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Tribuna de Nobres

18/11/2018
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Trincheira

TRINCHEIRA LIV

Mudar √Č Preciso

Quem ser√° que ter√° a coragem e a boa vontade para propor altera√ß√£o na lei, garantindo nova denomina√ß√£o aos residenciais Andr√© Maggi e Daury Riva, cujos nomes ali inseridos j√° n√£o refletem mais o interesse pol√≠tico e n√£o tem nada a ver com a comunidade municipal. Tanta gente de Nobres que poderia ser homenageada com seus respectivos nomes em ruas, pr√©dios, pra√ßas e bairros. Como sugest√£o, por exemplo, uma rua que tenha a denomina√ß√£o apenas por letra, n√£o seria bonito e respeit√°vel fazer inserir ali a denomina√ß√£o: ‚ÄúRua Prof.¬™ Josefa de Pinho‚ÄĚ, de bela hist√≥ria e bela fam√≠lia em Nobres.

- √Č s√≥ a t√≠tulo de sugest√£o.

Mudar √Č Preciso II

Influente pol√≠tica e economicamente em anos passados, dar a denomina√ß√£o de Adriano Silva a algum trecho de rua, seria uma bela homenagem a esse l√≠der ma√ßon de outrora. Ainda restariam Jorge Ara√ļjo Martins, Am√©lio Dalmolin e outros nomes que bem mereceriam uma homenagem. Vamos listar esses nomes e colocar em an√°lise.

- N√£o vai custar nada.

Recorda√ß√Ķes

O ent√£o prefeito de Ros√°rio Oeste, Zeno Gon√ßalves, certa vez clamou que estava ‚Äúapanhando mais que cachorro de bugre‚ÄĚ, ou seja, eram as bordoadas da imprensa. Bem, se ele pensava assim, imagine agora, o prefeito Jo√£o Balbino, que nas redes sociais leva porrete; tem um site que n√£o poupa cr√≠ticas √† sua gest√£o. E para piorar, um rosariense resolveu voltar para sua terra natal e chega como ‚ÄúSalvador da P√°tria‚ÄĚ, batendo mais que martelo de sapateiro em tachinha.

- Só que o discurso do tal salvador é frágil, dentro de um contexto que eleitor nenhum cai mais. Já foi esse tempo em que aquele homem prometia tirar uma cobra da mala e a cobra não saía nunca, só remédio para frieira e chulé.

Pelo Atalho

Que a m√≠dia n√£o veja Jo√£o Balbino com bons olhos e os antigos moradores de Ros√°rio Oeste que se utilizam das redes sociais, idem, at√© a√≠ tudo bem. Mas voc√™ deixar Wall Street de lado e vir chutar cachorro morto em Ros√°rio, francamente. J√° vimos planos mais audaciosos e discursos mais convincentes que esse. O ‚Äúpromoter‚ÄĚ de eventos, o ‚Äúbrother‚ÄĚ, tem muito mais alinhamento com a pol√≠tica e se mant√©m longe dela. A notoriedade de Ros√°rio Oeste, atualmente, √© com a casa de shows e o ‚Äúpromoter‚ÄĚ tem coragem e cacife nesse ramo.

- Esculachar quem est√° no mandato sem apresentar solu√ß√Ķes plaus√≠veis, n√£o funciona. Mas, n√£o h√° impedimento e se quiser prosseguir, o gol est√° aberto.¬† ¬†

Jason Volta

Em Mato Grosso, alguns conselheiros do TCE-MT, apanhados numa teia pela Opera√ß√£o Malebolge, suspeitos de terem recebido propina de R$ 53 milh√Ķes do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), vez ou outra, entram em cena, feito Jason, aquele da ‚ÄúSexta-feira 13‚ÄĚ. Eles s√£o tidos como suspeitos de terem garantido pareceres favor√°veis √†s contas do ent√£o governador e n√£o colocar entraves na execu√ß√£o das obras da Copa do Mundo de 2014. Seria aqueles uns ‚Äúpor fora‚ÄĚ, segundo Silval.

- Mas tamb√©m, vez ou outra, os rapazes l√° do STF negam qualquer investida nessa dire√ß√£o. Por vezes, a nossa particular tradu√ß√£o leva-nos a crer que Malebolge seja o mesmo que gan√Ęncia. Ou eles ganhavam mal?

Em Cena I

O Minist√©rio P√ļblico Estadual ‚Äúsugeriu‚ÄĚ que se travasse a realiza√ß√£o do Concurso P√ļblico para preenchimento de cargos no Legislativo municipal de Nobres. A simpl√≥ria percep√ß√£o de muitos √© a mesma daquele maratonista que j√° vislumbra a linha de chegada e depois algu√©m o agarra e o faz perder o tom... o fio da meada ou coisa assim. Esse √© o tal processo de desacelera√ß√£o, atrav√©s de uma frenagem brusca. Gosto da F√≠sica, mas a danadinha passou por mim, t√£o r√°pida, que o meu prim√°rio conhecimento n√£o permitiu acompanh√°-la em seu deslocamento no espa√ßo.

- A menor dist√Ęncia entre um concurso e outro √© s√≥ uma quest√£o de ‚Äútime‚ÄĚ, o que prova que a Matem√°tica n√£o √© uma ci√™ncia exatamente como a gente calcula, imagina ou devaneia.

Em Cena II

Em tempos de o sétimo guardião, tem gente que é dotada da tal premonição e consegue ver coisas onde não há coisas. Quem tem dom premonitório, não entra em barco que pode fazer água. Cá de fora, a gente não vê muita coisa, também, nós aqui... longe do cume calmo do meu olho que vê; longe das cercas embandeiradas que separam quintais, não dava pra ver, mesmo além do horizonte, modestos horizontes.

- Sobrestado, até segunda ordem. Alguém anda se examinando com as cartas do tarot. Dizem que está em nossa cidade alguém que lê o futuro.

Pitaco

Com Ros√°rio Oeste clamando pela sua presen√ßa, o vereador Tito da Forquilha resolveu dar pitaco em Nobres, na comunidade da Bom Jardim. Cogitou que o sistema de som clamasse pelo atendimento a um atleta que esqueceu a sua pr√≥pria bomba de corre√ß√£o contra asma, como se l√° no territ√≥rio dele estivesse √†s mil maravilhas. Seria tr√°gico, mas √© c√īmico, mesmo, dar pitaco na seara alheia, ainda que seja patrocinador de algum evento esportivo, o que vem em primeiro lugar √© o fato de ser o parlamentar um mero convidado. O seu papel como vereador em Ros√°rio Oeste √© question√°vel e a sua pretensa interven√ß√£o em territ√≥rio alheio √© quando nada inconveniente.

- No quadrado do lado de c√° tem vereador, e ele, no seu quadrado... est√° ausente, que √© quando ‚Äúgritam‚ÄĚ por seu nome l√° e n√£o c√°.

Miniest√°dio

A promessa de miniestádio para Bom Jardim tem a ver com o Governo do Estado, na gestão Pedro Taques, que inclusive destacou uma equipe para a localidade afim de avaliar o cenário, técnica e financeiramente. A enviada foi uma assessora do deputado Wilson Santos, em nome do governador, promovendo inclusive medição de área e cogitando uma rearrumação no projeto para diminuir custo, contemplando a localidade com um miniestádio. O resultado é o que todos sabem, Pedro Taques foi derrotado nas urnas e a cobrança pela praça esportiva está sendo direcionada ao Executivo municipal.

- Nesse caso, Nobres tem a vergonha alheia, pelo n√£o cumprimento do que foi prometido.

Miniest√°dio II

Uma vez que o Governo do Estado prometeu n√£o faltar para faltar como sempre, o prefeito Leocir Hanel falou aos comunit√°rios de Bom Jardim que o munic√≠pio pode dar in√≠cio a uma mudan√ßa no cen√°rio, a partir do investimento no gramado e, numa segunda etapa, com recursos pr√≥prios, seguir conduzindo uma obra com iniciativa municipal enquanto n√£o chegam os recursos prometidos. Em outras palavras, ser√° uma constru√ß√£o por etapas e se vierem recursos externos, tanto melhor ficar√°. Para aquele vereador que apoiou Romualdo J√ļnior a deputado estadual, o melhor √© ficar longe de assuntos que podem gerar pol√™mica. Romualdo n√£o foi reeleito, logo...

- ... é melhor não adentrar na seara alheia. Paciência!

Velhos Dias

A Assembleia Legislativa de MT, renovada por novos parlamentares, parece pretender soltar o grito de liberdade e sair das amarras do passado. As dobradinhas Riva/Bosaipo; Riva/Silval; Riva/Romualdo J√ļnior deixaram cicatrizes profundas no Parlamento mato-grossense. Mas, ser√° que apenas com um basta de alguns novos parlamentares o cen√°rio tende a mudar para se evitar o revezamento entre Botelho e Guilherme Maluf no comando da Mesa Diretora da AL-MT? Ser√° que n√£o √© apenas barulho moment√Ęneo? Ou ser√° que o poder financeiro falar√° mais alto e os velhos caciques continuar√£o empoderados nessa casa dos milh√Ķes?

- Paci√™ncia e observ√Ęncia pra ver at√© onde vai esse barulho. Mas deve dar Botelho, de novo.

Velhos Dias II

O reinado do deputado Jos√© Riva, tantas vezes Presidente e 1.¬ļ Secret√°rio da AL-MT, n√£o acabou bem. De um tempo a este, parece que s√≥ Botelho e Maluf s√£o credenciados ao comando da Mesa Diretora. Tem deputado botando a boca no mundo e a deputada Jana√≠na Riva fez uma autocr√≠tica incomum, dizendo que n√£o se pode ‚Äúcriar‚ÄĚ um novo Riva no Parlamento de MT. Cortou na pr√≥pria carne para exemplificar que √© preciso mudar as caras que comandam a Casa de Leis de Mato Grosso. Ser√° que cola essa sugest√£o?

- Ou seria um recado incisivo?

Notícia Dada

O imediatismo na informa√ß√£o tem causado algum tipo de constrangimento, caso da not√≠cia veiculada no dia 07 de outubro, dando conta de que a vice-prefeita de Nobres teria sido atropelada pr√≥ximo a um local de vota√ß√£o. Esse tipo de not√≠cia n√£o interessa a ningu√©m e carece de maior checagem e realismo, ainda que seja redigida a informa√ß√£o por jornalistas formados, famosos ou de bagagem internacional. A informa√ß√£o foi errada e ponto final. ‚ÄúAh! Meu diploma √© que √© o melhor‚ÄĚ. Tudo bem, o seu curriculum √© √≥timo, mas a informa√ß√£o n√£o procede. J√° aquela conversa ‚Äúin off‚ÄĚ, esta tem que ser dita aos parentes da pessoa.

- N√£o √© Fake News, mas falta realidade. As pessoas, as de carne, osso, m√ļsculo e um tant√£o de neur√īnios, entendem que o bom √© ser feliz e n√£o se meter ao que n√£o √©.

Notícia Dada II

Os ‚Äúformados‚ÄĚ em Geografia ou F√≠sica Qu√Ęntica, que seja, dizem que a menor dist√Ęncia entre dois pontos √© uma reta. Da Escola Estadual ‚ÄúF√°bio‚ÄĚ ao local do ocorrido seria ao menos uns 400 metros em linha reta. At√© o ‚ÄúNilo P√≥voas‚ÄĚ, uns 600 metros. A not√≠cia foi para o G1 incorreta e logo ganhou as redes sociais em forma de protesto, pelo equ√≠voco ou falta de no√ß√£o de dist√Ęncia. Furo de reportagem? Imediatismo? Pressa em aparecer? √Č preciso respeitar as pessoas, ainda que seja o Bonner, a Raquel Sherazade ou qualquer outro profissional.

- T√° bom, j√° passou, mas redima-se o informante.

Notícia Dada III

Olha s√≥ o constrangimento, um registro de ocorr√™ncia (B.O.) d√° conta de que houve uma trag√©dia em um ‚Äúponto tur√≠stico‚ÄĚ que n√£o √© ponto tur√≠stico. Ponto positivo para a TV, que se cuidou de informar o ponto de ocorr√™ncia, al√©m do ponto tur√≠stico. O setor tur√≠stico do munic√≠pio leva uma tijolada pela cita√ß√£o ‚Äúponto tur√≠stico‚ÄĚ que n√£o √© ponto tur√≠stico porque n√£o √© catalogado. A detentora da RPPN (Reserva Particular do Patrim√īnio Natural), que est√° em busca de parcerias para investimento num grande parque tur√≠stico naquela √°rea particular, de sua vez, leva uma forte alfinetada pela informa√ß√£o equivocada, baseada em um registro de ocorr√™ncia. A√≠, todos veem, mas n√£o √© pra falar nada porque tem um documento (B.O.) e quem desmente √© que n√£o tem credibilidade. ¬†

- N√£o seria uma invers√£o de valores?

Notícia Dada IV

Conforme a not√≠cia veiculada, o ponto de ocorr√™ncia, em sendo um ‚Äúponto tur√≠stico‚ÄĚ, algu√©m poderia sofrer algum de tipo de san√ß√£o. Em n√£o sendo ponto tur√≠stico, n√£o houve nenhum tipo de invas√£o √† RPPN, de propriedade da empresa privada. Ent√£o, veja como √© uma not√≠cia mal produzida e o seu poder de fogo. A Cachoeira do Tombador n√£o √© um ‚Äúponto tur√≠stico‚ÄĚ e outras trag√©dias ocorridas ali foi por invas√£o de propriedade, feita pelas margens do rio Serragem, ainda que sob alerta de risco de picadas de cobras. J√° se falou em preserva√ß√£o natural do parque, onde j√° houve registros fotogr√°ficos de diversos animais selvagens, inclusive on√ßa. Ent√£o, a RPPN serve a essa causa. A not√≠cia equivocada vai na contram√£o dessa realidade.

- Aceita... dói menos. O turismo está em busca de uma base de sustentação forte e com pé-no-saco não dá.

Crise de Relacionamento I

Informa√ß√Ķes d√£o conta de que o m√©dico Esmeraldo Ribeiro deixou o Hospital Laura de Vicu√Īa. Uma pessoa ligada ao m√©dico lembra que pode ter havido antecipa√ß√£o do processo pol√≠tico, raz√£o porque vinha sendo pressionado dentro do servi√ßo privado. De outra parte, consta que o uso da estrutura do hospital privado para fins pol√≠ticos pode ter detonado uma crise de relacionamento entre o profissional e a Casa de Sa√ļde por seu comando administrativo.

- Vai saber.

Crise de Relacionamento II

Independentemente da conota√ß√£o que se apresente no momento, pol√≠tica ou n√£o, que originaram a sa√≠da do m√©dico do hospital privado, a verdade √© que a derrota pol√≠tica em 2016 e o cen√°rio pol√≠tico atual, em que ‚ÄúEnes‚ÄĚ deputados buscaram acertos e a uma vota√ß√£o em Nobres, que grupos pol√≠ticos foram desfeitos e √© certo que haver√° troca de lugares e de tend√™ncias pol√≠ticas no munic√≠pio. O grupo que apoiou Esmeraldo em 2016 n√£o ser√° o mesmo para daqui a dois anos, j√° foi desfeito.

- Quanto a isso, n√£o h√° d√ļvida e nos bastidores se pode ver.

Crise de Relacionamento III

Esse azedamento de rela√ß√£o era previs√≠vel por aqui, onde o deputado Botelho, o DEM e o seu grupo, remodelado, sinalizavam para uma nova forma√ß√£o. O denotado embate √© inevit√°vel em rela√ß√£o aos apoiadores do ex-prefeito de Jaciara e ex-secret√°rio de Pedro Taques, Max Russi, com o pessoal de Botelho. Assim sendo, duas vias pol√≠ticas est√£o vis√≠veis. A vota√ß√£o √† cada um candidato a deputado em Nobres n√£o serve como par√Ęmetro para o futuro.

- Então, esse rompimento não é nada de novo.

Crise de Relacionamento IV

Sem o hospital privado como referência, o médico terá que buscar uma nova alternativa. Em Rosário Oeste? Em uma clínica de atendimento popular? O hospital filantrópico de Rosário Oeste já foi um canal de atendimento a interesses político-partidários daqui, em tempos idos, e não funcionou. Se o SUS foi o estopim da crise, a alternativa seria o atendimento popular em clínica, mas, e as despesas?

- Na verdade, o populismo est√° desacreditado.

Resumo da √ďpera

Com incompatibilidade de gênios ou não, a vida segue adiante e entre mortos e feridos... salvaram-se os eleitores, que é o que mais se interessa nessa batalha que já começou. O HLV não poderia, jamais, se transformar em cavalo de batalha, mas parece que já está estigmatizado, desde outubro de 1.992, quando nasceu, sob o signo da política. Se estiver mentindo ou equivocado, puxemos pela retrospectiva, que temos aqui.

- O SUSto √© apenas um pretexto, mas j√° estava escrito. √Č preciso romper com esse estigma. Seria a partir de agora, quando a sa√ļde financeira est√° saud√°vel? Antes hoje que nunca.

Sem Noção

Muitos leigos sabem que no caso especial de Nobres com o falecimento da vice-prefeita, em caso de viagem ou de um nunca improv√°vel afastamento do prefeito por problemas de sa√ļde, por mais de 15 dias, quem ocuparia o cargo de prefeito seria o presidente da C√Ęmara de Vereadores. A√≠ vem o sujeito, com um pensamento esdr√ļxulo, e prop√Ķe que seja convocado um vereador mais votado para substituir a vice-prefeita. Realmente, √© surreal e c√īmica, a forma de pensar de algu√©m que se posicione assim. De onde o sujeito pode ter tirado essa ideia e a desfa√ßatez de se posicionar dessa forma, desconhecendo, por completo, a Lei Org√Ęnica do Munic√≠pio.

- Isso está mais para brincadeira de criança ou paranoia para sair do ostracismo.

Longe da Pobreza

Uma lista divulgada sobre o poder econ√īmico dos candidatos mostra que o ambiente est√° longe de ser para pobres e descamisados. Quem pode menos apresenta patrim√īnio de 300.000 Reais. A√≠ entra o cidad√£o, s√≥ com a cara e a coragem, acreditando que a luta seja igual. O poder financeiro ficou demonstrado em Nobres, onde muito dinheiro circulou pelas m√£os dos eleitores. Novamente, as pessoas venderam o voto para os cabos eleitorais mais representativos. A pol√≠tica est√° para o pobre assim como o golfe est√° para quem n√£o tem nada. O sujeito que entra na pol√≠tica acreditando s√≥ na popularidade, vai naufragar. Da mesma forma, aqueles que sonham em ser vereador, sem cacife financeiro, vai s√≥ participar.

- Money, Money, Money...

Discrição Zero

A pessoa chega a um local p√ļblico, saca o celular e faz uma liga√ß√£o com o di√°logo mais ou menos assim: ‚Äú... eu sou jornalista e quero que fa√ßam o que eu mandar...‚ÄĚ. A√≠, c√° com meus bot√£os (todos em suas respectivas casas), eu penso, assim, modestamente, ser√° que √© preciso fantasiar-se de arara para que algu√©m note qual √© a sua profiss√£o?

- Como diria Alberto Roberto: ‚ÄúSou... mas quem n√£o √©...‚ÄĚ. Francamente!

Discrição Zero II

Eu gostaria muito de conhecer esse cara, um tal Baltasar Graci√°n y Morales, autor desta frase: ‚ÄúNo falar, a discri√ß√£o importa mais do que a eloqu√™ncia‚ÄĚ. Esse tipo de coisa funciona muito mais como uma carteirada, essa de usar o telefone para se mostrar importante, falando sobre nomes importantes ou coisas correlatas. Quer ver outro cara danadinho, esse foi o franc√™s Francis Bacon, que disse certa vez, n√£o ao celular, pra todo mundo ouvir: ‚ÄúA discri√ß√£o √© para a alma o que o pudor √© para o corpo‚ÄĚ.

- P√īxa! S√≥ frases bonitas e os caras de uma fama inomin√°vel e a√≠ vem esse povo, querendo aparecer ao telefone. Menos, bem menos. √Č do Washington Post?Xiiiiaaa...

Discrição Zero III

Cabra p√īrreta foi esse Miguel de Cervantes, dizem que ele morreu duro (sem dinheiro), deixando essa enorme heran√ßa para o mundo: Dom Quixote. E Miguelito, de quem captei essa mensagem, nos ensinou que ‚ÄúN√£o pode haver gra√ßa onde n√£o h√° discri√ß√£o‚ÄĚ. Nunca vi Miguelito de Saavedra, digo, Dom Quixote, chegar √† taberna, pedir um n√≥ de cachorro e sacar o seu celular de √ļltima gera√ß√£o e dizer: ‚ÄúEu sou o cara, tragam aqui, imediatamente, o Rocinante que eu vou passear...‚ÄĚ.

- Então, Sancha Pança, menos, bem menos.

Filme Velho

Como no velho oeste, em Nobres tem gente que segue sonegando impostos e passando rasteira at√© em sapo. E depois, essas pessoas cobram moralidade dos pol√≠ticos. A sonega√ß√£o √© mais ou menos assim, voc√™ ganha o seu, fica com o do contribuinte, com o do munic√≠pio e com o dos pr√≥prios companheiros. Parab√©ns pelas aulas de ‚Äúrasteira‚ÄĚ em sapo.

- Cadê o recibo? Com que cara essas pessoas olham para os colegas? Sim, porque não fabricam mais óleo de peroba.

Filme Velho II

O amigo ali, da concorr√™ncia, trabalha certinho; o outro sonega e deixa todos para tr√°s, que coisa estranha. √Č uma gente que tenta passar ‚Äúrecibo‚ÄĚ aos outros como sendo os demais os burros da hist√≥ria. Olha, vamos zelar pelo que √© de todos, deixar de aplicar rasteira em sapo, gente.

- Medalha de lata para o capoeirista.

Clima Tenso

Nas hostes da coligação liderada pelo DEM, muita gente anda estranhando que Jaime Campos esteja só olhando para si mesmo, fazendo uma dobradinha com o prefeito Emanuel Pinheiro e o filho(zinho), colocando estranhos na toca. Jaime já tinha escanteado Carlos Fávaro ao fazer dobradinha com Leitão.

- Na coligação do Mauro Mendes, o inimigo mora dentro.

Clima Tenso II

Já Fávaro, consta que faria dobradinha com Sachetti e teria apoio de Blairo Maggi. Fávaro melhorou, subiu e a tendência é a de que Sachetti deixe Nilson Leitão para trás. Mas, e se Wellington continuar subindo, no segundo turno, MM corre o risco de ver uma boa galera contra ele. Jaime estaria com a tinta e o pincel querendo pintar a zebra.

- Aos favaros com essas articula√ß√Ķes do salve-se quem puder.

Bem na Fita

Os atuais deputados Nininho, Guilherme Maluf, Jana√≠na Riva e Botelho est√£o se garantindo na ‚Äúpole position‚ÄĚ da corrida eleitoral. As outras marcas ainda v√£o ter que comer poeira e tem gente cotada agora que pode ir pro b√ļque. Tem que acelerar, sen√£o vai ‚Äúganhar‚ÄĚ duas voltas (pra tr√°s) na corrida.

- As surpresas nascem dos redutos eleitorais. Em Nobres j√° n√£o h√° mais nenhum voto voando ou quase isso... dependendo da oferta.

Que História?

Em Nobres de Antigamente, costumava-se dizer que os calçamentos de pedras nas ruas seria algo relacionado à história. Mas que história? Era algo possível, além dos pavimentos asfálticos quentes, carésimos em idos anos. E só. Hoje, esse de calçamento só atrapalham e colocam pessoas e condutores (de motos e veículos) em risco. Alguns tombos de motoqueiros já ocorreram por conta das pedras soltas e da irregularidade da pista.

- Então, é só mudar os fatos e colocar pavimento novo. Parece que a atual administração já enxergou isso.

Que História? II

Os calçamentos de pedras não tem nada de histórico e tem causado danos físicos em motoqueiros. Na av. Tomé de Campos, entre a Valdon Varjão e a JK, o calçamento vai de mal a pior e a administração municipal já deu pistas de que vai analisar a situação e garantir uma nova realidade ao que o tempo já consumiu. Se algo for feito para substituir esse tipo de pista, só aí a administração municipal já terá subido no conceito de muita gente.

- Mais que história, se nem museu a cidade tem.

Que História? III

Daqui a pouco v√£o dizer que as fossas que despejam dejetos residenciais nas galerias pluviais da rua Tom√© de Campos s√£o hist√≥ricas e ‚Äúimex√≠veis‚ÄĚ. Francamente! Que trabalheira, consertar ruas velhas e ainda ver esse problema da cloaca nas galerias pluviais. Que tal concretar a tubula√ß√£o dos im√≥veis que despejam dejetos nas galerias?

- Ah!, faz parte da história; mas, ninguém mais lê histórias em quadrinhos.

Deixa o Homem...

Bordão emprestado de alguém, mas a verdade é que o candidato Batoré estaria sendo seguido por alguém... e não é nas redes sociais, mas pessoalmente. Será que tem alguém querendo atrapalhar o candidato? Ele já solicitou a presença da polícia ao menos umas 54.321 vezes para se livrar dessa assombração ou encosto. Também, depois desse baita problema com Bolsonaro, qualquer notícia sobre Jack, o Estripador já assusta.

- V√īte, faca s√≥ na cozinha, pra cortar o bife, a cebola e o tomate.

Escalação do Diabo

Circula nas redes sociais um √°udio em que o ex-governador Silval Barbosa escala o pessoal que recebia, religiosamente, a propina do seu governo. P√īxa! Realmente, uma sele√ß√£o de gente boa, tem at√© um evang√©lico caindo em tenta√ß√£o. Esse ‚Äútal‚ÄĚ dinheiro quebra qualquer barreira de alta espiritualidade e por vezes, pelo mais absoluto desconhecimento do mundo invis√≠vel, o sujeito vende at√© alma por aqui, no plano terrestre. E quando sobe no p√ļlpito, fala em expulsar o diabo de todos os lugares.

- Realmente, de representantes vamos bem mal. E no escurinho do cinema... aí é que a maionese desanda.

V√£o Continuar

¬†Mesmo com os v√≠deos, com a dela√ß√£o do Silval e com o ‚Äúestupro‚ÄĚ contra os cofres do Detran, a maioria dos atuais parlamentares v√£o continuar no Parlamento. E a moda agora √© fazer voto de pobreza, onde a maioria dos atuais deputados est√£o ‚Äúpagando‚ÄĚ para legislar e perdendo, a cada ano, as suas fortunas. No entanto, as (os) laranjas mais vi√ßosas saem do pomar desses rapazes.

- E tem gente que acredita que a corrupção esteja com as horas contadas, faltando apenas combinar com o eleitor. Atenção cartoleiros, não escalem jogadores com fichas sujas.

Engano

Tem candidato que vem em Nobres com muito ‚Äú√ība-√ība‚ÄĚ e tapinhas nas costas, acreditando que o eleitor seja b√ībo de carteirinha. Sem ‚Äėberer√©‚Äô, nada de voto. Os l√≠deres locais captam os recursos e ficam com esse bl√°-bl√°-bl√° pra cima dos que eles acreditam que sejam bob√≥ cheira-cheira. Tem gente que vota, mas quer dinheiro. Da√≠, a previs√£o de que v√£o continuar a maioria dos deputados que est√£o no poder e Mauro Mendes vai passar pela mesma dor de barriga que passou Silval Barbosa.

- E por que n√£o querem Pedro Taques? Porque √© chato e n√£o faz o ‚Äėrachide‚Äô. E se faz, √© pra poucos. MT est√° sem ‚Äėcapital circulante...‚Äô em m√£os dos pol√≠ticos que negociam at√© com o c√£o que veio da lenha.

Biscoitinho de Polvilho

Esse rapaz, o filho do Emanuel Pinheiro, prefeito de Cuiab√°, √© o novo fen√īmeno da pol√≠tica mato-grossense. Ao menos 20 entre 24 vereadores est√£o com ele para deputado federal e, como dir√≠amos n√≥s, cuiabanos: ‚Äúaforante os ex-vereadores‚ÄĚ. Que atrativo teria esse jovem candidato? Deve ser as suas propo$ta$ para trabalhar por Mato Grosso. Se ele n√£o gastar ao menos 20 milh√Ķes nessa campanha, Elvis n√£o morreu.

- O candidato tem um im√£ que atrai apoios... assim, do nada. Muito bom.

Legendado

Voc√™ v√™ o camarada em tom perturbador, azucrinando aqui e acol√° (os vereadores que o digam), com uma vontade enorme de se tornar pol√≠tico. Ai voc√™ v√™ o livro de cabeceira do ‚Äėcara‚Äô e j√° vai para a tecla da desconfian√ßa, com a luz amarela acesa. Ele l√™ ‚ÄúO Vendedor de Sonhos‚ÄĚ, e a√≠ tem que levar na esportiva.

- Francamente. √Č muita intelig√™ncia, vender sonhos.

Cen√°rio Mato-grossense I

O governador Pedro Taques, em que pese n√£o ter sido o governador dos sonhos dos mato-grossenses, n√£o consegue ver Mauro Mendes distanciar de si. Ou seja, o eleitor mato-grossense ainda est√° indeciso, em muito, em rela√ß√£o ao candidato Mauro Mendes embora n√£o tenha em Pedro Taques o nome a acreditar. Assim sendo, a indefini√ß√£o pode se alterar em favor do atual governante e o senador Wellington Fagundes pode se aproximar de Mauro Mendes, criando ainda mais d√ļvidas.

- Nessa onda de ‚Äúp√° de l√° e p√° de c√°‚ÄĚ, ningu√©m ganhou a confian√ßa do eleitorado e quem anda mal nessa hist√≥ria √© o velho MDB, de Temer, Silval, Carlos Bezerra e quem mais quiser.

Cen√°rio Mato-grossense II

Com o eleitor mais desconfiado que gato que j√° foi escaldado, o candidato Mauro Mendes est√° mais para ‚ÄúLambhorgUno‚ÄĚ, s√≥ a carca√ßa, mas n√£o tem a acelera√ß√£o do prot√≥tipo original. Uma dormida de touca e Pedro Taques ainda emplaca um segundo mandato, contrariando todos os pais-de-santo e os melhores matem√°ticos. Os dados pesquisados apontam que o n√ļmero de indecisos supera a vontade de votar no candidato da elite, o Mauro Mendes.

- Seria muito cedo para acreditar nas pesquisas?

Cen√°rio Mato-grossense III

Blairo Maggi disse que n√£o quer saber de pol√≠tica, mas, a julgar pelos seus correligion√°rios apoiando Mauro Mendes, ele move as pedras por telepatia. At√© Cidinho, que sempre andou no banco do carona, anda profetizando em favor de Mauro Mendes. O pessoal que faz caminhada com Maggi t√™m feito altas ‚Äėselfie‚Äôs‚ÄĚ com MM e at√© o ‚ÄúM‚ÄĚ da palma da m√£o tende a ser ressuscitado. Coincid√™ncia?

- Entende-se por coincidência, um caminhão cheio de japonês acenando para um chinês e rindo da cara dele.

Cen√°rio Nobrense I

Com as mudanças ocorridas no cenário político estadual, em Nobres a estratégia passa a ser outra. Quem foi em favor de Esmeraldo, que foi apoiado por Botelho e Fábio Garcia, já está em outras bandas. E o próprio Esmeraldo que teve o apoio de Fábio Garcia, hoje estaria sendo escanteado por um outro grupo que está se formando e que lá na frente pode até ser anti-governista na conjuntura política que se desenha.

- Está no ar ou na prancheta, esse novo mapa político local. 

Cen√°rio Nobrense II

Esse outro grupo est√° nascendo a partir do DEM, com algumas movimenta√ß√Ķes de bastidores que visam deixar o segundo colocado nas elei√ß√Ķes municipais de 2016 em Nobres cada vez mais distante das aproxima√ß√Ķes sondadas, por a√≠. O DEM caminha assim, sem a velha raposa saber, ou seja, Fermino estaria abstrato nesses tra√ßos do mapa. Ou seria apenas para tirar Esmeraldo do caminho? As pe√ßas se movem no tabuleiro, isso √© verdade.

- Tem gente armando um xeque-mate.

Cen√°rio Nobrense III

De outra parte, o PSD anda apagado, com os parlamentares municipais s√≥ dedicando um olhar para o pr√≥prio interior. O ex-prefeito Gilmarzinho da Ecoplan, consta que tende a promover um encontro partid√°rio com os nomes do partido, mas isso deve acontecer somente ap√≥s as elei√ß√Ķes. E a pergunta que todos fazem √©: ‚Äúo PSD ter√° candidato majorit√°rio em 2020?‚ÄĚ. ‚ÄúQuem?‚ÄĚ. Fala-se no pr√≥prio Gilmarzinho ou num nome de sua prefer√™ncia.

- Tudo vai depender das urnas neste ano.

Cen√°rio Nobrense IV

A propósito, qual será o estadual mais votado em Nobres? Por enquanto ainda não é possível vislumbrar um nome de peso, mas o atual deputado Botelho tem muitos parceiros por aqui. Guilherme Maluf também tem apoios importantes e toda uma estratégia está lançada para eleger o apresentador Toninho de Souza. O deputado Nininho tem apoiadores em Nobres e Wilson Santos ganhou adeptos com a saída de cena de Mauro Savi.

- Vamos aguardar, é o que resta a todos.

Estrategista Político

Um √°udio que est√° perambulando por a√≠, ap√≥s vazamento, revela a estrat√©gia do prefeito de Ros√°rio Oeste com seu grupo, onde ele pede que pe√ßam voto para Neri Geller e caso haja resist√™ncia a esse nome, que pe√ßam voto para o primo Valtenir. E ainda diz: ‚ÄúFechou. Tamo junto‚ÄĚ. Realmente, pela firmeza na estrat√©gia, o Neri Geller deve mesmo ficar em ‚Äústand by‚ÄĚ. Isso √© a pr√°tica de acender uma mesma vela cogitando a intercess√£o √† duas almas totalmente distintas. Fechou? Bora ver como v√£o ficar esses candidatos nas urnas. Sabe? Aquele turco que vendia roupa feita, antigamente? Dizia ele: ‚ÄúBrimo, num vai d√° certo. Uma vela pra ‚ÄúAl√° e outra pro demo‚ÄĚ.

- Essa, nem o pr√©-socr√°tico Tales de Mileto n√£o conseguiria decifrar, sobre uma nova vers√£o de ‚Äúas retas paralelas e inclinadas‚ÄĚ.

Estrategista Político II

O prefeito de ‚ÄúRosariwood City‚ÄĚ recebe em seu ‚Äúterreiro‚ÄĚ adeptos de Nilson Leit√£o e de F√°varo, com Fagundes para governador e cogita votos para Wilson Santos, Nininho e Botelho na plataforma estadual. Realmente, √© uma nova vers√£o da obra da Torre de Babel. Fora F√°varo, que n√£o anda l√° muito com a bola cheia, os demais podem ser reeleitos e a√≠, o terreiro do estrategista vai estar prestigiad√≠ssimo com uma √ļnica vela acesa para todos os santos. O nosso estrategista deve ter lido muito Immanuel Kant e o seu ‚ÄúJu√≠zo Sint√©tico‚ÄĚ, onde ele destaca que ‚Äún√£o se pode alcan√ßar √† verdade apenas pela an√°lise de suas proposi√ß√Ķes‚ÄĚ.

- Bravo! Campanha em andamento.

Estrategista Político III

No √°udio vazado, o prefeito fala em fechar o mandato com chave de ouro e fortalecido a partir das portas abertas da esfera estadual (AL-MT e Governo) com acesso facilitado e mais obras para Ros√°rio Oeste. Levada ao p√©-da-letra, a estrat√©gia tem muito a ver com o pensamento de Kant acerca do ‚Äúju√≠zo sint√©tico‚ÄĚ, ou seja, segundo ele (Kant), ‚Äún√£o se pode alcan√ßar √† verdade apenas pela an√°lise de suas proposi√ß√Ķes‚ÄĚ. Em resumo, qualquer seja o eleito, n√≥s usufruiremos das vantagens, ainda que se contrarie o ‚Äúju√≠zo sint√©tico‚ÄĚ do pensamento kantiniano.

- Vazou! 

Baixo Nível

Aos poucos o eleitor vai se habituando ao terreno pol√≠tico, mais contaminado que dep√≥sito de fezes. √Č sujo atacando mal lavados e a eterna pr√°tica do ‚Äúfoi bom enquanto durou‚ÄĚ; do usa e descarta; do falar mal para angariar simpatia. E tem gente que cai nessa pilha e se ‚Äúferve‚ÄĚ com as manobras para burlar a vigil√Ęncia de quem ainda n√£o conhece esse verdadeiro ‚Äúcongresso‚ÄĚ de lavadeiras que se tornou a campanha pol√≠tica. Quanta pobreza de argumentos nesse in√≠cio de campanha e aquele que √© rico e o que mais deve, principalmente a quem trabalha. V√° entender essa equa√ß√£o. O Governo do Estado tamb√©m compra fiado e n√£o paga e s√≥ vai estendendo as presta√ß√Ķes.

- Nesse esticar de cordas, aquele que paga os impostos é o que menos tem vez. Quanta covardia.

Baixo Nível II

A Justiça Eleitoral bem que poderia encontrar um meio termo em relação a essa onda de maledicência, criando um medidor de baixo nível na campanha, derrubando o tempo na tevê para quem não falar em proposta e der prioridade ao muito falar do adversário. E por falar nisso, como pode os trabalhadores esperarem pelo pagamento de um empresário que ostenta riqueza e quem trabalhou pra ele não consegue receber. E o Governo do Estado, como faz com as agências de publicidade que contrata e não as paga? E os veículos que divulgam essas mídias, recebem de quem?

- Calote oficial e o calote privado, onde o povo vai parar?

Baixo Clero

Em Nobres, os candidatos j√° se mobilizam por aqui atrav√©s dos seus representantes. E tem a candidatura caseira do registrado ‚ÄúJornalista Marcos Lopes‚ÄĚ, que tenta uma vaga √† AL-MT, acreditando em seus argumentos e no desejo de mudan√ßa do povo. As possibilidades s√£o m√≠nimas, n√£o como a de uma aposta simples na Mega Sena, que √© de 1 em quase 60.000.000, mas... o poder aquisitivo tende a falar mais alto e os votos de protestos se reduzem. Como disputar n√£o √© proibido, vamos aguardar os votos nas urnas. Paci√™ncia, um bom paraquedas, caldo de galinha e botina nova s√£o recomend√°veis nessa trajet√≥ria.

- Como diriam os fan√°ticos, Elvis n√£o morreu e o ‚ÄúSonho N√£o Acabou‚ÄĚ, dizia Lennon. Ou quando nada voc√™ Imagina:¬† ‚ÄúVoc√™ pode dizer; Que eu sou um sonhador; Mas eu n√£o sou o √ļnico; Eu tenho a esperan√ßa de que um dia; Voc√™ se juntar√° a n√≥s; E o mundo viver√° como um s√≥...‚ÄĚ.

TV Sujeita...

... a chuvas e trovoadas. E l√° naquele estabelecimento, o torcedor do Flamengo foi pra ver o jogo contra o Gr√™mio, aproveitando para degustar um bom vinho. E quando o Flamengo ia ao ataque, o vento derrubava o cabo de vassoura que segura a antena. Malandramente, o cabo de vassoura ca√≠a e com ele o sinal de tev√™. O flamenguista ficou √† beira de um ataque de nervos e gritou, ‚Äúchama o t√©cnico... p√īrra!‚ÄĚ.

- Só que não era o técnico do Flamengo, mas o de antenas.

M√£o √önica

O trecho da Rua Ludgardes Hoffmann Riedi, que passa em frente a sede da Prefeitura de Nobres, tem m√£o √ļnica, entretanto, carros e motos s√£o vistos trafegando em sentido contr√°rio. √Č aquele ‚Äújeitinho‚ÄĚ de burlar a vigil√Ęncia e quando acontece uma merda, justos pagam por pecadores. Se multa, zanga.

- Que n√£o est√° certo... n√£o est√°.

M√£o √önica II

A Rua Niva Matos de Oliveira, ap√≥s a Filinto Muller, sentido Escola ‚ÄúMaria Honorata‚ÄĚ √© contram√£o, mas sempre se pode ver um carro seguindo de maneira errada, principalmente quando a circula√ß√£o de carros, motos e bicicletas est√£o acentuadas. Um abalroamento ter√° sido motivo para um B.O. e da√≠ em diante. Mas que mania de tentar enganar... a si mesmo(a). Respeitar o tr√Ęnsito, os c√≥digos, sinais e normas √© normal. O anormal √© querer enganar-se e com isso aos outros. Que tal, fazer a coisa certa?

- Se você faz a sua parte, deixe que os outros sejam apanhados em infração.

M√£o √önica III

No Banco do Brasil, um caixa √© considerado preferencial √† idosos, deficientes, gestantes e outros. Muita gente teima em n√£o ver a informa√ß√£o. Dia desses, uma pessoa que deveria ‚Äúensinar‚ÄĚ, que ensina, foi lembrada sobre a ‚Äúprefer√™ncia‚ÄĚ e ainda assim continuou no caixa e fez as opera√ß√Ķes para si e para uma colega, tomando lugar e tempo de outros que tem a prefer√™ncia. O que se ‚Äúaprende‚ÄĚ com gente assim? A√≠, esse tipo de gente cobra direitos, mas costuma n√£o observar os deveres m√≠nimos de cidadania. H√° que se respeitar... afinal, ningu√©m √© perfeito; o pau que nasce torto... torto ficar√°.

- Bem, isso também é seguir na contramão da realidade.

Carteirada

Em qualquer linha de di√°logo que possa ocorrer entre um contribuinte e um vereador, seja l√° de que munic√≠pio for a cita√ß√£o ‚Äúeu sou autoridade‚ÄĚ n√£o tem sentido nenhum. Autoridade, mesmo, tem aquele que paga impostos. Tem sido comum ouvir por parte deste ou daquele vereador a afirma√ß√£o ‚Äúeu sou autoridade‚ÄĚ, s√≥ que n√£o... na hora de pedir o voto ao eleitor a autoridade ser√° sempre aquela pessoa detentora do voto.

- Esse tipo de carteirada, temos como o reverso da medalha na outra eleição.

Carteirada II

N√£o existe autoridade, existe uma compet√™ncia delegada pelo cidad√£o para que este ou aquele o represente no Parlamento municipal. Quem se auto afirma ‚Äúautoridade‚ÄĚ, desconhece o que representa o voto popular, mesmo aquele voto ‚Äúcomprado‚ÄĚ, n√£o d√° direito a esse tipo de comportamento. Quem assim age, √© bom rever esse conceito arcaico.

- Carteirada é coisa feia.

Cumprindo o seu Papel

Hoje, uma equipe da ESAN fazia cumprir o seu papel, de recomposi√ß√£o do pavimento, ap√≥s a necessidade de verifica√ß√£o na tubula√ß√£o que rompe ou ap√≥s uma nova liga√ß√£o domiciliar. Isso faz parte do edital e nada mais correto que o cumprimento dos compromissos assumidos. Outra equipe foi fazer a manuten√ß√£o da Pra√ßa da Serragem, onde cavalos pastam e a noite uma rapaziada ‚Äúviaja‚ÄĚ nas pedras do mal. A lumin√°ria, por vezes, √© quebrada de prop√≥sito.

- Alguma ‚Äúautoridade‚ÄĚ disposta a passar uma noite ali com a galera, com aqueles que fumam aquelas pedras do mal?

Mal Maior

A comunidade do Bairro Serragem desconhece alguém disposto a agir para evitar o processo erosivo que avança contra a rua quando o Rio Serragem enche, geralmente, em períodos chuvosos. Com o leito assoreado, o volume da água tende a se manter cada vez mais alto e vai chegar o dia em que a rua será invadida pelo leito do rio ali onde outrora se tomava banho e se pescava.

- Mas, pra que a preocupa√ß√£o com processos erosivos, o bom √© dar ‚Äúcarteirada‚ÄĚ e encher a boca pra dizer ‚Äúeu sou autoridade‚ÄĚ. Tem gente anotando tudo isso.

Dinheiro Voando

O munic√≠pio de Nobres tem alguns milhares de reais em impostos a receber de certas empresas que sonegam; alguma autoridade para formar uma ‚Äúfor√ßa tarefa‚ÄĚ e cobrar dessas empresas? Ser√° mesmo? Por que n√£o, buscar informa√ß√Ķes no setor competente?

- Então, tá, vamos lá. Recuperação ambiental pode ser abatida em impostos devidos. Basta combinar.

Troca de Farpas

Todos estavam no mesmo barco para destronar Silval Barbosa (MDB), agora, todos se voltaram contra Pedro Taques e a união histórica entre PMDB e PFL volta a acontecer só que, com a maquiagem da mudança de nome embora os ocupantes das naus sejam os mesmos. A política mato-grossense anda tão óbvia quanto encontrar pela rua uma cédula de R$ 2,00. Quando encontrar, se não for uma de R$ 3,00 que algum político deixou cair, de propósito.

- Tal e qual um caminh√£o lotado de capivara.

Fama Literal

O cara que já era uma estrela cibernética, agora, ganhou status de celebridade, o tal dr. Bumbum, com milhares de seguidores e ares de superatleta, mas a sua ficha policial é como um bumbum caído... vai de mal a pior. Agora, que virou notícia pela morte de uma paciente, o seu currículo está bem caidinho, com a capivara prá lá de extensa.

- Como não dá para passar o bisturi na ficha policial, a casa da família caiu.

Filtro

A Empresa de Saneamento de Nobres (ESAN), vez ou outra, vira notícia no Legislativo, mas a verdade é que a concessão é de 30 anos e o edital tem regras específicas, mas o que se precisa saber é o que está por trás desse interesse em zelar pelos fracos e oprimidos. Tem gente falando coisas por aí... mas, pera aí, não vimos nenhum indício de legislação em causa própria. Será?

- Muita calma nessa hora... leia o edital, passou pelo mesmo crivo do mesmo Legislativo.

Estado Let√°rgico

A oposi√ß√£o em Ros√°rio Oeste anda meio furtiva, sonolenta, com sinais de que ingeriu aquela panaceia denominada ‚ÄúSanto Daime‚ÄĚ. Com um prato cheio para a a√ß√£o por conta da publicidade pessoal. Um espera outro, que espera este... por vezes, a cren√ßa est√° mais no sexo oposto, pelo fato de ter peito...

- Ah! Não é o momento certo. Então tá.

Monitoramento Eletr√īnico

A implanta√ß√£o de c√Ęmeras de monitoramento em pontos estrat√©gicos na cidade de Nobres est√° em avalia√ß√£o. Chegaria perto de R$ 1.000.000,00 e tecnicamente v√°lida para dois anos a funcionalidade dos equipamentos, segundo se ouviu. Para os padr√Ķes de Nobres n√£o seria qualquer coisinha, financeiramente falando. O custo benef√≠cio para o com√©rcio parece interessante, mas do ponto de vista da carga tribut√°ria que j√° √© paga pelo cidad√£o que ainda emprega e gera renda √© qualquer coisa analis√°vel.

- Paciência, estratégia e análise aprofundada do fluxo de caixa após a greve dos caminhoneiros.

Monitoramento Fiscal?

A quantas anda a finan√ßa de cada um dos cidad√£os? Voc√™ ostenta? Qual a sua fonte de renda? Onde guarda o seu capital? Como investe? √Č compat√≠vel com a sua atividade? Well! N√£o estamos nos EUA, ent√£o, vamos continuar sem saber, sem monitorar e a vida segue normalmente. Isso √© Brasil. N√£o pode.

- Assim sendo...

Prosseguindo

Quem disse que a atual presidente do Sispunobres, Lucidalva Maria Gomes, estaria de fora da disputa em 2019? Ao que se sabe, Lucidalva vai para mais um mandato e parece animada para a disputa a partir de algumas novas alian√ßas que est√£o sendo costuradas. Ent√£o, como muita gente est√° correndo dessa ‚Äúbriga‚ÄĚ, Lucidalva parece que deve reinar absoluta. Mas √© muito cedo ainda e vamos ver quem vai para o embate com ela.

- Calma aí, é só ano que vem.

Letrinhas Subindo

Os caracteres de um site de not√≠cias ap√≥s a exibi√ß√£o de um v√≠deo acabou incomodando e logo aquela ‚Äútorcedora‚ÄĚ (aquela!, que veio de Tangar√°) tascou que tava parecendo o final do filme ‚ÄúO D√≥lar Furado‚ÄĚ. A ‚Äúmo√ßa‚ÄĚ est√° mais para Le√£o da MGM... faz aquele barulh√£o danado e sai de cena. Deixa o filme dos outros em cartaz e vai cuidar da sua...

- Tchau, querida!

Letrinhas Subindo II

Se voc√™ se preocupa com as letrinhas subindo, imagina quando aquela coisa n√£o sobe. Dizem que a vida √© curta... e de fato √©, a ponto de a gente ficar babando quando se ouve falar em dinossauros, aqueles que viveram h√° milh√Ķes na terra. E quem anda se preocupando com a concorr√™ncia e seus caracteres, ser√° que n√£o est√° deixando passar a oportunidade de viver intensamente?

- Deixa o povo de ‚ÄúB√≥liwood‚ÄĚ trabalhar e vai dan√ßar a dan√ßa do ventre. Gostou da sugest√£o?

Mistérios da Meia-noite

A Prefeitura de Ros√°rio Oeste est√° com um baita problema pela frente, a propaganda pessoal do chefe do Executivo, mas h√° quem diga que n√£o tenha nada a ver, por conta de uma manobra na hora do pagamento, que a ‚Äúrica‚ÄĚ oposi√ß√£o vai ter que esclarecer esse mist√©rio. Outra, uma claque que vaiou o prefeito na festa de anivers√°rio do munic√≠pio teria sido paga pela oposi√ß√£o. Quem diria, de matando cachorro √† grito para a ostenta√ß√£o... tem cada piada.

- Que invenção mais antiga, dizer que a oposição foi às compras.

Mistérios da Meia-noite II

Houve um per√≠odo, n√£o muito remoto, em que se amarrava cachorro com lingui√ßa s√≥ para testar o melhor amigo do homem e da mulher, das crian√ßas e da sogra... e o danadinho n√£o ro√≠a a corda. Agora, dizer que a oposi√ß√£o ‚Äúpagou‚ÄĚ pra vaiar o prefeito, isso tem duas formas de entendimento: ou a claque t√° cobrando pre√ßo de banana e se n√£o, a oposi√ß√£o anda garimpando no asfalto, pra ‚Äúcontratar‚ÄĚ tantas carpideiras assim. Daqui uns dias, a lingui√ßa √© que ir√° morder o cachorro.

- Sobre a propaganda pessoal, como ser√° o amanh√£... responda quem quiser...

Ela Agora é de Tangará

 Texto conhecido, ao melhor estilo das chantagens utilizadas no whatsapp para se aproximar daquilo que mais interessa, foi enviado aos secretários municipais de uma certa cidade, com uma reclamação sutil, ao melhor estilo dela. A ninguém mais apavora com as suas chantagens, já que se tornou conhecida por esse jeito tacanho de ser, mas deixou pistas pelo caminho, a rainha do borogodó, conhecida pelos amigos que não da citada terra.

- Assume, j√° todos j√° sabem quem foi.

Ela Agora é de Tangará II

¬†Aquela figura carimbada, cujas chantagens temos todas catalogadas, inclusive um di√°logo que pode ter sido a senha de aproxima√ß√£o. A cobra, agora, destila o seu veneno atrav√©s das redes sociais, na maior cara de pau, se dizendo de outra cidade. Rid√≠cula, todos conhecem o seu estilo. Assume que est√° sendo incomodada e se porta como algu√©m que n√£o seja daqui de Nobres. Ria a vontade, aqui √© filho de pescador, acostumado a comer pac√ļ, mesmo aqueles que n√£o tem cinturinha.

- Ela, a figura, se acha, enquanto todos riem por √ļltimo.

Ela Agora é de Tangará III

Sob risco de sofrer uma a√ß√£o civil p√ļblica por seus feitos bajulat√≥rios e que exp√Ķe figuras p√ļblicas ao risco extremo de passar por ato de improbidade administrativa, deu para alfinetar com recadinhos aleat√≥rios como se fosse de outro munic√≠pio. Assume abertamente que esteja incomodada, figura, mas n√£o use de maneiras sorrateiras para alfinetar. Engra√ßado, n√©! Vive escarafunchando problemas extraconjugais de gente da cidade, mas esquece o seu lado passional por um sujeito.

- Sai da minha aba, você não me mete medo. Vamos ver se a boa cabrita vai berrar. Mande outra, de outra cidade, porque dessa nós já sabemos.

Só Bola Fora

O rep√≥rter da Band √© chato, mas da√≠ a registrar B.O contra o sujeito, √© coisa do Brasil Col√īnia. Francamente, o prefeito precisa se orientar a√≠ em Ros√°rio Oeste. Logo ele, que respondeu com sobriedade as perguntas do caro camarada ‚Äúpentelho‚ÄĚ. Boletim de Ocorr√™ncia? E se o TCE-MT resolvesse registrar um BO para cada irregularidade cometida, que tamanho ficaria a capivara do gestor? Gente, vamos cuidar da cidade e esquecer esse neg√≥cio de se nivelar por baixo.

- N√£o seria a hora de dar uma garimpada e mudar alguns secret√°rios?

Só Bola Fora II

Veja o que TCE-MT j√° informou: ‚ÄúO Tribunal de Contas de Mato Grosso emitiu parecer pr√©vio contr√°rio √† aprova√ß√£o das contas anuais de governo da Prefeitura de Ros√°rio Oeste, relativas ao exerc√≠cio financeiro de 2015, gest√£o de Jo√£o Ant√īnio da Silva Balbino. A decis√£o se deu em face dos gastos com pessoal do Poder Executivo, acima dos limites estabelecidos em lei, √† ocorr√™ncia de d√©ficit or√ßament√°rio no final do exerc√≠cio, √† insufici√™ncia financeira em mais de R$ 7 milh√Ķes, e, ainda, √† n√£o publica√ß√£o do Relat√≥rio Resumido de Execu√ß√£o Or√ßament√°ria e do Relat√≥rio de Gest√£o Fiscal, conforme √© estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)‚ÄĚ.

- Alguém registrou BO sobre isso?

Só Bola Fora III

De acordo com o TCE-MT: ‚ÄúFoi identificado pelo relator das contas, conselheiro Valter Albano, que os gastos com pessoal da prefeitura e do munic√≠pio totalizaram R$ 18.831.463,26 e R$ 19.682.901,60, respectivamente, correspondendo a 58,15% e 60,78% da Receita Corrente L√≠quida, percentuais estes que extrapolam os limites m√°ximos de 54% e 60%.‚ÄĚ O conselheiro, √† √©poca, destacou que ‚Äú√Č imprescind√≠vel que o atual chefe do Executivo adote as provid√™ncias legais previstas na Constitui√ß√£o Federal e na LRF, para reduzir os seus gastos com pessoal‚ÄĚ.

- Se isso não é prejudicial, deixa correr.

Só Bola Fora IV 

E o TCE-MT aponta: ‚ÄúQuanto √† ocorr√™ncia de d√©ficit or√ßament√°rio, o resultado deficit√°rio totalizou R$ 1.022.363,75 em 2015, o equivalente a 3,23% da receita. J√° a insufici√™ncia financeira constatada no exerc√≠cio auditado foi de R$ 7.814.796,80. Isso significa que, para o cumprimento de compromissos de curto prazo, o munic√≠pio teve R$ 0,16 para cada R$ 1,00 de obriga√ß√Ķes, o que evidencia o comprometimento das contas p√ļblicas‚ÄĚ.

- Menos mal que tenha as cancelas do pedágio como salvação.

Só Bola Fora V

E o TCE-MT prossegue: ‚ÄúOutro aspecto constatado nas contas diz respeito ao ranking de gest√£o fiscal, em que s√£o avaliados os 141 munic√≠pios mato-grossenses, em que Ros√°rio Oeste ocupou a 124¬™ posi√ß√£o‚ÄĚ. Segundo o relator, "Tal cen√°rio se deve ao fato de que o munic√≠pio tem apresentado, desde 2012, o conceito "D" ‚Äď Gest√£o Cr√≠tica, em raz√£o dos resultados negativos dos indicadores relativos √† Receita Pr√≥pria Tribut√°ria, Despesa com Pessoal, investimento, custo da d√≠vida e resultado or√ßament√°rio do RPPS, sendo, portanto, necess√°rio empreender esfor√ßos no sentido de melhor√°-los".

- E a sereia cantou e tudo o que o TCE-MT apontou foi ignorado pelos senhores vereadores. Mal no ranking, feio na fita e com os parlamentares tudo bem.

Coisas do Lado de C√°

A Prefeitura de Ros√°rio Oeste est√° com muito, financeiramente falando, com um mont√£o de advogados saindo em defesa do prefeito. O epis√≥dio patrocinado pela divulga√ß√£o televisiva do Programa do Pop n√£o causaria tanto estardalha√ßo assim, n√£o fosse alguma cabe√ßa pensante ‚Äúmandar‚ÄĚ tirar a tev√™ do ar. Tem um sem n√ļmero de pessoas em busca de avaliar esse QI da pessoa que mandou tirar o canal do ar.

- Uma sumidade dessas tem que passar por estudos ‚Äúeletroencefalogr√°ficos‚ÄĚ (EEG) para a detec√ß√£o de quais dos tr√™s neur√īnios pode ter sido afetado.

Coisas do Lado de C√° II

Se acontecer esse ‚Äúdesligamento‚ÄĚ ou blecaute insinuante, algu√©m da Prefeitura de Ros√°rio j√° vai poder pedir m√ļsica no Fant√°stico. Da outra vez foi a TV do Gigio, que foi ‚Äúsacada‚ÄĚ do ar por conta de not√≠cias contr√°rias. N√£o! N√£o deve ter sido obra do prefeito, essa retirada do plug da tomada. Eureka! Foi t√£o genial quanto √° descoberta da densidade das fezes... que deu trabalho para se chegar √† informa√ß√£o cient√≠fica sobre o n√£o afundamento da merda n‚Äô√°gua.

- A cagada foi tão intensamente comentada que a própria notícia, de pouca profundidade.

Coisas do Lado de C√° III

Um governo cercado de raridades e sumidades por todos os lados, jamais poderia incorrer nessa tomada de posi√ß√£o, de fazer cessar uma nota nada empolgante, comum aos simples mortais. De um tempo a este, o Executivo de Rosariwood mais parece um Butant√£... aquela ilha cercada de cobras por todos os lados. E pelo que se v√™, exala do poder o sempre decifr√°vel cheiro (e nunca odor) daquilo que s√≥ quem anda duro p√Ķe esse apelido... vil metal. T√ī apelidando dinheiro de inimigo, s√≥ passa, me chuta e segue seu caminho.

- Com tanta gente com neur√īnios sobrando a√≠ em ‚ÄúB√≥liwood‚ÄĚ, ser√° que n√£o d√° emprestar uns caramingu√°s? √Č pra mode manda implant√° um chip com neur√īnios emprestados. Se for dif√≠cil, s√≥ o dinheiro serve.

Coisas do Lado de C√° IV

Com dinheiro nos bolsos, qualquer descamisado fica chique. E parece que em ‚ÄúB√≥liwood‚ÄĚ, o tal do berer√© n√£o falta. At√© a oposi√ß√£o foi √†s compras nos √ļltimos dias... levando algumas carpideiras para chorar no vel√≥rio alheio. E olha que n√£o teria dado certo, o show continuou. Com o Rio Cuiab√° baixo de √°gua, qualquer um veria o rabo dessa sereia quem tem atra√≠do muita gente com seu canto em ‚ÄúB√≥liwood‚ÄĚ. Tem um pessoal da imprensa que precisa investir mais naqueles aparelhinhos para surdos, n√£o conseguem ouvir o canto da sereia e nada contra correnteza.

- Troca de profiss√£o, vai vender ‚Äúprest√≠gio‚ÄĚ, picol√© de bocaiuva, balinhas de mel, quebra-queixo e doce de mam√£o. Ou...

Isto é Derrapamento

O pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso emitiu parecer pr√©vio contr√°rio √† aprova√ß√£o das contas de governo de 2016 da prefeitura de Ros√°rio Oeste, sob responsabilidade de Jo√£o Ant√īnio da Silva Balbino. No relat√≥rio t√©cnico preliminar de auditoria, foram apontadas doze irregularidades, o relator do processo conselheiro interino Isaias Lopes da Cunha manteve duas irregularidades consideradas grav√≠ssimas, sendo elas: gastos com pessoal acima dos limites estabelecidos pela lei de responsabilidade fiscal, e repasses ao Poder Legislativo em desacordo com a Constitui√ß√£o Federal.

- Alguma d√ļvida?¬† ¬† ¬† ¬†

Isto é Derrapamento II 

Os gastos com pessoal do Poder Executivo totalizaram vinte e um milh√Ķes, trinta e oito mil reais, correspondente a 55,15% da receita corrente l√≠quida. J√° os repasses efetuados pelo Poder Executivo ao Poder Legislativo n√£o observaram o limite m√°ximo estabelecido em lei. O √≠ndice de gest√£o fiscal totalizou 0,35, o que demonstra que o munic√≠pio alcan√ßou o Conceito D, de Gest√£o Cr√≠tica.

- Mais alguma d√ļvida?

Isto é Derrapamento III

Uma representa√ß√£o interna foi julgada procedente pelo pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso envolvendo a prefeitura de Ros√°rio Oeste. Pelo processo foi verificado que a prefeitura exigiu em edital atestado de visita t√©cnica excessiva ou desnecess√°ria para a execu√ß√£o de preg√£o presencial em registro de pre√ßo, para futura e eventual presta√ß√£o de servi√ßos de transporte escolar de alunos da rede p√ļblica de ensino. No voto, o conselheiro relator Isa√≠as Lopes da Cunha, determinou¬†√† atual gest√£o da prefeitura de Ros√°rio Oeste a proibi√ß√£o de inserir nos instrumentos convocat√≥rios, cl√°usulas que restrinjam a competitividade do certame.

- Desfeita alguma d√ļvida sobre o que √© derrapamento?

Isto é Derrapamento IV

Todos os dados acima s√£o da Egr√©gia Corte de Contas de MT, e at√© hoje ningu√©m sabe qual a trilha sonora utilizada pela sereia para convencer os vereadores a aprovarem as contas do munic√≠pio de Ros√°rio Oeste, do exerc√≠cio de 2016, com Parecer Pr√©vio Favor√°vel √† rejei√ß√£o das contas de Governo. Ao que se sabe, por estas bandas n√£o habita nenhum hindu, encantador de cobras. E ainda tem gente que acredita que um gestor com quatro contas aprovadas terminou por ‚Äúderrapar‚ÄĚ. E quem tem mais de tr√™s contas rejeitadas pelo TCE-MT., pode pedir m√ļsica no Fant√°stico?

- Se não é derrapamento, talvez seja aquaplanagem.

Partido Novo

O vereador Marco Ara√ļjo vai mudar de partido quando a primeira janela se abrir. Vai deixar o PSDB e seguir para outra sigla, ele e mais 10 do seu ‚Äústaff‚Äô. Vai buscar viabilizar candidatura √† sucess√£o municipal l√° no long√≠nquo 2.020. A tarefa ser√° mais dif√≠cil que ser oposi√ß√£o de um governo cheio de aliados. Talvez a trilha sonora da sereia n√£o tenha encantado o ainda parlamentar tucano, fora da base de apoio ao prefeito. O voo √© alto e o parlamentar n√£o pode prescindir de um bom par de asas, desde que n√£o a empreste de √ćcaro...

- ...a√≠ n√£o ser√° ‚Äúderrapamento‚ÄĚ e sim esborrachamento.

Conex√£o Estranha

O empres√°rio do ramo da comunica√ß√£o, preso em Nobres, gozava de muito prest√≠gio na comunidade local, tanto, que o celular dele continua sendo atendido por outra pessoa e teria sido entregue a uma outra pessoa que, aparentemente, nada tinha a ver com o tipo. E o mais engra√ßado √© que tem gente alimentando o site, o que leva a uma outra conex√£o, com outra pessoa, de fora desse ‚Äúmeti√™‚ÄĚ. √Č um quebra-cabe√ßas complexo e ao que consta, a influ√™ncia do mo√ßo √© extensa.

- A capivara, idem.

Vereador em Ação I

Veja como agia um vereador em uma cidade mineira: ‚ÄúCerca de 20 caix√Ķes de defunto foram abandonados ao ar livre no munic√≠pio de Itacarambi, no Norte de Minas, e viraram o s√≠mbolo do estado de calamidade p√ļblica, decretado na cidade pelo novo prefeito, Ramon Campos (PDT), logo depois de tomar posse em 1¬ļ de janeiro. Ningu√©m viu quem ‚Äúdesovou‚ÄĚ os ata√ļdes, encontrados ontem em um terreno baldio do Bairro Lago Sul, e tamb√©m n√£o se sabe de onde eles sa√≠ram. O mist√©rio assustou moradores, j√° √†s voltas com transtornos provocados pelo ac√ļmulo de lixo nas ruas, falta de medicamentos nos postos de sa√ļde e sucateamento da frota da prefeitura, herdados da administra√ß√£o anterior‚ÄĚ.

- Situação funesta embora tenha ocorrido em 2013.

Vereador em Ação II

O relato: ‚ÄúSegundo o secret√°rio municipal de Governo de Itacarambi, Kleber Martins, existia uma suspeita por parte dos moradores de que os caix√Ķes eram da Funer√°ria Renascer, que faliu no fim do ano passado (2012), j√° que nenhum dos estabelecimentos do ramo em funcionamento da cidade assumiu ter feito o descarte. A Renascer pertencia ao ex-vereador Adenildo Ferreira do Nascimento (PMDB), que morreu de infarto em outubro. Logo depois do falecimento do ex-parlamentar, a empresa fechou as portas.‚ÄĚ.

- O parlamentar, titular da Renascer, n√£o foi poupado e tamb√©m ‚Äún√£o renasceu‚ÄĚ para continuar a sua atividade comercial.

Vereador em Ação III

De acordo com Kleber Martins, ent√£o secret√°rio municipal de Governo de Itacarambi, √† √©poca, havia informa√ß√Ķes de que a funer√°ria vendia √† Prefeitura de Itacarambi caix√Ķes que eram usados em funerais de pessoas de baixa renda do munic√≠pio. ‚ÄúNenhum parente do ex-vereador foi encontrado pela reportagem para falar sobre o caso.‚ÄĚ. Isso, no come√ßo de 2013 naquela cidade mineira.

- Realmente, quando se pensa que j√° se viu de tudo, eis uma novidade bastante funesta.

Triste Cena

Viralizou na rede social (whatsapp) as cenas gravadas de duas jovens se atracando dentro do banheiro de uma escola com a plateia de colegas aplaudindo o espet√°culo deprimente. Em dado momento aparece uma terceira pessoa em cena e as agress√Ķes prosseguem, sendo presenciadas por colegas ensandecidas pelo que viam. O caso exige a participa√ß√£o de pessoas ligadas √† psicologia, de modo a avaliar tais comportamentos, bem ao estilo medieval ou de um per√≠odo de Brasil Col√īnia.

- Isso dep√Ķe contra a escola e contra os princ√≠pios disciplinares e conceitos de fam√≠lia que devem ter as pessoas na conviv√™ncia social.

Triste Cena II

Duas belas mo√ßoilas que, presume-se, se matricularam para estudar e promovem uma luta do tempo das cavernas, comentadas no watsapp como se fosse por um elemento do sexo masculino, um namoradinho. Francamente, as apar√™ncias enganam e acredita-se que tais jovens tenham a obriga√ß√£o de apresentar boas notas. E a pergunta ing√™nua que se faz √©: ‚Äúpara onde caminha a humanidade?‚ÄĚ.

- E pensar que a escola j√° foi um templo de sabedoria ou de busca pelo saber. Est√° no whatsapp, como no tempo das cavernas.

D√ļvidas

A cidade de Nobres tem recebido profissionais para realizar consultas e a propaganda anuncia esses visitantes como se fossem m√©dicos especializados em doen√ßas da vista. A confus√£o est√° entre o optometrista e o oftalmologista e qualquer leigo sabe que h√° uma dist√Ęncia entre um e outro profissional.

- Veja a seguir, informação de quem entende do assunto.

D√ļvidas II

Diz um setor especializado que: ‚ÄúOs optometristas s√£o profissionais que proporcionam cuidados de sa√ļde ocular prim√°rios, desde exames de vis√£o e corre√ß√£o do diagn√≥stico at√© ao tratamento e gest√£o das altera√ß√Ķes na vis√£o. Um especialista em optometria n√£o √©, no entanto, um m√©dico. Um optometrista √© licenciado para praticar optometria, o que envolve, desde logo, a realiza√ß√£o de exames aos olhos e testes de vis√£o, al√©m da prescri√ß√£o de lentes corretivas e a detec√ß√£o de determinadas anomalias oculares.

- Logo...

D√ļvidas II

J√° ‚Äúum oftalmologista √© um m√©dico especializado em cuidados de vis√£o. Os oftalmologistas diferem dos especialistas em optometria e em √≥tica pela sua especializa√ß√£o e forma√ß√£o, bem como pelo √Ęmbito do que podem diagnosticar e tratar. Um oftalmologista pode praticar medicina e cirurgia. Al√©m disso, trata todas as doen√ßas oculares e prescreve √≥culos e lentes de contacto para corrigir problemas de vis√£o‚ÄĚ.

- Mas, em caso de d√ļvidas, qualquer pessoa pode recorrer ao Minist√©rio P√ļblico Estadual e buscar as informa√ß√Ķes necess√°rias, principalmente se perceber algum √≥bice... na vista ou nos bolsos.

Sujeira Geral

√Č de se acreditar que haja um C√≥digo de Posturas ou qualquer coisa semelhante que discipline a sujeira em via p√ļblica. Caminh√Ķes que carregam entulhos ou transportam terra, aterro ou qualquer outra coisa, deveriam cuidar melhor daquilo que transportam, evitando assim de sujar ainda mais as ruas da cidade. Tem sido comum ver espalhado pelas ruas algum tipo de material que tenha ca√≠do de algum caminh√£o.

- Isso só piora o visual da cidade.

Infraestrutura Turística

Mas que obra complicada em Nobres. J√° foi paralisada outra vez e algumas pessoas alegavam que estariam a 45 dias sem receber. H√° quem diga que o senhor Carlos Avalone seria o respons√°vel direto pela empresa. N√£o! N√£o seria verdade isso e para desvendar, s√≥ o Minist√©rio P√ļblico Estadual. A verdade √© uma s√≥, resolveram brincar com a cara da popula√ß√£o de Nobres. Ora, vejam s√≥, a obra nunca termina.

- Que coisa mais estranha... e só aconteceria em Nobres.

Sem Noção

A Pra√ßa da Serragem realmente precisaria de uma dose cavalar de cuidados para que ela seja mantida como deve. Vinha sendo comum deixar cavalo pastando na pra√ßa e mais tarde aquele monte de estrume ficava espalhado no interior do logradouro p√ļblico. √Č de cagar, essa relev√Ęncia de fato, ao se colocar cavalo para pastar em pra√ßa p√ļblica, segundo se informou. N√£o fosse a interven√ß√£o de alguns poucos que valorizam a pra√ßa, o pasto continuaria a servir o equino.

- Esterco em demasia e noção comunitária em quantidade pequenérrima.

Sem Noção II

Ao que consta, segundo algumas pessoas, a manuten√ß√£o da pra√ßa vem sendo feita pela empresa adotante, mas a verdade √© que algumas poucas pessoas n√£o gostam da pra√ßa com claridade, que √© para ficar ‚Äúfumando o cachimbo‚ÄĚ da paz naquele lugar. A√≠, o que v√™ √© s√≥ aquele foguinho avermelhado em meio √† escurid√£o e tome cigarrinho do diabo na escurid√£o. Realmente, a popula√ß√£o precisa se indignar e botar ordem na casa, chamando a pol√≠cia bem na hora que esse pessoal resolver fumar o seu bagulho por ali.

- Vai pra debaixo da ponte, √† beira do rio ou pra PQP, acender essa p√īrra loca.

Sem Noção III

A Pra√ßa da Serragem √© um local que foi eternizado em nome de um bravo lutador brasileiro na Guerra Mundial e precisa ser bem cuidada, preservada, iluminada e ser ponto de alegria para a sua comunidade. Esse pessoal que quiser curtir a erva maldita ou botar fogo em pedra, que v√° procurar outro lugar... cacete. A pra√ßa √© do povo e a comunidade precisa se fazer respeitar, seja chamando a pol√≠cia, seja contribuindo para a preserva√ß√£o do bem p√ļblico.

- Quem manda mais, a comunidade unida ou uma meia d√ļzia de ‚Äúz√© man√©‚Äôs?‚ÄĚ. V√° ‚Äėcachimbar‚Äô l√° pra ponte que caiu.

Mistério

O elemento vai preso, a PM relata que o celular do indiv√≠duo foi apreendido, mas teria gente atendendo quando se liga no n√ļmero, dito, recolhido. Nesse jogo dos erros, onde est√° a diverg√™ncia? Quem acompanha as mat√©rias policiais √© quem diz isso, que teria gente atendendo celular supostamente apreendido. J√° outro celular de outro indiv√≠duo preso nunca mais foi devolvido √† fam√≠lia.

- Com a palavra o ilustre secret√°rio de Estado da Seguran√ßa P√ļblica.

Barraco

Se fosse gente pobre, ia parar na delegacia, mas como é gente fina, tudo fica escondido. Contam que foi o maior barraco e teria rolado até um suborno para quem deveria ver e tomar providência e não tomou. A descoberta de um caso extraconjugal com gente boa aqui da city virou o maior barraco. E seria com gente que já teria ameaçado ir embora de Nobres por não gostar da cidade. Eita, bafão da hora, mas que ficou na moita!

- Realmente, tem coisa que evapora, que vaza e que se espalha pelo ar. E olha que a concorrência é bacaninha. Per Dio.

Barraco II

Esse neg√≥cio de o trem bala passar e n√£o achar ningu√©m na esta√ß√£o... perdeu a viagem. Marido dos outros √© como favo de mel para urso(a), passou, viu, gostou... vamos ao ‚Äúx√≥pi‚ÄĚ. J√° o mesmo tema na vers√£o do pobre, √© comer a costela e deixar o osso pra l√°. Olha, em Nobres acontece cada coisa, dessas que no Guinness Book seria fichinha. Esse, t√° recente, bem fresquinho da hora e ainda deixaram o povo apanhar.

- Esses segredos de alcova, é bom ficar de bico calado. Se surra resolvesse, Donald Trump seria padre franciscano.

Política e Desgaste

A cada dia que passa a classe política passa a acumular desgaste em todos os níveis. Não há mais credibilidade na política e a greve dos caminhoneiros despertou a população para muitas mazelas políticas a partir dos preços abusivos de combustíveis. Nos estados, os políticos acumulam desgaste na imagem e o cenário é de absoluta falta de confiança na classe de um modo geral. Vai ser muito difícil a eleição dos políticos de carreira e besta será a população que acreditar nas promessas de muitos deles.

- Olhai e vigiai contra aqueles que j√° sugaram o dinheiro p√ļblico.

Política e Desgaste II

No √Ęmbito dos munic√≠pios, com que cara o pol√≠tico vai aparecer para pedir votos se n√£o faz muito tempo estavam todos no mesmo barco. Com que argumento um cabo eleitoral vai pedir voto para um pol√≠tico de carreira, mais manjado que nota de R$ 2,00. Realmente, ficou mais dif√≠cil ser pol√≠tico embora haja pessoas que aceitem uns caramingu√°s para votar em candidatos que est√£o a√≠ desde o curso prim√°rio at√© o doutorado em picaretagem.

- Com que roupa eu vou, pensariam alguns.

Política e Desgaste III

E por falar em desgaste, um ou outro deputado com nome pululando nas den√ļncias vai ter que vir em Nobres. Vai ser dif√≠cil conversar com as pessoas sobre a realidade pol√≠tica nacional e estadual. Fica dif√≠cil trabalhar o nome dessas pessoas que investem na campanha com dinheiro do pr√≥prio povo. O que a gente na m√≠dia todos os dias √© de dar azia em qualquer anti√°cido. Depois que o sujeito aprende a mentir, nunca mais ele para e √© necess√°ria uma mentira atr√°s de outra para manter-se no poder, ostentando vantagens.

- Será que negociam até a alma?

Interesses Sindicais

Se é legítimo ou não o movimento grevista em Nobres, aí é uma questão de justiça, mas os líderes não podem mais se deixar levar pela esparrela com a presença de pessoas cuja ficha ou capivara não é nada invejável. Outra situação é a presença de pessoas com interesses políticos em meio ao movimento que, a título de ajuda, sai pregando participação no movimento, mas de olho nos dividendos políticos.

- A elei√ß√£o municipal j√° passou e h√° uma campanha pol√≠tica em curso, de onde surgem muitos amigos... ‚Äúmuy amigos‚ÄĚ.

Detonado I

O Parlamento municipal, até prova em contrário, está sob suspeita e detonado, de acordo com o que vem sendo propalado por um site de notícias com base no Jardim Petrópolis. Todos os vereadores formam o colegiado e o colegiado é o Parlamento como um todo. O colegiado é feito de um a um até que se chegue à forma coletiva e se um é suspeito, respinga na imagem do Parlamento.

- Quem responde por isso?

Detonado II

Ao se mencionar um vereador que seja, todo o colegiado √© colocado na al√ßa da mira daqueles que leem a informa√ß√£o ou √© ‚Äúdetonado‚ÄĚ por ela. Estamos vendo e lendo por a√≠, inclusive nas redes sociais, que ao menos um parlamentar teria sido flagrado em atitude suspeita. E a nota ainda vem acompanhada de uma dica, que seria um tipo falastr√£o. Na verdade n√£o seria uma dica, seria um retrato falado do indiv√≠duo e pelas caracter√≠sticas, n√£o seria bom falar ou buscar desmentir?

- Analisando o retrato falado, é... bom se explicar, não?

Serviços Paralisados

Os serviços que envolvem meio-fio, guias de sarjeta e calçadas estão novamente paralisadas no que se refere as obras de infraestrutura turística na cidade de Nobres. Rapaz, isso até parece brincadeira. O serviço é executado em doses homeopáticas e a é qualidade duvidosa, com as calçadas sem circulação e alijando qualquer possibilidade de locomoção a cadeirantes e deficientes visuais. E o pior é que muita gente sabe quem seria o verdadeiro dono da empreiteira que ganhou a licitação e este seria candidato a deputado estadual.

- Ser√° que vai pedir votos em Nobres? Pedir n√£o, mercantilizar o sufr√°gio.

Deu no RD News

‚ÄúUma s√©rie de homic√≠dios em Pocon√© (a 100 Km de Cuiab√°) levou a Pol√≠cia Civil a suspeitar de que estaria ocorrendo ‚Äúlimpeza social‚ÄĚ na cidade. J√° s√£o investigadas 17 mortes violentas registradas este ano e, conforme apurou o portal de not√≠cias, h√° provas que confirmam a liga√ß√£o de pelo menos sete delas com grupo de exterm√≠nio contratado por comerciantes locais cansados de assaltos constantes. H√° ind√≠cios que comerciantes envolvidos pagavam as execu√ß√Ķes encomendadas a pistoleiros‚ÄĚ.

- Bem chique a cita√ß√£o: ‚Äúlimpeza social‚ÄĚ.

Vendo por Aí

Antes da greve dos caminhoneiros, muitos cruzavam com caminh√Ķes por e nem queriam saber quem era quem e o que levava como carga. Depois da greve, at√© parece familiar o caminhoneiro que transporta tudo de oxig√™nio para hospitais; o que leva na carroceria medicamentos e os caminh√Ķes frigor√≠ficos que transportam cortes de bovino, de su√≠no e de frangos; o caminh√£o que leva a ra√ß√£o, a soja e at√© mesmo aqueles com os quais cruzamos por aqui, buscando calc√°rio.

- Ol√°, bom dia! Faltou g√°s? Faltou cebola? N√£o tem √°gua? O caminhoneiro, de repente, ficou valorizado e popular.

Futsal para Levinhos

Na semana passada, j√° findando o m√™s de maio, foram realmente de dias inesquec√≠veis. No futsal, por exemplo, surgiu um jogador que d√° show no Ligeirinho dos desenhos animados. O cara √© como o The Flash, l√° e c√° na velocidade do som... por√©m, igual a um OVNI (Objeto Voador N√£o Identificado) que n√£o para em p√©. O pessoal do Sub-100, da Prefeitura, que joga as segunda e quartas, se surpreendeu com o ‚Äúultraleve‚ÄĚ de Santos Dumont, o 13-Bis (antes do 14 e ainda bem que n√£o √© 24...).

- A combina√ß√£o de peso, velocidade mais massa encef√°lica n√£o garantem um valor exato a essa equa√ß√£o, da√≠ o ‚Äėb√≥lido‚Äô n√£o se sustentar em p√©.

Futsal para Levinhos II

Desde aquele esquema t√°tico do falecido Rinus Michels, o futebol total da Holanda da d√©cada de 1970, em que o jogador n√£o tinha posi√ß√£o fixa, passando pela t√°tica do antigo t√©cnico do Palmeirinhas do Porto, em Cuiab√°, o seu Airton ‚ÄúVaca Braba‚ÄĚ que queria o seu time jogando igual rabo de vaca... l√° e c√°, n√£o se tinha um jogador t√£o r√°pido assim. Entretanto, o l√©pido atleta cai mais que soja em carroceria de caminh√£o no trajeto (quando n√£o h√° greve).

- De repórter investigativo passou a jogador de futsal.

Futsal para Levinhos III

Em uma partida de 20 por 20 minutos, segundo os dados estat√≠sticos, levou 41 tombos correndo atr√°s da danada da bola. Esse atleta est√° sendo esperado na segunda-feira (04/06) para mais uma partida de futsal; s√≥ que agora, ele est√° mais leve e mais r√°pido, depois de ter atropelado um zagueiro que o vinha desmerecendo. Ele agora √© Hercule Poirot, o personagem investigador de √Āgatha Christie, que acredita que n√£o haja crimes perfeitos. Ele acaba de desvendar mais um mist√©rio no caso do ‚Äúmisterioso sedutor‚ÄĚ.

- Bem, voltando ao futebol, ele precisa jogar em pé. Quem é esse carinha?E chega, disse três tópicos.

P√° de C√° e Pop de L√°

O apresentador televisivo, Everton Pop, dado a temas pol√™micos, tem experi√™ncia no ramo e sabe que ‚Äúmacaco v√©io n√£o mete a m√£o em cumbuca‚ÄĚ. O barulho criado em torno da not√≠cia sobre os pap√©is que seriam incinerados em Nobres terminou com a informa√ß√£o de que n√£o havia nada de novo e a a√ß√£o teve embasamento legal embora os pap√©is tivessem a queima abortada por conta da a√ß√£o investigativa do vereador Oscar.

- Enfim, o entendimento que ‚Äúguerra √© guerra‚ÄĚ e que a campanha pol√≠tica n√£o terminou, pelo menos para este ou aquele.

P√° de C√° e Pop de L√° II

Na reportagem exibida em 21/05, o apresentador Everton Pop praticamente corroborou com a nota oficial divulgada na sexta-feira, em que o Executivo municipal apontava n√£o haver temeridade quanto ao que seria incinerado e que, ‚Äúpor acaso‚ÄĚ, o vereador percebeu quando vinha de Ros√°rio Oeste. Como j√° dizia Tet√™ Esp√≠ndola: ‚ÄúCaso do acaso... bem marcado em cartas de tar√īt...‚ÄĚ. Dava at√© pra ir mais longe e dizer que isso estava escrito nas estrelas.

- Vou plagiar aqui o radialista e prof.¬ļ Willian Romero e seu bord√£o de um dia desses: ‚Äúquem n√£o deve n√£o teme‚ÄĚ que, ali√°s, vem de uma frase feita.

P√° de C√° e Pop de L√° III

A descoberta da incinera√ß√£o dos pap√©is p√ļblicos pelo vereador Oscar Lara foi de uma coincid√™ncia, dessas que s√≥ acontecem (coincidente e redundantemente) quando algu√©m consegue acertar em tr√™s loterias num s√≥ dia. Vinha o parlamentar de Ros√°rio Oeste para Nobres quando viu aquele carro passando. Dizia-se que na viatura do Parlamentar havia uma pessoa embora os vidros estivessem erguidos. Isso √© de somenos import√Ęncia, mas a informa√ß√£o que est√° veiculada, sobre a coincid√™ncia e a descoberta do feito (bem ou mal?), √© legal, bem legal. Desde aquele momento, passamos a acreditar em Papai Noel e no Coelhinho da P√°scoa.√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā¬†

- As noites em claro esperando aquele velhinho passar ileso pela chaminé e chegar bem chique pra deixar-nos os brinquedos dos sonhos não foram em vão.

La Noche

Quem tem vizinho caminhoneiro é só alegria... o sujeito deixa o carro ligado desde as três da madruga e você ali, pensando no orçamento familiar, na conta da Energisa, da ESAN, da internet e aquele motor roncando, mas não é o da Mercedes do Hamilton e nem da Ferrari do Sebastian Vettel, haja paciência. Dá até vontade de gritar: “Seu fdp... desliga essa mer... cadoria que pode perecer.

- Durma bem depois disso. Aproveite a la noche.

Id√©ia Estapaf√ļrdia

Ainda tem gente acreditando em ‚Äúreserva de mercado‚ÄĚ em Nobres, defendendo que quem seja ‚Äúde fora‚ÄĚ deva ser cortado. Que coisa absurda que vem sendo defendida h√° tempos. Muito j√° se dizia: ‚Äúcabe√ßa vazia, oficina do diabo‚ÄĚ. E n√£o √© que √© verdade. √Č como se algu√©m patenteasse o exclusivismo. Ocioso dizer que essa ideia √© desconexa, √© c√īncava e convexa, como diria RC.

- Catar coquinhos é o canal.

Consertando

Nota do TCE-MT: ‚ÄúO Tribunal de Contas de Mato Grosso determinou ao prefeito de Ros√°rio Oeste, Jo√£o Ant√īnio da Silva Balbino, que realize concurso p√ļblico para a vaga de controlador interno da Prefeitura Municipal no prazo de 240 dias. Deve ainda promover a imediata nomea√ß√£o de servidor efetivo para o cargo em comiss√£o de coordenador de Divis√£o de Envio de APLIC. As determina√ß√Ķes s√£o parte do julgamento de uma representa√ß√£o interna que apontou irregularidades na nomea√ß√£o de servidores comissionados em cargos que devem ser desempenhados por servidores efetivos. O processo foi levado a plen√°rio para aprecia√ß√£o da Corte de Contas pelo relator, conselheiro interino Isa√≠as Lopes da Cunha, na sess√£o plen√°ria do dia 24/04‚ÄĚ.

- Só recomendação, escreveu não leu...

Consertando II

Segundo o TCE-MT: ‚ÄúA representa√ß√£o interna foi motivada pela Secretaria de Controle Externo da 2¬ļ Relatoria que detectou falhas nas nomea√ß√Ķes de coordenador da Divis√£o de Envio de APLIC e de controlador interno. No primeiro caso, foi observado a nomea√ß√£o da servidora, Maylla Maysa de Almeida, para o cargo comissionado de coordenadora, na Secretaria Municipal de Fazenda e Finan√ßas da Prefeitura Municipal de Ros√°rio Oeste (Portaria n¬ļ 02/2017, de 02/01/2017).‚ÄĚ.

- √Č pegar ou largar... disse que vai consertar.

Consertando

Nota do TCE-MT: ‚ÄúO Tribunal de Contas de Mato Grosso determinou ao prefeito de Ros√°rio Oeste, Jo√£o Ant√īnio da Silva Balbino, que realize concurso p√ļblico para a vaga de controlador interno da Prefeitura Municipal no prazo de 240 dias. Deve ainda promover a imediata nomea√ß√£o de servidor efetivo para o cargo em comiss√£o de coordenador de Divis√£o de Envio de APLIC. As determina√ß√Ķes s√£o parte do julgamento de uma representa√ß√£o interna que apontou irregularidades na nomea√ß√£o de servidores comissionados em cargos que devem ser desempenhados por servidores efetivos. O processo foi levado a plen√°rio para aprecia√ß√£o da Corte de Contas pelo relator, conselheiro interino Isa√≠as Lopes da Cunha, na sess√£o plen√°ria do dia 24/04‚ÄĚ.

- Só recomendação, escreveu não leu...

Consertando II

Segundo o TCE-MT: ‚ÄúA representa√ß√£o interna foi motivada pela Secretaria de Controle Externo da 2¬ļ Relatoria que detectou falhas nas nomea√ß√Ķes de coordenador da Divis√£o de Envio de APLIC e de controlador interno. No primeiro caso, foi observado a nomea√ß√£o da servidora, Maylla Maysa de Almeida, para o cargo comissionado de coordenadora, na Secretaria Municipal de Fazenda e Finan√ßas da Prefeitura Municipal de Ros√°rio Oeste (Portaria n¬ļ 02/2017, de 02/01/2017).‚ÄĚ.

- √Č pegar ou largar... disse que vai consertar.

Novo Eldorado

Com o advento do turismo em Nobres, √© tanta gente aportando por aqui. Jornalistas, s√≥ especializados, transferindo-se para a ‚Äúmeca‚ÄĚ do turismo. Tem o que atravessa √† frente de todo mundo na hora da foto; tem o literato, que cuida do Portugu√™s dos colegas; tem o que troca de entendimento como a camuflagem do camale√£o... ou seja, na campanha a vers√£o √© uma; acabou a campanha, a vers√£o √© outra. Tem os peritos em Control C e Control V; tem os Rui Barbosa. E tem um com o mesmo jeito de sempre, o que guarda raridades num ba√ļ e pede que evitem a abertura dessa Caixa de Pandora.

- Feito Pedro e Bino: “Eu conheço cada palmo desse chão..., mesmo sem ter passado por uma academia.

Novo Eldorado II

Na terra de S√£o Sebasti√£o, a experi√™ncia em ‚Äúflechadas‚ÄĚ √© para poucos. J√° passei por muita quarta-feira e respeito a todos embora a rec√≠proca n√£o seja verdadeira, dan√ßo conforme a m√ļsica. Sempre tem algu√©m a me revelar as flechadas e eu sigo aqui, com a minha Caixa de Pandora hermeticamente fechada. Dela podem sair cobras, lagartos, estilos e modos de contar hist√≥rias... com chantagem ou sem para se atingir objetivos.

- Ent√£o t√°... como diria Roberto Carlos: ‚Äú...at√© os erros do meu Portugu√™s ruim...‚ÄĚ. VPQP.

Risco sem C√°lculo

Um caminhão bi trem, descendo a ladeira a pelo menos 50 kms/horário, mesmo não sendo um físico ou matemático para calcular o deslocamento desse corpo no espaço em que se encontra em relação a frenagem, é correto dizer que se algo atravessar o seu caminho nesse trajeto... vai dar merda. Na avenida Mal. Rondon, passando pelo cruzamento com a Tomé de Campos, em declive, de sorte que ninguém tentou passar através das transversais.

- Bom de volante e ruim de Física. Foi no meio da tarde essa descida perigosa, ultrapassando todas as faixas de travessia de pedestres.

Complicado

A rua Niva Matos de Oliveira, logo ap√≥s o cruzamento com a av. Filinto Muller, ela √© tida como m√£o √ļnica para quem vem da Escola ‚ÄúMaria Honorata de Campos‚ÄĚ, sentido centro. Mas s√≥ ‚Äútida‚ÄĚ, por√©m, n√£o reconhecida e ainda h√° pouco, hoje (08/05), um carro de auto escola seguiu na contram√£o com um aluno naquele trecho. Logo... o exemplo n√£o √© dos melhores.

- Regrinhas básicas que ninguém observa. Será por quê?

Complicado II

Esta semana, um caminhoneiro derrubou o muro de um im√≥vel no Petr√≥polis (Cohab Marzag√£o) e desceu do carro bastante ‚Äúborracho‚ÄĚ quando da abordagem pela PM sob o sgt.¬ļ Moacir. Um ‚Äúbaita‚ÄĚ caminh√£o daquele, se apanha uma crian√ßa em uma bicicleta, um motoqueiro, francamente, o estrago √© grande. Mesmo com as leis r√≠gidas e para quem precisa da habilita√ß√£o para ganhar o seu p√£o, √© desolador a qualquer um nessas circunst√Ęncias em que pese √† rigidez das leis de tr√Ęnsito.

- √Č de se lamentar ver o pai de fam√≠lia com seu instrumento de trabalho nessas condi√ß√Ķes.

Tecnologia

Est√° cada vez mais comum, vermos um sujeito(a) caminhando, olhando fixamente para o celular e rindo. O sujeito acordava, pegava no pinto e ia urinar; hoje, levanta, pega o celular e vai ver o whatsapp pra saber se algu√©m mandou uma mensagem, um v√≠deo porn√ī ou uma piada/pegadinha com o gemid√£o do zap. Tem gente com capacidade para prever at√© o que vai acontecer atrav√©s do zap. √Č o que aconteceu em Nobres com um vereador que tem um aplicativo com premoni√ß√Ķes e descobriu algo sobrenatural, hoje.

- GPS de √ļltima gera√ß√£o. Cruzes!!!!

Candidatíssimo

O ex-senador e ex-governador Jayme Campos esteve em Nobres no dia 28 de abril, na localidade de Roda d‚Äô√Āgua, para inaugurar o Centro de Eventos da Vila Roda d‚Äô√Āgua, constru√≠do com emenda do ent√£o senador, da ordem de R$ 400.000,00. Jayme revelou que vai ao Senado ou ao Governo de Mato Grosso e continua lan√ßando m√£o de sequentes sinon√≠mias e adjetivos, tipo ‚Äútodavia‚ÄĚ, ‚Äúsobretudo‚ÄĚ. Mas, o certo mesmo √© que ele estaria assim, flertando com Pedro Taques, disfar√ßadamente.

- Um bate e outro assopra, em rela√ß√£o a J√ļlio e Jayme.

Elogios

O sub prefeito de Nobres, Acendino Mendes foi quem conseguiu desentocar Jayme Campos, trazendo-o para Nobres para inaugurar uma obra que teve apoio direto de Jayme Campos. O ex-senador elogiou o amigo e sub prefeito de Nobres, lembrando que a emenda foi devido a persistência do então vereador Acendino Mendes e do ex-prefeito Gilmarzinho da Ecoplan.

- Jayme n√£o economizou elogios ao amigo Acendino Mendes.

Tenso

Os jornalistas em Nobres andam num clima de tens√£o que n√£o √© f√°cil. Um texto inserido em um site ‚Äúdetona‚ÄĚ a atua√ß√£o de uns e outros com aquelas flechadas bem venenosas. O problema seria de vitrine e tem gente que j√° n√£o aguenta mais, ao menos √© que est√° no texto. E pensar que se pode ganhar dinheiro vendendo ch√° de capim cidreira... ou, na pior das hip√≥teses, vendendo molinete, linha e isca.

- Bem, vamos em frente.

Farinha no Ventilador

Essa seria a proposta da oposi√ß√£o, desde cedo em rela√ß√£o a administra√ß√£o do prefeito Jo√£o Balbino, de Ros√°rio Oeste. Andam dizendo que compraram e salame para alimentar um batalh√£o de convidados que iriam oferecer ‚Äúqu√≥rum‚ÄĚ para a inaugura√ß√£o de uma ponte. Tiveram a coragem de dizer que n√£o chegou a 30 esse n√ļmero e o p√£o com salame sobrou. Como se v√™, as vacas n√£o est√£o t√£o magrinhas assim... tem gente recusando p√£o com salame.

- Quem ser√° que conta isso?

Milagre ou Ação?

‚ÄúNenhum homic√≠dio doloso (quando h√° inten√ß√£o) foi registrado em Cuiab√° e V√°rzea Grande entre os dias 27 de abril e 1¬ļ de maio, per√≠odo que compreende o feriado prolongado do Dia do Trabalhador. Ano passado, nas mesmas datas, foram contabilizados dois assassinatos em ambas as cidades.‚ÄĚ ‚ÄúOs dados estat√≠sticos da Secretaria de Estado de Seguran√ßa P√ļblica (Sesp-MT) referente ao feriado prolongado ainda demonstram redu√ß√£o nos n√ļmeros de roubos (quando h√° viol√™ncia ou amea√ßa) e furtos (sem amea√ßa ou viol√™ncia) em Cuiab√° e V√°rzea Grande e em Mato Grosso‚ÄĚ.

- Menos mal para as características do aglomerado urbano.

Milagre ou Ação? II

Na capital mato-grossense foram 95 roubos ano passado e 57 este ano, uma queda de 40%, diferen√ßa de menos 38 casos. Os n√ļmeros de furtos diminu√≠ram 47%, ainda no mesmo comparativo, caindo de 183 para 97. Ou seja, menos 86 ocorr√™ncias. Em V√°rzea Grande foram 48 roubos em 2017 e 20 em 2018, uma redu√ß√£o de 58%. Nos casos de furtos foram, respectivamente, 47 e 26, registrando queda de 45%. Durante o feriado prolongado tamb√©m houve redu√ß√£o de 40% nos casos de mortes no tr√Ęnsito, caindo de cinco registros ano passado para tr√™s neste ano.√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā¬†√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā√ā¬†

- As informa√ß√Ķes s√£o da assessoria de comunica√ß√£o da SESP, por Victor Cabral.

Milagre ou Ação? III

A quantidade de roubos no Estado reduziu 38% se comparado 2017 com 2018. Ano passado foram 285 e este ano foram contabilizados 178, ou seja, menos 107 roubos em Mato Grosso. Furtos tamb√©m apresentaram queda de 37%. Em n√ļmeros reais foram 666 contra 419, ou 247 ocorr√™ncias a menos. O secret√°rio estadual Gustavo Garcia destaca que os n√ļmeros demonstram o empenho das for√ßas que buscam, cada vez mais, proporcionar seguran√ßa aos moradores de Mato Grosso. Outros dados estat√≠sticos do Estado referente aos dias 27 de abril a 1¬ļ de maio est√£o sendo consolidados pela Secretaria de Estado de Seguran√ßa P√ļblica.

- Reitera-se, as informa√ß√Ķes s√£o da assessoria de comunica√ß√£o da SESP, por Victor Cabral.

Last Updated ( Friday, 16 November 2018 18:46 )

 

TRINCHEIRA LIII

A Esperar

Como diria Erasmo Carlos... nós, aqui... sentados à beira do caminho a esperar pela conclusão das obras de infraestrutura turística na cidade de Nobres. A esperar morreu um burro, dizia uma velha frase popular. Jó, o personagem bíblico


Last Updated ( Saturday, 21 April 2018 13:55 )

TRINCHEIRA LII

Plant√£o

A administração municipal de Nobres está com o setor de tributos e arrecadação com funcionários se revezando em busca de melhorar o caixa através do Refis, que é quando as dívidas com impostos municipais podem ser renegociadas com ge


Last Updated ( Wednesday, 20 December 2017 17:51 )

TRINCHEIRA LI

Enquadrando

Durante a sess√£o ordin√°ria da C√Ęmara de Vereadores, o chefe de Gabinete, Marcos Cheba, foi alvo de muitas reclama√ß√Ķes, principalmente, quando a vereadora Zilmai ‚Äúenquadrou‚ÄĚ a secret√°ria municipal de Sa√ļde e Cheba teve que ouvir.

Last Updated ( Tuesday, 04 July 2017 22:03 )

TRINCHEIRA L

Feitiços e Feiticeiros

No notici√°rio de hoje (23/02), vimos uma not√≠cia surreal (nem tanto!), em que um casal morreu numa colis√£o de uma Blazer com um caminh√£o ba√ļ. N√£o fosse o casal dono de uma funer√°ria, o acidente seria considerado normal d


Last Updated ( Thursday, 23 February 2017 22:53 )

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TRINCHEIRA LIV

Mudar √Č Preciso Quem ser√° que ter√° a coragem e a boa vontade para propor altera√ß√£o na lei, garantindo nova denomina√ß√£o aos residenciais Andr√© Maggi e Daury Riva, cujos nomes ali inseridos j√° n√£o refletem mais o interesse pol√≠tico e n√£o tem nada a ver com a comunidade municipal. Tanta gent

A ponte governista

O Legislativo √© a ponte entre os pleitos populares e o Executivo, ao menos deveria ser assim nos munic√≠pios, onde o vereador √© pago para atuar em favor das causas populares. √Č o vereador que tem a obriga√ß√£o de fazer esse meio de campo entre o que o povo quer e o que governo pode atender. N√£o h
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