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Tribuna de Nobres

19/03/2019
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Trincheira LV

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Ilusionismo

Uma infinidade de virtuais candidatos a vereador tem acreditado que o eleitor de Nobres seja ‚Äúleso das ideias‚ÄĚ e passam a buscar cabelo em ovo para se mostrar preocupado com a cidade. Deve ser mais uma dessas crises de ilusionismo que acomete alguns pretensos candidatos a m√°gico. N√£o √©, e nunca foi proibido candidatar-se a cargo nenhum, mas a solu√ß√£o a todos os problemas n√£o vem com postagem com segundas inten√ß√Ķes e meramente eleitoreiras.

- -√Č acreditar que o eleitor seja b√ībo.

Por que N√£o Te Calas

A maior autoridade pol√≠tica do Pa√≠s, de dimens√Ķes continentais, est√° se especializando em tecer coment√°rios comprometedores. Bolsonaro e os seus filhos tem feito cada coment√°rio, de fazer d√≥ a Magda, campe√£ de indelicadezas e trocadilhos. Sai de Baixo com essas figuras palacianas metidas a ‚Äúreis das redes sociais‚ÄĚ, fazendo renovar o velho bord√£o: ‚ÄúCala a boca, Magda‚ÄĚ.

- Falar pouco e agir mais seria uma boa saída.

Quase Isso

Tem gente acionando a Pol√≠cia ao menor sinal de barulho, tipo assim, as bombas de S√£o Jo√£o, colocadas em lata. Dia desses, algumas viaturas foram parar em um certo bairro por conta de algu√©m que acionou por conta de ‚Äútiroteio‚ÄĚ e foram ver, n√£o passavam de bombinhas detonadas em lata por crian√ßas. Francamente, isso tipo de chamada s√≥ atrapalha e ainda gasta combust√≠vel. Esse Jardim Petr√≥polis tem crian√ßa... e alguns adultos querendo ser.

- Fica uma certeza, quem tem c... tem medo.

Fama

O programa municipal ‚ÄúIntegrando seu Bairro‚ÄĚ tem proporcionado a algumas pessoas aqueles 15 minutos de fama a que todos, supostamente, t√™m direito. A atra√ß√£o do momento, o Gato Louco, tem proporcionado isso e alguns an√īnimos t√™m buscado os holofotes em apresenta√ß√Ķes de dan√ßa. √ďbvio, √© apenas um complemento daquilo que √© o foco, levar as a√ß√Ķes sociais e de sa√ļde para cada bairro.

- Uma iniciativa louv√°vel.

 Maluf/TCE-MT

H√° algumas d√©cadas atr√°s, mais de tr√™s, por a√≠, foi um esc√Ęndalo a indica√ß√£o do farmac√™utico √änio Carlos Vieira para conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso. E novamente, o nome e a influ√™ncia pol√≠tica falaram mais forte e √änio Vieira foi para o TCE-MT. Atualmente, o deputado estadual Guilherme Maluf √© acionado pelo MPE-MT por conta de suas atividades pol√≠ticas mal explicadas e mal ditas, e por essas e outras raz√Ķes n√£o o querem na Egr√©gia Corte de Contas de Mato Grosso.

- A população mato-grossense já deve estar acostumada com esses acontecimentos pouco ortodoxos.

AL-MT/Maluf

O problema n√£o seria a ida de Maluf para o TCE-MT, mas o conjunto da obra. Sai Maluf e entra Carlos Avalone, onde a Assembleia Legislativa aparece, sob Eduardo Botelho, como a ‚Äúsalva√ß√£o‚ÄĚ a muitas almas no purgat√≥rio. Avalone tem problemas na Justi√ßa por conta do pano de fundo de tudo o que ocorre em Mato Grosso ‚Äď as empreiteiras. O TCE-MT, agora, que estava deixando de ser sarc√≥fago de muitas m√ļmias da pol√≠tica mato-grossense, eis que ressurge a velha pol√≠tica colonialista em busca de uma vaguinha.

- O pobre, quando ocupa um cargo p√ļblico, morre contente. O rico, quer os valores monet√°rios e todos os t√≠tulos poss√≠veis, os quais n√£o levar√£o para uma vaga permanente, a sete palmos ou no espalhar das cinzas.

 AL-MT/História

¬†Os Parlamentos realmente s√£o produtores de muitas hist√≥rias, algumas lendas e a fama de catapultador de milagres econ√īmicos. E ningu√©m quer largar o osso, desde que o cargo tenha benesses. N√£o por acaso, ainda vemos muitos candidaturas laranjas ou formiguinhas, carreando votos para complementar a vota√ß√£o de uma candidatura milion√°ria.

- Lá na frente ou a qualquer momento, o sujeito morre e lá vão todos reverenciar o seu currículo, extenso... inclusive nos fóruns da Capital.

Levantou Poeira

Espia s√≥ o que os ‚Äúl√≠ngua de trapo‚ÄĚ anda comentando, sobre um flagra num reduto conhecido do ‚Äúbas-fond‚ÄĚ ou esc√≥ria social, onde as mo√ßoilas comercializam prazer. Poucos podem atirar a primeira pedra, mas ainda assim o fazem quando uma figura impoluta √© atra√≠da para esse ‚Äúhabitat‚ÄĚ das sereias que, pressup√Ķe-se, encantem alguns recatados lordes do rio acima. Comenta-se que Ivete Sangalo tenha feito inserir em sua m√ļsica esse acontecimento, da√≠: ‚ÄúPegou me deu um la√ßo; Dan√ßou bem no compasso; De prazer levantou poeira; Poeira, poeira, poeira... Levantou poeira‚ÄĚ.

- Eitaaaaa! O bicho pegou, mesmo? Conta aí...

Semelhanças

Em dias bastante passados, um camarada teria perdido a moto, por a√≠, e para ‚Äúdriblar‚ÄĚ a patroa, falou que sumiu de um p√°tio de um certo posto de combust√≠veis. Pois n√£o √© que a dona foi l√° e solicitou imagens da c√Ęmera de seguran√ßa e concluiu que a informa√ß√£o era improcedente. Levantou poeira... poeirararara... de novo. A prostitui√ß√£o, dizem que √© uma das profiss√Ķes mais antigas do mundo, mas a d√ļvida que persiste √©: ‚Äúquem chegou primeiro ‚Äď a prostitui√ß√£o ou o drible da vaca?‚ÄĚ. S√≥ que, quando o marcador √© esperto, nada de drible.¬†

- Não colou e o cartão amarelo foi mostrado. O segundo amarelo complica. Ninguém pode reclamar, com essa chuvarada danada, não há poeirão. Xiiiiiii...

Rede Pitbull

√Č impressionante e at√© raro, como h√° uma defesa apaixonada da fam√≠lia Bolsonaro nas redes sociais. A defesa do filho Carlos no epis√≥dio que derrubou o ministro foi qualquer coisa impressionante. O filho est√° certo em dar opini√£o sobre administra√ß√£o do pa√≠s, dizem os internautas. √Č aceit√°vel que apenas em dois meses nenhuma solu√ß√£o acontecer√° como m√°gica, mas a paci√™ncia √© extrema... t√™m sido.

- E quando ela acabar?

Rede Pitbull II

Ataques contra a TV Globo e prioridade a outras emissoras, e em menos de 60 dias um ministro j√° caiu. A ministra Damares n√£o deve demorar e o ministro do Meio Ambiente j√° balan√ßa. Isso n√£o √© sinal de que a coisa segue como o desejado, exatamente por conta dessa tagarelice de muitos quando a gest√£o √© de um pa√≠s continental. √Č da Globo: ‚ÄúCala a boca, Magda‚ÄĚ. Se falar muito representasse solu√ß√£o, Collor n√£o teria sido destronado.¬†

- Ministra que fala como cacatua desvairada, a vida é curta no poder.

Rede Vira-lata

Gente, o que tem de candidat√°vel pelas ruas de Nobres n√£o √© brincadeira. Tem gente cumprimentando poste de energia e mandando al√ī pra papagaio e arara. Um virtual candidato, segundo revelaram, teria postado uma cr√≠tica contra um certo trecho de rua e responderam a ele sobre a possibilidade de registrar B.O contra ‚Äúuns‚ÄĚ que estariam surrupiando material de obra p√ļblica paralisada.

- Pois não é que o comentário negativo sumiu da rede social.

Rede Vira-lata II

Ser√° que munido apenas de popularidade um candidato pode ser eleito vereador em Nobres? Como diria o profeta ‚ÄúMalem√°‚ÄĚ: ‚Äúh√° mais coisas entre a vontade de uns e a assun√ß√£o ao poder... que a nossa v√£ filosofia n√£o pode entender‚ÄĚ. Por exemplo, o maior deles, dinheiro. Depois, articula√ß√£o pol√≠tica e para finalizar, ap√≥s uma guinada de 360 graus... dinheiro, de novo.

- Bem, vamos aguardar a chegada do Dia Seguinte após a eleição, que ainda é 2.020. A pensar morreu um burro...

Rede ‚ÄúCachorro de Madame‚ÄĚ

N√£o d√° pra entender esse filme... l√° em Ros√°rio Oeste, dois assessores que assessoram uma que ganha em lugar dos dois. O enigma foi revelado ap√≥s uma agress√£o f√≠sica, cuja informa√ß√£o foi repassada por um correspondente de ‚Äúguerra‚ÄĚ, camuflado, mas que n√£o era pra divulgar. O ‚Äúfuro‚ÄĚ foi dado, meio a contragosto... mas foi. O agressor saiu de cena atrav√©s de uma demiss√£o e com menos um, a chefe nomeada perdeu um auxiliar. Realmente, √© um enigma essa informa√ß√£o sobre o que teria ocorrido em Ros√°rio Oeste, mas a prefeitura tem ‚Äúknow how‚ÄĚ em exportar crise.

- Dois assessores assessoram uma que ganha no lugar dos dois, isso pra quem sabe (e muito mal) que dois e dois s√£o cinco (ou n√£o?), a soma dos fatores altera o produto. 9 X 9=9 porque 8 + 1=9.

B.O do B.O

Um certo repórter policial não gostou nadinha da comparação de uma notícia com outra, acerca de um assassinato ocorrido no Bairro São José, dia 10, pela madrugada. Ele questionou que, entre dar um furo e ser furado há uma grande diferença. Ser furado (não pensar pornograficamente!) sem exatidão, isso ele não faz. Demorou pra rapaziada entender esse negócio de furo.

- Então tá... eles só pensam naquilo.

Passageiro Descuidado

Est√° cada vez mais dif√≠cil oferecer carona, principalmente quando o meio de transporte for moto. √Č que tem passageiro folgado, que pensa estar em um Boeing 737 e quer tirar um cochilo. Um desses passageiros, dos que viajam na maionese, quase caiu da garupa de uma moto ap√≥s uma dessas sonecas de mil√©simos de segundo. √Č que o piloto √© bom e pelo retrovisor viu o seu √ļnico passageiro balan√ßando que nem galho de goiabeira em dia de ventania e acionou o alarme. E que alarme.

- Acorda, p√īrraaaaa! Estamos passando pelo Canal da Mancha.

Temporada de Delírios

Como n√£o h√° cobran√ßa de nenhum imposto sobre sono e sonhos, j√° tem gente ‚Äėviajando na maionese‚Äô em rela√ß√£o a uma vaga √† C√Ęmara Municipal de Nobres. √Č o vento que mais sopra por a√≠, sobre popularidade conquistada aqui ou acol√°, o que pode garantir caminho a uma vaga dentre as 11 que est√£o ocupadas at√© 31 de dezembro de 2.020. Quem ser√° o novo Bolsonaro de Nobres, que n√£o ir√° gastar nada e se eleger vereador? Esperem por isso e vejam tamb√©m, bois voando, coelhos botando ovos, Papais Noel descendo pelas chamin√©s, mulas sem cabe√ßas e rastros-de-lobisomens.

- Mas n√£o parem de fazer o que fazem atualmente, sob risco de passar necessidades.

Temporada de Delírios II

H√° quem diga: ‚Äúcabe√ßa vazia, oficina do diabo‚ÄĚ. J√° tem virtual candidato, virtualmente eleito... at√© com os votos virtualmente totalizados. Tem gente que est√° sendo cumprimentado na rua e j√° se v√™ como candidato eleito. A ilus√£o √© realmente qualquer coisa anormal. H√° uns anos atr√°s, por conta de um programa de r√°dio, tinha gente que delirava com uma candidatura a prefeito. √Äs v√©speras do ano eleitoral, tem gente divagando pra todos os lados e como n√£o h√° nenhum ant√≠doto contra esse processo de sonho acordado, deixa rolar.

- Pra quem dorme em beliche, o estrago ‚Äú√© deveras‚ÄĚ estrondoso e ‚Äėesborrachante‚Äô (com neologismo e tudo).

Na Moda

A concession√°ria que fornece energia el√©trica, a substituta da extinta Cemat, √© hoje uma das empresas ‚Äúmais na moda‚ÄĚ em Nobres e no Mato Grosso. Audi√™ncias de F√≥rum foram suspensas por falta de energia, resid√™ncias ficaram sem energia el√©trica por seguidas horas e as quedas no fornecimento de energia el√©trica se tornaram constantes ao menor sinal de chuva. Na d√©cada de 1960, em Cuiab√°, isso era considerado at√© normal, mas, quase seis d√©cadas depois, a√≠ j√° √© absurdo. Enquanto isso, a empresa investe pesado contra os ‚Äúgatos‚ÄĚ, ou roubo de energia, o que n√£o √© errado. Mas, pelo custo da energia el√©trica, quem n√£o est√° aguentando um gato pego pelo rabo, s√£o os consumidores de energia el√©trica.

- √Č muita despesa para pouca explica√ß√£o.

Na Moda II

Enquanto a Energisa ca√ßa gatos, o consumidor paga pela linha de transmiss√£o, paga pela condu√ß√£o; paga pela energia que n√£o consome, paga pelos gatos, pelos ratos, pelos Fins, pelos Cofins, pelo ICMS, pela energia importada da caixa do prego, paga pelo termoel√©trica, pela √°gua rasa, pela √°gua funda e demais escambaus. E onde estariam os nossos representantes nos Parlamentos que n√£o prop√Ķem uma audi√™ncia p√ļblica envolvendo o Minist√©rio P√ļblico para avaliar essas despesas que aparecem na tarifa (conta de luz).

- Só fumo no povo. Orai por Nobres são Bolsonaro.

Amnésia I

Os deputados Wilson Santos e Roberto Fran√ßa em seus tempos legislaram para os funcion√°rios receberem juros por atraso nos sal√°rios. Foram parar do outro lado do balc√£o como prefeito de Cuiab√°, a√≠ a situa√ß√£o mudou e tiveram embates com o funcionalismo. Agora, Wilson Santos, que passou arranhando nas √ļltimas elei√ß√Ķes, est√° novamente do lado dos servidores p√ļblicos. Roberto Fran√ßa, agora como apresentador televisivo, condena Mauro Mendes na ‚Äúbriga‚ÄĚ contra o funcionalismo.

- Vamos plagiar?: mem√≥ria e esquecimento... ‚Äúcerraram fogo no espa√ßo, o cansa√ßo vence o cio...‚ÄĚ e os pol√≠ticos se d√£o bem.

Amnésia II

A deputada Jana√≠na Riva est√° na maior saia justa nesta legislatura. Bateu no Pedro Taques e subiu o conceito no meio do funcionalismo. √Č da base aliada do governo por pertencer ao MDB e come√ßou com discurso de complac√™ncia, mas vislumbrou a fogueira de ‚ÄúJoana D‚ÄôArc‚ÄĚ e tem evitado passar perto de fogo. Se ela for candidata √† prefeita e se vencer as elei√ß√Ķes em Cuiab√°, ser√° que apoiar o funcionalismo municipal em tudo?

- No ‚Äúbolicho‚ÄĚ pol√≠tico, quando se est√° do outro lado balc√£o... ou d√° ou desce. ‚ÄúWiiirrrrsoooo‚ÄĚ.

Amnésia III

Quem diria, Eder de Moraes volta a Assembleia Legislativa para discutir sobre corrup√ß√£o em congresso. Na mesma mesa, Yuri Bastos, aquele...(?) do MT-Sa√ļde, tamb√©m tinha as suas teses na audi√™ncia p√ļblica, congresso ou sabe-se l√°, o qu√™. Algu√©m os convidou. Essa AL-MT tamb√©m tem suas situa√ß√Ķes horripilantes embora n√£o seja uma Casa dos Horrores, mas tem muito de sinistro ali.

- Nem o Padre Quevedo resistiu... e já partiu. Pra onde vai a alma desses políticos? Alguém pra ir lá ver e voltar pra contar?

Às Avessas

O eleitor, obrigado a pagar os seus impostos, e que tamb√©m √© contribuinte, obrigado os seus impostos, fica sem entender qual √© a real situa√ß√£o financeira de Mato Grosso e o tamanho do poder de certos pol√≠ticos. Por exemplo, a AL-MT sempre uma ‚Äúvaguinha‚ÄĚ para alguns ‚Äúex‚ÄĚ da Casa com problemas na Justi√ßa. Romoaldo J√ļnior est√° sendo salvo pelo sacrif√≠cio do professor Allan Kardec que foi ser secret√°rio. O irm√£o de Romoaldo J√ļnior foi parar na Metamat. Eder de Moraes entrou triunfalmente na sede da AL-MT e rebate duramente o Minist√©rio P√ļblico acerca da sua condena√ß√£o. Ser√° que ele estaria mal financeiramente?

- Enfrenta seu inferno astral com desenvoltura e sem perder a pose. Ser√° que seus amigos o ajudam (por fora)?

Compara√ß√Ķes

Senhor de si e do governo que praticou, Pedro Taques entrou triunfalmente e saiu apedrejado. E olha que n√£o andou com tanta m√° companhia como tem Mauro Mendes. Como MM deixar√° o governo com esse seu estilo, de tentar apequenar o funcionalismo p√ļblico estadual? Os que governaram de forma equivocada e permissiva, hoje, n√£o estariam com o prest√≠gio abalado, do ‚Äėtant√£o‚Äô que est√° Mauro Mendes. Ser√° que a classe trabalhadora vai se acomodar l√° pelo meio do trajeto?

- Aguardemos.

Surreal

Pode entrar para o livro dos recordes (das asneiras, obviamente!) o que vem ocorrendo por a√≠ acerca da m√≠dia e da necessidade (esdr√ļxula) da exig√™ncia de porte de DRT (Registro do MTb) at√© para entrevistados em r√°dio. Os apresentadores de programas evang√©licos t√™m recebido cobran√ßa sobre porte de DRT. A exig√™ncia teria v√≠nculo com o pagamento de anuidade, na casa dos R$ 250,00 ou mais. Nos est√°dios de futebol, se a exig√™ncia ‚Äúcolar‚ÄĚ, cada jogador de futebol, al√©m da carteirinha da CBF, vai ter que portar DRT. O mundo moderniza-se, mas alguns comportamentos seguem arcaicos. Uma consulta (ou den√ļncia, que seja) ao Minist√©rio P√ļblico Estadual jogaria essa exig√™ncia na lata do lixo. Ou seria exagero?

- Papagaios e araras sem DRT serão expulsos do paraíso.

Surreal II

A coisa est√° mais pra conto de fadas que para a realidade. Assalto a m√£o armada com a utiliza√ß√£o de pistola de cola quente √© qualquer coisa cinematogr√°fica e o tiro saindo pela culatra. A abordagem foi em um policial, que meteu bala na galera l√° em Rondon√≥polis. Realmente, a bandidagem est√° desesperada e ningu√©m quer mais pegar no batente. Deu azar no confronto com o ‚Äúp√© preto‚ÄĚ. Entre a fic√ß√£o e a realidade, a pistola de cola quente e a pistola de chumbo grosso.

- Zebra na ‚Äúpescaria‚ÄĚ dos meliantes.

Pobre Estado

O governador Mauro Mendes, apesar de bem intencionado, corre o risco de ver a sua administra√ß√£o descarrilar logo nos primeiros meses. √Č um tal de colocar culpa em tudo e todos, jogando a responsabilidade para o funcionalismo e se utilizando de ila√ß√Ķes para tentar impor o seu modelo de gest√£o aos mato-grossenses. E quem ele chamou para avalizar as suas medidas de comprova√ß√£o de ‚Äúatestado de pobreza‚ÄĚ de MT. Ningu√©m menos que Rodrigo Maia, um carioca com ‚Äúknow how‚ÄĚ em situa√ß√Ķes de desastre econ√īmico (vide o Rio de Janeiro). Ele fala de um lado, o seu vice ‚Äúberra‚ÄĚ de outro e ambos parecem pretender contrariar a m√°xima de que ‚Äúo bom cabrito n√£o berra‚ÄĚ.

- Mauro... menos.

Midas

Seria o momento estrat√©gico para Riquinho I e Riquinho II darem o seu toque de Midas no Estado de Mato Grosso e tornar esse grande produtor de gr√£os um estado promissor, muito al√©m das fantasias produzidas pelo Estado Agro de pobrezas mil. O agroneg√≥cio tem muito de pessoas que s√≥ sabem produzir notas fiscais frias para dar ‚Äúbicicleta‚ÄĚ no fisco e posar de bem sucedido. Querendo ou n√£o, Mato Grosso ainda √© um eldorado, onde muita gente enriqueceu e ainda enriquece e cospe no prato que come.

- Por que o Estado é pobre e seus políticos só enriquecem? Muitos dos aliados de Mauro Mendes estão na política por no mínimo quatro décadas e não dão a dica de como sair da crise apenas com o uso de uma varinha de condão.

Baixando a Borduna

At√© o senador Carlos Bezerra, uma figura apagad√©rrima na pol√≠tica resolveu soltar o verbo contra o agroneg√≥cio. Veja o que falou em discurso na C√Ęmara Federal: ‚ÄúHoje, n√≥s temos a√≠ os tubar√Ķes, bar√Ķes, que √© meia d√ļzia com fortuna acumulada aqui. E o Estado a√≠ falido, quebrado e partindo pra cima principalmente dos pequenos e dos menores‚ÄĚ. √Č assim, os que eram cegos passaram a enxergar e os que viam, fingiam-se de cegos. A pol√≠tica √© o territ√≥rio onde reside a conveni√™ncia.

- Discurso bonito é agro, agro é riqueza, agro é pop... tá na Globo.

Mistério

√Č preciso ser claro, ent√£o vamos l√°. Toda vez que morre uma pessoa, naquele momento de grande sensibilidade e dor, a pessoa (parentes) √© apanhada por uma presta√ß√£o de servi√ßo funer√°rio que caberia ao Procon investigar melhor. A press√£o vem com uma tal necessidade de se evitar poss√≠vel ‚Äúmau cheiro‚ÄĚ e o servi√ßo de embalsamamento cobrado √© de algo em torno de R$ 1.500,00. Se algu√©m recusa, vem √° press√£o: ‚Äúent√£o voc√™ se responsabiliza por isso?‚ÄĚ. √Č uma press√£o psicol√≥gica que leva o parente a disponibilizar de um valor que n√£o tem. Ser√° necess√°rio isso para um vel√≥rio de 12 ou 18 horas?

- Alguém para esclarecer tecnicamente isso? Está esquisito, não?

Chegando Junto

No futsal entre o pessoal da Prefeitura de Nobres, no jogo de segunda-feira (07/01), um controvertido rep√≥rter, n√£o muito habilidoso com a danada da bola, ganhou de presente uma ‚Äúchegada‚ÄĚ daquelas de rachar. O advers√°rio foi no Bator√© como se aquele fosse o √ļltimo ‚Äúalmo√ßo‚ÄĚ e botou no meio. Nessa hora, Bator√© foi habilidoso (at√© demais!) e pediu pra sair. V√īte! Da cintura pra cima √© canela.

- Não é macumba, mas vai saber se é coisa mandada. Curuzes!

Sess√£o de Reclames

O governador Mauro Mendes anda num clamor de fazer d√≥ sobre a quest√£o da economia do Estado. Casou com a vi√ļva, mas n√£o pensa nos filhos dela? Quando se prop√īs a uma alian√ßa com a velha guarda da pol√≠tica mato-grossense, decerto que sabia que os empr√©stimos internacionais em d√≥lar e o ‚Äúrombo‚ÄĚ nas contas p√ļblicas n√£o nasceram em 2014. √Č √≥bvio, Pedro Taques √© o cara com o maior n√ļmero de inimigos em todo o estado e ningu√©m deixaria barato esse seu modo de fazer justi√ßa contra a pr√≥pria classe pol√≠tica, onde o corporativismo √© predominante.

- Ter√° que assumir o esp√≥lio completo da vi√ļva com quem casou.

Sess√£o de Reclames II

O corporativismo √© t√£o claro, que a AL-MT e o pr√≥prio Governo do Estado j√° levou para debaixo do seu sovaco o deputado e professor Alan Kardec (ex-PT) e dado ao moralismo. Kardec abre vaga para ningu√©m menos que o deputado reserva e problem√°tico Romoaldo J√ļnior. Como se v√™, o corporativismo funciona para salvar vidas amigas e o contribuinte que pague e cale-se. Outros deputados ser√£o acomodados na Casa Legislativa.

Ent√£o t√°.

Febre de Consumismo

As lojas fazem propaganda e o povo fica louco para comprar. Quem trabalha... muitos não receberam. E os que não trabalham, intensificam as atividades de roubos e furtos, assaltos a bancos e cositas más. Será que Papai Noel recomenda isso? A galera está louca por dinheiro e os roubos e furtos só crescem. A mídia está atarefada na divulgação de um cenário desigual, onde quem trabalha não recebe e quem não trabalha quer ter, a qualquer custo.

- Se é esse o tal mundo cão, chamem a carrocinha.

Fogo Amigo

O servi√ßo p√ļblico est√° bem de informante. O fato nem aconteceu, assim, totalmente, e a informa√ß√£o j√° foi parar no notici√°rio. Realmente, a tarefa de dormir com o inimigo √© ingrata. Essa rede de informa√ß√£o tende a ser mais atuante na medida em que a elei√ß√£o se aproximar. Resta saber, quem √© o ‚ÄúX-9‚ÄĚ. Mas √© isso, a ‚Äúrede tamandu√°‚ÄĚ sempre funcionou, entre um abra√ßo aqui e outro acol√°. √Č uma gente bastante realista e verdadeira...

- ... taí as cédulas de R$ 3,00 que não nos deixam mentir.

 Auto-Fama

Um vereador, l√° em Rosariowood City, de posse de um celular, falava em alto e bom som: ‚Äún√≥s mand√ī a patror pra a√≠. Sabe, n√©, fazer o bem sem ver a quem...‚ÄĚ. E seguia o di√°logo: ‚ÄúN√£o, n√≥s ganh√ī, com 253 votos contra 70. Fraquinho o advers√°rio...‚ÄĚ. E quem n√£o tinha a ver com di√°logo, ouviu o discurso via telefone. O que ningu√©m ainda n√£o viu, √© vereador faltar no dia de pagamento. Essa proeza ningu√©m ainda n√£o viu acontecer. Aquela quantia passa a fazer parte do or√ßamento, at√© mesmo para aqueles que tem outras profiss√Ķes. E para os que vivem s√≥(lamente) dessa prebenda, √© quase uma maravilha.

- Mas, e se ela vir a faltar? Os anos n√£o passam, eles voam.

Generosidade

O prefeito Jo√£o Balbino decretou a cria√ß√£o de recesso em rela√ß√£o aos trabalhos do Executivo, de 20 de dezembro de 2018 √† 20 de janeiro de 2019, resguardando-se os servi√ßos essenciais e o expediente interno para atividades administrativas. Resta saber se o pessoal estar√° com dinheiro no bolso, 13¬ļ e sal√°rio de dezembro. Uma atitude bastante generosa e que ajuda a conter gastos com luz, √°gua, cafezinho e outros materiais de expediente.

- Nesse quesito, o Jo√£o anda bem acordado.

Cipoada

O vereador Marco Donato encontrou um amigo em comum e incomum, l√° dos lados da VG. Foi alvo de nota num tal Zero Hora, que n√£o √© o ga√ļcho, com ataques, mais de cunho pessoal que propriamente informativo. No Legislativo h√° uma guerrinha interna e √© a que fomenta esse tipo de notici√°rio que dep√Ķe contra o Parlamento e n√£o na individualidade de cada vereador. A tentativa de pavimenta√ß√£o do caminho que leva ao Executivo tem esses atalhos, escorregadios e √≠ngremes, que representam riscos de acidente de percurso e no percurso. Isso, para o munic√≠pio, √© qualquer picha√ß√£o midi√°tica; para o Parlamento, uma n√≥doa dif√≠cil de ser removida.

- Mas... guerra √© guerra. Como diria o falecido ex-presidente do Cor√≠nthians: ‚Äúj√° que entrou na chuva, √© pra se queimar‚ÄĚ.

Cidade Limpa

As lixeiras que serão implantadas na cidade, com um trabalho preventivo de combate à sujeira por parte de algumas empresas comerciais é atitude louvável. Falta o Executivo combinar com a comunidade de um modo geral, evitando a sujeira que se espalha pelas ruas, guias de sarjeta e empesteiam o Baixo Pantanal com garrafas pet, sacos plásticos e embalagens de difícil decomposição na natureza. Até o lendário frigorífico tem parcela de colaboração com lixeiras levando a sua logomarca. Mas, quando vai funcionar, mesmo?

- Não se trata da preservação ambiental, mas o frigorífico?

Sa√ļde Zero

A pris√£o do ex-secret√°rio municipal de Sa√ļde de Cuiab√°, Huark Doglas Correia, repercute na m√≠dia. A den√ļncia partiu da C√Ęmara de Vereadores e vinha sendo protelada at√© que a bomba estourou, fazendo criar a Opera√ß√£o Sangria atrav√©s da Pol√≠cia Judici√°ria Civil, deflagrada na manh√£ de 18/12. Com Huark h√° mais nomes listados e presos. Outra situa√ß√£o que vem sendo analisada √© a do Programa Poeira Zero, da gest√£o Chico Galindo. A mar√© n√£o est√° pra peixe e n√£o h√° um √ļnico dia que n√£o se v√™ nos notici√°rios algum fato ligado a desvio de dinheiro p√ļblico.

- Haja dinheiro... e cadeia para tantos figur√Ķes.

Acorizal em Baixa

O município de Acorizal, de um tempo a este, anda frequentando a mídia por conta de uma gestão administrativa que conseguiu furar o bloqueio de velhos caciques da política local, de Meraldo a Chindo. Ou seria o prefeito Clodoaldo essa ruindade administrativa toda? O TCE-MT já recomendou intervenção no município, mas logo agora, que o pano está caindo para a gestão Pedro Taques, também ruim pra dedéu. O abacaxi deve ser descascado por Mauro Mendes e até lá o prefeito Clodoaldo terá dias pra pensar e repensar sobre a situação do município. Não convidem para a mesma festa o prefeito e alguns vereadores, sob risco de atritos.

- Nisso, o povo que não ganha uma, segue levando mais uma goleada da classe política. O povo é o jacaré dos filmes de Tarzan... não ganha uma, sequer.

Décimo Segundo Guardião

Em Nobres, depois dos 11 vereadores, a sequ√™ncia √© cont√≠nua e temos o 12¬ļ Guardi√£o, o que v√™ erro em tudo na cidade e na gest√£o da city. Em tempos da m√≠stica novela o S√©timo Guardi√£o, na nossa Serro Azul real tem seus guardi√Ķes √†s avessas e, quem sabe, se a Lagoa Azul n√£o seja a fonte da juventude eterna. Guardi√Ķes √†s avessas, entende-se por aqueles cr√≠ticos que quando foram, eram cegos... quando deixaram de ser, passaram a enxergar, com tamanha nitidez, que uma √Āguia perderia longe para essa vis√£o privilegiada.

- Essas realidades místicas é que nos encantam, tanto quanto o poder persuade a alguns.

Guardi√Ķes

N√£o h√° m√°gica para a gest√£o de uma cidade e quem j√° foi vereador e de fora v√™ com mais clareza, sabe que o que mais incomoda √© ficar longe das benesses que o cargo oferece. O resto √© mera ilus√£o. Os que est√£o no exerc√≠cio do mandato, que se portem bem para evitar de ficar que nem alma penada, vagando pela cidade com coment√°rios que visem desestabilizar os que est√£o no Parlamento. O povo, nunca √© demais repetir... √© s√°bio e v√™ a cada um, mesmo aqueles que no escurinho do cinema tem as suas tretas. Quem est√° fora quer voltar, mas n√£o ser√° malhando os atuais como ‚Äėjudas‚Äô que se ter√° o retorno garantido. At√© porque, o voto do eleitor n√£o √© ‚Äúpau-de-sebo‚ÄĚ.

- Assim sendo, cada qual com seu cada um.

Guardi√Ķes II

Ainda bem que na vida real não temos dessas coisas (ainda que não chegue ao nosso conhecimento e nem é bom saber), mas o delegado de Serro Azul realmente é a atração do folhetim televisivo com seu fetiche. Ele costuma dormir de peça íntima feminina e por vezes saí em diligência com a indumentária por baixo. Mas a grande atração da novela é mesmo a fonte da eterna juventude, que aguça a imaginação de milhares de pessoas, afinal, uma simples lavada no rosto com aquela água e lá se vão todas as rugas. Um banho naquela fonte... seria qualquer coisa sonhada e imaginada para o fim das celulites e das estrias.

- Entre o imaginário e o real, temos a Lagoa Azul, quase uma fábula também e de proibida visitação.

Guardi√Ķes III

Na Nossa Serro Azul da vida real temos beatas... e fofoqueiros, ent√£o... nem se fala. Temos at√© o campeon√≠ssimo de cuidar da vida alheia, eleito e reeleito. Menos mal que n√£o temos sino por aqui a badalar. Tamb√©m n√£o temos na vida real aquela mo√ßa como na novela, que anda com a periquita pegando fogo. E Serro Azul tem uma vantagem em rela√ß√£o a vida real, l√° ningu√©m malha vereador... n√£o h√° Parlamento. Pudera! √Č uma cidade que nem n√£o tem pet shop. Tem um dan√ßarino... na chuva, na noite e no sol, aqui tem tamb√©m. Tem pai machista, demais da conta; tem um filmador de todas as horas; tem um construtor que adora falar em ingl√™s, vindo de Greenville. Menos mal que n√£o tenhamos um mendigo que vigia quem chega √† cidade. Incr√≠vel, mas l√° em Serro Azul tem a sua ma√ßonaria, a irmandade dos guardi√Ķes.

- N√£o vimos em Serro Azul nenhum jornalista; em Nobres tem de todos os naipes e estilos. E sobre estes seres, alguns, de t√£o s√°bios que s√£o, esquecem do que disse Plat√£o: ‚ÄúA parte que ignoramos √© muito maior que tudo quanto sabemos‚ÄĚ.¬†¬†

Guardi√Ķes IV

Nobres, tal e qual Serro Azul, tamb√©m tem o seu ‚Äúorelh√≥dromo‚ÄĚ, que √© l√° no alto da Vila Bom Jardim, onde o celular funciona. E nas cercanias, a Lagoa Azul, alvo de uma dezena de estudos e de muito dinheiro consumido para continuar √† espera da libera√ß√£o de um Incra que tem sido a capitania heredit√°ria de um √ļnico pol√≠tico, o eterno Carlos Bezerra. E l√° se foram muitas gest√Ķes de muitos prefeitos e a Lagoa Azul continua sem libera√ß√£o. A nossa galinha dos ovos de ouro continua sem botar. Ali√°s, nossa n√£o, mas dos operadores do turismo, dos que reconhecem o ‚Äúvoucher‚ÄĚ e dos que negam o voucher e preferem a pirataria.

- A Lagoa Azul também é uma novela.

Last Updated ( Monday, 11 March 2019 23:22 )  

Trincheira LV

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