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Tribuna de Nobres

20/07/2018
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A comunidade, o pároco, o prefeito e a zoeira

Se o inferno for aqui mesmo como muitos dizem, ao melhor estilo popular, o prefeito José Carlos da Silva está com um pé nele e em estágio probatório no purgatório. Eram sete as pragas no mundo, segundo conta a história antiga; já no mundo moderno, este número pula para oito, sendo esta última, os males que os tempos modernos causam ao ambiente em que vivemos e que acaba atingindo a figura do gestor público.

Se não for o inferno, propriamente dito, pode-se dizer que a gestão do prefeito José Carlos da Silva viva ao menos um inferno astral, com tudo conspirando contra ele, inclusive alguns de seus assessores mais diretos, do tipo que deixa o governo perder verba por decurso de prazo. Profissional médico de boa qualidade, cidadão respeitável e que ama a sua profissão, dr. Zé Carlos aceitou o convite para ser o candidato de uma sigla partidária na disputa ao governo de Nobres e ele mesmo reconhece que não foi eleito a unanimidade do eleitorado. Isso, de per si, já representa um handicap no mínimo desfavorável e que vem a se juntar as imperícias de alguns de seus assessores e os fatos ligados aos fenômenos naturais, entre el niño e o mais complexo dos fenômenos, ganhar a eleição através da injeção de recursos lícitos na campanha.

Pois bem, quem vai dar dinheiro seu (seja lá quem for) para ganhar a eleição e não retirar de volta ao patrimônio o que apenas emprestou para a campanha? Esse é um dos fenômenos que tem travado a administração do médico que virou prefeito. Não bastasse isso, as chuvas e a incompetência de alguns assessores, o gestor público ainda cai em desgraça no meio católico por conta da tal poluição sonora, como se a prefeitura fosse á única responsável pela liberação da barulheira.

Então, o que era mal se torna pior, com o nome do prefeito integrando as homilias dominicais e a humilhação perante o rebanho que ainda não está de todo disperso na comunidade apesar da proliferação dos vários segmentos religiosos que redundam num mesmo caminho, a fé, esta que terá enfrentar a passagem pelo buraco de uma agulha apesar da quantidade de seguidores e das suas diversidades de interesses.

Se aqui se faz, aqui se paga, isso nos remete àqueles momentos, antes da gravação dos programas de rádio para o horário eleitoral gratuito, durante a campanha, sobre um tal pilão e quem socava o pilão em sátiras bem picantes.

Pois bem, a aproximação entre o prefeito e o pároco terminou na incompatibilidade de gênios, restando ao gestor público o decréscimo no número de simpatizantes, que já não era significativo. Essa "cruzada" entre a igreja e o governo pode representar pontos negativos ao prefeito e isso se vislumbra a partir do instante em que o prefeito se vê sozinho, em praça pública sendo vaiado por aqueles que não simpatizam com ele.

Nessa via crucis do prefeito, iniciada a partir de 01 de janeiro de 2.009, nesta estação, aqui metaforizada como carnaval, ela é reflexiva e coloca a pessoa José Carlos da Silva em alerta ao ter que avaliar se tem valido a pena dar a cara a tapa. Em nome da fé e não da incompetência, alguns dos seus assessores fugiram (e fogem, sempre) do contato com o público, restando ao prefeito passar por essa negação, que não vai ser a primeira e nem a última.

A próxima estação dessa via crucis que percorre o prefeito desde a sua posse será as expectativas sobre as obras que mudarão substancialmente o panorama sombrio que está instalado em Nobres. Na verdade, mudarão não é o termo correto e sim podem mudar, porque o prefeito sabe que esses milhões que devem vir para Nobres jamais chegarão aqui integralmente, ou seja, em 100%. Do contrário, como os políticos comprariam aviões e fazendas na Amazônia, longe de Mato Grosso?

Uma outra estação pela qual o prefeito deve passar e onde será negado três ou mais vezes, será quando as denúncias começarem a ‘pipocar’ contra o seu governo. Essa será a estação mais dolorosa dessa via crucis, o bastante para se saber que ganhar a eleição com amigos e governar com inimigos tem lá suas diferenças.

E para reforçar isso, reafirmamos aqui o que vimos e ouvimos, bem aqui, à porta deste endereço (do jornal), quando um desses agora saltitantes e proeminentes nomes dentro do atual governo ofereceu a um ex-vereador documentos que comprometeriam a gestão do então prefeito Flávio Dalmolin. Como entre os presentes não apareceu interessados, o assunto morreu ali. E quem tinha esses documentos?

Hoje, uma empreiteira segue vencendo as licitações na atual administração e aquele que ofertava os documentos pode ter ligações umbilicais com essa empresa ou com seu preposto. Tudo isso vai fazer parte da via crucis que percorre o prefeito José Carlos da Silva.

Então, vale salientar que o rei ainda não está nu, mas deve se precaver, porque pode ser execrado em praça pública e até ser crucificado para salvar o seu apostolado, mesmo que alguns o neguem, deixando o "chefe" sozinho para ser vaiado pelos que não admitem esse governo que aí está.

Durma-se com um barulho desses. Aliás, não é só o barulho que tira o sono de muitas pessoas nesta cidade e as nossas autoridades, seja lá de que segmento for, precisam se preocupar com a violência, com a prostituição e com tudo o que há de errado no largo da feira.

Mas, a maior tarefa que o prefeito terá, será a de tirar os seus assessores dessa redoma de vidro em que se encontram e coloca-los frente a frente com os que os permitiram estar no poder e até diante dos que não simpatizam com eles; nenhum secretário está no exercício da função para cumprir o papel de manequim de vitrine. Do contrário, como esse grupo quer participar de uma nova eleição, se sente ojeriza do povo, porque alguns já estão sendo excomungados por aí por lavarem as mãos ou se esconderem diante dos problemas, feito avestruz com a cara enfiada no chão.

Governar não é brincar de teatro de fantoches, todos têm que admitir.

 

 

 

 

 

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