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Tribuna de Nobres

19/11/2019
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Home Política Local Em Rosário Oeste: vice-prefeita pode concorrer em 2.020, mas longe da imagem do prefeito

Em Rosário Oeste: vice-prefeita pode concorrer em 2.020, mas longe da imagem do prefeito

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TCUm grupo político que vem armando as maiores confusões nos bastidores da política em Rosário Oeste, cujos integrantes a maioria da população já sabe quem é... e como diria Raul Seixas, pertenceria à turma do “Plunct Plact Zum... Não vai a lugar nenhum!!... Tem que ser selado, registrado, carimbado... Avaliado, rotulado se quiser voar!”.

Na outra ponta, com todas as chances de polarizar as atenções estão os nomes de alguns candidatáveis, dos que desejam fazer política de modo sério, pensando em Rosário Oeste como município que vai mal, política e administrativamente.

Um desses nomes é o da atual vice-prefeita Tânia Conrado (foto/arquivo) que correria por fora, sem grandes alardes e com chances de se tornar uma candidata com considerável aceitação popular e com um aval respeitável que deve vir por aí.

A atual vice-prefeita de Rosário Oeste não se apresenta como candidata e se vier a aceitar, fontes ligadas à política analisam que deve ser longe do prefeito João Balbino, que está bastante desgastado e cumpre um segundo mandato com o nível de confiança popular bastante abalado.

A vice-prefeita pode emplacar uma candidatura, mas tem se mostrado distante do atual governo que praticamente a descarta e isso é um “presente” a quem não quer se desgastar.

Uma candidatura com aval do prefeito de Rosário Oeste ou com a participação de Balbino, ainda que, com muita publicidade, não decolaria. Terão sido oito anos de poucos resultados e esse seria o maior complicador para qualquer provável candidato que se rotule como governo.

De outro lado, além de Tânia Conrado, o vereador e presidente do Legislativo, Carlos César Ribeiro de Sousa, ainda que pertença ao Partido da República (PR) terá que se distanciar do governo para ver as suas chances aumentadas.

O governo municipal, ainda que tente produzir milagres em fim de gestão, se tornará um “remédio político” bastante amargo e difícil de digerir.

A administração municipal de Rosário Oeste segue por uma via que representa a contramão do rumo desejado pelo eleitorado e mais ainda, dentro de um ônibus escolar que aparece “vagando” em outro município, sem nenhuma camuflagem e com sinais de coisa encomendada.

É doce mel para a oposição saborear e uma bebida amarga para os governantes ingerirem.

 

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