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Tribuna de Nobres

20/01/2019
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Trincheira

Trincheira LV

Surreal

Pode entrar para o livro dos recordes (das asneiras, obviamente!) o que vem ocorrendo por a√≠ acerca da m√≠dia e da necessidade (esdr√ļxula) da exig√™ncia de porte de DRT (Registro do MTb) at√© para entrevistados em r√°dio. Os apresentadores de programas evang√©licos t√™m recebido cobran√ßa sobre porte de DRT. A exig√™ncia teria v√≠nculo com o pagamento de anuidade, na casa dos R$ 250,00 ou mais. Nos est√°dios de futebol, se a exig√™ncia ‚Äúcolar‚ÄĚ, cada jogador de futebol, al√©m da carteirinha da CBF, vai ter que portar DRT. O mundo moderniza-se, mas alguns comportamentos seguem arcaicos. Uma consulta (ou den√ļncia, que seja) ao Minist√©rio P√ļblico Estadual jogaria essa exig√™ncia na lata do lixo. Ou seria exagero?

- Papagaios e araras sem DRT serão expulsos do paraíso.

Surreal II

A coisa est√° mais pra conto de fadas que para a realidade. Assalto a m√£o armada com a utiliza√ß√£o de pistola de cola quente √© qualquer coisa cinematogr√°fica e o tiro saindo pela culatra. A abordagem foi em um policial, que meteu bala na galera l√° em Rondon√≥polis. Realmente, a bandidagem est√° desesperada e ningu√©m quer mais pegar no batente. Deu azar no confronto com o ‚Äúp√© preto‚ÄĚ. Entre a fic√ß√£o e a realidade, a pistola de cola quente e a pistola de chumbo grosso.

- Zebra na ‚Äúpescaria‚ÄĚ dos meliantes.

Pobre Estado

O governador Mauro Mendes, apesar de bem intencionado, corre o risco de ver a sua administra√ß√£o descarrilar logo nos primeiros meses. √Č um tal de colocar culpa em tudo e todos, jogando a responsabilidade para o funcionalismo e se utilizando de ila√ß√Ķes para tentar impor o seu modelo de gest√£o aos mato-grossenses. E quem ele chamou para avalizar as suas medidas de comprova√ß√£o de ‚Äúatestado de pobreza‚ÄĚ de MT. Ningu√©m menos que Rodrigo Maia, um carioca com ‚Äúknow how‚ÄĚ em situa√ß√Ķes de desastre econ√īmico (vide o Rio de Janeiro). Ele fala de um lado, o seu vice ‚Äúberra‚ÄĚ de outro e ambos parecem pretender contrariar a m√°xima de que ‚Äúo bom cabrito n√£o berra‚ÄĚ.

- Mauro... menos.

Midas

Seria o momento estrat√©gico para Riquinho I e Riquinho II darem o seu toque de Midas no Estado de Mato Grosso e tornar esse grande produtor de gr√£os um estado promissor, muito al√©m das fantasias produzidas pelo Estado Agro de pobrezas mil. O agroneg√≥cio tem muito de pessoas que s√≥ sabem produzir notas fiscais frias para dar ‚Äúbicicleta‚ÄĚ no fisco e posar de bem sucedido. Querendo ou n√£o, Mato Grosso ainda √© um eldorado, onde muita gente enriqueceu e ainda enriquece e cospe no prato que come.

- Por que o Estado é pobre e seus políticos só enriquecem? Muitos dos aliados de Mauro Mendes estão na política por no mínimo quatro décadas e não dão a dica de como sair da crise apenas com o uso de uma varinha de condão.

Baixando a Borduna

At√© o senador Carlos Bezerra, uma figura apagad√©rrima na pol√≠tica resolveu soltar o verbo contra o agroneg√≥cio. Veja o que falou em discurso na C√Ęmara Federal: ‚ÄúHoje, n√≥s temos a√≠ os tubar√Ķes, bar√Ķes, que √© meia d√ļzia com fortuna acumulada aqui. E o Estado a√≠ falido, quebrado e partindo pra cima principalmente dos pequenos e dos menores‚ÄĚ. √Č assim, os que eram cegos passaram a enxergar e os que viam, fingiam-se de cegos. A pol√≠tica √© o territ√≥rio onde reside a conveni√™ncia.

- Discurso bonito é agro, agro é riqueza, agro é pop... tá na Globo.

Mistério

√Č preciso ser claro, ent√£o vamos l√°. Toda vez que morre uma pessoa, naquele momento de grande sensibilidade e dor, a pessoa (parentes) √© apanhada por uma presta√ß√£o de servi√ßo funer√°rio que caberia ao Procon investigar melhor. A press√£o vem com uma tal necessidade de se evitar poss√≠vel ‚Äúmau cheiro‚ÄĚ e o servi√ßo de embalsamamento cobrado √© de algo em torno de R$ 1.500,00. Se algu√©m recusa, vem √° press√£o: ‚Äúent√£o voc√™ se responsabiliza por isso?‚ÄĚ. √Č uma press√£o psicol√≥gica que leva o parente a disponibilizar de um valor que n√£o tem. Ser√° necess√°rio isso para um vel√≥rio de 12 ou 18 horas?

- Alguém para esclarecer tecnicamente isso? Está esquisito, não?

Chegando Junto

No futsal entre o pessoal da Prefeitura de Nobres, no jogo de segunda-feira (07/01), um controvertido rep√≥rter, n√£o muito habilidoso com a danada da bola, ganhou de presente uma ‚Äúchegada‚ÄĚ daquelas de rachar. O advers√°rio foi no Bator√© como se aquele fosse o √ļltimo ‚Äúalmo√ßo‚ÄĚ e botou no meio. Nessa hora, Bator√© foi habilidoso (at√© demais!) e pediu pra sair. V√īte! Da cintura pra cima √© canela.

- Não é macumba, mas vai saber se é coisa mandada. Curuzes!

Sess√£o de Reclames

O governador Mauro Mendes anda num clamor de fazer d√≥ sobre a quest√£o da economia do Estado. Casou com a vi√ļva, mas n√£o pensa nos filhos dela? Quando se prop√īs a uma alian√ßa com a velha guarda da pol√≠tica mato-grossense, decerto que sabia que os empr√©stimos internacionais em d√≥lar e o ‚Äúrombo‚ÄĚ nas contas p√ļblicas n√£o nasceram em 2014. √Č √≥bvio, Pedro Taques √© o cara com o maior n√ļmero de inimigos em todo o estado e ningu√©m deixaria barato esse seu modo de fazer justi√ßa contra a pr√≥pria classe pol√≠tica, onde o corporativismo √© predominante.

- Ter√° que assumir o esp√≥lio completo da vi√ļva com quem casou.

Sess√£o de Reclames II

O corporativismo √© t√£o claro, que a AL-MT e o pr√≥prio Governo do Estado j√° levou para debaixo do seu sovaco o deputado e professor Alan Kardec (ex-PT) e dado ao moralismo. Kardec abre vaga para ningu√©m menos que o deputado reserva e problem√°tico Romoaldo J√ļnior. Como se v√™, o corporativismo funciona para salvar vidas amigas e o contribuinte que pague e cale-se. Outros deputados ser√£o acomodados na Casa Legislativa.

Ent√£o t√°.

Febre de Consumismo

As lojas fazem propaganda e o povo fica louco para comprar. Quem trabalha... muitos não receberam. E os que não trabalham, intensificam as atividades de roubos e furtos, assaltos a bancos e cositas más. Será que Papai Noel recomenda isso? A galera está louca por dinheiro e os roubos e furtos só crescem. A mídia está atarefada na divulgação de um cenário desigual, onde quem trabalha não recebe e quem não trabalha quer ter, a qualquer custo.

- Se é esse o tal mundo cão, chamem a carrocinha.

Fogo Amigo

O servi√ßo p√ļblico est√° bem de informante. O fato nem aconteceu, assim, totalmente, e a informa√ß√£o j√° foi parar no notici√°rio. Realmente, a tarefa de dormir com o inimigo √© ingrata. Essa rede de informa√ß√£o tende a ser mais atuante na medida em que a elei√ß√£o se aproximar. Resta saber, quem √© o ‚ÄúX-9‚ÄĚ. Mas √© isso, a ‚Äúrede tamandu√°‚ÄĚ sempre funcionou, entre um abra√ßo aqui e outro acol√°. √Č uma gente bastante realista e verdadeira...

- ... taí as cédulas de R$ 3,00 que não nos deixam mentir.

 Auto-Fama

Um vereador, l√° em Rosariowood City, de posse de um celular, falava em alto e bom som: ‚Äún√≥s mand√ī a patror pra a√≠. Sabe, n√©, fazer o bem sem ver a quem...‚ÄĚ. E seguia o di√°logo: ‚ÄúN√£o, n√≥s ganh√ī, com 253 votos contra 70. Fraquinho o advers√°rio...‚ÄĚ. E quem n√£o tinha a ver com di√°logo, ouviu o discurso via telefone. O que ningu√©m ainda n√£o viu, √© vereador faltar no dia de pagamento. Essa proeza ningu√©m ainda n√£o viu acontecer. Aquela quantia passa a fazer parte do or√ßamento, at√© mesmo para aqueles que tem outras profiss√Ķes. E para os que vivem s√≥(lamente) dessa prebenda, √© quase uma maravilha.

- Mas, e se ela vir a faltar? Os anos n√£o passam, eles voam.

Generosidade

O prefeito Jo√£o Balbino decretou a cria√ß√£o de recesso em rela√ß√£o aos trabalhos do Executivo, de 20 de dezembro de 2018 √† 20 de janeiro de 2019, resguardando-se os servi√ßos essenciais e o expediente interno para atividades administrativas. Resta saber se o pessoal estar√° com dinheiro no bolso, 13¬ļ e sal√°rio de dezembro. Uma atitude bastante generosa e que ajuda a conter gastos com luz, √°gua, cafezinho e outros materiais de expediente.

- Nesse quesito, o Jo√£o anda bem acordado.

Cipoada

O vereador Marco Donato encontrou um amigo em comum e incomum, l√° dos lados da VG. Foi alvo de nota num tal Zero Hora, que n√£o √© o ga√ļcho, com ataques, mais de cunho pessoal que propriamente informativo. No Legislativo h√° uma guerrinha interna e √© a que fomenta esse tipo de notici√°rio que dep√Ķe contra o Parlamento e n√£o na individualidade de cada vereador. A tentativa de pavimenta√ß√£o do caminho que leva ao Executivo tem esses atalhos, escorregadios e √≠ngremes, que representam riscos de acidente de percurso e no percurso. Isso, para o munic√≠pio, √© qualquer picha√ß√£o midi√°tica; para o Parlamento, uma n√≥doa dif√≠cil de ser removida.

- Mas... guerra √© guerra. Como diria o falecido ex-presidente do Cor√≠nthians: ‚Äúj√° que entrou na chuva, √© pra se queimar‚ÄĚ.

Cidade Limpa

As lixeiras que serão implantadas na cidade, com um trabalho preventivo de combate à sujeira por parte de algumas empresas comerciais é atitude louvável. Falta o Executivo combinar com a comunidade de um modo geral, evitando a sujeira que se espalha pelas ruas, guias de sarjeta e empesteiam o Baixo Pantanal com garrafas pet, sacos plásticos e embalagens de difícil decomposição na natureza. Até o lendário frigorífico tem parcela de colaboração com lixeiras levando a sua logomarca. Mas, quando vai funcionar, mesmo?

- Não se trata da preservação ambiental, mas o frigorífico?

Sa√ļde Zero

A pris√£o do ex-secret√°rio municipal de Sa√ļde de Cuiab√°, Huark Doglas Correia, repercute na m√≠dia. A den√ļncia partiu da C√Ęmara de Vereadores e vinha sendo protelada at√© que a bomba estourou, fazendo criar a Opera√ß√£o Sangria atrav√©s da Pol√≠cia Judici√°ria Civil, deflagrada na manh√£ de 18/12. Com Huark h√° mais nomes listados e presos. Outra situa√ß√£o que vem sendo analisada √© a do Programa Poeira Zero, da gest√£o Chico Galindo. A mar√© n√£o est√° pra peixe e n√£o h√° um √ļnico dia que n√£o se v√™ nos notici√°rios algum fato ligado a desvio de dinheiro p√ļblico.

- Haja dinheiro... e cadeia para tantos figur√Ķes.

Acorizal em Baixa

O município de Acorizal, de um tempo a este, anda frequentando a mídia por conta de uma gestão administrativa que conseguiu furar o bloqueio de velhos caciques da política local, de Meraldo a Chindo. Ou seria o prefeito Clodoaldo essa ruindade administrativa toda? O TCE-MT já recomendou intervenção no município, mas logo agora, que o pano está caindo para a gestão Pedro Taques, também ruim pra dedéu. O abacaxi deve ser descascado por Mauro Mendes e até lá o prefeito Clodoaldo terá dias pra pensar e repensar sobre a situação do município. Não convidem para a mesma festa o prefeito e alguns vereadores, sob risco de atritos.

- Nisso, o povo que não ganha uma, segue levando mais uma goleada da classe política. O povo é o jacaré dos filmes de Tarzan... não ganha uma, sequer.

Décimo Segundo Guardião

Em Nobres, depois dos 11 vereadores, a sequ√™ncia √© cont√≠nua e temos o 12¬ļ Guardi√£o, o que v√™ erro em tudo na cidade e na gest√£o da city. Em tempos da m√≠stica novela o S√©timo Guardi√£o, na nossa Serro Azul real tem seus guardi√Ķes √†s avessas e, quem sabe, se a Lagoa Azul n√£o seja a fonte da juventude eterna. Guardi√Ķes √†s avessas, entende-se por aqueles cr√≠ticos que quando foram, eram cegos... quando deixaram de ser, passaram a enxergar, com tamanha nitidez, que uma √Āguia perderia longe para essa vis√£o privilegiada.

- Essas realidades místicas é que nos encantam, tanto quanto o poder persuade a alguns.

Guardi√Ķes

N√£o h√° m√°gica para a gest√£o de uma cidade e quem j√° foi vereador e de fora v√™ com mais clareza, sabe que o que mais incomoda √© ficar longe das benesses que o cargo oferece. O resto √© mera ilus√£o. Os que est√£o no exerc√≠cio do mandato, que se portem bem para evitar de ficar que nem alma penada, vagando pela cidade com coment√°rios que visem desestabilizar os que est√£o no Parlamento. O povo, nunca √© demais repetir... √© s√°bio e v√™ a cada um, mesmo aqueles que no escurinho do cinema tem as suas tretas. Quem est√° fora quer voltar, mas n√£o ser√° malhando os atuais como ‚Äėjudas‚Äô que se ter√° o retorno garantido. At√© porque, o voto do eleitor n√£o √© ‚Äúpau-de-sebo‚ÄĚ.

- Assim sendo, cada qual com seu cada um.

Guardi√Ķes II

Ainda bem que na vida real não temos dessas coisas (ainda que não chegue ao nosso conhecimento e nem é bom saber), mas o delegado de Serro Azul realmente é a atração do folhetim televisivo com seu fetiche. Ele costuma dormir de peça íntima feminina e por vezes saí em diligência com a indumentária por baixo. Mas a grande atração da novela é mesmo a fonte da eterna juventude, que aguça a imaginação de milhares de pessoas, afinal, uma simples lavada no rosto com aquela água e lá se vão todas as rugas. Um banho naquela fonte... seria qualquer coisa sonhada e imaginada para o fim das celulites e das estrias.

- Entre o imaginário e o real, temos a Lagoa Azul, quase uma fábula também e de proibida visitação.

Guardi√Ķes III

Na Nossa Serro Azul da vida real temos beatas... e fofoqueiros, ent√£o... nem se fala. Temos at√© o campeon√≠ssimo de cuidar da vida alheia, eleito e reeleito. Menos mal que n√£o temos sino por aqui a badalar. Tamb√©m n√£o temos na vida real aquela mo√ßa como na novela, que anda com a periquita pegando fogo. E Serro Azul tem uma vantagem em rela√ß√£o a vida real, l√° ningu√©m malha vereador... n√£o h√° Parlamento. Pudera! √Č uma cidade que nem n√£o tem pet shop. Tem um dan√ßarino... na chuva, na noite e no sol, aqui tem tamb√©m. Tem pai machista, demais da conta; tem um filmador de todas as horas; tem um construtor que adora falar em ingl√™s, vindo de Greenville. Menos mal que n√£o tenhamos um mendigo que vigia quem chega √† cidade. Incr√≠vel, mas l√° em Serro Azul tem a sua ma√ßonaria, a irmandade dos guardi√Ķes.

- N√£o vimos em Serro Azul nenhum jornalista; em Nobres tem de todos os naipes e estilos. E sobre estes seres, alguns, de t√£o s√°bios que s√£o, esquecem do que disse Plat√£o: ‚ÄúA parte que ignoramos √© muito maior que tudo quanto sabemos‚ÄĚ.¬†¬†

Guardi√Ķes IV

Nobres, tal e qual Serro Azul, tamb√©m tem o seu ‚Äúorelh√≥dromo‚ÄĚ, que √© l√° no alto da Vila Bom Jardim, onde o celular funciona. E nas cercanias, a Lagoa Azul, alvo de uma dezena de estudos e de muito dinheiro consumido para continuar √† espera da libera√ß√£o de um Incra que tem sido a capitania heredit√°ria de um √ļnico pol√≠tico, o eterno Carlos Bezerra. E l√° se foram muitas gest√Ķes de muitos prefeitos e a Lagoa Azul continua sem libera√ß√£o. A nossa galinha dos ovos de ouro continua sem botar. Ali√°s, nossa n√£o, mas dos operadores do turismo, dos que reconhecem o ‚Äúvoucher‚ÄĚ e dos que negam o voucher e preferem a pirataria.

- A Lagoa Azul também é uma novela.

Last Updated ( Saturday, 19 January 2019 09:19 )

 

TRINCHEIRA LIV

Bastidores/Eleição

O clima em torno da elei√ß√£o da Mesa Diretora do Legislativo de Nobres parecia o de um paciente com altern√Ęncia de temperatura... ora baixava, ora subia e foi assim at√© encontrar com um senhor, de nome s√≥brio, por√©m, dif√≠cil

Last Updated ( Saturday, 01 December 2018 14:16 )

TRINCHEIRA LIII

A Esperar

Como diria Erasmo Carlos... nós, aqui... sentados à beira do caminho a esperar pela conclusão das obras de infraestrutura turística na cidade de Nobres. A esperar morreu um burro, dizia uma velha frase popular. Jó, o personagem bíblico


Last Updated ( Saturday, 21 April 2018 13:55 )

TRINCHEIRA LII

Plant√£o

A administração municipal de Nobres está com o setor de tributos e arrecadação com funcionários se revezando em busca de melhorar o caixa através do Refis, que é quando as dívidas com impostos municipais podem ser renegociadas com ge


Last Updated ( Wednesday, 20 December 2017 17:51 )

TRINCHEIRA LI

Enquadrando

Durante a sess√£o ordin√°ria da C√Ęmara de Vereadores, o chefe de Gabinete, Marcos Cheba, foi alvo de muitas reclama√ß√Ķes, principalmente, quando a vereadora Zilmai ‚Äúenquadrou‚ÄĚ a secret√°ria municipal de Sa√ļde e Cheba teve que ouvir.

Last Updated ( Tuesday, 04 July 2017 22:03 )

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Trincheira LV

Surreal Pode entrar para o livro dos recordes (das asneiras, obviamente!) o que vem ocorrendo por a√≠ acerca da m√≠dia e da necessidade (esdr√ļxula) da exig√™ncia de porte de DRT (Registro do MTb) at√© para entrevistados em r√°dio. Os apresentadores de programas evang√©licos t√™m recebido cobran√ßa s

Traços conceituais

O moderno e o antigo se fundem em uma cidade em transforma√ß√£o, onde muitos se alegram e at√© se surpreendem com o que veem nos novos im√≥veis, erigidos sob tra√ßos definidos, como que, decretando um novo tempo. √Č a cidade de Nobres se valendo do trabalho de muitos profissionais que estudaram em es
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