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Tribuna de Nobres

19/03/2019
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Home Trincheira

Trincheira

Trincheira XL

Carcaças Previdenciárias

Desde o velho e desaparecido Ipemat que Mato Grosso est√° √†s voltas com a ‚Äúm√£o leve‚ÄĚ sobre o dinheiro dos fundos de previd√™ncia. MT Sa√ļde, MT Prev, Bemat, Matoveg, todas essas institui√ß√Ķes foram esbulhadas pelos governantes em cada √©poca. Os rombos se sucedem e o que vem desde o extinto Instituto de Previd√™ncia do Estado (Ipemat) calcula-se que passe dos R$ 300 milh√Ķes, conforme a imprensa cuiabana. ‚Äú√Č prov√°vel que a constitui√ß√£o de Fundos de Investimento, previsto no projeto do MT Prev aprovado pela Assembleia Legislativa, seja um caminho menos tortuoso. Todavia, a autarquia ter√° de ser livre para exercer, em sua plenitude, a autonomia administrativa, financeira e patrimonial, com prazo de dura√ß√£o indeterminado‚ÄĚ, conforme um site da capital.

- Mas ninguém ousa dizer que esse caminho menos tortuoso aludido seja até o próximo desfalque no Caixa.

Carcaças Previdenciárias II

No in√≠cio dos anos 90, um desses especialistas no assunto teria anunciado que os regimes de previd√™ncia pr√≥prios seriam uma bomba de efeito retardado. Manter-se em p√© sem os ‚Äúrombos‚ÄĚ j√° seria dif√≠cil, com os desfalques √© qualquer coisa complicada e em vias de uma urgente ressurei√ß√£o financeira. Como e de que forma? Em Nobres, por exemplo, o fundo de pens√£o sobrevive a dois duros golpes, em 1997 e 2012, e esse tema √© pol√™mico e bastante questionado na sua ess√™ncia. Quem paga essa conta √© quem fica por √ļltimo, a espera de uma aposentadoria ou pens√£o, se n√£o digna, mas que garanta comer ovos frito, arroz e feij√£o. Quem desfalca, seja l√° quem for, provavelmente, vai de caviar e Dom P√©rignon.¬†¬†

- No MT Prev ocorreu bloqueio de contas... 

J√ļlio Campos diz:

‚ÄúAgora, nesta elei√ß√£o de 2014, o Jayme tinha uma reelei√ß√£o segura, mas preferiu n√£o se reeleger porque os custos eleitorais ficaram um horror. A candidatura do meu filho n√£o teve sucesso porque, por princ√≠pio dele, ele e contra gastos absurdos de campanha e compra de votos. Ele tem essa mentalidade de que voto √© espont√Ęneo e fez um programa que tinha como meta implantar a educa√ß√£o em tempo integral nas escolas brasileiras. Achava que seria o suficiente, mas n√£o foi. Ele chegava no pessoal e viu que o eleitor mato-grossense est√° viciado. Perguntavam: ‚Äúo senhor est√° contratando? Est√° dando gasolina? N√£o vai fazer boca de urna?‚ÄĚ. A√≠ n√£o tem como ganhar. Vamos ser bem sinceros, isso j√° vem de algum tempo, em outras elei√ß√Ķes o gastos j√° eram um absurdo, mas nesta piorou. N√≥s tivemos candidatos a deputado estadual que tiveram 40 mil votos e gastaram R$ 20 milh√Ķes, mas prestaram contas de R$ 1,5 milh√£o. Isso n√£o ocorreu conosco, por isso n√£o tivemos sucesso. Ele fez 10,8 mil votos, mas votos aut√™nticos‚ÄĚ. Trecho de uma entrevista concedida ao Portal Gazeta de Not√≠cias.

- Como se vê, o ex-governador e ex-tudo na política de MT sabe do preço de cada voto e dos bastidores da política estadual. 

‚ÄúS√≠ndrome da Imortalidade‚ÄĚ

Nem tudo s√£o festas e o surpreendente argentino Papa Francisco, √ļnico daquelas bandas, talvez, com boa aceita√ß√£o no Brasil, entrou de sola na confraterniza√ß√£o com a galera cardealizada (neologismo inexistente). O Papa Francisco falou aos cardeais na confraterniza√ß√£o de fim de ano e parece que a sua fala serviu para muitos em Nobres que nem cardeais s√£o. A abordagem sobre a ‚Äėdoen√ßa do lucro mundano‚Äô, da ‚Äėrivalidade‚Äô e da ‚Äėgl√≥ria v√£‚Äô. Criticou o ‚Äėterrorismo das fofocas‚Äô, que destr√≥i reputa√ß√Ķes; a ‚Äėdoen√ßa dos covardes‚Äô, que falam por tr√°s. E ainda tascou sobre o ‚Äėmal do poder e do narcisismo‚Äô, e para os que sofrem da ‚Äės√≠ndrome da imortalidade‚Äô. Esta √ļltima abordagem caiu como uma luva a determinadas pessoas em Nobres, que se acreditam imortais e se posicionam com arrog√Ęncia, notadamente nas redes sociais, que tem sido uma esp√©cie de ‚Äúparlat√≥rio fugaz‚ÄĚ √†queles que pleiteiam as cumeadas do poder e por ele n√£o mede consequ√™ncias.

- O ant√≠doto contra a ‚Äús√≠ndrome da imortalidade‚ÄĚ, conforme o Sumo Pont√≠fice, consiste apenas em uma ida ao cemit√©rio, para visitar os que se consideravam insubstitu√≠veis e, portanto, eternos na forma de pensar e de agir.

‚ÄúS√≠ndrome da Imortalidade‚ÄĚ II

Ainda agora, vemos nas redes sociais algumas postagens de culto a algumas figuras controversas em vida, cuja mem√≥ria √© ‚Äúbeatificada‚ÄĚ, pensando apenas nos degraus que levam ao poder, como se ‚Äúossos‚ÄĚ e as carnes corro√≠das pela a√ß√£o do tempo pudessem sensibilizar aqueles que nem haviam nascido naqueles idos anos de nossa hist√≥ria. Outros se acreditam capazes de operar milagres somente ocupando o poder; fora dele e na busca por ele, deixam se aparentar como imaculados. Os que j√° foram, sonham em voltar, e quem ainda n√£o foi, promete uma terra que n√£o existe, at√© se deparar com uma triste realidade, uma esp√©cie de ‚Äúmumifica√ß√£o‚ÄĚ dos prop√≥sitos imediatistas. H√° os que se mostram contra tudo, n√£o diferenciando dos interesses, mas sem nunca se posicionar como um l√≠der capaz de atrair a aten√ß√£o da popula√ß√£o para uma realidade mais segura e al√©m da t√™nue vis√£o entre o querer e o poder.

- H√° entre n√≥s, uma √ļnica certeza, a de que o universo jovem, que apesar de aparentar desinteressado, costuma influenciar decisivamente nos pleitos daqueles que pensam em algo melhor para esta terra de todos n√≥s. ¬†

 Fumo Entrando

No que deu o tal de ‚Äúpassaporte‚ÄĚ, distribu√≠do a amigos e correligion√°rios durante um evento de rodeio realizado em 2010. Sobrou pra cabe√ßa de muita gente e s√≥ fumo para o cachimbo do ent√£o prefeito, que teve os direitos pol√≠ticos cassados em primeira inst√Ęncia por conta daquela ‚Äúpajelan√ßa‚ÄĚ. Consta, segundo a decis√£o judicial, que o alcaide (denomina√ß√£o antiga) condicionou o pagamento de mais de 45 mil reais ao fornecimento de 700 passaportes, distribu√≠dos de maneira solid√°ria como a uma a√ß√£o entre amigos. Oito anos fora de combate e a primeira manifesta√ß√£o judicial de uma s√©rie que vem por a√≠. O carro oficial que tinha o n√ļmero 0011 na placa, curiosamente, representava a identifica√ß√£o num√©rica da sigla do Partido Progressista. Como se trata de decis√£o judicial, nada a ver com inferno astral, que teria seu in√≠cio em 07 de outubro de 2012, desde as 17:30 horas, quando come√ßaram as apura√ß√Ķes das primeiras urnas.

- A notícia está no site Bio Rosário e na rede social (Facebook).

Coisas do TCE-MT
Na gest√£o do ent√£o governador Jos√© Garcia Neto, fato semelhante ao que vemos hoje ocorreu naquele per√≠odo, do antigo e colossal estado mato-grossense. Quem nos conta, modernamente, via cibern√©tica, √© o ex-deputado Cec√≠lio de Jesus Gaeta, do velho MDB. Naquele per√≠odo, resolveram impor o nome de um farmac√™utico ao TCE-MT e vendo aquilo, o pol√™mico deputado emedebista rasgou o verbo, "melando" a festa preparada, com direito a reclama√ß√£o do ent√£o presidente da AL, Nelson Ramos, que alegou j√° estar pronto um faustoso banquete, com pernil de tudo quanto era quadr√ļpede. E o que fazer com os artigos da comilan√ßa? Gaeta teria respondido: "Joga no rio, aos peixes, ou d√° aos pobres".
- Ninguém sabe que fim levou a pajelança programada.


Coisas do TCE-MT II
Mais tarde, com a festa prejudicada, armaram outro bote e conseguiram, enfim, levar o farmac√™utico ao conselho do TCE, embora n√£o se saiba se tenha havido outra pajelan√ßa. Esse pessoal da alta esfera pol√≠tica √© assim, quando querem, movem montanhas em favor dos amigos sem nem lembrar que um "tar" de eleitor existe. Guardadas as propor√ß√Ķes e semelhan√ßas, a ida de Janete Riva para o TCE-MT √© algo que mexe com a opini√£o dos cidad√£os e coloca em evid√™ncia um setor que em idos anos n√£o se apresentava t√£o saliente assim, que √© o MPE. Parece que de um tempo a este, ou seja, do resultado das urnas em MT at√© agora, a proposta √© a de passar o estado a limpo.
- Que assim seja e que o estado, enfim, tenha estradas decentes. E Janete, vai ou n√£o vai?


Coisas do TCE-MT III
E agora descobriram que o deputado S√©rgio Ricardo teria "comprado" vaga ao TCE-MT e quem teria comercializado a vaga seria o tamb√©m deputado Alencar Soares. O cen√°rio ficou desnudado ap√≥s as investiga√ß√Ķes realizadas na Opera√ß√£o "Ararath", onde um dos envolvidos, o J√ļnior Mendon√ßa, teria aberto o leque de atividades il√≠citas que estavam por tr√°s do poder. As cadeias "atulhadas" de gente pobre e o estado se mostrando incapaz de gerenciar os pres√≠dios, fatiados por fac√ß√Ķes criminosas no seu interior e tidos como organismos organizados. Aqui fora, os governantes se mostram desorganizados e incapazes de cuidar do dinheiro do povo, fazendo estabelecer mais um "arrombamento" aos cofres do povo e ningu√©m vai preso. Virou moda agora ser "alcagueta" ou "X-9" para livrar a cara.
- Roubar, ser descoberto e após devolver uma certa quantia, ainda que seja a menor, descaracteriza o crime. Vai entender isso?


Explicado
Como √© dif√≠cil a um jornal do interior conseguir a divulga√ß√£o de alguma m√≠dia publicit√°ria do Governo do Estado. A situa√ß√£o √© de mendic√Ęncia por R$ 2.000,00 e mais a taxa da ag√™ncia e para receber sempre foi um caos. Agora est√° mais clara a posi√ß√£o do governo, ap√≥s a Opera√ß√£o "Edi√ß√£o Extra" e a situa√ß√£o de encher os olhos atrav√©s da Secom-MT. Mas isso n√£o representa nada de novo e vem desde o per√≠odo denominado "Secomgate", no governo Dante. As empresas televisivas e um ou outro jornal da capital abocanham a publicidade do governo e o garimpeiro e imperador a cuidar apenas das suas pepitas.
- Metáfora ou não, gráficas que "fabricam" dinheiro ou fazem dinheiro com a parceria do governo imperial. "Money que é Money, nós num réve".

 

Investimento

A Prefeitura Municipal de Nobres teve projeto de lei aprovado em que solicita empr√©stimo de 1,5 milh√£o de Reais para investimento exclusivo no bairro Ponte de Ferro, cuja situa√ß√£o antiga √© de frequentes alagamentos. Desde 2013 que o atual prefeito, Sebasti√£o Gilmar, vem implementando a√ß√Ķes que buscam priorizar o aspecto da infraestrutura b√°sicas em ruas e avenidas dos bairros da cidade, notadamente onde ocorrem alagamentos em face da geografia da cidade. Pela primeira vez foi executado plano altim√©trico para conhecimento dos caminhos que a √°gua das chuvas percorre e assim executar os servi√ßos de drenagem, seja com galerias superficiais e profundas. Isso pode n√£o render votos, mas prepara a cidade para o futuro.

- O tempo dirá, apesar dos incrédulos.

Vereadores Chateados

Durante a realiza√ß√£o da √ļltima sess√£o ordin√°ria do ano no Legislativo, o vereador Fl√°vio Rondon (Sdd) foi o primeiro a bradar contra as postagens que est√£o sendo utilizadas na rede social (Facebook) com fotos pessoais tratadas com ironias, como se as pessoas n√£o tivessem direito a vida social e ao lazer. Alguns est√£o sendo poupados, enquanto outros s√£o tratados com desd√©m e revanchismo claro, ao que o vereador Joa Costa respondeu: ‚ÄúN√£o merece cr√©dito‚ÄĚ.

- Nada como paciência, caldo de galinha, muito suco de melão, uva e uma rede preguiçosa pra balançar.

MT-241

A rodovia estadual anda mais falada que a Petrobr√°s, ao menos em Nobres, para onde foi prometida a execu√ß√£o de um trecho urbano de ao menos 1200 metros. Isso, antes das elei√ß√Ķes, com muita gente confiando no que foi falado, como dantes, no fio do bigode. Passada a elei√ß√£o, a MT-241 e seus ‚Äúgargalos‚ÄĚ voltou a ser tema predominante e o vereador Joel J√ļnior n√£o tem poupado cr√≠ticas ao deputado Nininho e seus correligion√°rios. De acordo com o vereador Silvestre da Silva Campos (PR), a obra obteve mais 5 milh√Ķes de reais de reajuste, podendo chegar aos 45 milh√Ķes de reais. A entrada do bairro Jardim Petr√≥polis est√° complicada e, de bicicleta, o suti√£ tem que estar bem apertado, por conta do balan√ßo do mar.

- No jogo do bicho, a centena 241 é do cavalo... somando as unidades dá 7, que dizem ser conta de mentiroso.

E na AMM

Diz o Portal de Not√≠cias 24 Horas News que: ‚ÄúDepois de muita expectativa, o prefeito Neurilan Fraga (PSD), de Nortel√Ęndia, foi eleito presidente da Associa√ß√£o Mato-Grossense dos Munic√≠pios (AMM), na manh√£ desta quinta-feira, conquistando 59 votos. O prefeito Adair Alves Moreira (PMDB) recebeu 32 votos, enquanto Otaviano Pivetta (PDT), de Lucas do Rio Verde,¬† apoiado pelo governador eleito Jos√© Pedro Taques (PDT) e prefeito Mauro Mendes (PSB), de Cuiab√°, obteve apenas 30 sufr√°gios. Houve apenas um voto em branco e 12 absten√ß√Ķes‚ÄĚ. Como se v√™, os mandingueiros da antiga tiveram a preval√™ncia sobre os ‚ÄúNews Profetas‚ÄĚ da Nova Provid√™ncia. Isso at√© parece coisa de corintiano ou de petista: ‚ÄúN√≥s representamos a nova ordem por aqui‚ÄĚ.

- E lá vai um caminhão cheio de suínos e dali não se ouve nenhum ruído ou ranger de dentes. A barulheira e a algazarra foi só na hora da partida.

Bate Bola

De f√©rias em seus clubes de origem, os nossos craques foram a campo no Cisne Branco, s√°bado, dia 13 (dia do Zagalo), para um amistoso entre os ‚ÄúAmigos do Fabiano‚ÄĚ. Cati√ß√°, do Bahia; Casa Grande, do Cisne; Almir, do Bahia e ex-Palmeiras; Silv√©rio (Flamengo) e goleiro; Rosinha (do Velho Barreiro ‚Äď Uai! Que time √© esse?); Careca (ex- N√°poli... Sorveteria), entre outros ao lado dos veteranos Chico Valandro e Mariozinho. Eita jogo duro... terminou em 3 a 3, com atacante chutando m√£o de goleiro e o vale tudo. Surpreendente, mesmo, √© saber que o artilheiro do jogo √© mais desprezado que cachorro sem dono. O t√©cnico Techo, dos Laranjados, queria dar de gra√ßa o seu artilheiro, s√≥ porque ele fez tr√™s gols e errou outros 750, enquanto que o goleiro Silv√©rio ainda pegou outros 999 chutes do ‚Äúrapaz‚ÄĚ, que joga muito... se deixarem, ele vai √† tr√™s dias, sem parar.

- Cati√ß√°, faz como o prof.¬ļ Edson Bakairi, abandona a carreira e d√° uma folga para a cabe√ßa do t√©cnico. Como se v√™, as f√©rias desses craques nem deveria acontecer, eles jogam demais.

Bate Bola II

Se o t√©cnico dos laranjas perdeu a voz de tanto gritar o nome do seu artilheiro, entre os azuis, muitos corneteiros de fora pediam a entrada de um jogador, que atuou ‚Äúmete√≥ricos‚ÄĚ 30 segundos. Mas tinha, entre os azuis, bons jogadores, entre os quais Mariozinho, Victor, Pesco√ßo (√© isso, Cati√ß√°? Desculpe a√≠!), Chico Valandro, o goleiro revela√ß√£o Silv√©rio e o craque exporta√ß√£o, o ‚ÄúTrufa‚ÄĚ, um jogador polivalente. Costel√£o na brasa sob a batuta do mais gremista dos gremistas, o velho Fischer, o Adir, pai do novo Fischer, o Luiz. Boa parte daqueles que chegaram as 09:00 da manh√£, s√≥ sa√≠ram √†s 22:00 horas l√° dos fundos do Cisne Branco.

- Como se vê, craque que é craque, não abandona o barco e nem vai para o time do AA, porque já são muito conhecidos e não querem nada com o anonimato.

Rondonópolis

A cidade que leva o nome de Rondon, de h√° muito tem fama de violenta e isso vem desde os idos anos 70, quando as execu√ß√Ķes em plena √°rea urbana ocorriam com frequ√™ncia. O aumento da popula√ß√£o em Rondon√≥polis, aliada ao progresso e a chegada de mais e mais pessoas, est√° fazendo com que a cidade se torne violenta, numa repet√™ncia de execu√ß√Ķes associadas ao tr√°fico de drogas, provavelmente. Houve um per√≠odo da hist√≥ria de Rondon√≥polis em que foi necess√°ria a convoca√ß√£o do lend√°rio Cel. Adib Massad para resolver a parada por l√° e ele resolveu. Aposentado e residente em Campo Grande, no MS, o lend√°rio homem da lei fazia jus √† fama e ali por volta de 1986, voltou a ser requisitado para promover a ‚Äúlimpeza de √°rea‚ÄĚ em C√°ceres. E novamente deu conta do recado.

- Como os tempos são outros, tudo anda brando em relação aos fatos reais.

MT na Ficha Suja

N√£o bastassem os pol√≠ticos de MT constarem da lista dos ‚Äúficha sujas‚ÄĚ, o estado tamb√©m integra a lista dos mais violentos das Am√©ricas e qui√ß√°, do mundo. Segundo um portal de not√≠cias, a taxa de assassinatos em MT anda al√©m da m√©dia brasileira. Em 2012, os dados cadav√©ricos e tr√°gicos das estat√≠sticas apontam que foram registrados 948 crimes; em 2013, mais 1.041, o que corresponderia a 30,4% em 2012, com alta para 32,6% em 2013, sendo que no resto do Pa√≠s a m√©dia maior n√£o passou de 25,9% por cada 100 mil pessoas. Esses dados sa√≠ram em novembro pelo F√≥rum de Seguran√ßa Brasileira e somente ontem e hoje, em Rondon√≥polis, foram registrados cinco assassinatos. Cuiab√° e V√°rzea Grande tem registro de 452 execu√ß√Ķes no ano e em 14 dias os dados apontam 24 crimes.

- E os investimentos em seguran√ßa p√ļblica ca√≠ram, segundo entrevista de uma delegada, recentemente. E pensar que foram muitos os que apostaram em Silval Barbosa em 2010. No turfe, √© apostar no azar√£o e sifu.

  Nunca Visto

Tem sido comum, os clientes de bancos serem surpreendidos com as chamadas vendas casadas. Da mesma forma, voc√™ (cliente) √© sempre ‚Äúassediado‚ÄĚ para aquisi√ß√£o de planos de capitaliza√ß√£o, com ofertas de pr√™mios milion√°rias em sorteio aos ‚Äúcapitalizantes‚ÄĚ. Ainda n√£o vi e n√£o sei quem ganhou alguma premia√ß√£o em sorteio de planos de capitaliza√ß√£o e suas dezenas m√°gicas, dispostas em combina√ß√Ķes que fogem ao entendimento do cidad√£o comum. Provavelmente, se Pitagor√°s ainda estivesse por aqui pelo plano terrestre, ficaria embasbacado com as f√≥rmulas matem√°ticas para evitar que algu√©m seja premiado em 30 ou 60 meses. Tudo bem que seja uma poupan√ßa, mas a tal premia√ß√£o, √© como rastro de lobisomem...

- ...ainda n√£o vi nenhum nesta crepuscular caminhada por recantos terrestres.

Quinze Minutos

Tudo bem que algu√©m tenha direito h√° pelos menos 15 minutos de fama em sua vida. Mas, o piloto da Hillux da Prefeitura de Nobres, j√° quebrou esse recorde de 15 minutos e virou celebridade entre 04 e 05 de dezembro de 2014, por ter estacionado a caminhonete num shopping, para onde se dirigiu para o almo√ßo e posteriormente na Kadri Inform√°tica, segundo o pr√≥prio. Se deixasse o local para entrar na ‚Äúnave‚ÄĚ oficial com as m√£os cheias de sacolas de grifes famosas, num s√°bado ou num domingo, a√≠ sim, seria algo complicado.¬†

- JRS teve, enfim, os seus 15 minutos e mais algumas horas de fama, sendo morto, crucificado e ressuscitado neste final de semana. Como não eram Roberto, nem Micael e nem Giácomo, quem era? JRS é o nome dele.

Quinze Minutos II

Se estava certo ou se estava errado, a questão é outra e é com os outros. Num determinado período do governo municipal, em idos anos, carros oficiais serviam para transporte de caixas de cerveja em lata e produtos de abastecimento de mercearia. Quando pertencia exclusivamente ao gabinete do prefeito, a caminhonete foi fotografada no Atacadão e teria causado menos estranheza. Quem estava ao volante e estacionou ali, classificou de babaca aquele que divulgou, em 2012.

- √Č como diria Nelson Ned, ‚ÄúMas tudo passa, tudo passar√°...‚ÄĚ.

 Fases da Lua

At√© antes do an√ļncio do processo de revitaliza√ß√£o da Esta√ß√£o Rodovi√°ria, as reclama√ß√Ķes contra o banheiro, contra as fezes de pombo e contra o mal cheiro ali, predominava na rede social. Depois que o pr√©dio foi interditado para que a reforma pudesse ser feita, agora reclamam pela demora na execu√ß√£o dos servi√ßos. A obra depende de recursos da Caixa Econ√īmica Federal e agora reclamam que teria sido melhor deixar como estava; um patrim√īnio que completou exatos 20 anos sem nem uma √ļnica reforma. Com a rodovi√°ria funcionando provisoriamente √† avenida JK, no bairro Ponte de Ferro, √© natural que o movimento comercial tenha queda no entorno da verdadeira rodovi√°ria. Uma pergunta desse n√≠vel, de cunho indutivo, em que se diz: ‚ÄúO que a senhora acha disso?‚ÄĚ, em rela√ß√£o ao pr√©dio como se encontra, √© como questionar: ‚ÄúA senhora tem boca?‚ÄĚ.

- √Č claro que sim, Man√©, do contr√°rio, como vou responder!

Fases da Lua II

Sem a esta√ß√£o rodovi√°ria funcionando, alega-se que a inseguran√ßa no entorno do terminal aumentou. Com uma creche funcionando ali, com a sede da tev√™ ali ao lado, se o caso for de marginalidade, o jeito √© acionar a pol√≠cia e n√£o esperar pela recupera√ß√£o do pr√©dio, isso √© o mais √≥bvio. Uma coisa √© a informa√ß√£o detalhada, com uso de imagem e de √°udio, e outra, bem diferente, √© a indu√ß√£o da pergunta e a escolha da pessoa certa a ser entrevistada, exatamente aquela que perdeu com a interdi√ß√£o tempor√°ria do pr√©dio p√ļblico. Inaugurada em 1994, na gest√£o do ent√£o governador Jayme Campos, a rodovi√°ria de Nobres, quando muito, passou por algumas pinturas e o pr√©dio continua ali, a necessitar de uma reforma; e quando algu√©m resolve deixar o comodismo de lado e mudar o perfil do ambiente, vem a pressa de uns e os entraves burocr√°ticos de outros para atrapalhar.

- Al√ī, siminino, a√≠ da Caixa, ‚Äúapura‚ÄĚ que ‚Äúos povo‚ÄĚ t√° com pressa. Naquele banco da ‚Äúrod√ī‚ÄĚ, ah!, quanta espera pelo buz√£o da Tut. Comovente.¬†

Comunicação da Antiga

Para a cerim√īnia de posse do suplente de vereador, Lu√≠s Fischer, o vereador Silvestre Campos chegou atrasado e justificou-se dizendo que teria faltado comunica√ß√£o. O presidente Joa n√£o gostou e contra atacou dizendo que fora feita mais de tr√™s liga√ß√Ķes ao colega no dia anterior, 02 de dezembro. N√£o satisfeito, Silvestre fez a sua tr√©plica ao dizer que tem tr√™s telefones diferentes e o email institucional para tais situa√ß√Ķes. E numa poss√≠vel falha tecnol√≥gica, o rufar dos tambores ou os sinais de fuma√ßa podem ajudar na solu√ß√£o do ‚Äúimbr√≥glio‚ÄĚ, palavra que o nobre parlamentar republicano gosta de pronunciar.¬†

- Gostaria de contrapor ao treplicante, em aparte, para anunciar que a telepatia também é uma forma de comunicação.

Lateral Azarado

O pessoal do time do Bahia gritava l√° de fora do campo, insistentemente: ‚Äútira Baiano, tira Baiano...‚ÄĚ. O t√©cnico Peito de Pomba apavorou-se com os gritos e pensou que era da torcida e sacou o lateral Baiano, melhor da zaga at√© aquele instante. Na verdade, quando diziam, aos berros, para tirar Baiano, era o ponta do advers√°rio, Pedal Leve. ‚ÄúTira Baiano‚ÄĚ era para deitar o relho, baixar a borduna no atacante e tir√°-lo do jogo. O erro de informa√ß√£o ou da falta de sintonia, fez com que a troca fosse errada. Quando a mar√© n√£o est√° boa, urubu de cima c√°ga no debaixo e os dois juntos cagam na baianada.

- Tiraram o Baiano errado, era o da Junta e n√£o o da Sa√ļde.

Rebeldia Futebolística

Na decis√£o da Copa Uni√£o de Futebol Veterano em Nobres, mais um jogador demonstra insatisfa√ß√£o com o t√©cnico, sai de campo, joga a camisa e vai direto para o vesti√°rio. Baiano, da Sa√ļde, titular absoluto na lateral direita, foi ‚Äúcornetado‚ÄĚ (e que corneta!) pelo reserva e o t√©cnico do Bahia tamb√©m caiu na corneta, fazendo sacar o lateral titular, Baiano, do Bahia, obviamente. Assim que o lateral titular saiu, o time come√ßou a levar gols e perdeu de 3 a 0 na final. Chateado, Baiano teria pisado na camisa e ter√° que comprar duas caixas de sab√£o em p√≥, amaciante e escova para lavar a camisa. Meu Deus! Quanta rebeldia nessa Copa de Veteranos? Depois de Bartola, Josu√© e agora Baiano, o mesmo que deixou Bartola no banco.

- Vida dura a de técnico e ainda saca o jogador errado. 

MT-010

O senador e ex-governador Blairo Maggi, criador da MT-010, que liga Cuiab√° a Ros√°rio Oeste, passando por Acorizal, cuja estrada encontra-se com os pavimentos aos frangalhos, voltou a surpreender. BM foi at√© o ministro Berzoini, das Rela√ß√Ķes Institucionais, solicitar apoio para o projeto de duplica√ß√£o da MT-010, sob alega√ß√£o de que a rodovia √© importante corredor tur√≠stico interligando a capital (Cuiab√°) ao munic√≠pio de Nobres e facilitando acesso ao munic√≠pio de Tangar√° da Serra. Realmente, se isso ocorrer, o conceito do parlamentar mato-grossense voltar√° a subir, considerando-se que a qualidade do pavimento da MT-010 √© conden√°vel atualmente.

- Todos estarão na torcida, principalmente Nobres, pela citação como importante referência turística regional e nacional. 

Calcinha na M√£o

A vereadora Lucimara Passos (PCdoB) usou a tribuna da C√Ęmara de Aracaju, na ter√ßa-feira, dia 25 de novembro de 2014, para fazer um discurso inusitado de cr√≠tica ao colega Agamenon Sobral (PP), durante o qual o chamou de "criminoso" e o desafiou a lhe dar "uma surra". Durante o discurso, a vereadora tirou uma calcinha do bolso, mostrou aos colegas e disse que estava sem a pe√ßa √≠ntima em protesto contra o vereador Agamenon - que na semana passada teria chamado de vagabunda uma mulher que quis se casar sem calcinha e teria dito que ela merecia "uma surra". "Hoje vim com um vestido mais curto. Tamb√©m trouxe a minha calcinha no bolso. Algu√©m pode me chamar de vagabunda? Algu√©m pode dizer que tenho de ser surrada?", questionou, para sil√™ncio da casa.¬†

- A not√≠cia est√° em todos os s√≠tios noticiosos. √ďh, chente! My God! Brrrrrrrrrrrrrrr..., aquele ventinho frio subindo, canela acima.¬†

Calcinha na M√£o II

"Os senhores não podem me julgar, nem julgar uma mulher pela roupa que ela veste, em função da calcinha que usa ou se não usa. Isso não define o meu caráter. Será que vão me dar uma surra quando eu descer daqui?". O discurso da vereadora fez alusão ao dia 25 de novembro, quando é celebrado o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher. "Infelizmente, ainda nos deparamos com certo tipo de comportamento desprezível, abominável, que ainda enxerga a mulher como propriedade do homem. Esse é um dos maiores fatores da violência. Enquanto o homem não se libertar desse sentimento, as mulheres serão vítimas", disse a vereadora.

- Trata-se de uma peça íntima de tamanho normal, de cor branca e longe daquelas carçolas utilizadas por algumas congressistas em Brasília. Subiu à tribuna da Casa sem calcinha, se a moda pega por esse Brasil afora, hein!?

Calcinha III

De certa feita, o tema calcinha, seja de lycra, de algodão ou renda, deixou o interior da igreja e foi parar nas ruas de Nobres, à boca pequena. Consta que um líder espiritual teria feito comentário sobre o modelo de calcinha e quase ninguém gostou. Bem, esse assunto não é mais tabu e a todo momento se vê isso pelas ruas, após as tais calças de cintura baixa. Menos mal, estão de calcinhas à mostra, acima do cós das calças; mas, de vestido curto e sem a indumentária, ainda não tivemos a oportunidade de ver.

- Uuuuuuiiiiiiiiiiiiii, que arrepio! Como diria o pirata... l√° do Caribe: ‚ÄúPererecas me mordam!‚ÄĚ.¬†

Espírito Natalino

Se algu√©m j√° viu o esp√≠rito natalino por a√≠, √© certo que tenha dons paranormais, mas fala-se muito nele, principalmente no m√™s de dezembro. Algu√©m precisa ver, bem de perto, o que ou quem anda acompanhando o esp√≠rito natalino; por exemplo, a atra√ß√£o ao consumismo, com ofertas de dezenas de carro em um s√≥ empreendimento, loja ou que com√©rcio for. Esses carros s√£o entregues, mesmo? Com a margem de lucro caindo pelas tabelas (essa √© a cren√ßa do desavisado), como podem os com√©rcios ‚Äúdoarem‚ÄĚ tantos pr√™mios assim? Quem acompanha a entrega desses ‚Äúbrindes‚ÄĚ, de ao menos R$ 25.000,00, cada um? √Č muita oferta e qualquer santo desconfiaria de tanta oferenda pelo milagre do consumismo exagerado.

- E onde estaria a Delegacia Fazendária nessa hora? Tomara que os fiscalizadores não se deixem embalar pelo espírito natalino. Só Jesus na causa.

Espírito Natalino II

Em meio a esses embustes publicit√°rios, de doa√ß√£o de carros novos para quem gastar muito, tem a parte que toca aos primos pobres, que s√£o as rifas e eventos benefici(e)ntes, via da normalidade e da regra geral, sempre para ajudar algu√©m. Essas coisas s√≥ surgem em dezembro, quando sempre tem algu√©m precisando de uma ajuda ou de uns caramingu√°s. De autom√≥vel zero a cestas de natal, √© em dezembro que o esp√≠rito natalino come√ßa a circular, notoriamente, no meio do povo, mas ningu√©m o v√™; talvez, camuflado de solid√°rio ou irreverentemente invis√≠vel, por tr√°s de algu√©m ‚Äúdoido‚ÄĚ para ganhar alguma coisa. √Č como diria aquele economista mineiro, mais muquirana que o Tio Patinhas: ‚Äútoda febre consumista de dezembro vem acompanhada das dores de janeiro‚ÄĚ, quando o esp√≠rito natalino desaparece e vem o IPTU, os materiais escolares, o IPVA, os boletos do cart√£o, contas de √°gua, luz, telefone e ‚Äúvoc√™ na frente, sempre‚ÄĚ, para pagar tudo.

- Um Renault Fluence 2015, ah!, como eu queria um. Alguém para rifar um desse?

Rodada de Surpresas

O Campeonato Municipal de Veteranos sempre apresenta novidades, algumas, mais velhas que o drible da vaca; e outras, nem tanto. O lateral direito Bartola n√£o est√° mais sozinho na rebeli√£o contra o treinador por n√£o aceitar a reserva de Baiano (o da Sa√ļde). No jogo entre o Jardim Gl√≥ria e¬† Pedal Leve, em¬†18/11/¬†14¬†, √† noite, muitos pediam a entrada do atacante Josu√©, mas o t√©cnico Cleberson nada de atender. O¬†Pedal Leve fez 1 a 0; e¬†Josu√© no banco; fez 2 a 0, e l√° estava o atacante, no mesmo lugar. Chamado pelo t√©cnico, Josu√© deixou recado: #partiutomarumaduchaemcasa.com; devida e altamente contrariado com a reserva e com a denomina√ß√£o de salvador da p√°tria.

- Esse é um dos bancos que ninguém quer ir pra ele... o de reservas; o outro é o dos réus. Fui... para o chuveiro.

Rodada de Surpresas II

Quem diria, depois de anunciar a sua aposentadoria, ali√°s, muito precocemente, o meia atacante Edson Bakairi voltou atr√°s e est√° no Campeonato de Veteranos 2014. Na √ļltima rodada, a de ter√ßa-feira, "infernizou" a zaga da Valandro e botou pra correr o zagueir√£o La√©rcio Infantino. Tamb√©m, depois de treinar levemente, correndo 12 kms com uma "tora" de angico sob os ombros, o prof. Edson voltou bem fisicamente e botou os "brancos" pra fazer a dan√ßa da chuva. E o compadre M√°rio, hein?! Levou uma "foi√ßada" e a galera disse que foram oito para levantar o mo√ßo. Mas, o trof√©u de craque da rodada ficou mesmo com o salvador da p√°tria... que fugiu da raia quando poderia virar o jogo, aos 44:30, sem os acr√©scimos.

- Quem diria, Bartola titular e Josué no banco... são as voltas que o mundo dá. Cada treinador tem o seu dengo.

Roupa Suja

Veja o que diz o portal de not√≠cias MSN: "O ex-diretor de Servi√ßos da Petrobr√°s, Renato Duque, preso na s√©tima etapa da Opera√ß√£o Lava Jato e nome ligado ao PT, era quem tratava com o "clube" formado pelo cartel de grandes empreiteiras do Pa√≠s que loteavam obras na estatal pagando propina a pol√≠ticos e agentes p√ļblicos, segundo depoimento do executivo da Toyo Setal, Augusto Ribeiro de Mendon√ßa Neto, em sua dela√ß√£o premiada". Pois bem, resta saber quando ser√£o presos os bra√ßos pol√≠ticos envolvidos com a roubalheira institu√≠da na Petrobr√°s? Devolu√ß√£o de dinheiro surrupiado √© como "p√™nis" de galo... nunca ningu√©m viu.

- Quantos tent√°culos tem essa tar√Ęntula? Parece aquele "bocet√£o" de Pocon√©.

Síndrome da Piolhite

Existe, essa palavra, piolhite? Bem, aceitemo-la como neologismo, mas, tomemos provid√™ncias quanto aos poss√≠veis problemas de ocorr√™ncias de prolifera√ß√£o de piolhos nas cabe√ßas das crian√ßas. Nessa ‚Äúcruzada‚ÄĚ contra os piolhos, √© necess√°rio o envolvimento de pais, m√£es, diretores, professores e coordenadores escolares. O caso √© de sa√ļde e se necess√°rio for, o setor de sa√ļde precisa ter a sua participa√ß√£o quanto a higieniza√ß√£o e o combate contra os ‚Äúboizinhos‚ÄĚ que fazem a ‚Äúcabe√ßa‚ÄĚ da crian√ßada.¬†

- J√° imaginou, aquela coisa perambulando pelos seus ombros?

Ação Entre Amigos

Acreditamos que j√° seria hora e momento do pessoal se reunir e promover uma esp√©cie de mutir√£o em prol da recupera√ß√£o do Cisne Branco. Os sanit√°rios do clube exercem fun√ß√£o contr√°ria ao senso normal, ou seja, se voc√™ entra pra ‚Äúcagar‚ÄĚ, o risco √© maior de sair dali cagado. Menos mal que o clube seja popularizado e que tenha perdido o perfil de elitizado, mas ainda √© um excelente patrim√īnio p√ļblico e se h√° quem goste do clube, que se fa√ßa algo pela sua revitaliza√ß√£o, pagando a mensalidade, por exemplo. Do jeito que vai, se est√° mal, caminha para o pior caso provid√™ncias n√£o sejam tomadas. E os bingos anuais ali realizados? Se necess√°rio for, que se promova uma a√ß√£o entre amigos para a revitaliza√ß√£o do clube, ao menos dos sanit√°rios, que est√£o o ‚Äúcross‚Äô.¬†

- Sugestão dada, acate se houver interesse. 

Nada Sei

Se h√° um governo estabelecido pelo voto popular e se h√° uma empresa que represente o pa√≠s e a sua bandeira, tida como estatal, como pode acontecer ali tanta roubalheira e ningu√©m do governo saber de nada? Se esta empresa seja o cart√£o postal do Brasil empresa, como pode estar ter seus cargos diretivos loteados por partidos pol√≠ticos? Pra voc√™ que comprou a√ß√Ķes da Petrobr√°s, seria inc√īmodo perguntar se o dinheiro foi investido? E por que n√£o, os comandos da Petrobr√°s serem exercidos por funcion√°rios de carreira? Essa coisa de ‚Äúnada sei‚ÄĚ s√≥ caberia a quem pudesse dizer: ‚Äúnada sou‚ÄĚ. Mas, j√° que √©s e a escolha foi pelo voto popular, √© tempo de dar um basta nisso.¬†

- Caso Morel, Coroa Brastel, An√Ķes do Or√ßamento, Mensal√£o, Petrobr√°s e o que mais?

Dupla Sertaneja

L√° no Cisne Branco, o clube social de Nobreyork City, o presidente reeleito (nada a ver com madame Roussef!) tem inovado e colocado algumas atra√ß√Ķes aos ‚Äús√≥cios?‚ÄĚ. Casagrande, sem avisar, ‚Äúbotou‚ÄĚ uma dupla sertaneja para soltar o gog√≥ na noite de 14 de novembro (ontem), l√° pelas bandas do Cisne. Bav√°ria e¬†Brahma se apresentaram para um pequeno grupo de assistentes, arrancando aplausos ao som de Boate Azul e Saudades da Minha Terra. H√° quem diga que por aqui j√° esteja surgindo o ‚ÄúThe Voice Cisne‚ÄĚ, obviamente, sem Lul√ļ Santos, sem Carlinhos Brown, sem Daniel, Cl√°udinha Leite & Cia Ltda. Ali√°s, limitada, mesmo, √© a dupla, de repert√≥rio fraco, com Bav√°ria ‚Äúatravessando‚ÄĚ na letra e com tom (de taquara rachada) acima do colega Brahma. Ainda bem que foi no sertanejo, j√° imaginaram a dupla no funk ostenta√ß√£o? Esse Casa √© mesmo surpreendente.

- Pra quem j√° tinha o Rei Pel√© como atra√ß√£o, o sertanejo est√° bombando com a m√ļsica do ‚Äúmiau‚ÄĚ, miando, mesmo.

Saco Sem Fundo

‚ÄúRecursos que poderiam estar sendo investidos na educa√ß√£o e, principalmente, para ajudar a reduzir o caos na sa√ļde p√ļblica em Mato Grosso est√£o sendo ‚Äėsequestrados‚Äô por fundos especiais, criados pelo Governo e pela Assembl√©ia Legislativa ao longo dos anos. S√£o, ao todo, 52 fundos especiais existentes, segundo levantamento da Secretaria Estadual de Planejamento. Desses, 20 est√£o inativos, ou seja, perderam finalidade.¬†Em 2013, os recursos vinculados a fundos totalizaram R$ 1,1 bilh√£o‚ÄĚ. A not√≠cia est√° vinculada ao Portal 24 Horas News e muitos leigos n√£o sabem o porqu√™ da cria√ß√£o desses fundos, que s√≥ prejudicam os munic√≠pios e ainda ‚Äúmundos e fundos‚ÄĚ. Realmente, o Brasil √© um pa√≠s ‚Äúmulti‚ÄĚ em tudo, seja racial, seja irracional ou picaretagens afins.

- E quem bota a m√£o no fundo?

Acima da Lei

‚ÄúO¬†juiz Jo√£o Carlos de Souza¬†foi parado numa blitz da Lei Seca em 2011. Ele estava num carro sem placas e sem habilita√ß√£o. Ap√≥s Luciana informar que o ve√≠culo seria rebocado, ele se identificou como juiz. A agente de tr√Ęnsito respondeu que ‚Äúele era juiz, n√£o Deus‚ÄĚ. O magistrado deu voz de pris√£o, mas a funcion√°ria do Detran n√£o o acatou. Luciana ingressou com a√ß√£o alegando que ‚Äúo fato lhe imp√īs severos constrangimentos perante seus colegas de profiss√£o, sobretudo em raz√£o de encontrar-se no estrito cumprimento de suas fun√ß√Ķes‚ÄĚ. O juiz contestou e pediu a reconven√ß√£o: ou seja, que a autora fosse condenada a pagar indeniza√ß√£o.‚ÄĚ, diz o texto em uma not√≠cia. Mas, espera a√≠, todos n√£o s√£o iguais perante a Lei? A fun√ß√£o do juiz se sobrep√Ķe aos ditames da Constitui√ß√£o Federal?

- A regra √© clara diz o ‚Äújuiz‚ÄĚ Arnaldo C√©sar Coelho. Aqui √© Brasil, mo√ßa, onde tudo pode.

Futuros Advogados

Na rede social (Facebook) estudantes de Direito discutiam a subjetiva a√ß√£o de algu√©m que pretendesse cometer um homic√≠dio e, podendo disparar seis vezes, s√≥ realiza dois disparos e se arrepende. Entra um leigo na discuss√£o e diz que o sujeito, por ter desistido do ‚Äúservi√ßo‚ÄĚ completo, deveria ser punido por ter sido ‚Äúbund√£o‚ÄĚ... pena de 3 a 9 anos de pris√£o. Logo os estudantes perceberam que o ‚Äúentr√£o‚ÄĚ n√£o era do ramo e buscaram descaracteriz√°-lo do assunto... a√≠, at√© explicar que a met√°fora inserida no assunto s√©rio era uma brincadeira, a discuss√£o aumentou. Foi a√≠ que um contador, professor e atualmente estudante de Direito salvou o leigo das m√£os dos estudantes... de Direito e n√£o da esquerda.

- Don't shoot me I'm only the piano player.

Risco Total

Algumas cidades brasileiras, entre estas Cuiab√°, est√£o listadas entre as mais violentas do mundo, de acordo com Business Insider. Dentre estas, 34 est√£o no rol das piores cidades da Am√©rica Latina e l√° est√£o: Macei√≥, na quinta posi√ß√£o; em s√©timo est√° Fortaleza; em nono, Jo√£o Pessoa (PB); e no ranking subsequente est√£o, em 12¬ļ lugar Natal ‚Äď Brasil; 13¬ļ lugar Salvador ‚Äď Brasil; 14¬ļ lugar Vit√≥ria ‚Äď Brasil; 15¬ļ lugar S√£o Lu√≠s ‚Äď Brasil. Cuiab√° est√° ranqueada na 29¬™ posi√ß√£o, daquelas cidades que, ¬†‚Äúal√©m dos assassinatos, o tr√°fico de drogas, guerras de gangues, instabilidade pol√≠tica, corrup√ß√£o e a pobreza influenciam na alta viol√™ncia nas cidades da lista‚ÄĚ, diz Business Insider.

- Como se v√™, o c√©u √© o limite e o subsolo (ou os por√Ķes da criminalidade) √© onde, n√≥s, os cuiabanos, batemos ponto. Aguardamos pelos tique-Taques do rel√≥gio. √Č como dizem os ensinamentos da evangeliza√ß√£o: ‚ÄúO fim est√° pr√≥ximo...‚ÄĚ. Conseguir√° Taques dar um basta nisso?

Graça Sem Graça

Em 2012, de triste mem√≥ria, a administra√ß√£o municipal fez estabelecer uma confus√£o que repercute at√© hoje com a tal reforma do posto de sa√ļde central. Consta, segundo o TCE-MT, que o empreiteiro teria sido o que menos viu a cor do dinheiro e a qualidade da obra foi objeto de verifica√ß√£o t√©cnica que observou ali diversas irregularidades, pleon√°sticamente t√©cnicas. Naquela reforma(sic), n√£o se viu nenhum questionamento com rela√ß√£o a melhoria das condi√ß√Ķes de trabalho. Passados quase dois anos do fim daquela gest√£o, o pleito agora √© cobrar reformas e melhorias no Centro Preventivo de Sa√ļde.¬†

- √Č como diria aquela frase feita: ‚Äún√£o h√° ferramenta que seja boa ante a m√° vontade do seu operador‚ÄĚ. √Č quando a malagueta torna-se col√≠rio aos olhos dos outros.¬†

Paralelas

Em tempos de falta de medicamentos, muitos necessitam de rem√©dios que tenham o f√≥sforo como princ√≠pio ativo, j√° que a mem√≥ria anda fraca. Nada a ver com aquele f√≥sforo que provoca inc√™ndio. T√≠nhamos uma biblioteca p√ļblica municipal e ela foi demolida para dar lugar a uma pra√ßa e hoje querem uma biblioteca. Foi ao ch√£o com a promessa de surgir uma nova que n√£o veio. Tivemos a oportunidade de pedir uma reforma e amplia√ß√£o do Centro Preventivo de Sa√ļde e justamente um prefeito m√©dico n√£o fez como deveria fazer e hoje querem essa reforma que n√£o pediram l√° atr√°s. √Č como disse aquele t√©cnico ao centro avante que n√£o faz gol: ‚ÄúPor que v√™s a trave nos olhos dos outros, quando mal consegues ver aquele gol escancarado √† sua frente e chutas a danada da bola para a bandeira de escanteio?‚ÄĚ

- J√° dizia um antigo curandeiro: ‚Äún√£o defeques com o √Ęnus dos outros... ao menor sintoma de disenteria, vai xixi l√° longe‚ÄĚ.

Repercuss√£o Negativa

Nada tem alcan√ßado aspecto mais negativo e repercuss√£o proporcional que a aus√™ncia de medicamentos no Centro Preventivo de Sa√ļde. E o curioso √© que ningu√©m assume isso publicamente, que houve uma falha gritante entre um per√≠odo e outro de realiza√ß√£o dos procedimentos licitat√≥rios. Obviamente que os rescaldos pol√≠ticos recaem em √ļnico lombo, no do gestor p√ļblico. Ent√£o, pra qu√™ os auxiliares? Uma boa desculpa, por vezes, satisfaz mais que aqueles adiamentos sequenciais, igual √† cantiga de grilo.

- Alguém para ver isso? Culpa do otorrinolaringorologista? Ou algo a ver com a inconstitucionalissimamente e atroz ineficiência? E os reservas começam a se aquecer... 

Fim de Festa

Em Nobres, no palanque de Silval Barbosa candidato, em 2010, muita gente l√° em cima. Poucos ser√£o os que dar√£o adeus a um governo complicado e que vai deixar para tr√°s muitas obras por terminar. A pavimenta√ß√£o da MT-241, que liga a cidade de Nobres √† localidade de Bom Jardim, √© uma dessas que ficar√£o para o ano que vem. E aquele anunciado, que em 10 dias um total de 1.200 metros lineares estariam conclu√≠dos, entre o Jardim Petr√≥polis e a subesta√ß√£o? Esses 1.200 metros j√° foram alvos de 1.001 promessas em v√©speras de elei√ß√£o, numa piada mal contada por ao menos mais um candidat√°vel. Eita eleitor bom, esse de Nobres, que esquece rapidinho do ‚Äúdrible da vaca‚ÄĚ.¬†

- Também, com tantas marcenarias por aqui, a venda de estacas vai bem, obrigado! Depois, é recolher as estacas e sair por aí, à caça de vampiros, para cravar-lhes as estacas... mas levem água benta e réstia de alho, com muito alho, é claro.

Uma Pergunta

Seria ofensa perguntar, ‚Äúpor que setores competentes n√£o investigam de uma vez por todas a pol√≠tica de incentivos fiscais implantada em MT?‚ÄĚ. Qual seria a diferen√ßa entre o empresariado que paga os seus impostos, em alguns casos, com reten√ß√£o na fonte, em rela√ß√£o √†queles que recebem os privil√©gios do governo? Todos n√£o estariam iguais perante a lei e o fisco? Por bem menos, aquele senhor, l√° em Chicago, nos anos 20, sofreu com a lei e com a pol√≠cia e anos depois acabou achincalhado por Raul Seixas, que dizia: ‚Äú Hei Al Capone, v√™ se te orienta, j√° sabem do teu furo, n√™go, no Imposto de Renda...‚ÄĚ.

- Com relação a isso, cabe ou não cabe uma investigação criteriosa e aprofundada até as entranhas.

Falando Nisso

E por falar em caber ou n√£o caber, tem ganhado corpo na m√≠dia a informa√ß√£o sobre os verdadeiros, os reais propriet√°rios da empresa que ‚Äúadquiriu‚ÄĚ os direitos terceirizados de √°gua e esgoto de Cuiab√° em substitui√ß√£o √† velha e desaparecida Sanemat. A imprensa local, ou seja, de Cuiab√°, segue o refr√£o que come√ßou a circular nas vitrolas e foram parar em ouvidos mais atentos, dando conta de que os reais propriet√°rios da empresa de √°gua e esgoto de Cuiab√°, seriam pessoas bastante conhecidas de dois ex-prefeitos da capital. Ser√° mesmo? Desde que a Sanemat foi ‚Äútorrada‚ÄĚ ou privatizada, pessoas ligadas a ex-diretores da empresa, √† √©poca das privatiza√ß√Ķes, apareceriam como ‚Äúdonos‚ÄĚ de concess√Ķes na regi√£o Norte do Estado. ‚Äú√Č pau, √© pedra, √© o fim do caminho... √Č a chuva chovendo, √© conversa ribeira; Das √°guas de vera, digo, de mar√ßo, √© o fim da canseira...√Č o p√©, √© o ch√£o, √© a marcha estradeira; Passarinho na m√£o, pedra de atiradeira...‚ÄĚ.¬†

- √Č como diria o fil√≥sofo: ‚Äú√Č√©√©√©..., por tr√°s de morro, h√° outros morros...‚ÄĚ.

Capit√£o Gancho

N√£o seria s√≥ l√° no Caribe que embarca√ß√Ķes se deparariam com piratas. Em Nobres, os piratas seguem sua trajet√≥ria e tem sido comum o pessoal da fiscaliza√ß√£o se deparar com um outro ‚Äúvoucher‚ÄĚ pirata em √°guas tur√≠sticas de Nobres. E ainda comparam Nobres com Bonito. Que coisa feia, hein!? O Capit√£o Jack Sparrow e os piratas daqui precisam receber uma aula de consci√™ncia social e econ√īmica, de modo a pensar no munic√≠pio como um todo e n√£o apenas dedicar olhar exclusivista ao pr√≥prio umbigo.¬†

- Querer ser bonito fazendo feio é qualquer coisa esquisita. E pensar que a hora das pedradas, quem as levava era Al Capone.

 

Cabeça Inchada

Como ser√° que est√° a cabe√ßa dos ‚Äútorcedores‚ÄĚ depois do cl√°ssico mineiro entre Dilma ‚ÄúCora√ß√£o de Le√£o‚ÄĚ e A√©cio das Elites Neves? Na busca dos votos dos eleitores, Dilma, por vezes, apresentava ares de Mel Gibson; enquanto que A√©cio era mesmo o bom mineiro, o que ro√≠a pelas beiradas. Deu Dilma no cl√°ssico mineiro, derrotando a raposa mineira que tinha torcedores ilustres pelo Brasil afora. Dilma deu len√ßol em muita gente boa, entre Neymar e Felipe, que n√£o anda t√£o massa assim, s√≥ chegando na rabeira. Ser√° que Rubinho Barichello torcia para A√©cio? Pudera! S√≥ piloto que n√£o ganha t√≠tulo na F√≥rmula Um.

- Bom mesmo era Senna, que n√£o fazia cena. Agora, quem governar√° o Brasil, Mel Gibson ou a Dilma do Proletariado?

‚ÄúCora√ß√£o de Le√£o‚ÄĚ

Tem gente que jura ter visto aqui em Nobres um certo ‚Äúrei‚ÄĚ das antigas, o Ricardo ‚ÄúCora√ß√£o de Le√£o‚ÄĚ. Madre de Dios! As curvas de nossos rios √© que causam esse fen√īmeno... mas, nada que o setor de limpeza de bocas de lobo n√£o consiga resolver. Cruzes!!! Tem gente que trabalha com limpeza de boca de lobo? Essa opera√ß√£o deve ser com roupa especial, desde que n√£o seja de pele de carneiro.¬†

- Fui num baile em Assuncion, capital do bairro São José, onde vi aquela morena, sorridente a bailar. 

Em Casa

Como ser√° que anda os bastidores da pol√≠tica municipal? H√° um ‚Äúciscar‚ÄĚ silencioso com vistas √† reelei√ß√£o municipal, mas muita gente tem preferido agir no anonimato, mas √© sempre bom lembrar do que disse Lulu Santos: ‚Äúnada do que foi ser√°...‚ÄĚ. A forma√ß√£o de grupos pol√≠ticos depender√° do cacife eleitoral dos seus componentes e a popula√ß√£o de Nobres se nos parece bem mais politizada e trabalha com dados estat√≠sticos do passado e de algumas realiza√ß√Ķes nefastas, tanto econ√īmica quanto estrutural da cidade. At√© prova em contr√°rio, todo e qualquer cidad√£o com direito a votar e a ser votado pode se candidatar ao cargo majorit√°rio no munic√≠pio. Mas ser√° que s√≥ com vontade ser√° poss√≠vel atingir o objetivo?

- Especialistas em agricultura sustentam a tese de que bananeira que j√° deu cacho, talvez, n√£o seja recomend√°vel o seu ‚Äúreplantio‚ÄĚ. Ser√° a tal ‚ÄúSigatoka Negra‚ÄĚ, que arrasa bananais? Mas, isso √© coisa do passado, n√£o?¬†

Brasil Político

Vamos criar mais e mais partidos pol√≠ticos e promover o pluripartidarismo, que √© para ver essa eterna disputa entre PSDB e PT. Esse aspecto revela que as siglas menores ser√£o sempre uma boa oportunidade para ‚Äúaluguel‚ÄĚ daqueles que polarizam na disputa. Os partidos fora da disputa nacional, considerados nanicos, como se erguer√£o ante o poder financeiro do PMDB, PT e PSDB? Ter√£o ra√≠zes apenas nos estados onde mant√©m o poder ou conquistam atrav√©s de governadores, senadores, deputados federais e estaduais. O PSOL, em MT, se mant√©m longe das coliga√ß√Ķes e busca criar um agigantamento em carreira solo, o que deve demorar mais quatro anos. Na verdade, determinadas siglas s√£o como os im√≥veis em posse de um corretor e o ‚Äúaluguel‚ÄĚ s√≥ depende de algumas cl√°usulas contratuais.

- Estamos numa Venezuela disfarçada.

Campanha em Minas

De acordo com uma fonte informativa, o deputado eleito, Wilson Santos (PSDB), foi ajudar na campanha de A√©cio Neves (PSDB) na cidade de Tr√™s Cora√ß√Ķes (MG). Ocioso dizer que A√©cio perdeu em seu pr√≥prio estado, ou seja, a contribui√ß√£o de WS foi p√≠fia. Em MT, WS passou lambendo o banco de reservas e a sua elei√ß√£o foi um golpe de sorte misturado com oportunismo por ter se misturado ao grupo de Taques. Vamos ver como ele se comportar√° na sua pr√≥pria ‚Äúressurei√ß√£o‚ÄĚ.¬†

- O Galinho anda até falando e dando pitacos, mas as lembranças dele como prefeito são pouco atrativas.

Repasse/Convênio

Quem costuma acessar a rede social (Facebook), vai perceber que a Prefeitura Municipal de Nobres divulga que efetuou repasse ao hospital conveniado local, conforme ficou convencionado no contrato. Vereadores teriam recebido reclama√ß√Ķes de que o repasse n√£o estaria em dia e a resposta foi imediata, atrav√©s da rede social. Obviamente que durante a assinatura do novo conv√™nio foram colocadas algumas situa√ß√Ķes que poderiam ocorrer, de acordo com o que fomos informados atrav√©s de uma fonte palaciana.

- A reclamação, então, seria improcedente?

Repasse/Convênio II

Se os comprovantes foram apresentados, logo... fica caracterizada uma d√ļvida sobre a tal reclama√ß√£o e acredita-se que isso n√£o influa na devida rela√ß√£o entre o prestador de servi√ßo e o p√ļblico que necessita dos servi√ßos hospitalares. O papel fiscalizador do conv√™nio √© da compet√™ncia dos vereadores, cabendo ao contratado a melhor qualidade na presta√ß√£o dos servi√ßos ao p√ļblico. Dessa forma, nenhum cidad√£o deve deixar de ser atendido e a unidade hospitalar conveniada cabe √† presta√ß√£o de servi√ßos de acordo com as cl√°usulas contratuais. Nesse hiato, entre povo e poder, est√° o vereador para fiscalizar o cumprimento do que est√° no bojo do contrato.

- E todos foram felizes para sempre. Amém.

Estudantes UNIC

Eles est√£o por a√≠, em n√ļmero de quatro, avaliando e buscando dados sobre Nobres. S√£o tr√™s mo√ßas e um rapaz, futuros arquitetos e urbanistas, que buscam informa√ß√Ķes pertinentes ao curso que est√£o inseridos, j√° no 9¬ļ Semestre. Cansados das ‚Äútrincheiras‚ÄĚ existentes em Cuiab√°, do p√≥s-Copa, eles vieram parar na ‚ÄúTrincheira‚ÄĚ de Nobres. Well! A Trincheira daqui n√£o apresenta rachaduras e j√° est√° conclu√≠da. Sejam bem vindos, Janaina Figueiredo, Caroline Kroling Ramos, Kamila Simone da Rosa e Maycon Sales.

- √Č como diria o inimit√°vel Oscar Niemeyer: ‚ÄúSe a reta √© o caminho mais curto entre dois pontos, a curva √© o que faz o concreto buscar o infinito‚ÄĚ.¬†

Di√°rio de Bordo

A visita t√©cnica ao munic√≠pio de Bonito, em Mato Grosso do Sul, colocou numa mesma ‚Äúembarca√ß√£o‚ÄĚ algumas das figuras mais pol√™micas de nossa regi√£o embora todos estejam imbu√≠dos do mesmo prop√≥sito. Bem, na escala√ß√£o do time de Clebinho figuravam Lauro Modesto, Juca do B√≥ia Cross, Osvadinho ‚ÄúGasolina Azul‚ÄĚ, Zaqueu e dona Ellen, os vereadores Acendino, Silvestre e Fl√°vio Rondon. N√£o que eles sejam t√£o pol√™micos, mas quando chegou ao time um certo Toninho, a√≠, a maionese desandou. Primos, dizem que distantes, Silvestre e Toninho s√£o como √≥leo e √°gua, mas tamb√©m dizem que eles voaram juntos de Campo Grande para Cuiab√°, tempo suficiente para uma amalgama, contrariando qualquer alquimista.¬†

- Nunca se viu viagem tão divertida quando se juntam tantos ranzinzas assim, não é mesmo, seu Lauro?

Nobel de Economia 

O ganhador do Pr√™mio, em 2006, o norte-americano Edmund Phelps, recebeu a premia√ß√£o da academia por ter demonstrado que a prioridade de uma pol√≠tica anti-inflacion√°ria tem efeitos ben√©ficos a longo prazo sobre o crescimento. Esse tema est√° na moda da pol√≠tica atual e gravita em meio aos discursos dos candidatos √† presid√™ncia da Rep√ļblica. A presidente Dilma, quer herdou de Lula, que herdou de Fernando Henrique Cardoso, o controle inflacion√°rio, essa heran√ßa parece n√£o refletir positivamente na economia brasileira nos dias de hoje e os efeitos n√£o tem sido t√£o ben√©ficos assim.¬†

- Até porque, a corrupção é o antídoto contra qualquer política anti-inflacionária.  

A Favor da Revanche 

Tem uma lideran√ßa rural que parece pouco ‚Äúinteressada‚ÄĚ na forma√ß√£o do Conselho de Seguran√ßa Alimentar e Nutricional. Bastando que essa lideran√ßa indique dois nomes √† forma√ß√£o do dito conselho, entretanto, tem se negado a contatar com aqueles que o procuram, como se ainda estivesse contaminado pelos resqu√≠cios da pol√≠tica governista municipal. As institui√ß√Ķes, entidades associativas e cong√™neres n√£o s√£o propriedades particulares e nem os cargos existentes nesses setores s√£o vital√≠cios, portanto, sujeitos √† vigil√Ęncia do setor que cuida do interesse p√ļblico e dos interesses difusos.¬†¬†

- Concorre ao Prêmio da Academia do Abacaxi a Descascar.   

Magda 

O ex-prefeito Wilson Santos, de Cuiab√°, que inexplicavelmente entregou a Prefeitura da capital para Chico Galindo, ressurgiu das cinzas ao ser eleito deputado estadual e j√° soltou a primeira p√©rola ao dizer que Pedro Taques ter√° muitas dificuldades para manter o discurso da honestidade at√© o fim do seu mandato como governador. Ser√° mesmo? Mal falou e j√° teve que engolir o sapo ao pedir desculpas a Taques, conforme a m√≠dia baseada em Cuiab√°. ‚ÄúProf.¬ļ‚ÄĚ, quem t√° de carona n√£o d√° palpites sobre trajeto da viagem.¬†

- Afinal, estar de carona não é o mesmo que ser copiloto. Cala a boca...  

Nepotismo Político 

J√ļlio Campos Neto e Neto Galindo, dois nomes que tentaram se estabelecer por conta do ‚ÄúGuia Pol√≠tico Familiar‚ÄĚ rodaram, rio abaixo na pol√≠tica. Como se v√™, boa parte do eleitorado n√£o est√° mais assim, t√£o desinformada como se pensa. Papai apresenta e o eleitor vai ter que votar... qu√° dia. O neto do ex governador Jos√© Garcia Neto, F√°bio Garcia, conseguiu varar o bloqueio com apoio de Mauro Mendes, de Pedro Taques e dos acertos feitos pelo interior do Estado. Rico, filho de Roberinho, da Engeglobal, F√°bio Garcia √© empres√°rio e contou com a contribui√ß√£o do atual prefeito de Cuiab√° para ajudar a influenciar o eleitorado. J√° o Procurador Mauro, sem tanta for√ßa assim, nem pol√≠tica e nem financeira, obteve expressiva vota√ß√£o atrav√©s da sua popularidade, demonstrando com isso que o sistema pol√≠tico brasileiro, infelizmente, ainda √© movido pela for√ßa do dinheiro e s√≥ chega ao poder quem tem muita grana, atrav√©s da qual se conquista aliados em todos os lugares.¬†

- Pol√≠tica √© feita dessa forma, com grandes investimentos e com a generosa contribui√ß√£o de aliados em cada munic√≠pio, movidos a muitas notas e ironicamente denominados de ‚Äúvolunt√°rios‚ÄĚ. E ainda assim, alguns n√£o escapam do naufr√°gio.¬†

Lupi Ameaça 

Como aliado do governo federal, o PDT sob o ex-ministro Carlos Lupi j√° cobrou apoio total do partido √† presidente Dilma no segundo turno. O governador eleito de MT, Pedro Taques, teria sido pressionado por Lupi para apoiar a reelei√ß√£o de Dilma, mas disse que n√£o vai atender. Numa eventual vit√≥ria de Dilma, o PDT estaria bastante enfraq¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† uecido perante o governo federal. Ainda bem que a coloca√ß√£o trata apenas de eventualidade porque tudo indica que A√©cio Neves deve ganhar mais dianteira, mas √© sempre bom ater-se ante as manobras do pessoal do PT neste segundo turno. Dilma fala em jeito novo de governar, s√≥ se o doleiro Alberto Youssef for o futuro ministro da Fazenda. Eita ‚Äúh√īme b√£o‚ÄĚ pra fazer dinheiro render.¬†¬†

- Jeito novo de governar, com conceitos velhos de compara√ß√£o entre passado e presente. E vejam quem ‚Äúintima‚ÄĚ por apoio, o ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, de outras lembran√ßas e com extremo apego ao governo de Dilma.¬†

Em Três de Maio 

A cidade √© Tr√™s de Maio, na regi√£o Noroeste do Rio Grande do Sul, onde algu√©m bateu palmas √† porta da casa e o morador saiu e n√£o viu ningu√©m, mas deparou-se com um pacote ou embrulho, com jornal da cidade, contendo R$ 10.000.00 em notas de R$ 50,00 e de R$ 100,00. Sem entender, o morador chamou a pol√≠cia e entregou o pacote. Tem muita gente se roendo com a not√≠cia e o maior fen√īmeno, na verdade, n√£o foi a quantia, mas a devolu√ß√£o, revelando um caso de honestidade incomum.¬†

- Como se v√™, ainda √© poss√≠vel amarrar cachorro com lingui√ßa sem que ele desconfie do sabor e n√£o morda a ‚Äúcorda‚ÄĚ.¬†

Em Nobres 

Hoje, pela manh√£, na fila por uma feijoada no Clementino, uma senhora teria mencionado que a falta de chuva seria atribu√≠da ao prefeito, que hoje faz 51 anos. Como se v√™, tem prefeito com capacidade at√© para fazer chover. L√° na aldeia bakairi, sem a necessidade da dan√ßa da chuva, choveu e ventou muito no dia 04 de outubro, a ponto de destelhar a Escola Municipal ‚ÄúOlavo Mendes‚ÄĚ. √Č de se acreditar que o alcaide n√£o tenha ‚Äúmandado‚ÄĚ chuva apenas para l√°. Desconfia-se que seja falta de assunto na fila, mas, se n√£o for, que tal pedir para o ‚Äúmanda chuva‚ÄĚ trazer uma boa chuva para a cidade de Nobres, sem vento, √© claro.

- Aos 51, taí, uma boa idéia. 

Na MT-240 

Apesar de todas as boas e das melhores inten√ß√Ķes, o desmatamento nas marginais da MT-240 √© algo assustador. O agroneg√≥cio avan√ßa sem d√≥ contra a vegeta√ß√£o e o rio Arinos pode estar em risco, ainda que se veja a sua mata ciliar mantida. O tal de zoneamento agroambiental √© visto como chifre, que √© uma coisa que n√£o existe, mas √© apenas colocado na cabe√ßa das pessoas. Ser√°? Ultimamente, o que mais tem importado s√£o os d√≥lares e a natureza que se dane.¬†

- Correntes s√£o arrastadas pelos corredores do cerrado e os pequenos afluentes tendem a desaparecer. A bacia hidrogr√°fica √© outra, mas os efeitos da devasta√ß√£o s√£o os mesmos, nas bacias Amaz√īnica e Platina.¬†¬†

Reavaliação

O prefeito Sebastião Gilmar deve entrar numa segunda fase de sua administração e é chegado o momento de reavaliação da sua equipe de governo no que se refere a desempenho e comprometimento. São nesses instantes em que é preciso fazer um reexame e saber como se chegou até aqui e quais são as pessoas comprometidas com um projeto de governar em que os resultados ainda se mostram imperceptíveis aos olhos da comunidade. Por mais dura que possa representar a possibilidade de intervenção, a hora é agora, antes de se voltar para o segundo tempo.

- Em 2015, é necessário rearrumar a casa.

Reavaliação II

A administra√ß√£o do prefeito Sebasti√£o Gilmar, numa minirreforma administrativa realizada este ano, para adequa√ß√£o financeira, seguramente, ganhou alguns inimigos pol√≠ticos. Por√©m, o governo apresentou ganhos no que se refere a comprometimento e produtividade efetiva. Uma segunda minirreforma administrativa seria interessante, principalmente para alguns vision√°rios ou ‚Äúenxadristas‚ÄĚ an√īnimos, que movem as pedras, mas ningu√©m o v√™ no lance. Ademais, o momento √© mesmo de colocar em pr√°tica algumas medidas que invoquem o comprometimento com o trabalho, porque, afinal, exercer uma gest√£o administrativa s√≥ com ‚Äúsugest√Ķes‚ÄĚ, sem pegar no chifre do boi, realmente na √© por a√≠.

- Pe√Ķes, bispos e cavalos s√£o remov√≠veis do tabuleiro sem necessidade de xeque.

Reavaliação III

Com algumas obras em andamento e de olho na economia, o governo atual de Nobres n√£o disp√Ķe de nenhum tipo de publicidade e de marketing, via ag√™ncia, que possa representar uma forma de trabalhar para melhorar a imagem. Com alguns equ√≠vocos cometidos internamente, onde n√£o se faz pol√≠tica e apenas o prefeito e alguns poucos secret√°rios focam no trabalho e se preocupam com a imagem do governo, isso precisa ser avaliado. Um governo precisa de algo al√©m de ‚Äúsugest√Ķes‚ÄĚ, mas de um sistema de sa√ļde ao menos regular, de um setor de obras que evite ao m√°ximo ser o receptor de raios. S√£o setores que garantem uma excelente visibilidade ao governo e que n√£o necessitam de ‚Äúsugest√£o‚ÄĚ, mas de atitudes e de colabora√ß√£o ampla dos demais integrantes do ‚Äústaf‚ÄĚ.

- N√£o bastasse isso, urge a necessidade da aquisi√ß√£o de um detector de ‚Äútrairagem‚ÄĚ, que √© para evitar que o rio, nosso de cada dia, ganhe uma superpopula√ß√£o desse esp√©cime, n√£o raro na nossa fauna ictiol√≥gica. √Č hora do bloco do ‚Äújacar√©‚ÄĚ.

Nobres/C√°ceres

O munic√≠pio de C√°ceres, como antes nunca visto, deu um exemplo de sentimento p√°trio ou amor √† terra ao lan√ßar m√£o do ‚Äúvoto √ļtil‚ÄĚ, apostando no candidato dr. Leonardo para deputado estadual com cerca de 65% dos votos ao m√©dico. Dr. Leonardo √© um exemplo de que o derrotado de hoje ser√° o vencedor de amanh√£. Perdeu a elei√ß√£o municipal em 2012 para o milion√°rio empres√°rio Francis Mariz, que at√© hoje n√£o mostrou a que foi eleito. O m√©dico acaba de dar a volta por cima ao eleger-se deputado estadual atrav√©s dos votos da maioria absoluta dos cacerenses, reconhecendo que se tivesse sido eleito prefeito, hoje, estaria com um pepino em sua salada e s√≥. J√° em Nobres, basta olhar na lista de vota√ß√£o, para se ver gente que nem sabe onde fica o munic√≠pio e com votos do eleitor daqui.

- Contrastes políticos sazonais. 

Nobres/C√°ceres II

Em Nobres, elei√ß√£o e carnaval n√£o s√£o fen√īmenos diferentes, e o samba √© do crioulo-doido. Teve cabo eleitoral que ‚Äútrabalhou‚ÄĚ para tr√™s candidatos a deputado estadual diferentes em tudo, ideologicamente citando. E a nenhum deles faltou... na hora do ‚Äúcascaio‚ÄĚ. Realmente, por aqui, o mais importante √© olhar para o pr√≥prio umbigo e a popula√ß√£o que se dane. O ex-reitor da Unemat, Adriano Silva, obteve 16 votos aqui. A blogueira Adriana Vandoni obteve dois votos por aqui dentro da rela√ß√£o das inutilidades inseridas nas urnas. A √ļnica unanimidade por aqui foi mesmo o primeiro teste biom√©trico com as digitais atravessando no samba, mesmo considerando-se a impossibilidade de fraude, atrasou a vota√ß√£o junto com a falta de colinha.

- Votos nulos e aus√™ncias foram consider√°veis nestas elei√ß√Ķes.

My Doctor?

Realmente, como disse o ator Andr√© D‚ÄôLucca, doutor Jos√© Roberto √© mesmo intrag√°vel como candidato e indigesto na sua percep√ß√£o sobre pol√≠tica. Interiormente, haveria de ser observado que Pedro Taques ria das respostas do ‚Äúdoutor‚ÄĚ Jos√© Roberto quando questionado por ele. Quando o assunto foi tributa√ß√£o, o candidato Jos√© Roberto parecia que visitava a R√ļssia e nada entendia do que se falava. ‚ÄúEssa quest√£o, essa coisa do...‚ÄĚ eram as argumenta√ß√Ķes do candidato ‚Äúdoutor‚ÄĚ Jos√© Roberto do pa√≠s dos doutores ou da Nobres dos doutores. Por estas bandas, todo mundo √© doutor e h√° quem ande com nariz empinado se acreditando nisso. Fracas as argumenta√ß√Ķes do dr. Jos√© Roberto.

- N√£o disse a que foi no debate, raz√£o porque a sua candidatura patina no ‚Äúgrid‚ÄĚ de largada.

Herói ou Vilão?

No Campeonato Brasileiro de Futebol Profissional, as arbitragens realmente est√£o desastrosas e gerando muita chiadeira. Nos XXIII Jogos Estudantis Nobrense, algumas reclama√ß√Ķes espor√°dicas, muito mais pela emo√ß√£o que pela raz√£o, afinal, o que est√° em jogo √© apenas o primeiro lugar, o trof√©u e medalhas. Reclamar √© normal e aceit√°vel, desde que algumas pessoas n√£o se apresentem com aquele famoso ‚Äúbafo‚ÄĚ, digno de um etil√īmetro (baf√īmetro), para reclamar da arbitragem. A√≠, o her√≥i vira vil√£o.

- Para enganar a galera, mastigue cravo, mas não faça isso quando estiver dirigindo, só quando for reclamar da arbitragem. 

Registro

Muita gente na foto na abertura dos jogos locais, j√° no encerramento, como foi no s√°bado, √† noite, a secret√°ria municipal de Educa√ß√£o estava solit√°ria no ato de baixar as cortinas e encerrar o espet√°culo. Dizer que uma ‚Äúguerra‚ÄĚ se vence apenas com um soldado seria exagero, at√© porque, segundo Raul Seixas, ‚Äú√© de batalhas que se vive a vida...‚ÄĚ. Mesmo Joana D‚ÄôArc, ela n√£o se apresentava sozinha. Nas reuni√Ķes pol√≠ticas, muitos dos soldados t√™m preferido ficar nas trincheiras, ao menos at√© o dia anterior a libera√ß√£o do soldo.¬†

- ‚Äú√Č como diria Z√© Ramalho: ‚ÄúNas casa-matas, casas vivas, caso morras; E nos del√≠rios, meus grilos temer; O casamento, rompimento, sacramento, documento...‚ÄĚ. Como se v√™...

Afluentes Morrendo

Alguns pequenos c√≥rregos que formam a bacia que desagua no rio Cuiab√° est√£o mortos e outros perdendo for√ßa por conta do desmatamento, por assoreamento e descaso das pr√≥prias pessoas que habitam nas suas proximidades. Isso ocorre na regi√£o do PA Coqueiral/Queb√≥ e aqui mesmo na MT-241, √© vis√≠vel o estado de fal√™ncia dos c√≥rregos a partir do C√≥rrego Tucum. Sem precisar nomes, na regi√£o da Coqueiral, in√ļmeros c√≥rregos deixaram de ser tempor√°rios e perenizaram-se na seca. Recompor a mata ciliar √© t√£o caro e t√£o custoso aos que pouco se importam com a situa√ß√£o.¬†

- S√£o Paulo j√° est√° conhecendo os males que o desmatamento causa, n√£o s√≥ l√°, mas, principalmente, na Amaz√īnia, com reflexos a milhares de kms.

À César...

...o que √© de C√©sar, ou seja, se h√° leis que estabelecem impostos, nada como pag√°-los. O empres√°rio Antonio Constantino, o Toninho da Anaconda, assinou embaixo como um dos grandes avalistas da Lei do Voucher, e foi recolher os seus impostos, ontem, √† tarde. Questionador e tido como pol√™mico, Toninho refor√ßou a tese de que tudo far√° para ajudar e n√£o para atrapalhar, at√© porque, √© um dos pioneiros na atividade tur√≠stica na zona rural. Sem ter como ofertar uma ‚ÄúMo√ß√£o de Aplauso‚ÄĚ, cuja honraria √© concedida pelo Legislativo, vale reconhecer que o imposto pago √© que refor√ßar√° o caixa para a recupera√ß√£o das vias na bela regi√£o rural.

- Se pensamos que somos bonitos, nada como agir como bonito.

Nativos e Visitantes

Recentemente, em Bom Jardim, estabeleceu-se uma pol√™mica danada por conta do atendimento de sa√ļde nem t√£o satisfat√≥rio assim a um turista. Realmente, quem viu entendeu a quest√£o, mas a pol√™mica criada em torno de assunto nos remete a um questionamento, e as pessoas que vivem ou que j√° estavam ali bem antes do ‚Äúboom‚ÄĚ tur√≠stico, n√£o merecem tratamento igual? Os nativos ou aqueles que vieram para se fixar em Bom Jardim, s√£o pessoas que devem ter tratamento igualit√°rio, n√£o √© mesmo? Nada como respeitar direitos e deveres de cada um e evitar qualquer tipo de segrega√ß√£o.

- E todos foram felizes para sempre... polêmicos e não polêmicos.

Educação na Coqueiral

Por volta de 1.993, na gest√£o da ent√£o prefeita L√≠dia Barbosa, o chefe de gabinete daquela gest√£o, Luiz Gonzaga Nogueira Barbosa, foi √† Roda d‚Äô√Āgua para inaugurar a Escola Marechal Rondon e um grupo tentou fazer um cord√£o de isolamento para evitar que a inaugura√ß√£o ocorresse. Dr. Luiz, como o denominavam, enfrentou o grupo, rompeu o bloqueio e inaugurou a escola, que est√° l√° at√© hoje funcionando. E quem organizou o bloqueio para evitar a inaugura√ß√£o? Pois √©, agora, diz que a zona rural est√° abandonada e que a educa√ß√£o estaria p√©ssima. A Escola Municipal ‚ÄúMarechal Rondon‚ÄĚ superou a meta proposta pelo Ideb, gra√ßas ao envolvimento conjunto de todos os profissionais da Educa√ß√£o, desde o guarda de patrim√īnio, passando pela coordena√ß√£o, dire√ß√£o, secret√°ria municipal de Educa√ß√£o e todo o governo municipal.

- Mas, quem foi mesmo que tentou barrar a inauguração? Ganha uma rapadura de leite quem adivinhar.

Educação na Coqueiral II

A Escola Estadual ‚ÄúMarechal Rondon‚ÄĚ, essa sim, apresenta problemas na sua estrutura, estando sob investiga√ß√£o. O caso est√° em fase conclusiva e um resultado deve sair, para bem ou para mal. Qual a solu√ß√£o, demolir a escola ou recuper√°-la? Quem executou a obra? Como a executou?

- Respostas est√£o sendo buscadas.

PA Coqueiral/Quebó

H√° mais de duas d√©cadas e meia as pessoas est√£o ali no PA Coqueiral/Queb√≥ e o Incra pouco ou quase nada fez pela solu√ß√£o dos problemas estruturais ali existentes. Muitos dos que pisaram pela primeira vez no assentamento j√° tombaram inertes e outros correm o risco de fenecer e n√£o ver as terras tituladas. O georreferenciamento que come√ßou na gest√£o do prefeito Jos√© Carlos ainda n√£o trouxe as respostas que a popula√ß√£o buscava e a titula√ß√£o apenas dos setores urbanos de Bom Jardim e Roda d¬ī√Āgua deve sair ainda nesta administra√ß√£o municipal. Muitos j√° ‚Äútorraram‚ÄĚ as suas respectivas √°reas e foram embora, transferindo apenas a posse. E uns e outros usufruem sobre as necessidades de muitos como √© sabido por l√°.

- Quem realmente luta e vem enfrentando as vicissitudes do tempo corre o risco de nem ver o progresso chegar com o asfaltamento de parte da MT-241. De outra parte, na região da MT-240, uma frente agrícola avança significativamente e por lá o líder da Aprosoja não foi.

PA Coqueiral/Quebó II

At√© h√° pouco tempo tinha gente que dizia que n√£o valia a pena ‚Äúinvestir‚ÄĚ em melhorias para a zona rural de Nobres porque a popula√ß√£o de l√° n√£o correspondia com votos. Dizia-se que a zona rural seria um ‚Äúsaco sem fundo‚ÄĚ e gastar dinheiro ali seria desperd√≠cio. Quem dizia isso √© mal visto por l√° porque todos sabem de quem se trata e sabe que a pron√ļncia tinha proced√™ncia de quem liderava o grupo. Ser√° que essa opini√£o acerca da zona rural mudou?¬†

- N√£o me perguntem quem ‚Äúespalhava‚ÄĚ isso por a√≠.

Apoio Político

Se a declara√ß√£o de apoio pol√≠tico resolvesse, Nobres poderia estar muito melhor ou j√° teria deixado essa situa√ß√£o em que hoje se encontra. Em 2010, quantos n√£o subiram no palanque de Silval Barbosa em Nobres, em frente ao ‚ÄúBaliz√£o‚ÄĚ. Prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e ex-vereadores, cuja foto temos aqui em nossos arquivos. Mas h√° que se respeitar a democracia e o direito de escolha de cada um, desde que n√£o se fa√ßa de sonso e tente passar uma borracha no passado. Mas t√° bom, em 2010 muitos tentaram angariar a simpatia de Silval. Esperamos que essa simpatia de agora traga algo de bom para Nobres, que finalmente est√° conseguindo superar as dificuldades e a heran√ßa maldita do passado que tem nome e denomina-se de ‚Äúcofre arrombado‚ÄĚ.

- E viva a frase: ‚ÄúO campo vive sem a cidade, mas a cidade n√£o vive sem o campo‚ÄĚ. Essa tese derruba aquela do ‚Äúsaco sem fundo‚ÄĚ. Silval j√° era, n√£o √© mesmo?¬†

Difícil Entendimento

Respeitando toda a inteligência do candidato Pedro Taques na campanha atual, é difícil entender por que o princípio democrático é descartado na sua proposta quando ele diz que não vai entregar secretarias a partidos políticos. Os partidos aliados servem a que na composição da aliança política? Partidos políticos só servem à travessia entre a campanha e o poder? Ou seria o candidato Taques alguém com tamanha competência que só se utilizaria do PDT para compor o governo? Se for privilegiar a competência, aí sim, muitos serão chamados e poucos os escolhidos. Soa estranha a insistência na afirmação de que não vai entregar secretaria a partido político. Mesmo porque, há mais de 2.000 anos atrás, um certo Jesus Cristo contava com 12 seguidores das suas propostas e estilo de vida. 

- Pelo menos até aquela madrugada em que alguém o renegou.

Negócio da China

Gente que est√° infiltrada em campanha pol√≠tica diz que tem candidato ‚Äúrasgando‚ÄĚ dinheiro com apoio financeiro de um grupo chin√™s que deseja implantar ferrovia em MT. E tinha gente pensando que esse candidato n√£o estaria bem na fita financeiramente. A ‚Äúgrana‚ÄĚ est√° correndo solta nessa campanha pol√≠tica e a justi√ßa eleitoral a espera que um pobret√£o denuncie esse esquema. Pai Nosso... perdoai as nossas d√≠vidas assim como perdoamos os nossos devedores. A√≠ vem aquele tema, alvo dos articulistas que postam seus coment√°rios nos principais portais de not√≠cias de Mato Grosso, sobre um estado rico em que a pobreza predomina. Simples e objetivo, podemos dizer que muitos s√£o privilegiados pela isen√ß√£o de impostos, pela sonega√ß√£o fiscal e outras benesses ofertadas pelo estado mato-grossense.

- Mato Grosso é o velho/novo eldorado.

Negócios de MT

Isen√ß√£o de impostos, sonega√ß√£o fiscal e um estado violento, onde predomina o tr√°fico de drogas e todos os demais crimes correlatos, e na tev√™, no hor√°rio eleitoral, muita gente falando em solu√ß√£o m√°gica para a viol√™ncia. Mato Grosso, de um tempo a este, virou a terra do Al Capone, com a sonega√ß√£o de impostos e a viol√™ncia caminhando na mesma dire√ß√£o em lados opostos de uma mesma estrada. Nos anos 20, a sonega√ß√£o era sobre bebidas e agora √© sobre gr√£os, mas a viol√™ncia parece nadar na raia ao lado, com elimina√ß√Ķes sum√°rias de advogados, de litigantes por terra e daqueles soldados do tr√°fico ou ‚Äúlambaris‚ÄĚ, sem que os generais ou tubar√Ķes sejam atingidos. E l√° de Bras√≠lia ainda tem ajuda financeira para a Bol√≠via e Paraguai, principais produtores da droga que alimenta o Brasil. S√≥ para se ter uma ideia do tamanho do neg√≥cio, V√°rzea Grande parece ser a velha Medellin dos anos 80.

- O estado √© permissivo, onde o grande ‚Äėg√Ęngster‚Äô n√£o √© atingido pelas leis e quando √©, isso faz a alegria de uma outra classe.

Baixaria Televisiva

Os candidatos a senador, Wellington Fagundes e Rog√©rio Salles est√£o fazendo a alegria daqueles que gostam do baixo n√≠vel nas campanhas pol√≠ticas. De um lado, um candidato que chegou ao seu destino por duas vezes sentado no banco do carona, sem pegar no chifre do boi em nenhuma das vezes. De outro, um deputado federal que quer ir mais longe e j√° disputou elei√ß√Ķes a deputado estadual e a federal com muito cacife financeiro. Como Fagundes ocupa a lideran√ßa, segundo os institutos de pesquisa de opini√£o p√ļblica, Salles resolveu deitar o cacete no advers√°rio para ver se sobe na prefer√™ncia popular. A aposentadoria de Rog√©rio Salles como ex-governador √© o √ļltimo ataque desferido por Fagundes.

- Qual ser√° o tema do pr√≥ximo ‚Äúround?‚ÄĚ

Telhados de Cristal

Quem tem telhado de vidro é pobre, as telhas que cobrem os políticos é do mais puro cristal. E cada pedrada sobre o telhado de uns e de outros nos revides da vida é prejuízo certo. Divisão de Mato Grosso, candidato de muleta, aposentadoria com apenas oito meses de trabalho são alguns dos temas utilizados nos ataques e contra ataques, o que causa danos nos telhados de ambos e cai nos ouvidos do populacho. O resumo da ópera é: a política é realmente um eldorado, não permitido a qualquer um, mas a quem tem recursos financeiros para participar dessa ciranda. E no horário eleitoral na tevê, vemos candidatos inexpressivos se apresentando para carregar os votos para dentro do formigueiro, o que dará direito aos mais abastados de atingir as cumeadas do poder.

- √Č a F√≥rmula Um pantaneira, com carros preparados e com aqueles que podem levar at√© uma hora para troca de pneu... v√£o chegar, obviamente, quando a corrida j√° terminou, h√° tempo.

Last Updated ( Wednesday, 14 January 2015 19:02 )

 

Trincheira XXXIX

 

Diferenças Notórias

 

Como pode um candidato ‚Äúcomprar‚ÄĚ a pr√≥pria elei√ß√£o, saindo do anonimato √† popularidade com gastos exorbitantes e aos olhos de todos. A corrida eleitoral √© desigual em todos os cargos, mas para deputado estadual √© d√






Last Updated ( Saturday, 13 September 2014 13:08 )

Trincheira XXXVIII

Maior da História

A julgar pela sequ√™ncia dos fatos e dos elementos que v√£o sendo juntados no intrincado quebra cabe√ßas, a Opera√ß√£o Ararath pode se tornar o maior esc√Ęndalo financeiro da hist√≥ria de Mato Grosso. E olha que j√° houve casos esca


Last Updated ( Friday, 06 June 2014 11:02 )

Trincheira XXXVII

Salva Vidas?

O jogador de futebol amador que age com violência excessiva na prática do esporte é considerado antiesportivo e, portanto, passível de punição por parte de alguma comissão disciplinar. Isso é óbvio. O que não pode é alguém "in

























































































































































































Last Updated ( Tuesday, 18 March 2014 10:52 )

Trincheira XXXVI

Contra Indicação
Nessas idas e vindas da vida, um ex-secretário, bastante poderoso ontem e que costumava dar chá de cadeira em muita gente, em dias recentes e já passados, experimentou do próprio chá e parece não ter gostado, a ponto de reclam
































































































































































Last Updated ( Monday, 23 December 2013 13:28 )

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Trincheira LV

Ilusionismo Uma infinidade de virtuais candidatos a vereador tem acreditado que o eleitor de Nobres seja ‚Äúleso das ideias‚ÄĚ e passam a buscar cabelo em ovo para se mostrar preocupado com a cidade. Deve ser mais uma dessas crises de ilusionismo que acomete alguns pretensos candidatos a m√°gico. N√£

Silêncio conveniente

Como o ar por aqui tem em seu contexto químico metade de oxigênio e outra metade de política, parece até estranho, até agora, esse silêncio sobre candidaturas majoritárias. Ninguém fala sobre o assunto sucessão municipal e ao menos um candidato segue a sua rotina, desde o ano de 2017, posici
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