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Tribuna de Nobres

21/09/2019
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Editorial

Aquiles e seu calcanhar

O prefeito Jos√© Carlos da Silva, de todos os defeitos que possa ter, uma virtude pode ser contabilizada nele quando a an√°lise estiver ligada ao sistema pol√≠tico e administrativo e √© o seu respeito aos vereadores e ao Parlamento. Dr. Jos√© Carlos sempre que podia e sempre que pode, reconhece que a C√Ęmara de Vereadores tem ajudado a sua administra√ß√£o a n√£o sucumbir, sabendo ainda que o Executivo depende do Legislativo, desde que n√£o seja a fal√°cia demonstrada a partir do instante em que alguns vereadores resolveram "tomar" o poder do presidente Beto Valandro, tentando passar por cima da Constitui√ß√£o Municipal. Essa vontade de um grupo gerou um clima de instabilidade nos dois poderes e se espraiou para dentro da comunidade, com a administra√ß√£o municipal sofrendo esse empuxo gravitacional causado pela sede de poder.

N√£o tivesse a habilidade, a experi√™ncia e o pulso firme que tem, o vereador Beto Valandro seria engolido pelo desejo de poder que poderia comprometer ainda mais a estrutura pol√≠tica e organizacional dentro do munic√≠pio Nobres a partir de vontades pessoais e de velados interesses meramente individuais. O equil√≠brio entre a experi√™ncia de outras legislaturas e a postura pol√≠tica e pessoal da vereadora Paula foram decisivos para que se pudesse enfrentar essa procela criada por um grupo de vereadores sequiosos de poder. A vereadora Paula foi insultada publicamente e at√© o presidente da Assembl√©ia Legislativa, deputado Jos√© Riva, teve que intervir, fazendo an√°lise induzida e aparente da vereadora de terceiro mandato por influ√™ncia deste ou daquele vereador. Contudo, pela posi√ß√£o s√©ria e coerente, no mesmo dia e oportunidade, a vereadora Paula conseguiu reverter a imagem negativa que criaram dela junto ao deputado Riva. Paula n√£o declinou de fazer defesa pr√≥pria e jogou por terra as fofocas feitas contra a sua pessoa, tudo porque desejavam que ela tamb√©m se situasse do lado que tentava tomar o poder de Beto Valandro sob uso da for√ßa do muito falar e das engendra√ß√Ķes.

O m√©dico Jos√© Carlos da Silva, habituado a lidar com vidas no centro cir√ļrgico e a salvar pessoas que j√° andaram prestes a "pular", segundo a linguagem vulgar, parece que tomou um choque de realidade ao se deparar com tantos interesses tacanhos que fazem parte do "meti√™" pol√≠tico a partir da conviv√™ncia com alguns analfabetos funcionais metidos a bom da boca porque est√£o investidos de poder. E mal sabem esses poderosos moment√Ęneos que o tempo passa, como passou para Aquele que em apenas 33 anos deixou pegadas na areia que at√© hoje n√£o se dissiparam, o Cristo chamado Jesus. Quem teve a oportunidade de passar por bancos de faculdades e tendo que conviver com tanta mesquinharia e tanta deturpa√ß√£o dos fatos em t√£o pouco espa√ßo de tempo, por certo vai ganhar experi√™ncia de vida que ser√° muito √ļtil no futuro numa correla√ß√£o entre doutores e aprendizes de r√°bulas.

Quando n√£o se tem argumentos l√≥gicos, a fal√°cia parece ser a sa√≠da, feito uma manada de elefantes em uma loja de cristais finos. A administra√ß√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva, por seus assessores, por certo ainda vai continuar respeitando a C√Ęmara de Vereadores, integrada por alguns vereadores que ainda pensam em ajudar a mudar o panorama existente, mesmo que alguns deles n√£o queiram respeitar a experi√™ncia daqueles que s√£o remanescentes de outros mandatos ou daqueles que colocam a sensatez, o equil√≠brio e responsabilidade sobre todas as coisas, atos e fatos. Poder e querer tem que andar juntos para satisfazer todas as vontades daqueles que pagam impostos e querem uma cidade que v√° al√©m das ret√≥ricas de palanques ou das promessas fugazes. √Č desse modo que todos os vereadores devem ver o mandato, evitando que a popula√ß√£o v√° √†s ruas e manifeste a sua desilus√£o com tudo e com todos.

O ponto fraco da administra√ß√£o atual est√° nas ruas da cidade e no hospital, que nem do munic√≠pio √©. Quando se resolver essas quest√Ķes, tudo o mais caminhar√° de forma cont√≠nua, acabando com esse baco baco, com esse muito falar, pr√≥prio de quem n√£o tem argumento e pretende colocar a pol√≠tica em n√≠vel mais rasteiro poss√≠vel.

Mentir pra que, se o prefeito Z√© Carlos tem conhecimento do comportamento individual de cada um dos vereadores. Por certo ele devota respeito na medida certa a cada um dos edis, ofertando a cada um o talento que lhe convir; pode ser que d√™ a um um talento, a outro dois talentos e a um terceiro outros tantos talentos. Nem √© necess√°rio ser nenhum Sigmund Freud para "pescar" o que quer e o que pensa cada vereador, contudo, √© preciso desobstruir alguns pontos obscuros de comportamentos d√ļbios a partir do instante em que se tenta misturar alhos com bugalhos, parceria com d√°divas financeiras.

Ap√≥s essas interven√ß√Ķes, de car√°ter cir√ļrgico, para extirpar d√ļbias interpreta√ß√Ķes e uma esp√©cie de mea culpa de todos os que est√£o engajados na governabilidade desta terra dos nossos Nobres antepassados, que precisam ser honrados no presente, Aquiles poder√° correr na praia e deixar suas pegadas na areia sem nenhuma sequela.

Governar, tem que ser com responsabilidade, com dignidade, com respeito àqueles que pagam impostos e não há como separar Executivo e Legislativo quando a responsabilidade é de todos. Só a falácia que é uma condição individual de cada um, talvez, pelo pouco tempo na escola e pela falta de discernimento sobre a efemeridade que é o poder.

 

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