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Tribuna de Nobres

24/05/2019
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Editorial

Panfletagem exp√Ķe algumas feridas do governo

Apesar de conden√°vel e de j√° ter pistas da produ√ß√£o da papelada que enfeitava alguns pontos dentro da cidade de Nobres, o panfleto aponta alguns dos maiores defeitos da gest√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva, entre o salto alto de alguns secret√°rios, que se acham "donos" de Nobres de um tempo a este, passando pelo comodismo dos governantes at√© a falta de humildade em reconhecer publicamente que a inexperi√™ncia no trato com a coisa p√ļblica tem sido a companheira insepar√°vel dos poderosos de plant√£o.

O prefeito José Carlos da Silva, uma espécie de "cria" política e os seus "criadores", politicamente falando, ainda não encontraram as saídas desse labirinto administrativo em que o governo se meteu e longe de assumir o papel de maior autoridade política e administrativa dentro do município de Nobres, o prefeito parece querer abraçar a pieguice ao manter no cargo algumas pessoas que definitivamente não vão dar conta do recado e ainda causam prejuízos ao erário. A comparação entre os assessores do ex-prefeito Flávio Dalmolin com os atuais parece inevitável do ponto de vista técnico e curricular, considerando que aqueles outros não eram acadêmicos, mas davam conta do recado. Já os acadêmicos e até pós-graduados, patinam nos problemas encontrados, que não foram tantos assim.

Contudo, entre 2001 e 2002, se comparado com 2009 e 2010, as cobran√ßas vieram mais cedo, ou seja, teve-se um grau maior de paci√™ncia com o governo do passado. Pesa contra o governo dos acad√™micos, a ado√ß√£o de um novo estilo de governar, onde n√£o se faz pol√≠tica e nem se administra a contento. Alguns assessores diretos do prefeito subiram no salto e vinham deixando o comandante sozinho, at√© que um dia ele foi vaiado publicamente e olhou ao seu redor e viu que estava s√≥. Se ele (o prefeito) percebeu ou n√£o, o alerta partiu deste jornal, lembrando que alguns n√£o v√£o ao carnaval porque o evento contrariaria pr√°ticas religiosas, por√©m, n√£o deixam de comparecer ao banco para buscar as remunera√ß√Ķes pelo cargo que ocupam.

Pelo sim ou pelo n√£o, j√° se tem visto o prefeito em companhia de seus assessores nas reuni√Ķes, alguns, muito distantes do povo, com seus carros dotados de pel√≠culas escuras no vidro das portas. Enfim, o panfleto n√£o parece ter escandalizado por completo e muitos lamentaram a cita√ß√£o um pouco mais direta dos nomes do casal Eva/Gilmarzinho, por coloca√ß√Ķes de cunho desmoralizante.

E qual ser√° a rea√ß√£o do governo diante desse epis√≥dio? A linguagem vulgar d√° o indicativo da postura: "ou c√°ga ou desocupa a moita". Isso, em caso de o prefeito Jos√© Carlos da Silva querer mudar nomes e convocar pessoas para tentar reverter o quadro, n√£o importa a colora√ß√£o partid√°ria, j√° que se administra um munic√≠pio e n√£o uma resid√™ncia particular. O Partido Progressista, em n√≠vel de Nobres, tem que entender que a sigla n√£o deve administrar sozinha, sob risco de ver o nome de determinadas pessoas cada vez mais enxovalhado, al√©m do nome de Nobres. Quando se governa sozinho, b√īnus e √īnus andam juntos.

Não basta só governar, tem que ousar. E quando se falar em ousar, é preciso inovar, mudar, alterar nomes, recompor. O PDT tem nos seus quadros pessoas competentes e tem ajudado o governo de Zé Carlos. O PSDB tem gente da maior competência e tem sido um aliado desse governo que aí está e não custa nada se socorrer da capacidade de um e de outro, afinal, é Nobres que mais se nos interessa. O próprio José Pereira de Sousa, o Ceará, poderia dar a sua contribuição para tentar avançar nas melhorias, apesar do boicote feito a ele no passado, a sua experiência profissional fala mais alto.

A sociedade organizada precisa ser ouvida e de nada vai adiantar o orgulho e a prepotência de pessoas como o professor Neko, que tenta impor a esse governo que aí está seus toques pessoais. Dizer que Gilmarzinho não tem nada a ver com o governo de Zé Carlos, seria uma incoerência. O próprio Gilmarzinho assume que tem responsabilidades sobre a eleição do atual prefeito. Então, o que pode estar faltando é humildade e atitudes dentro desse grupo que chegou ao poder com ajuda de muitos e tenta governar com alguns poucos. Assim mesmo, alguns poucos, extremamente narcisistas e que se perdem em êxtase diante do espelho que reflete o poder de muitos em mãos de poucos.

O panfleto, apesar da covardia do anonimato, servir√° a uma reflex√£o sobre como governar e evitar o apego ao materialismo e aos cargos, meramente transit√≥rios. Toques pessoais, personaliza√ß√Ķes e exclusivismos n√£o cabem na casa dos outros, √© bom que se saiba. O toque pessoal que se tentou dar a uma tal funda√ß√£o, a Funoel, redundou em desastre. Os interesses menores, vale lembra e relembrar ao prefeito dr. Z√© Carlos, pode terminar em situa√ß√£o desabonadora, caso espec√≠fico da contrata√ß√£o dos servi√ßos de uma cooperativa de Sorriso.

O poder vem do povo, e uma diferen√ßa de apenas 44 votos entre um e outro candidato tinha que ser valorizada a partir daqueles que ajudaram a construir esse caminho, ajudando na elabora√ß√£o de programas de r√°dio, junto aos palanques e nas viagens ao interior, abra√ßando uma candidatura que n√£o tinha a confian√ßa de todos dentro do grupo, muito menos de determinados candidatos a vereadores do pr√≥prio PP, que andavam de comit√™s em comit√™s passando informa√ß√Ķes e tentando desacreditar o nome do candidato Z√© Carlos.

Hoje, os que ontem ajudaram, s√£o os primeiros suspeitos de arma√ß√Ķes s√≥rdidas atrav√©s de panfletagens an√īnimas. Quando se sabe que tem o Minist√©rio P√ļblico, a CGU, o TCE/MT com as portas abertas para a den√ļncia, lan√ßar m√£o de panfletagem √© pura bobagem e s√≥ cabe na cabe√ßa de algum n√©scio metido a poliglota. Mas o prefeito Jos√© Carlos vai ter muito tempo para conhecer o que √© pol√≠tica e como a perf√≠dia escolheu esse ambiente para seu "habitat".

(Por Benedito Fernandes de Souza ‚Äď o "nomeado" suspeito pelo panfleto)

 

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