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Tribuna de Nobres

15/08/2018
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Município de Nobres investe R$ 85.000,00/mês em hospital particular. O povo será bem atendido? Teremos médicos dia e noite?

Município de Nobres investe R$ 85.000,00/mês em hospital particular. O povo será bem atendido? Teremos médicos dia e noite?

Um novo contrato foi firmado com a única unidade particular existente em Nobres, o Hospital Laura de Vicuña, e a matéria dominou praticamente toda a reunião legislativa da noite de 26 de fevereiro. O novo contrato salta de R$ 50.000,00 para R$ 85.000,00 por mês e chamou a atenção de todos os vereadores, alguns colocando o tema sob análise mais aprofundada. O vereador José Dias (Bacalhau) revelou que esteve conversando com a proprietára do hospital, drª Cristina e disse saber que o hospital tem dívidas a pagar e teria pela frente alguns problemas de gestão de dívidas. Bacalhau pediu moderação na assinatura do novo contrato.

O vereador Silvestre Campos questionou o novo contrato e vem cobrando uma série de responsabilidades sobre o sistema de saúde do município. De acordo com Silvestre, é maior a responsabilidade do prefeito José Carlos da Silva por ser médico e por conhecer o funcionamento do hospital, onde trabalhou por vários anos. Para Silvestre, o prefeito tem o dever de tirar a saúde de Nobres da UTI até o final do seu mandato. Em dois requerimentos de sua autoria, o vereador Silvestre demonstra que quer acabar com alguns mistérios que estariam ocorrendo nos bastidores administrativos do sistema de saúde, onde faltariam medicamentos e existiriam falhas na estrutura física de postos na zona rural.

O vereador Adão Valdinei Pereira destoou do colega Bacalhau e pediu urgência na aprovação do projeto de lei para que se evitasse que o hospital particular amanhecesse no dia primeiro de março com as portas fechadas. A vereadora Paula defendeu a aprovação da matéria para não correr riscos de os vereadores serem ainda mais interpelados pela população sobre mau atendimento no hospital particular.

Manoel Fermino, vereador do DEM, disse que se for para melhorar o atendimento ao povo, a quantia não seria motivo de questionamento. Para a vereadora Zilmai, o povo tem cobrado os vereadores e ela sabe como os pacientes vinham sendo atendido no hospital.

Os vereadores atentaram para o texto do projeto de lei nº 002/10, de autoria do Poder Executivo? Se não atentaram, vale lembrar que se trata de um preâmbulo bastante sugestivo: "Dispõe sobre o Convênio de Parceria da Área de Saúde entre a Prefeitura Municipal de Nobres e a Empresa de Atendimento Hospitalar para atendimento no município...". Para que o convênio seja cumprido integralmente, a empresa está obrigada a fornecer cópias do contrato firmado entre ela e os profissionais da saúde. Caso não se forneça a cópia dos contratos, o repasse será suspenso. Parceria, se ela existir tem que ser para atender bem e continuamente a população.

De acordo com informações obtidas através de uma fonte digna de crédito, os primeiros R$ 85.000,00 já teriam sido repassados ao hospital. Não seria adiantado demais?

Mas a pergunta que vai perdurar será a mesma de sempre, por vários anos: "o povo vai ser bem atendido todos os dias, todas as semanas e meses do ano?". O passado não recomenda acreditar em atendimento vip todo dia embora esse valor só venha aumentando, de 18, para 35, de 35 para 50 e de 50 para R$ 85.000,00. Além disso, o município ainda conta com três PSF's, um posto de saúde central e mantém convênio de R$ 35.000,00 com consórcio regional de saúde e esses valores devem ser fiscalizados pelos vereadores, por uma questão de ofício.

No hospital conveniado não mudou nada e lá estão as mesmas pessoas de anteontem e de ontem. Nesse convênio, falta detectar quem serviria a dois senhores, essa é a chave da sistemática. Reitera-se, o povo vai ser bem atendido todos os dias?

O prefeito José carlos da Silva (foto, acima) acaba de assinar um contrato de risco que pode lhe render alguns dos seus piores dias como gestor público. Se tudo der certo, já não era sem tempo.

 

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