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Tribuna de Nobres

22/10/2020
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Polícia fecha Câmara de Vereadores em cidade mineira

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fronteira_mg_2_640x406Nove entre nove vereadores titulares na Câmara Municipal de Fronteira, município localizado no Triângulo Mineiro, foram afastados por determinação judicial e com mandado cumprido pela Polícia, sob acusação de desvio de verbas indenizatórias e notas fiscais fraudadas para justificar despesas inexistentes, segundo notícia veiculada pelo jornal Estadão, dia 10 de fevereiro.
Os nem tão nobres parlamentares municipais foram flagrados em investigações feitas pelo Ministério Público Estadual (MPE) que apontam para desvio de recursos para pagamento de custeio de gastos pessoais com churrascos, chopes e garrafas de vodca importada e os prejuízos chegariam a mais de 570 mil reais para os cofres públicos em cerca de 18 meses de fraude. Formação de quadrilha e peculato foram os crimes tipificados pelo MPE e que atingiriam nove vereadores e três servidores daquele legislativo.
Numa sessão realizada dia 08 de fevereiro, passado, policiais, com ordem da Justiça, esteve no local e fecharam a Casa de Leis, e, decerto, de normas próprias, impostas pelos representantes populares, que abusavam do dinheiro público. Nove suplentes serão convocados pela Justiça Eleitoral para recompor o quadro de vereadores da cidade de Fronteira.
Com salário de R$ 3.500,00 e R$ 3.000,00 de verba indenizatória, divididas entre hospedagens e alimentação (R$ 550,00), passagens, aluguéis de veículos ou combustível e manutenção de carros oficiais (R$ 2.450,00), os vereadores sempre gastaram todos os meses, o limite da verba, sem querer devolver, provavelmente, a quantia estipulada. O dinheiro público era gasto no próprio município ou em cidades vizinhas, em atividades "sem nenhuma relação com o exercício das atividades parlamentares", conforme consta da notícia postada no site do Estadão.
Era uma 'farra' só com refeições e combustíveis, distribuídos pelos vereadores a parentes, correligionários e eleitores, de acordo com o MPE. Além disso, o dinheiro da Câmara era usado para pagar contas de telefone e internet de residências, recarga e pagamento de contas de telefones celulares de terceiros, manutenção e combustível de carros particulares. A matéria é de autoria do repórter Marcelo Portela, da Agência Estado, postada em 11 de fevereiro do mês corrente.
Como legisladores e guardiões do patrimônio público, os vereadores de Fronteira acabam de prestar um desserviço ao povo da sua cidade e ainda servirão como alerta a vereadores dos mais de 5 mil municípios brasileiros que se acreditam acima do bem e do mal.
 

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