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Tribuna de Nobres

07/12/2019
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Trincheira

Trincheira LVI

Imaginação Fértil

Se você não pensa, há quem pense por você. Tem gente imaginando como seria uma confraternização entre o pessoal da imprensa local nos próximos dias e depois de uma três caixas de cerveja (garrafas). Um dos problemas para esse acontecimento, pra lá de surreal, seria a unidade do grupo e quem bancaria a despesa. Como tem um vereador e radialista no grupo, pensou-se na sua escalação para custeio da despesa. Mas isso se tornou quase impossível após a divulgação de uns áudios em grupos de whatsapp sobre o mercado de mensagens natalinas. O clima está tenso e agora a preocupação é saber quem estaria fomentando a discórdia.

- Quem do grupo nasceu há mais dez mil anos atrás? Vê se te orienta, já sabem do teu furo... no Imposto de Renda.

Imaginação Fértil II

Concorrentes no mercado sentados à mesma mesa, usufruindo da mesma marca de cerveja e comendo do mesmo pernil, gentilmente cedido pelo atual “ministro”. Não, afaste de nós esse cálice... de vinho tinto de intrigas. Realmente, não dá para imaginar um cenário assim, a guerra está declarada e tudo fica mais difícil a partir da difusão do conteúdo dos áudios. Isso está parecendo até espionagem no concorrido mercado do marketing político. Quem é você, de onde veio, qual o alcance da sua flecha, tudo começa assim, nesse nível. Não! Definitivamente, não beberemos do mesmo néctar e ainda que insistam: “Beba! (Beba!); Pois a água viva; Ainda tá na fonte; (Tente outra vez!); Você tem dois pés; Para cruzar a ponte... Nada acabou! Não! Não! Não!”.

- Estou fora. Não irei: “Eu não sou besta pra tirar onda de herói; Sou vacinado, eu sou cowboy...”.

Raul Seixas Baixando

Com essa onda de macumba, despacho na esquina e terreiro, pois não é que Raul Seixas anda baixando por estas bandas? E desce cantando um de seus maiores sucessos, Ouro de Tolo. O pessoal da tevê estava mesmo certo, tem terreiro novo por estas bandas. Mas, no Natal e Raulzito baixando... e ainda pra reclamar do preço da carne? Será que não é fake News esse Raul? “Eu devia estar contente; Por ter conseguido tudo o que eu quis; Mas confesso, abestalhado; Que eu estou decepcionado; Por que foi tão fácil conseguir; E agora eu me pergunto "e daí?" Eu tenho uma porção de coisas grandes pra conquistar; E eu não posso ficar aí…”.

- Chama o lapidário, não é esmeralda da cor dos olhos... é fragmento de garrafa de champanhe Sidra.

Tocando o Terror

Olha..., o que tem de gente falando que é vice ou quer ser vice do atual prefeito Leocir Hanel na iminência de um novo mandato, isto não é brincadeira. E o que é ser vice? Prestígio político e/ou financeiro, o que não é tão fácil em relação ao pleito de alguns poucos pseudos auto revelados nomes. Tratar-se ia apenas de um processo de valorização de passe, onde algumas pessoas querem o que não serão na hora da definição. Pretender ser vice sem ter as condições exigidas é cair no ridículo, mais ainda quando se sai divulgando... por aí.

- Tem gente provocando risos com essa anedota.

Teoria da Antirrelatividade

Antes, o sujeito não tinha carro e queria porque queria ter um carro. Agora, que tem carro quer porque quer ter uma bicicleta. Engatamos uma marcha ré nas nossas vontades. Antes, a gente ouvia Altermar Dutra, Nelson Gonçalves, Amado Batista e até Reginaldo Rossi e muitos classificavam de brega a música dessa gente. Hoje, algumas centenas de cantores cantam só música falando de bebida e de chifre, e estão nas paradas de sucesso através das plataformas digitais de música. Dia desses, ficamos sabendo que uma figura respaldada e assumidamente homo... virou o CD e casou-se. Assim caminha a humanidade...

- ... em marcha ré. Parem o mundo que eu quero descer.

Mistério Sem Fim

Será por que essa ocorrência sempre aos 44:30 do segundo tempo? A Câmara de Vereadores tem recebido verdadeiras pautas-bombas para análise e a últimas delas foi no último dia 29/11, quando registrou-se uma espécie de “motim” da imprensa que cobre os trabalhos legislativos. Só quem estava presente para saber o sufoco com as matérias em análise, cada uma de arrepiar o cabelo (ou pelo) de qualquer onça. E o pior é que ninguém ficou sabendo de nada dos bastidores daquela sessão, a penúltima em caráter ordinário do ano.

- Bomba na sinagoga.

Nobres/Vozes

Mesmo os melhores matemáticos não conseguem decifrar essa incógnita que também é uma variável na equação política que se apresenta até agora e deve ficar sem respostas até o primeiro trimestre de 2.020. Tem a ver com a pré-candidatura de Gilmarzinho da Ecoplan ao posto majoritário, onde todos querem saber se será vice ou candidato a prefeito. A incógnita está em ser ou não ser, já a variável fica por conta de vice ou de prefeito. Há uma torcida que está na arquibancada do Corinthians torcendo para ele ser vice; na outra parte, a do Flamengo querendo que seja a prefeito. Estudiosos sobre o tema “equação” dizem que “o ato de solucionar uma equação se resume em uma manipulação aritmética, onde temos uma igualdade repleta de operações a serem feitas a fim de que se determine o valor da incógnita da equação”.

- Trocando em miúdos, para quem não sabe nem quanto é dois mais dois, o jeito é esperar até que Pitágoras baixe em um terreiro de macumba e traga a solucionática dessa problemática. Algum terreiro novo por perto?

A Bílis

Em Cuiabá, o prefeito Emanuel (bem vestido) Pinheiro está com problemas na bílis por conta do Abílio. Pense num vereador chato pra cacete e multiplique por cem chatos no pentelho do Mané. Uma mulher resolveu espalhar que há um conventículo, conluio ou sabe-se lá, o que, para afastar o Abílio, que é oposição até ao seu próprio jeito de acordar. Esse Abílio, como diria vovó: “é o cão que veio da lenha” e Mané Paletó quer a sua cabeça. Será mesmo? Nossa, Emanuel, menino tão comportado! Querendo a cabeça de Abílio em uma bandeja, à moda Salomé.

- Deus que salve a bílis do Mané e o Abílio a sua própria pele.

É Show

Ouvimos uns áudios pela ‘wzp’ sobre uma confraria que pratica futebol aos domingos, chegamos até a “arrupiar”, como diria o baiano. Parecia até um encontro de “lordes” ingleses, tamanha a fineza no trato entre dois personagens do tal “Domingo Show”. Pnc, FDP, sfd, vgb... ou seja, pau no c... filho dp, safado, vagabundo, coisas de um refinamento incomum. Ouvir esses áudios é realmente um show e a lavação de roupa pelo wzp ficou por conta de saques que deram furo na contabilidade, conforme o áudio. E se não fosse “show”, seria o quê?

- Não convidem essas figuras para uma mesma mesa, tudo pode terminar em “show” de indelicadezas.

É Show II

“Enfia esse grupo no c...”, foi o fechamento de parte do diálogo entre os “craques” que estão cursando etiqueta social e diplomacia. Olha, esse tal de wzp veio para derrotar os maiores fofoqueiros que já existiam antes dessa tecnologia. A gente só espalha o que ouve e fica abismado com tanta gentileza. Ouvindo essas conversas, chegamos a pensar que estamos tendo aulas de realeza ou ouvindo o som de um rouxinol ao avesso. Já em outro grupo, coisas que nos chegaram aos ouvidos, dizia-se que teria um árbitro que chegou a piscar o olho para um atacante, como que, a alertar: “cai que eu dou pênalti”. Esse piscar de olhos no truco, no mínimo, seria uma linda flor de três naipes diferentes.

- Parece até aquele filme: “Rede de Intrigas” e advinha quem é o coringa falso nesse jogo?

Ouvidos Atravessados

O cara seguia em viagem e dialogava com um parceiro: “comprei um terreno”, ao que o outro entendeu: “um terreiro?”. Bem, além de jornalista é bruxo. Dizem que as namoradas lhe vinham... eram ao som do canto de uma sereia que ele encarnava em suas subidas e descidas nesse “terreiro” ou terreno, como queiram. No seu terreiro, tempos atrás, descia uma tal “Anastácia”, mas já são águas passadas. A verdade é que o terreiro é lá pras bandas de Rosário. “Será que mizifio vai conseguir fazer com que o moço eleja o sucessor?

- Seria o Cavaleiro de Aruanda?

Fazendo Uma Boquinha

Teve uma tal força tarefa da imprensa da periferia que esteve em um evento num restaurante tchique no úrtimo, fazendo uma boca livre. Quem diria, no mesmo espaço em que estavam Eunice Ramos (TVCA), Izabel Coutinho (Olhar Direto), Malu Souza (AMM-MT), Savinho (colunista social televisivo) e a nata do trade turístico mato-grossense. E os caras lá, perifericamente falando e aproveitando o menu (leia-se, meni). Foi realmente uma manhã/tarde prá lá de surreal para o pessoal do baixo clero.

- Se foi... iiiiiiishiiiiiiii, se foi.

Festa/Fim I

Onde tem gente em número considerável, não se exige perfeição de ninguém, mas sempre é possível ‘capturar’ algumas pérolas de começo, meio e fim de festa, principalmente. Ligado o “detector” de pir-lim-pim-pim, foi flagrada uma libélula flanando durante o jogo do Flamengo com o River. Há quem diga que seja uma “poção mágica” que Casagrande oferece aos menos avisados. Tudo começa com voz de Cid Moreira, mas após a ingestão do produto, lá pelo fim do baile, o som é de Pablo Vitar na voz.

- Telma eu não sou... fla...então tá.

Festa/Fim II

Já fomos buscar respostas nos escritos de Sigmund Freud, de renomados escritores da área da autoajuda e só nos resta realizar uma consulta espiritual com Maquiavel para saber por que o danado do pobre nunca está satisfeito com nada. Reclama de tudo, do bolo, do talher, do boi, da galinha, da picanha, do contrafilé, da linguiça apimentada, da pinga e da cerveja. Se tiver camarão na moranga, reclama; se tiver um jantar no Palácio de Buckingham, vai reclamar da quantidade de talheres e da “môage” da Rainha Elizabeth. Pois não é que teve gente achando que faltou um molho (champignon ou madeira?) para acompanhar o boi no rolete.

- Tá bom, na próxima vai ser revirado de bofe de boi e farofa de ovo.

Banco/Adeus

Todos os indicativos são de que o Banco do Brasil vá parar de operar em Nobres. Está em curso uma onda de demissões e a possível transferência de atividades para a Caixa ou Lotéricas. A oportunidade é boa para que a conta do município passe ao Sicredi ou Bradesco. Sabe aquela coisa que acontece, quando o dono do imóvel começa a arrumar o telhado, depois uma coisa aqui e outra ali e quem quiser que desocupe a moita. Sem caixas eletrônicos, recomenda-se que se faça saques há 18 kms do seu local.

- Ruim com ele, pior sem ele.

Candidatos/Informações

As redes sociais começam a fazer a diferença em relação aos candidatos a cargos eletivos, além do tradicional boca a boca. Para o Conselho Tutelar funcionou bem esse tipo de acesso a quem vota, além, é claro de uma ajudazinha extra de alguns vereadores. Mas tem que ser com informações elaboradas e sem falseamento da verdade, até porque o internauta não é nenhum bôbo. A “bolsonaromania” vai funcionar.

- Mas, sem mentiras. Fica a dica.

Atletismo

A julgar pelos seus supostos credores, sobre os quais tem investido todo o seu potencial de velocidade em corrida livre, um certo jornalista já-já vai se tornar um grande velocista e maratonista. E quais seriam esses credores, tão rápidos na fuga? Fim do ano chegando, mensagens de natal e novas possibilidades de correria atrás... de mensagens e depois o “drible da vaca” ou meia lua.

- Existem dois tipos de credores – os reais e os imaginários. Pegar qual?

Rede Inundada

Logo ele, o homem da mídia que foi virar notícia e uma fama altamente negativa por conta de uma brincadeira. Quando se é figura pública, a maior das discrições ainda é arriscada. Nunca alguém ganhou tamanha notoriedade em tão pouco tempo, sem o direito de auferir nenhum tipo de vantagem na informação, sabidamente inverídica, mas... viralizou. O vereador Nilson Filho (PSD) precisa evitar a exposição de sua imagem, principalmente quando se auto referir como autoridade.

- Viralizou e não há como apagar isso daí.

Rede Inundada II

A percepção é a de que havia gente prontinha a dar o bote num deslize do parlamentar municipal. Olha o tamanho do estrago por conta de uma brincadeira e isso vai pegar mal lá na frente. E quando se fala, diz-se logo: vereador de Nobres. Quem tiver um amigo assim, que transforma brincadeira em coisa séria, é melhor dispensar. Por maior que seja a autocrítica, a vaca, a égua e todo o rebanho já foram parar no brejo.

- Sobrou até para quem não tinha nada a ver... Pocotó e sua eguinha. Seeeeeguuuuuuraaaaaaa peão...

Sem Rumo

Tem gente dando pulos por conta do mais absoluto repensamento de objetivos. Não sabe se vai ou se fica, mas a verdade é que a Lei Eleitoral mexe com muita coisa na política paroquial e alguns partidos serão meramente figurantes nas próximas eleições municipais. Se não houver uma reavaliação de conceitos, corre que lá vem o trem... saia do túnel. A reeleição pode ficar mais difícil para alguns dos atuais vereadores e alguns partidos que estiveram na moda até agora podem ficar sem representatividade.

- Não é prova do Enem, mas é hora de fazer cálculos matemáticos.

Sonhadores

E ainda assim, tem gente comendo corimba e arrotando salmão, acreditando que pode conquistar uma cadeira no Legislativo com piadinhas de português, pregando idéias absurdas por conta do mais absoluto desconhecimento do que seja orçamento público. É uma gente sem noção que deseja entrar para o mundo da política com conversa mole e promessas mil. Conhecendo Nobres como conhecemos e Cuiabá, idem... vemos por exemplo um vereador Abílio querendo fazer diferente e acabou sendo tratado de “perebento”, acumulando desgaste por conta de uma “guerra” contra a maioria dominante.

- Sonhar não é proibido, mas isso deve ser com coerência.

Palpiteiros

Gestão pública e legislação se fazem com razão e não com emoção. É como lançar mão de orçamentos públicos definidos em lei por conta de um pseudo legislador, piegas, que viu uma situação em desacordo com a sua percepção social. Instale o município os equipamentos e contrate os profissionais que irão trabalhar no pseudo Centro de Hemodiálise criado durante os devaneios de um virtual candidato. Entre estes profissionais ao menos um médico nefrologista, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Depois disso tudo, as instalações, a água especial e devidamente limpa e a proximidade com um hospital ou dentro deste por conta dos riscos que um paciente corre na máquina. Procure um especialista em nefrologia que queira vir para Nobres e procure um empresário que queira instalar aqui só duas máquinas para hemodiálise. Uma máquina e vinte têm o mesmo custo.

- Ah! Faça isso para atender os devaneios do seu fulano que diz que “podemos”.

Cenário Nacional

Dados de 2018 apontam que no país são cerca de 100 mil doentes renais crônicos que precisam de tratamento de Terapia Renal Substitutiva, sendo 85% deles assistidos exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos principais fatores de risco para doença renal crônica é a diabetes e a hipertensão, ambas cuidadas na Atenção Básica, em uma das 41.688 Unidades Básicas de Saúde. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 6,2% da população adulta tem diabetes e 24% hipertensão. Para atender a demanda, entre 2010 e 2017 houve aumento de 45% nos serviços de média e alta complexidade habilitados para tratar doentes renais crônicos, passando de 488 para 707. Nos últimos dois anos (2016/2017) foram habilitados 19 estabelecimentos em todo o País.

- Os dados são do Ministério da Saúde com base na década em que estamos.

Cenário Nacional II

Os números de atendimentos e valores investidos no tratamento de Terapia Renal Substitutiva também são crescentes ano a ano. Entre 2010 e 2016, o aumento na rede assistencial foi de 26%, passando de 11,3 milhões de procedimentos para 14,2 milhões. Ano passado, com dados ainda preliminares (até setembro), foram registrados 10,9 milhões de procedimentos dialíticos. Em relação aos valores, o crescimento foi de 55%, passando de R$ 1,8 bilhão em 2010 para quase R$ 2,8 bilhões em 2016. Em 2016, com informações ainda preliminares (até setembro), divulgadas em 2017, foram investidos R$ 2,3 bilhões no contexto desse tipo de tratamento em nível de Brasil, conforme o Ministério da Saúde. Aí vem os expert’s em lavar cachorro sem sabão, amarrar “pingo” de chuva e metido a cabo eleitoral profissional, dar pitaco em coisa que desconhece.

- Comecem a levar a política como sendo coisa séria, estudem sobre orçamento público e depois apanhem centenas de volantes de loterias diversas, dêem ali os seus palpites e esperem sentados.

Virtual Candidato

No Facebook, segundo a opinião de um pretenso candidato proporcional, os vereadores costumam “fingir” que fiscalizam o Executivo. Pretender ser candidato se utilizando de críticas aos atuais vereadores, já é meio caminho andado... em marcha ré. Primeiro porque o eleitor não quer saber de ontem e se quiser saber, vai à fonte. E quando os virtuais candidatos são de um mesmo partido e já começam com deslindes absurdos sem saber como se apresentará o cenário político local em 2.020? E de mais a mais... ou a menos, só com lorotinhas e filosofia de botequim. Amanhã, vão estar na mesma mesa, cada qual com a sua ideologia... sem causa e nem efeito. Citar Pitágoras, Aristóteles, Confúcio ou Maquiavel tem o mesmo peso que falar do seu “Zé Mané” e sua sabedoria popular.

- Quando era criança lá em Barbacena, seu Álvaro, nosso vizinho, dizia: “Para japonês, qualquer febre é amarela”.

Filósofos e Articulistas

De uns dias para cá, aqui em Nobres, por qualquer que seja o tema, eis que surge um articulista político para filosofar em nome de Álvaro Dias. É um craque da política, mas nunca veio em Nobres. Muitos só o conhecem pela tevê, com aquela voz de locutor de rádio AM. Esse negócio de nós “podemos”, vai ser preciso combinar com o eleitor tradicionalista de Nobres, que não costuma atirar no que não viu esperando acertar no que viu. Outra, só o nome de um famoso não influencia em nada. Tem muita gente que já foi candidato e se dizia amigo do Pelé, mas não foi eleito.

- De bôbo nós só tem a cara...

Filósofos e Articulistas II

Dia desses, só por conta de uma comparação com a senadora Selma, o senador Jayme Campos não deixou por menos e deu uma “sapatada” num desses “news filósofos”. Vai que aconteça uma briga, por aí, e alguém resolva chamar o Álvaro para separar, se não demorar dias pra ele chegar, dá pra esperar... ou espera sem dar? Se aparecer um grandão pra te bater, diz aí, “vou chamar meu irmão, ele é o Álvaro...”. Há dias que apanhou. É xômano, o Jayme, da Vegê, nos veio com uma filosofia de botequim: “Aqui não tem maria vai com as outras...”.

- Como diria Romário: “Mantenha-se calado e serás confundido com um poeta”.

Filósofos e Articulistas III

No Facebook é que a gente aprende a lavar cachorro sem sabão. Tem gente que sugere uma réplica do Taj Mahal para Nobres e logo aparece um avalista, assinando embaixo. Em 2012, deram um tombo homérico nos servidores públicos municipal de Nobres e na população como um todo. As empresas que eram fornecedoras do município tinham seus saldos “saqueados” e mandavam falsificar carimbos para validar a picaretagem. Uma empresa que prestava serviços de ar condicionado teve o nome envolvido nas transferências de valores, dos verdadeiros fornecedores para o esquema. E no Facebook, sempre a gente se depara com esse elemento, um certo Adriano, dando pitacos negativos sobre Nobres. Com esses saltimbancos... nós não podemos.

- Como diria o filósofo de botequim: “não cuspa no prato que comestes...”.

Vitrine

A Câmara municipal de Nobres, na noite de 1.º de novembro de 2019, transformou-se em uma verdadeira vitrine política com a presença dos líderes do Democratas, Fábio Garcia, atual presidente regional do partido; o senador Jayme Campos e o veterano Júlio Campos, que já foi de tudo na política em Mato Grosso. Eles vieram até Nobres para abonar algumas fichas de adesão ao DEM, entre as quais as fichas de Gilmarzinho da Ecoplan, da sua esposa Eva Valdinéia; dos vereadores Magal, Oscar Lara; da contadora Elizabeth Machado; dos advogados Donizeu e Silvério; do jovem Rogério Gás, enfim, de ao menos 22 novos nomes que entraram para o Democratas.

- Reforços ao time do elogiadíssimo Firmino, de velhas batalhas.

O Veterano e o Juvenil

Com a presença desses veteranos da política mato-grossense em Nobres que vieram para se juntar com uma gente que quer o melhor para Nobres, de outros partidos que foram ver o ato público, além de um menino que havia ingerido umas e outras, perturbando um pouco, eis que surge um pré-candidato e atual suplente de vereador que se porta como vereador, foi tirar uma onda com Jayme Campos, alegando ausência da assinatura do senador Democrata em um manifesto contra o STF (Supremo Tribunal Federal).

- O senador deu linha ao peixe e depois “ferrou”... foi uma sapatada.

O Veterano e o Juvenil II

A insistência do rapaz para tentar constranger publicamente o experimentado e matreiro político foi tanta e só piorou com a comparação entre Jayme Campos e a senadora Selma. “Ela assinou e lá não constaria a sua assinatura”. O senador disse que não age como a “maria vai com as outras...”. No futebol, diríamos que o juvenil tentou dar um chapéu no veterano e tomou uma “solada”. Sabe, tem aquelas horas em que falar pouco e ouvir muito traz bons resultados. Voltamos a entender o sentido das frases: “maria vai com as outras” e “falar pouco e ouvir muito”.

- Teve gente que de tão corada a pele, ficou branco ante a sapatada.

O Veterano e o Juvenil III

Depois daquela “sapatada”, a reunião seguiu em brancas nuvens, após o menino ter deixado o recinto e também quando o juvenil pediu substituição e deixou o campo. Olha, foi o tema do pós-reunião, ali onde foi servido um “coffee break”. Mais de 70 janeiros, ex-prefeito, ex-governador, ex-senador e agora senador de novo e o jovem, que não foi nem vereador, resolve tirar uma “casquinha” com o veterano político e depois sair “à francesa” do local, perdendo o fim da festa.

- A fama às avessas é ruuuuuiiiimmmm...

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Trincheira LVI

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