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Tribuna de Nobres

25/01/2021
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Novas caras, velhas ilusões

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O ano de 2.021 começará com um processo político e administrativo novo, com alguns novos vereadores e um pensamento velho, onde alguns acreditam que conseguirão promover uma revolução no cenário político local. São os entusiasmados novos edis, eleitos para o primeiro mandato com a cabeça aos turbilhões por conta da representatividade popular.
Novas cabeças e um ambiente carcomido pela estrutura política que morre de velha, onde o clientelismo político é a senha para que se mantenha no poder em uma Casa onde a maior fiscalização é exercida por um vereador em relação a outro.
O modelo político nacional segue uma linha de atuação que vem desde de Brasília, onde os parlamentares usam o cargo para atender seus interesses e servir-se do exercício do poder para abocanhar cargos e posições dentro da estrutura administrativa.
Nos estados e nos municípios ocorrem esses mesmos alinhamentos e alguns parlamentares estaduais e mesmo na esfera federal querem mesmo é estar alinhado com o governo para que não encontre obstáculos aos seus interesses no outro lado do balcão.
No âmbito dos municípios, os vereadores teriam que se pautar pela legislação voltada para o interesse do munícipe. Mas que legislação? Proposituras indicativas de melhorias na cidade, é o que mais se vê, onde o governo não tem como atender a todas as indicações e faz o que pode.
O vereador, é importante se saber, não manda e apenas pede. A solicitação é atendida de acordo com o alinhamento político e na maioria das vezes o Executivo não dispõe de recursos para atenção a este ou aquele pleito.
Será uma nova legislatura e os novos vereadores não apresentarão muitas novidades, salvo aqueles que desejam assumir uma postura de crítica contra tudo e contra todos. Este terá vida curta e será de um mandato, como reza a cartilha.
O exercício do mandato não pode causar deslumbramento e aquele que se acredita capaz de revolucionar, logo cairá na vala comum da mesmice. A experiência revela que alguns afoitos parlamentares se perderam pelo caminho com a autoafirmação de que ser vereador apenas já não interessaria mais.
Os que disseram que só um cargo de vice ou de prefeito serviria pelo seu cacife político, estes caíram do caminhão de mudança. Mudaram eles, substituindo-os por outros novos sonhadores, aqueles que ainda agora estão extasiados pelo exercício futuro de um mandato.
A experiência aponta a necessidade de equilíbrio, de dosagem das palavras, evitando o muito falar e, principalmente, estabelecendo um parâmetro entre representatividade e vida social com a preocupação de, no local de trabalho, não comparecer de 'cara cheia'.
A razão manda que não se cumpra um mandato como representante popular ao sabor da emoção, tomando decisões através das redes sociais com a pretensão de se mostrar mais competente que os demais.
Enfim, precaução nunca é demais a partir de janeiro de 2.021, evitando deixar o exercício do mandato como os que estão saindo agora, com uma ponta de saudade do que ainda não acabou.

 

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