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Tribuna de Nobres

14/11/2019
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As polêmicas sobre o processo de privatização do DAE em Rosário Oeste

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RO cidReconhecidamente, o modelo populista de fazer gestão administrativa não anda, lá, bem das pernas, e os exemplos, nem sempre bons, pululam por aí, pelas Américas, Latina e Central. A farsa que representou os sucessivos governos petistas sob o manto de retirar da pobreza alguns milhões de brasileiros, muito provavelmente, quem saiu de fato da pobreza foram aqueles que exerceram o direito de enganar o povo com a divisão do bolo à base do “200 pra mim e um pra vocês”. (Foto: vista aérea de Rosário Oeste/reprodução).

Na Venezuela, sob Maduro, a farsa continua e não menos diferente está o cenário em Cuba e a sua literal pobreza, onde a ditadura ainda é plena. A Argentina sob o manto dos Kirchner patina na economia e a pobreza cresce assustadoramente.

Bem, mas isso é lá longe, mas o estilo populista de administrar parece que acomete alguns políticos da jovem guarda rosariense e isso tem aflorado na medida em que se vê crescer um movimento pela não terceirização dos serviços de água e de esgoto(?) do município.

As audiências públicas têm despertado a atenção de muitos populares e o Parlamento municipal, ao sabor da presença popular e da pressão, tem proporcionado discursos cheios de firulas em favor da não terceirização do sistema público de água, já que o esgoto mesmo, corre para os rios.

Muitas são as tarifas de água que não são pagas e o município de Rosário Oeste, infelizmente e verdade seja dita, não tem condições de bancar o Departamento de Água e Esgoto como pregam algumas opiniões expressadas de parlamentares.

A mesma viabilidade econômica e investimentos que hoje são propostos para o velho sistema de fornecimento de água complementado com a palavra esgoto, aquele que se tornar prefeito lá na frente não conseguirá tornar equilibrada a empresa municipal. Os discursos inflamados de hoje serão o cuspe para cima que cairá sobre o rosto daqueles que pregam a viabilidade de um sistema falido, onde a água os componentes químicos para limpeza da água eram misturados com um remo. Pasmem, remo..., esse mesmo, utilizado para impulsionar canoas e botes (pra frente, é claro).

O DAE é inviável ao município e lá no passado, segundo dados registrados, nem mesmo um de seus diretores pagavam as tarifas de água, chegando ao acúmulo de cerca de 30 meses em atraso.

O discurso contra a privatização do sistema é uma espécie de jogo para a torcida por parte de alguns parlamentares. A gestão do sistema é pífia e o prefeito que está no poder herdou uma empresa municipal com todos os defeitos possíveis e até os impossíveis.

E se alguém quiser ver o barco naufragar, com ou sem remo, que atente para o fantasioso projeto que está sendo urdido pelo atual governante municipal, de fazer o sucessor após 08 anos de uma gestão claudicante.

Nem será boa a gestão que se deseja, de 12 anos, a partir do primeiro mandato de João Balbino e a idéia de fazer o seu sucessor, como também será oportuna a percepção de que esses discursos e essas posições populistas de determinados pré-candidatos ao cargo majoritário precisam mudar, abandonando o viés populista para a proposta de uma política mais agressiva, de conexão com o poder estadual, com os representantes da Assembléia Legislativa e da Câmara Federal, de modo a mudar essa concepção de que o “fundo de quintal” de Cuiabá seja apenas “cidade para dormir e ser visitada, feito museu”.

Será preciso adotar uma política agressiva de atração de empresas, desde que não seja tal e qual o frigorífico que nunca entrou em atividade, mas também de propor iniciativas que atraiam o agronegócio para o município, com Rosário Oeste tendo imensas áreas agricultáveis e só servindo à criação de calangos e cupins.

Alguém tem que pagar a sua tarifa de água e se for para melhorar o sistema, que seja proposta uma comissão de próceres para avaliar, desde que não sejam alguns vereadores ávidos pela reeleição e nem aqueles que sonham com o lugar e a cadeira do “joão” e se escondem atrás de discursos contraditórios e populistas, de olho na eleição do ano que vem.

Sem emprego, sem a possibilidade da geração de renda, com muitos munícipes longe da sua terra natal, quem vai ter tempo para assistir essa ópera bufa que tem sido os discursos patrióticos e meramente bairristas de alguns virtuais candidatos a prefeitos e grupos ávidos pelo poder, pelo status e pela mera substituição da inutilidade que predomina e “trabalha”, diuturnamente, pelo continuísmo?

Tanto, que vemos por aí, através de áudios e vídeos midiáticos, produzidos com a intenção de atacar a oposição, como se a mensagem telepática, pelo instrumento das mensagens extraterrenas ou através do “teletransportamento quântico” de mentiras, pudessem reduzir a vontade da população em relação a ver o fim do atual governo municipal em Rosário Oeste.

A privatização do DAE é necessária, mas que se pense nela a partir de um novo governo, bem distante da mesmice que perdura. E que antes de tudo, se promova uma auditagem completa e minuciosa no DAE e em toda a gestão que será riscada do mapa político rosariense. Obviamente, para que isso aconteça, é importante que se tenha um candidato que tenha coragem para mudar e combine isso com o povo, que deve estar cansado do mesmo álbum e das mesmas figurinhas.

Last Updated ( Wednesday, 06 November 2019 22:11 )  

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