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Tribuna de Nobres

19/07/2018
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Editorial

O poder das retalia√ß√Ķes e dos revanchismos

A popula√ß√£o de Nobres pode (e deve) continuar aprendendo com os pol√≠ticos locais e suas manobras, que muitos deles julgam passar despercebidas aos olhos do povo. J√° faz algum tempo que a C√Ęmara Municipal de Nobres, atrav√©s do voto popular, tem se encarregado de "juntar" elementos que n√£o se coadunam com as necessidades do munic√≠pio. A condu√ß√£o de algumas mentes invigilantes ao poder tem causado enormes preju√≠zos ao munic√≠pio, para n√£o se falar que o Parlamento municipal de Nobres tem servidos a brincadeiras de muito mau gosto ao longo dos anos, demonstradas atrav√©s do sumi√ßo de documentos de dentro da Casa de Leis.

Não bastasse aquele lamentável e inesquecível episódio ocorrido em agosto de 1.998, das drogas na Casa do Povo, o poder que deveria cuidar dos interesses do município tem servido a vontades tacanhas por conta e risco de algumas iminências que se tornam pardas ao longo do cumprimento do mandato. O poder tem deixado determinados vereadores inebriados durante o mandato e muitos deles se acreditam o Moisés da era moderna e sua tábua da salvação. Há os que legislam seguindo orientação própria, sem atentar para as regras internas e para a Constituição municipal, criando instrumentos legislatórios que jamais passarão de adorno de gaveta.

Se apresentam como o melhor personagem para cuidar dos interesses do povo e at√© se portam como se fossem plenipotenci√°rios, amea√ßadores e acima do bem e do mal com o poder que vem do povo. Obviamente, h√° os que devem ser respeitados porque est√£o ali porque "compraram" esse direito oferecendo vantagens ao eleitor, seja atrav√©s de pagamento de despesas para a carteira de motorista, doando sacol√£o ou negociando o voto diretamente com o eleitor, fazendo distribuir c√©dulas de R$ 50,00 antes das elei√ß√Ķes.

Ao longo dos √ļltimos anos eles t√™m chegado como bons amigos e assumem o mandato, mas os interesses pessoais v√£o se encarregando de dividir cada um, na pr√≥pria individualidade, na vontade de ressarcimento do que foi "investido" em campanha. O poder tem proporcionado fatos rid√≠culos junto ao Parlamento municipal, onde determinados vereadores acreditam que a sua vida se divide em dois per√≠odos ‚Äď o antes e o durante o poder. Como se fosse poss√≠vel passar uma borracha no passado, esquecendo at√© mesmo dos crimes cometidos contra o semelhante.

Outros se portam como os maiores legisladores do Planeta, urdindo instrumentos que mais tarde v√£o causar dores de cabe√ßa, constrangimentos e situa√ß√Ķes fict√≠cias para aqueles que se embasam nesses instrumentos, gerados naquela que de fato deveria ser classificada como uma verdadeira "oficina do diabo". H√° determinadas legisla√ß√Ķes que s√≥ visam se contrapor aos interesses dos desafetos, criados ali mesmo, naquela central que inspira vaidades e fazem cidad√£os de uma mesma comunidade acreditarem que o mundo gira em torno deles.

Tudo isso tem um custo para a sociedade municipal e a popula√ß√£o, quando menos se espera, cobra desses legisladores de forma dr√°stica, promovendo uma limpeza geral na Casa do Povo. Por tudo o que j√° se viu e o que se tem visto nos √ļltimos meses, a cobran√ßa dos contribuintes ser√° inevit√°vel, considerando-se que se gasta muito para pouca a√ß√£o e uma intermin√°vel batalha interna por interesses meramente pessoais sem que se conceba propostas capazes de tornar transparente as a√ß√Ķes pol√≠ticas geradas a partir das expectativas criadas em 05 de outubro de 2.008.

E quando há preocupação em apenas lavar "roupa suja", até quem nem é vereador anda conseguindo recursos para Nobres, o que de fato aponta que algumas vontades estão na contramão da realidade.

Quem perdeu em 2008 ficou para tr√°s e √© p√°gina virada embora se queira resgatar o revanchismo das elei√ß√Ķes passadas atrav√©s de alian√ßas disfar√ßadas por interesses de melindrados com a derrota.

Como se n√£o bastasse √†s legisla√ß√Ķes herdadas do passado, que mais parecem "fantasias" urdidas por meninos que n√£o se cansam da "farra" de brincar com o povo de uma cidade e de um munic√≠pio que espera muito mais daqueles que foram escolhidos para serem um pouco melhor e para fazer de Nobres uma cidade ao menos distante desse queijo su√≠√ßo que vemos como se o Paris/Dakar fosse aqui, nas ruas de nossa cidade.

Ou se mudam os comportamentos ou o povo muda os que não tem sabido se comportar... assim foi e assim será. A autoridade conferida pelo povo e os rompantes de poder são tão efêmeros quanto um frasco de perfume aberto.

 

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