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Tribuna de Nobres

20/01/2019
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Editorial

De louco...

‚ÄúDizem que de louco todo mundo tem um pouco‚ÄĚ, segundo Augusto Branco. Como nem sempre √© poss√≠vel ganhar notoriedade por assumir posturas normais e ter atitudes iguais a de todo mundo, o cidad√£o tira uma onda de louco e produz o que lhe vem √† cabe√ßa, sem se importar com a veracidade dos fatos.

Em per√≠odo pr√©-eleitoral, as sandices produzidas pelo cidad√£o ganham um certo prest√≠gio perante o baixo clero e quando um ou outro desavisado n√£o compartilha das suas pouco prestimosas notas informativas, ele ‚Äúdespacha‚ÄĚ ao deleite dos grupos que adoram o anonimato do ‚ÄúWhatsApp‚ÄĚ para ver se a popularidade aumenta. Tem gente que posa de intelectual e de cultura de vanguarda que trata de garantir amplitude a esse tipo de not√≠cia.

Recentemente, um empres√°rio lamentou o fato de ter participado de uma reuni√£o pol√≠tica e de l√° seu nome virar not√≠cia como sendo virtual candidato a um cargo majorit√°rio. Esse tipo de informa√ß√£o prejudica neg√≥cios e rela√ß√Ķes pessoais, tornando-se um problema a quem tem o nome ventilado, assim do nada, provavelmente, por estar no lugar errado e na hora errada.

Em que cabe√ßa, com um m√≠nimo de neur√īnio, pode-se fazer acreditar que a hierarquia pol√≠tica e administrativa possa ser alterada por inger√™ncia de auxiliares? √Č quando entra em cena algu√©m com poderes medi√ļnicos para incorporar o inimit√°vel Raul Seixas e sair por a√≠, tirando uma de ‚Äúmaluco beleza‚ÄĚ.

H√° muitos se esfor√ßando por a√≠ para ser um sujeito normal e fazer tudo igual. J√° outros, bem ali, ‚Äúaprendendo a ser louco‚ÄĚ e praticando uma esp√©cie de loucura real. O culto √† sandice e a produzir inventivas urdidas de um imagin√°rio em que algumas pessoas s√£o tidas como inimigas pessoais e estas devam ser alvo de cria√ß√Ķes informativas meramente falaciosas, s√≥ pode nascer de uma mente invigilante.

Uma jornalista, experiente por sinal, destaca em seu site que Nobres tem absorvido informa√ß√Ķes de um pseudojornalista, com atribui√ß√Ķes de paranormalidade e que aquele seria dono de uma empresa de fundo de quintal. Com bola de cristal e dons premonit√≥rios, o escriba tem fantasiado as suas informa√ß√Ķes com estilo, numa fajuta imita√ß√£o de Raul Seixas das margens do Coxip√≥, de um cume calmo, cujo olho √© o √ļnico que v√™... que por aqui por Nobres se assentam as sombras sonoras de um disco-voador.

Como humorista fracassado, restou-lhe apenas a alcunha. Como arauto, das suas trombetas s√≥ ecoam hilariedades. Os seus gatos j√° n√£o pulam mais, a sua vis√£o de barcos afundando n√£o passam de miragens des√©rticas e o poder transformador das suas ‚Äėnot√≠culas‚Äô est√£o cada vez mais nuas de realidade. E por vezes, nem a pr√≥pria nudez em rede j√° n√£o causa tanto susto assim.

√Č que, h√° d√©cadas, ap√≥s o advento da luz el√©trica, a figura do lobisomem j√° se tornou demod√™. Restar√° a √ļltima import√Ęncia do pseudojornalista na pr√≥pria l√°pide: ‚ÄúAqui jaz um maluco beleza, cujas fantasias literatas agradavam a um grupo de seis leitores‚ÄĚ. √ā¬†

 

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