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Tribuna de Nobres

20/08/2018
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Editorial

Alternativas à crise

Se as pessoas n√£o compram carro, n√£o adquirem roupas e passam a conter gastos at√© com comidas e passa a economizar para comprar apenas o essencial, esse fen√īmeno se chama retra√ß√£o econ√īmica. O Governo Federal comete o absurdo de fazer com que todos os brasileiros paguem pelos maus h√°bitos nas grandes cidades, onde n√£o h√° chuva e muito menos √°gua nos reservat√≥rios, a conta de energia el√©trica fica mais cara.
Com os carros encalhados nas montadoras, as auto pe√ßas n√£o vendem e as frentes de trabalho diminuem, afetando toda a cadeia de neg√≥cios e de servi√ßos. Sem isto, n√£o h√° receita e quem come√ßa a padecer primeiro s√£o os munic√≠pios, cujos gestores veem as contas p√ļblicas no mesmo patamar e as receitas em queda. Se h√° receita, as despesas precisam diminuir e a√≠ entra a necessidade de cortar gastos.
Em Nobres, aqueles que est√£o fora do poder, costumam insuflar as pessoas a atacar o governante de plant√£o por conta do corte nos gastos p√ļblicos e as redes sociais se transformou em territ√≥rio a ataques pessoais e a infamantes dist√ļrbios de comportamento. Pessoas que mal conseguem se governar, classificadas como compradoras compulsivas, nas redes sociais, se transformam em modelos de gestores e sugerem agressivamente que o governo tenha que parir dinheiro.
As redes sociais se transformaram em ambiente de "descarrego" daqueles que, de alguma forma, querem transportar suas falhas individuais e morais a quem quer que seja. E ainda se utilizando de pressuposto anonimato. Mas é só um pressuposto, valendo lembrar que há um marco regulatório contra crimes virtuais.
Em meio a essa crise que deve demorar meses, a administra√ß√£o municipal em Nobres tem que cortar gastos e buscar sa√≠das para evitar mal maior. A C√Ęmara de Vereadores, por seus representantes, parece ter entendido que o vereador √© um ator coadjuvante e tem que contracenar com o Executivo para buscar alterar o cen√°rio que se apresenta negativo a todos.
A import√Ęncia do debate da crise econ√īmica e pol√≠tica e que amea√ßa para o lado social, se j√° n√£o atingiu fortemente as comunidades municipais, tem aspectos positivos e necess√°rios, fazendo entender que √© preciso corrigir rumos.
Recentemente, os vereadores Joel J√ļnior e Silvestre Campos puxaram a fila para a tomada de posi√ß√Ķes que podem ajudar a construir respostas aos problemas conjunturais estabelecidos pela crise econ√īmica. Um prop√Ķe que a sa√ļde p√ļblica seja discutida em audi√™ncia p√ļblica afim de avalia√ß√£o de lucros e perdas. Enquanto outro prop√Ķe abrir m√£o de valores em prol da melhoria visual da cidade.
Discutir a crise na sa√ļde p√ļblica √© t√£o necess√°ria quanto √† propositura de buscar diminuir com a sujeira predominante e fruto estragado de uma cultura social que leva todos a acreditarem que o lixo n√£o representa riscos √† pr√≥pria sa√ļde.
A situa√ß√£o mais emergente e marcada por coloca√ß√Ķes meramente demag√≥gicas apontam para o sistema p√ļblico de sa√ļde e a rela√ß√£o conturbada de d√©cadas em Nobres, onde o p√ļblico e o privado se confundem e que todos acreditem que s√≥ o privado √© que esteja absolutamente certo.
Sa√ļde privada existe assim como um armaz√©m, onde cada um compra aquilo que pode comprar. Se quer contrafil√© e camar√£o e o dinheiro d√°, basta comprar. Agora, se o dinheiro d√° s√≥ para comprar m√ļsculo e carne mo√≠da, n√£o adianta comprar o que n√£o pode pagar.
E quando o armaz√©m s√≥ tem um cliente, que bem ou mal pode pagar? √Č isso que simploriamente √© preciso levar para o debate em audi√™ncia p√ļblica.
Gastar quantos por cento em sa√ļde; quantos por cento em educa√ß√£o; e ainda buscar "educar" os leigos quanto aos n√ļmeros da arrecada√ß√£o? At√© porque, qualquer que seja o cidad√£o que ganhe R$ 3.000,00, em m√©dia, ele n√£o ficar√° ap√≥s o fim do m√™s com ao menos 30% do que ganhe para guardar ou poupar. H√° √°gua, luz cara, telefone, comida, combust√≠vel e outras despesas a pagar.
E vamos ao debate de ideias.

 

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