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Tribuna de Nobres

20/08/2018
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Editorial

M√£o e contram√£o

Em alguns munic√≠pios do violento e conturbado Estado do Rio de Janeiro e tamb√©m em munic√≠pios do interior de S√£o Paulo, j√° chegou at√© oito meses de repasses em atraso a essas unidades municipais que amea√ßam devolver as denominadas UPA‚Äôs ao estado, mas, ao que consta a Secretaria de Sa√ļde nem cogita a possibilidade de receb√™-las de volta naquelas bandas carnavalescas.

Todos sabemos que as Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA‚Äôs) foram criadas com o objetivo de desafogar os hospitais p√ļblicos, atrav√©s de um modelo de atendimento que acabou copiado por v√°rios estados e at√© pelo governo federal. Bem, mas isso j√° faz parte do passado e em determinados munic√≠pios dos cerca de 5.570 que o Brasil possui, as UPA‚Äôs est√£o sendo vistas como transtornos pelos prefeitos que, devido √† queda de receita, alegam n√£o ter como administr√°-las.

Os investimentos em pessoal acabam onerando ainda mais os cofres p√ļblicos municipais, para onde vem a menor quantia do bolo or√ßament√°rio nacional; em que pese √† vida da na√ß√£o come√ßar exatamente nos munic√≠pios.

Consta, segundo dados de not√≠cias divulgadas que, embora a parte que lhes cabe pagar, no caso as prefeituras, segundo dados da Secretaria Estadual de Sa√ļde do Rio de Janeiro, por exemplo, os gastos representem apenas 25% dos custos de manuten√ß√£o no caso das n√£o municipalizadas. S√£o as Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, as mais reivindicadas por todos os munic√≠pios fluminenses nos √ļltimos anos, mas agora na imin√™ncia de serem fechadas por falta de recursos.

Essa é a chamada volta na contramão dos fatos e de toda expectativa que cercava essa solução criada em tempos passados. Tomando como exemplo, o roubado Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense o movimento pela devolução das UPAs à administração estadual é mais forte em Nova Iguaçu, Belford Roxo e São João de Meriti. Os prefeitos de Nova Friburgo e Cabo Frio já tentaram fazer isso e não conseguiram.

A pergunta √©: ‚Äúestar√≠amos andando na m√£o certa quando sonhamos com uma UPA/24 Horas para Nobres?‚ÄĚ. H√° quem compare os gastos com o hospital conveniado com o investimento em UPA, colocando quase que no empate entre um gasto e outro, sem se levar em conta a exig√™ncia de quatro profissionais m√©dicos se revezando. Seriam estes profissionais do quadro municipal? Seria poss√≠vel reverter o quadro de reclama√ß√Ķes existentes a cada atraso nos pagamentos de despesas contratuais com o hospital conveniado caso Nobres tivesse uma UPA?

No Rio de Janeiro, que n√£o √© o nosso caso, o ex-governador est√° na cadeia e o atual anda mais falado que m√£e de juiz de futebol. Mas, seria melhor uma UPA ou continuar pagando o hospital conveniado? Todos sabemos que o humor varia de acordo com o barulho m√°gico das notas, do money, do ‚Äúvil metal‚ÄĚ que todos gostam; seja no hospital conveniado ou em uma UPA, que consumiria cerca de R$ 250 mil, segundo avalia√ß√£o de um secret√°rio carioca. Mas consta que, a partir da UPA municipalizada, o munic√≠pio s√≥ recebe apenas os 25% do estado, mais 25% do governo federal, ficando o munic√≠pio obrigado a custear os 50% restantes.

Moleza? R$ 125 mil reais do município e R$ 62,5 do estado e R$ 62,5 da União. Muita gente torce para que o município de Nobres tenha a sua Unidade de Pronto Atendimento no mais breve espaço de tempo, mas será preciso avaliar os prós e os contras.

De outra parte, √© um campo de trabalho que se abre para os profissionais que atuam em Nobres na √°rea da sa√ļde.

Mas, ao seguir essa linha de racioc√≠nio, estaremos, enfim, andando na m√£o certa, sem riscos de sobressaltos? Teremos a compet√™ncia para gerenciamento de uma unidade dessas? Quem ser√£o os profissionais m√©dicos a atuarem na UPA? A sa√ļde preventiva nas Unidades B√°sicas de Sa√ļde melhorar√° ou ser√° relegada a planos inferiores? N√£o teremos um choque de opini√Ķes entre o que √© UPA e o que √© UBS? √Č que tem pessoas que deixam de ir buscar atendimento nas UBS‚Äôs√ā¬† para bater √† porta do hospital conveniado, ao menor sinal de uma dor de barriga.

Ent√£o, o que pode ser uma luz no fim do t√ļnel, de repente, pode ser um trem vindo da dire√ß√£o da nossa t√£o sonhada solu√ß√£o, ainda que estejamos em nossa m√£o, mas correndo o risco de uma colis√£o frontal contra o desejo de muitos, de se ver livre de um fantasma que j√° nem assusta mais - o hospital conveniado e os humores diretivos daquele nosoc√īmio quando o dinheiro falta para cobrir as despesas da planilha de custos.

A direção defensiva, mesmo que estejamos na mão certa, sempre é recomendada. E perguntar não ofende?

 

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