria Casa.

“Ah! Os meus colegas são fracos...”; “o meu colega é ‘bundão”, é isto e aquilo. Não há apontamento direto, mas a questão é reflexiva e serve a análise sobre o exercício do poder e ao real dever de uma “autoridade”, como é comum ver este ou aquele com ares de soberba, se autoproclamando como autoridade.

Naquilo que já está nas redes sociais, sobre a incineração de documentos, é o tempo que vai dizer quem está certo e quem está errado. Manda a experiência que a fiscalização seja feita de forma correta, eficiente e sobre fatos reais.

De realidade, mesmo, só a informação privilegiada recebida pelo vereador que se antecipou ao fato e por pouco não chega primeiro que o pessoal de apoio. Pensar de outra forma levaria a se acreditar em dons premonitórios, o que não convém para o assunto em pauta.

Bem, aqui deste lado do paraíso, o pano caiu e as luzes se apagaram, saindo de cena a ficção para dar lugar á realidade... como na guerra em que os norte-americanos participam, ao invés de soldados, à frente segue um carro de som, potente, com gravação em alta sonoridade, de tiros disparados só para deixar o inimigo atônito.

Esse fogo tão alardeado não seria meramente um fogo-fátuo?

 

Trincheira LV

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Silêncio conveniente

Como o ar por aqui tem em seu contexto químico metade de oxigênio e outra metade de política, parece até estranho, até agora, esse silêncio sobre candidaturas majoritárias. Ninguém fala sobre o assunto sucessão municipal e ao menos um candidato segue a sua rotina, desde o ano de 2017, posici
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