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Tribuna de Nobres

18/02/2019
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Ministro da Sa√ļde garante continua√ß√£o do Programa Mais M√©dicos

Ministro da Sa√ļde garante continua√ß√£o do Programa Mais M√©dicos

Fonte:Ag√™ncia C√Ęmara Not√≠cias

Foto: Araqu√©m Alc√Ęntara

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Ministro da Sa√ļde garante continua√ß√£o do Programa Mais M√©dicos e comenta medidas que ser√£o prioridades durante sua gest√£o, em audi√™ncia p√ļblica conjunta entre as comiss√Ķes de Seguridade Social, Fiscaliza√ß√£o Financeira e Controle e Defesa do Consumidor.


Atualmente, mais de dois mil munic√≠pios s√£o atendidos apenas por m√©dicos do programa. Um dos autores do requerimento, deputado Jorge Solla, do PT da Bahia, espera que haja mais investimento na sa√ļde p√ļblica ainda este ano.

"Primeira coisa que eu espero do ministro da sa√ļde no Brasil e que todos os anteriores fizeram, √© identificar o subfinanicamento, identificar a necessidade de mais recursos e trabalhar para que o governo federal aporte uma amplia√ß√£o or√ßament√°ria."

Durante o debate, o ministro Ricardo Barros fez quest√£o de ressaltar que a prioridade do minist√©rio √© informatizar todo o sistema atual. Na vis√£o do ministro, al√©m de trazer maior agilidade, ainda pode permitir maior controle sobre poss√≠veis desvios de gastos p√ļblicos. Segundo Ricardo Barros, a situa√ß√£o financeira do Brasil √© um dos motivos para que, at√© o momento, n√£o esteja programado nenhum aumento do or√ßamento para este ano.

"Eu estou priorizando nesse momento a efici√™ncia do servi√ßo p√ļblico, que √© uma tarefa que n√≥s podemos implementar desde j√°, sem aguardar que haja maiores disponibilidades de recursos. Que s√£o necess√°rios na sa√ļde, mas que evidentemente em um d√©ficit de 170 bilh√Ķes anuais, n√£o √© de se esperar maiores valores de financiamento. Ent√£o vamos agir naquilo que n√≥s podemos fazer nesse momento e depois vamos buscar sim, mas recursos para a sa√ļde, quando houver ambiente propicio pra isso."

Para o deputado Vanderlei Macris, do PSDB de São Paulo, a postura do ministro é correta.

"Um governo novo, sempre tem alternativas novas para enfrentar os problemas. Tenho muita seguran√ßa pra dizer que n√≥s tivemos exageros de gastos p√ļblicos ao longo dos √ļltimos anos, sem reponsabilidade fiscal, sem a responsabilidade de ter o dinheiro bem empregado, ent√£o acho que tem um bom espa√ßo para o ministro trabalhar isso. Se ele der uma boa arrumada na casa e fizer mais com o mesmo dinheiro, ser√° um grande avan√ßo."

Durante o debate, o ministro voltou a citar outra proposta divulgada pela pasta na semana passada, o apoio √† cria√ß√£o de planos de sa√ļde mais populares. Para Barros, esta medida pode auxiliar na melhora do atendimento do servi√ßo p√ļblico.

Discriminação

N. R.: Os médicos de origem cubana que atuam no Brasil sofrem discriminação em determinados municípios brasileiros e de um modo geral por alguns profissionais médicos que se utilizam das redes sociais para promover o segregacionismo em relação aos estrangeiros de origem cubana.

O posicionamento xenófobo ocorre em diversas partes do país em relação aos profissionais de uma das melhores escolas de Medicina do Continente Americano.

√Č lament√°vel que nos munic√≠pios esse fen√īmeno negativo ocorra, enquanto que os profissionais naturais do Brasil recebem tratamento diferente e na maioria das vezes nem cumprem com a carga hor√°ria de trabalho, como comumente vemos em flagrantes apontados pela tev√™.

Há casos em que há a necessidade premente de se medir o grau de satisfação do atendimento desses profissionais em relação aos pacientes em suas respectivas comunidades.

Mas quem faria isso? √Č melhor punir ou esculachar com algu√©m que n√£o √© natural do pa√≠s, a ter que cobrar deveres de outros profissionais com mesmo n√≠vel de conhecimento e capacidade.

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Vis√£o Nacional

O jornalista Andr√© de Souza, de O Globo √© autor do texto seguinte: ‚ÄúOs m√©dicos deCubatem uma boa forma√ß√£o, mas ganham pouco e t√™m condi√ß√Ķes de trabalho ruins quando saem da ilha para trabalhar em outros pa√≠ses. No caso dos m√©dicos que v√™m ao Brasil, a prepara√ß√£o para trabalhar por aqui come√ßou j√° no ano passado, com aulas de portugu√™s e sobre o funcionamento do Sistema √önico de Sa√ļde (SUS). A avalia√ß√£o √© do cubano Carlos Rafael Jorge Jim√©nez, que fugiu da ilha e h√° tr√™s anos trabalha como m√©dico da fam√≠lia no Cear√°.

‚ÄĒ Esses m√©dicos cubanos est√£o h√° mais de um ano se preparando em Cuba para vir ao Brasil. N√£o foi uma coisa de agora. Est√£o h√° mais de um ano tendo aula de portugu√™s e vendo as caracter√≠sticas do SUS em Cuba ‚ÄĒ afirmou Carlos Rafael, acrescentando:

‚ÄĒ O Brasil precisa de m√©dicos nas √°reas mais carentes, mas que seja de forma correta, e n√£o explorando como est√£o explorando os m√©dicos cubanos.

Ele tem 30 anos de formado e saiu de Cuba rumo √† Bol√≠via. Da Bol√≠via, veio ao Brasil, onde fez o exame de revalida√ß√£o do diploma e se naturalizou. A esposa e o filho vieram depois. A filha, diz ele, ficou oito anos retida em Cuba, mas conseguiu fugir de barco. Ele se diz representante do Movimento Crist√£o Libera√ß√£o, de oposi√ß√£o em Cuba, e est√° em Bras√≠lia para participar de um debate na C√Ęmara sobre o programa Mais M√©dicos, que j√° trouxe 400 cubanos ao Brasil.

‚ÄĒ Sa√≠ de Cuba como turista e fiquei. N√£o voltei.

Para Carlos Rafael, os cubanos do Mais M√©dicos, ao ganharem menos que os m√©dicos de outros pa√≠ses e ao n√£o poderem trazer a fam√≠lia, est√£o sendo discriminados pelos governos do Brasil e de Cuba.‚ÄĚ.




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Trincheira LV

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