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Tribuna de Nobres

03/04/2020
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Home Editorial O turismo ‘ofendido’

O turismo ‘ofendido’

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Quando se busca assentar a atividade turística em bases sólidas, com a sedimentação de uma organização que seja o ponto marcante da implantação do turismo no município de Nobres, acontecimentos nefastos empanam o brilho de um trabalho que levou anos para se organizar.

O otimismo da administração municipal, demonstrados num processo gradual de estruturação de um bairro até bem pouco tempo mal afamado e desorganizado, que cresce rapidamente dentro de um aglomerado denominado Jardim Petrópolis. O poder público vem colocando a sua marca ali, com infraestrutura urbana, melhorias implementadas na unidade de ensino municipal, criando um cenário que se mostre como a porta de entrada para os ambientes turísticos mais visitados nos últimos anos.

O anúncio recente de titulação do núcleo urbano de Bom Jardim, a vila do local, onde estão algumas das principais agências de turismo. A criação do belo local de visitação turística, o Ácqua Fan Salobão, há pouco mais de 6 kms do Jardim Petrópolis.

Enfim, o turismo tem sido o cartão postal do município de Nobres embora o tamanho da expectativa não seja do tamanho da arrecadação de impostos, a verdade é que tudo tem colaborado para que os negócios do turismo seja uma marca respeitável em nível nacional e internacional.

Na contramão dessa realidade saudável que o turismo transporta, eis que os acontecimentos em que a violência está em ‘cartaz’ impõe uma imagem negativa a tudo que se tem feito para que Nobres brilhe enquanto capital do turismo.

Execuções sumárias em plena área urbana, no centro da cidade, chacina em bairro, estampam uma realidade controversa de tudo o que se planta e implanta em Nobres. Não é só chocante, mas são conteúdos carregados de negativismo e que puxa para baixo as ações que são colocadas, pensando numa Nobres para cima, abrindo os braços para a geração de emprego e renda.

O governador do Estado se mostrou consternado e compungido com o último acontecimento, a chacina ocorrida em Nobres. O comandante militar do Estado se disse chocado com o ocorrido. Espera-se que não seja só, ainda que se enviem tropas de choque para a cidade.

A tropa de confronto direto, num primeiro momento causa uma sensação, mera sensação de segurança e recuo de quem quer que seja. Mas esse pessoal de choque vai embora e tudo volta a ser como antes, até o próximo acontecimento chocante.

Há que se ter contingente e uma polícia que atue com inteligência e monitoramento das atividades que levam a acontecimentos tão nefastos para a economia e para a comunidade como um todo.

De outra parte, no campo social, a evasão escolar e uma educação pouco atrativa propiciam que os jovens sejam catapultados para um mundo aquém da realidade individual de cada um. Celulares de última geração, vida ilusória das redes sociais, uma curtida no bagulho e sexo com as gatinhas, tão despreparadas quanto esses jovens, muitos dos quais mal sabem assinar o próprio nome.

A chacina em Nobres proporcionou imagens chocantes de corpos expostos, de bagulho sobre a mesa e panelas vazias naquele ambiente mal afamado. Essas mazelas sociais é que deveriam chocar, bem antes da perpetração da barbárie, que causa comoção e ao mesmo tempo comentários que expõe indivíduos desviados socialmente.

Uma pergunta deve ser feita: “estavam na escola, estudavam, tinham famílias?”. Respondidas as perguntas, as cenas chocantes registradas e espalhadas na rede mundial de computadores só causam comoção? Tudo tem causa e efeito.

Não há uma “polícia babá”, que cuide de indivíduos cotidianamente, assim como não há cidadãos preparados sem que tenham frequentado regularmente a escola e ainda há que se colocar que a instituição chamada lar onde habitariam famílias, encontra-se desagregada.

E o que resta aos líderes, aqueles que detém poder, além da demonstração de um sentimento vazio de pesar, seria, veja bem, seria o de melhorar o efetivo e ter maior observância da realidade local, onde os munícipes sabem e têm outra percepção das nuances sociais.

Agora, se for apenas aquilo que a nomenclatura invisível denomina de “limpeza social”, deixa pra lá e o turismo que se agarre nas suas próprias expectativas.

Mas que parece uma terra sem lei, isso está claro e estigmatizado na cronologia dos fatos.

Last Updated ( Monday, 24 February 2020 12:01 )  

TRINCHEIRA LVII

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O turismo ‘ofendido’

Quando se busca assentar a atividade turística em bases sólidas, com a sedimentação de uma organização que seja o ponto marcante da implantação do turismo no município de Nobres, acontecimentos nefastos empanam o brilho de um trabalho que levou anos para se organizar. O otimismo da administr
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