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Tribuna de Nobres

30/10/2020
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Editorial

A polĂ­tica e o jarro...

Já estamos em um período em que todas as suscetibilidades individuais e coletivas são afloradas em nome da ocupação do poder lá na frente. O Jarro de Pandora está por um fio de se espatifar e de lá escapulir as mais diferentes maldades para os meios comunitários. Se já não se rompeu, há tempos.

Certa vez, há anos atrás, o eminente político Tancredo Neves disse que não há como fazer política sem que dela não se tenha vítimas. E é exatamente desse meio, dentre as vítimas, que emerge a forma de fazer política como se o Jarro de Pandora fosse “quebrado” por alguém ou por alguns que se tornaram vítimas do poder.

Trocado em miúdos, a política, de alguma forma, é feita de “vingança” contra alguém que contrariou interesses de outrem. Em meio a esse desejo de derrubar alguém se encontra camuflada a sede de vingança, que se contrapõe aos interesses que deveriam ser mais altaneiros. É quando entra em evidência uma pergunta que vemos comumente nos meios comunitários e nas redes sociais: “Por que Nobres não vai pra frente?”.

É porque a política é feita do desejo incontido de alguém se vingar de alguém. Obviamente, existem exceções que fogem à regra, mas, especificamente em Nobres, com mais acentuada persistência, nestas eleições é que vemos, velada e até notoriamente, desejos evidenciados de derrotar, não um adversário político, mas aquele que frustrou alguma vontade de alguém em algum lugar no terreno político.

Noites de sono perdidas em nome da vontade de se mostrar como poderoso e capaz de cumprir uma vingança e, enfim, ter os desejos pessoais autoatendidos. Â É quando se personifica aquela pergunta que não quer calar: “Por que Nobres não vai pra frente?”.

É porque alguns estão priorizando os interesses individuais sem pensar na maioria dos concidadãos que aguardam por respostas e por melhorias e avanços em setores essenciais no âmbito político e administrativo.

Quando a maioria absoluta se conscientizar de que também se faz política pensando no bem estar social de todos; quando muitos acreditarem que para vencer e chegar ao poder não seja preciso abrir nenhuma Caixa de Pandora, a velha tese que ainda persiste vai cair por terra e Nobres, enfim, vai ter um caminhar seguro.

Infelizmente, a política da vingança ainda perdura e os munícipes é que sofrem as consequências dessa prática que deveria ser “impugnada” da disputa eleitoral.

E a vontade de vingar se faz notória quando todos se olharem para a diversidade de palanques e seus ocupantes aos longos dos anos. Adversários de hoje são os parceiros de ontem e ainda tem gente que acredita que basta apenas “malhar” a ferro frio os amigos de ontem que o eleitor já será ludibriado... é grande o engano.

Ao invés de abrir a Caixa de Pandora, vamos nos apegar na esperança de que o vencedor das eleições faça uma gestão promissora e todos do município ganhem com isso.

É tão difícil assim, fazer política sem vingança?

 

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