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Tribuna de Nobres

24/05/2019
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Editorial

Competitividade irreal

Um setor que passa por maus momentos é o da construção, desde as micro, pequenas, médias e grandes empreiteiras. As causas são muitas e vão desde o descaso dos governos com o estabelecimento de um calendário de pagamento, passando pela corrupção e financiamento de campanhas políticas, com o dinheiro público fazendo a travessia pelas “balsas” das grandes empreiteiras no âmbito federal.

Se as grandes empreiteiras vão mal, nem paremos para pensar aquelas, cujo lastro financeiro para participar de obras públicas é visto apenas microscopicamente. O setor vai mal e algumas empresas e seus respectivos comandantes, de tão pequenas e sem recursos para tocar as obras que vencem, causam problemas graves no que se refere a prazos e cumprimento de cronograma.

De sua parte, a burocracia estatal também contribui para isso, mas tem gente se aventurando no setor e têm sido comum os prejuízos aos comerciantes de Nobres que vendem para certos empreiteiros, como ocorreu num passado recente.

O setor de fiscalização, o próprio Ministério Público, o Tribunal de Contas, exigem concorrência nos processos licitatórios e muitos aventureiros se lançam nesse rio de forte correnteza sem ter cacife e apresentam preços baixos, vencem a licitação e depois não conseguem tocar as obras.

Outros, com pouca experiência no mercado, executam muito mal os serviços e querem reforço no pagamento por serviços de baixa qualidade. E aquele que faz, que tem capacidade, se vê inferiorizado ante o baixo preço cobrado por quem não tem cacife e o resultado dessa manobra equivocada por exigência da lei são obras de qualidade duvidosa.

Exemplos não faltam em Nobres e comerciantes já levaram calote de empresários que aportaram por aqui só com a cara e com a coragem, vencendo licitações públicas sem o devido lastro financeiro para bancar as obras.

Infelizmente, é essa ciranda que municípios pequenos convivem com ela, com a culpa recaindo sobre o gestor público, quando em verdade, não se consegue barrar alguns aventureiros que se lançam em empreitadas para a qual são incapazes.

E, por vezes, a pendenga vai parar na Justiça, atrasando a vida de todos, notadamente da população municipal que vai às redes sociais sem saber o como e nem o porquê, fazendo abordagens que fogem do seu entendimento.

Os órgãos fiscalizadores cobram o cumprimento de leis e normas, mas ainda assim persiste por aí a competitividade fora da realidade, com empreiteiros cobrando a menor e ofertando serviços de baixa qualidade.

Isso quando não ocorrem fenômenos ‘paridos’ dentro do próprio governo, como ocorreu entre 2009 até 2010, quando um rapaz, sem ter uma única carriola, saiu do governo para se tornar empreiteiro, produzindo obras desastrosas, caso da avenida Maurício Sampaio, entre a Marechal Rondon e a antiga 13 de Junho, de tantos males, até hoje.

Tem os casos em que o bico da máquina de asfalto se apresentava entupido e ainda assim os serviços foram executados... mal e porcamente. É o caso do “burro preto” que pode ter gerado a lenda da cabeça de burro enterrada por aí, em algum lugar dessa cidade, para onde muitos vêm para tentar a sorte e se aventurar ante a ingenuidade de nossa gente.

Lambança, ‘roubança’, trapalhada, histórias e estórias que dariam um livro de muitas páginas sobre as empreiteiras que já passaram por aqui.

 

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