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Tribuna de Nobres

23/10/2020
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Editorial

Competitividade irreal

Um setor que passa por maus momentos √© o da constru√ß√£o, desde as micro, pequenas, m√©dias e grandes empreiteiras. As causas s√£o muitas e v√£o desde o descaso dos governos com o estabelecimento de um calend√°rio de pagamento, passando pela corrup√ß√£o e financiamento de campanhas pol√≠ticas, com o dinheiro p√ļblico fazendo a travessia pelas ‚Äúbalsas‚ÄĚ das grandes empreiteiras no √Ęmbito federal.

Se as grandes empreiteiras v√£o mal, nem paremos para pensar aquelas, cujo lastro financeiro para participar de obras p√ļblicas √© visto apenas microscopicamente. O setor vai mal e algumas empresas e seus respectivos comandantes, de t√£o pequenas e sem recursos para tocar as obras que vencem, causam problemas graves no que se refere a prazos e cumprimento de cronograma.

De sua parte, a burocracia estatal também contribui para isso, mas tem gente se aventurando no setor e têm sido comum os prejuízos aos comerciantes de Nobres que vendem para certos empreiteiros, como ocorreu num passado recente.

O setor de fiscaliza√ß√£o, o pr√≥prio Minist√©rio P√ļblico, o Tribunal de Contas, exigem concorr√™ncia nos processos licitat√≥rios e muitos aventureiros se lan√ßam nesse rio de forte correnteza sem ter cacife e apresentam pre√ßos baixos, vencem a licita√ß√£o e depois n√£o conseguem tocar as obras.

Outros, com pouca experiência no mercado, executam muito mal os serviços e querem reforço no pagamento por serviços de baixa qualidade. E aquele que faz, que tem capacidade, se vê inferiorizado ante o baixo preço cobrado por quem não tem cacife e o resultado dessa manobra equivocada por exigência da lei são obras de qualidade duvidosa.

Exemplos n√£o faltam em Nobres e comerciantes j√° levaram calote de empres√°rios que aportaram por aqui s√≥ com a cara e com a coragem, vencendo licita√ß√Ķes p√ļblicas sem o devido lastro financeiro para bancar as obras.

Infelizmente, √© essa ciranda que munic√≠pios pequenos convivem com ela, com a culpa recaindo sobre o gestor p√ļblico, quando em verdade, n√£o se consegue barrar alguns aventureiros que se lan√ßam em empreitadas para a qual s√£o incapazes.

E, por vezes, a pendenga vai parar na Justiça, atrasando a vida de todos, notadamente da população municipal que vai às redes sociais sem saber o como e nem o porquê, fazendo abordagens que fogem do seu entendimento.

Os órgãos fiscalizadores cobram o cumprimento de leis e normas, mas ainda assim persiste por aí a competitividade fora da realidade, com empreiteiros cobrando a menor e ofertando serviços de baixa qualidade.

Isso quando n√£o ocorrem fen√īmenos ‚Äėparidos‚Äô dentro do pr√≥prio governo, como ocorreu entre 2009 at√© 2010, quando um rapaz, sem ter uma √ļnica carriola, saiu do governo para se tornar empreiteiro, produzindo obras desastrosas, caso da avenida Maur√≠cio Sampaio, entre a Marechal Rondon e a antiga 13 de Junho, de tantos males, at√© hoje.

Tem os casos em que o bico da m√°quina de asfalto se apresentava entupido e ainda assim os servi√ßos foram executados... mal e porcamente. √Č o caso do ‚Äúburro preto‚ÄĚ que pode ter gerado a lenda da cabe√ßa de burro enterrada por a√≠, em algum lugar dessa cidade, para onde muitos v√™m para tentar a sorte e se aventurar ante a ingenuidade de nossa gente.

Lamban√ßa, ‚Äėrouban√ßa‚Äô, trapalhada, hist√≥rias e est√≥rias que dariam um livro de muitas p√°ginas sobre as empreiteiras que j√° passaram por aqui.

 

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