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Tribuna de Nobres

14/08/2020
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MULHERES: ESTRELAS QUE BRILHAM CADA UMA COM SUA INTENSIDADE NATURAL, INTR√ćNSECA OU N√ÉO

Viver sem viol√™ncia √© um direito das mulheres. G√™nero: Homens e mulheres s√£o iguais em direitos e obriga√ß√Ķes, segundo o artigo 5¬ļ, I, Constitui√ß√£o Federal/88.

Na pr√°tica nos mostra que √© isso n√£o √© verdadeiro. As condi√ß√Ķes sociais de desigualdades entre homens e mulheres s√£o realidades que tornam necess√°ria a busca constante pela conquista da igualdade humana.

A partir do ingresso da mulher no mercado de trabalho, vários aspectos da discriminação pela questão de gênero têm se manifestado. Elas recebem salários menores que os dos colegas homens e ainda que sejam, na maioria das vezes, mais escolarizadas que eles têm menores oportunidades de conseguir emprego, são as primeiras a entrar na lista de demissão quando há cortes nas empresas e, por fim, são as maiores vítimas daquilo que a legislação denomina assédio sexual.

A Lei 10.224, de 15 de maio de 2001, caracterizou o crime de assédio sexual, com punição, como expressa no art. 216-A:

                                                                                             Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou               favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente dasua condição

de superior hierárquico ou ascendência inerente ao                         

exercício de emprego, cargo ou função.                                               

  

 

A Lei Maria da Penha cria mecanismo para coibir e prevenir a viol√™ncia dom√©stica e familiar contra a mulher, nos termos ¬∂ 8¬ļ do art. 226 da Constitui√ß√£o Federal, da conven√ß√£o sobre a elimina√ß√£o de todas as Formas de viol√™ncia contra a mulher (n¬ļ 11.340, de 07 de agosto de 2006).

O Ass√©dio Moral ocorre freq√ľentemente nas rela√ß√Ķes trabalhistas, tanto na iniciativa privada quanto nas institui√ß√Ķes p√ļblicas. A pr√°tica desse crime efetivamente fortalece a discrimina√ß√£o, a manuten√ß√£o da degrada√ß√£o das rela√ß√Ķes no trabalho e a exclus√£o social.

As mulheres brasileiras t√™m uma bela trajet√≥ria de luta e suas vit√≥rias resultam da sua mobiliza√ß√£o, press√£o e reivindica√ß√Ķes, e em seu caminhar v√™m sempre contando com o apoio de outros segmentos avan√ßados da sociedade.

A primeira legisla√ß√£o relativa √† educa√ß√£o de mulheres ‚Äď bastante restrita ‚Äď surgiu no s√©culo XIX (1827), permitindo as meninas freq√ľentarem escolas elementares. Foi tamb√©m nesse s√©culo que surgiu a imprensa feminina (o Jornal das Senhoras, em 1852; e o Sexo Feminino, em 1889), algumas feministas deram o inicio √† luta pela igualdade de direitos e pela conquista do voto, por entenderem que "o voto n√£o seria apenas um instrumento para alcan√ßar o progresso feminino, mas tamb√©m em s√≠mbolo dos direitos de cidadania".

Já passamos da hora de resgatar o que se perdeu no decorrer dos tempos e realizar o resgate cultural das famílias.

A mulher durante séculos vivendo num mundo cruel tendo filhos e mais filhos não saía de casa vivia em função da família. Não opinava em nada, participava ativamente da vida do lar, não tinham a educação formal, científica, mas sim a da vida, tinham muitos filhos conseguindo da maneira de cada uma educá-los com muita simplicidade e o melhor manter o elo familiar.

E hoje nessa sociedade contempor√Ęnea que buscamos deixar o tradicional, fora de √©poca para tr√°s, o que vemos? Fam√≠lias com no m√°ximo tr√™s filhos na maioria das vezes debandados, fora da escola e a culpa √© de quem? Da mulher... Jogam-se a responsabilidade nas escolas, ou melhor, nos professores... Ah... "Antigamente as escolas eram perfeita meus filhos aprendiam..." Aprendiam sim e bem sabem por qu√™? A escola exercia realmente o seu papel que √© o ensinar e n√£o o de educar. Educa√ß√£o √© da fam√≠lia e o ensinar sim √© da escola.

O que fazemos então? Entraremos numa máquina do tempo e voltamos ao tradicional? Ou direcionamos a responsabilidade verdadeira a família?

Que família temos hoje? Crianças com padrastos diferentes, pais ausentes. Com as responsabilidades iguais para pais, padrastos, mães, madrastas, tios, avós... A família aumentou e a educação sumiu não há normas, regras, disciplina...

A culpa cai na mulher sozinha como se ela tivesse realizado tudo sem a companhia de ninguém.

Repensemos ent√£o o nosso papel nessa sociedade contempor√Ęnea saudemos a nossa vitoriosa, nossa estrela com seus brilhos intr√≠nsecos, mas ofuscantes valorizando-a a cada instante de sua vida.

   8 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER: AFINAL, SERIA O DIA OU

A VIDA TODA?

  

Catarina Francisca, Leuda Vitoy da Silva e Marina Alexandra Santana Gimenez. Representantes do FORUM PERMANENTE DE DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DE NOBRES (março, 2014).

 

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