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Tribuna de Nobres

19/08/2019
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Em conferência: ex-secretária de Nobres faz defesa do SUS

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CONF VI 2A 6.ª Conferência Municipal de Saúde, realizada entre os dias 11 e 12 de abril, em Nobres, no Clube da Melhor Idade, culminou com a apresentação de propostas e eleição de delegados e suplentes à Plenária regional, prevista para Cuiabá, em junho.

Da solenidade de abertura, dia 11 de abril, entre 19:00 e 21:00 horas, participaram o prefeito Leocir Hanel, a secretária municipal de Saúde, Mara Ohlweiler, a secretária municipal de Saúde, de Diamantino, Cleide Anzil, o presidente da Câmara de Vereadores de Nobres, André Avelino Bezerra, a ex-secretária municipal de Saúde de Nobres, Clestiane Aparecida de Souza Costa, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Marcel Karllay Santiago, profissionais da saúde e convidados.

No dia 12 de abril, pela manhã, a conferência teve início com a palestra da conferencista Clestiane Souza Costa, tendo como tema: “A Saúde como Direito”, oportunidade em que ela demonstrou sua experiência de perto de três décadas no setor público.

De acordo com Clestiane (foto, acima) em suas primeiras abordagens, o Sistema Único de Saúde é um sistema que deu certo no Brasil e que já foi copiado em outros países, mas que infelizmente não funcionou.

A palestrante foi ousada em suas abordagens e chamou a atenção para um fato que se tornou corriqueiro por estas e outras bandas, as percepções equivocadas de que o sistema voltado para a saúde do cidadão, que somos todos nós, seja uma espécie de “sucursal” das vibrações políticas.

Para a palestrante, a democracia necessita ser predominante para que o sistema funcione e continue a superar os obstáculos, que não são poucos. Se o Governo Federal tem sido pródigo em olhar o SUS com olhares de pouco caso. O estado brasileiro em suas esferas, seja a partir da mesma União e dos estados, trata com descaso a saúde pública e é nos municípios que é preciso lutar pelos direitos do cidadão.

Clestiane exemplificou que o SUS não pertence a prefeitos de plantão e necessita ser democrático como garantia de emprego e, principalmente, atingir metas e objetivos a partir de acolhimentos, em que pese todas as dificuldades apresentadas, com notória visibilidade no quesito econômico.

A clareza das colocações foi no sentido de se priorizar direitos individuais e coletivos a partir dos municípios, com a clareza de que para “sabotar” os interesses das classes menos favorecidas, já bastam o descaso da União e dos estados com os repasses minúsculos, em alguns casos, quando repassam o valor que é devido.

A palestra foi extensa, mas desperta a atenção nessa primeira parte o posicionamento de que o SUS é “atacado”, inclusive pelo próprio usuário, quando deveria ser priorizada a defesa de todo o sistema, inclusive pelo Governo Federal, de modo que esse caos instalado não se torne pior.

O SUS, para exemplificar, funciona como o nosso sistema imunológico, que é atacado por todos os lados por bactérias, fungos e vírus, cabendo-nos a função de melhorar o nosso sistema de defesa. Embora leigos no assunto, foi possível o entendimento de que é preciso fazer valer os direitos do cidadão em relação à saúde ante a vilania do Governo Federal.

A impressão deixada pela conferencista foi ampla em relação ao sistema de saúde, complementada em seguida pela palestra da secretária municipal de Saúde de Diamantino, Cleide Anzil, que demonstrou em números, as irrisórias quantias repassadas aos municípios para tratar da saúde do cidadão.

Na linguagem vulgar, são ninharias em números frios, “congelados”, que são repassados pelo Governo Federal e o Estado também faz a sua parte nesse processo de descaso, conforme detalhamento de Cleide Anzil.

Foram palestras esclarecedoras que nos endereçaram ao processo de sabotagem do setor capitalista que ronda o SUS, tendo como o exemplo essa sangria que virou caso de polícia junto a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, onde o dinheiro do SUS “migrava” para o interesse político partidário, conforme ameaça de delação do ex-secretário de Saúde da capital, médico Huark Douglas Correia.

Palestras esclarecedoras tanto para os que quiseram entender quanto para os que se fingiram de surdos diante do que se falou, clara e cristalinamente, sobre um sistema que é único e é atacado duramente, mas que precisa (e deve!) ser defendido pelos que nele trabalham e pelos que dele dependem, única e exclusivamente – os usuários.

Pena que os usuários julgam equivocadamente o sistema como um todo e nesses momentos estão sempre ausentes, que é quando mais se de deve ouvir e opinar com vistas a mudar o pensamento do Governo Federal em relação à saúde preventiva no Brasil.

Atualmente, empurram o problema para os prefeitos em cidades onde a cultura de não pagar o IPTU é qualquer coisa repetitiva. E a cota do IPTU ajuda a custear esse descaso do Governo Federal em relação à saúde popular.

Fonte: Tribuna de Nobres com 6.ª Conferência Municipal de Saúde

CONF VI 1

Last Updated ( Saturday, 13 April 2019 19:09 )  

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