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Tribuna de Nobres

12/11/2019
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Opinião

A IMPORTANCIA DO LIMITE

Um dos aspectos relevantes e saudáveis da educação de crianças e adolescentes, segundo os especialistas é saber dizer "NÃO". As maiores dificuldades na educação de uma criança consistem na tarefa de saber dosar permissividade e amor com limite e autoridade.
Ao longo do desenvolvimento infantil para melhor compreender o comportamento da criança é importante analisar como a noção do proibido vai se constituindo.
Até o fim do primeiro ano de vida, obedece ao principio primórdio da vida: o principio do prazer, onde procura apenas fazer o que lhe causa satisfação. Nessa fase, age por impulso instintivo, esse é o primeiro sistema de funcionamento mental, age primeiro e pensa depois, é intolerante, egoísta, ciumento e imperioso, assim a criança quer fazer tudo o que lhe vem á mente, deseja o que vê, imita o que fazem ao seu redor e tem permanência insaciável e ativa a sua curiosidade que frequentemente, aborrecem, preocupa e constrange as pessoas e ao mesmo tempo, essa impulsividade é uma necessidade mais urgente em seu desenvolvimento, que quando reprimida, gera crianças sem brilho, apáticas e desinteressadas e rigidamente bem comportadas. A necessidade de tocar, mexer, destruir, desfazer e tentar reconstruir objetos são atividades importantes e fazem parte de sua forma de entrar em contato com o mundo externo.
A criança a partir dos 18 meses começa a se opor para afirmar-se e existir por si mesma. É o inicio da fase do não, tão temida pelos pais, e que termina, na melhor das hipóteses, por volta dos três ou quatro anos. Nessa fase, trata-se de uma oposição sistemática, porém necessária á estruturação e organização de sua personalidade. Basta substituir o ''não'' por ''eu'' para se ter a chave do problema. Para uma criança, dizer ''não'' significa apenas: ''Eu acho que não! E você?'' Ela quer simplesmente uma resposta dos pais que, favorável ou não, terá pelo menos, o mérito de indicar os limites.
A criança desde cedo percebe seu comportamento impulsivo, em vez de satisfação, frequentemente acarreta uma censura por parte do mundo externo.
De dois ou três anos, a noção do proibido não lhe faz ainda muito sentido. Será preciso repetir-lhe muitas vezes o que ela pode ou não pode sentido. Será preciso repetir-lhe muitas vezes o que ela pode ou não pode fazer, explicando-lhe em poucas palavras a razão dessa proibição. Somente depois dos três ou quatro anos a criança passa a compreender, cada vez melhor, as ordens dadas, começando a entender as noções de bem e de mal. E, a princípio, ela procurará obedecer aos pais somente para satisfazê-los.
As crianças, ao contrário do que se pensa, são muitos preocupados com regras. Parece que agir dentro de limites, cuidadosamente estabelecidos, oferecer-lhes uma estrutura segura para lidar com uma situação nova e desconhecida.
É fundamental que os adultos tenham clareza de suas convicções e sejam fiéis a elas, pois, para os pequenos, eles são modelos vivos a serem seguidos. É por meio do convívio com essas fontes de referências que eles vão estruturando a sua própria personalidade.
A criança que não aprender a ter limite cresce com uma deformação na percepção do outro. As consequências são muitas e, frequentemente, bem graves como, por exemplo, desinteresse pelos estudos, falta de concentração, dificuldades de suportar frustações, faltam de persistência, desrespeito pelo outro – por colegas, irmãos, familiares e pelas autoridades. Com frequência, essas crianças são confundidas com as que têm a síndrome da hiperatividade verdadeira, porque, de fato, iniciam um processo que pode assemelhar-se a esse distúrbio neurológico. Diz o pediatra e psicanalista britânico Donald Winnicott: "É saudável que um bebê conheça toda a extensão da sua raiva. Na vida, existe o princípio do desejo e o principio da realidade. Uma criança a quem se cede em tudo imediatamente, 'a quem nunca se recusou nada', como dizem os pais, suporta mal a frustação. Muitos desses pais que cedem sempre veem o filho no tempo e no futuro. Eles lhe oferecem perspectivas, lhe mostram o valor do desejo e da espera, para melhor saborear o que é obtido".

(Por Elair e Sirlene).

Professora / Pedagoga – Sirlene Maria Malheiros

Professora / Pedagoga – Elair de Assunção Aguiar Malheiros

 

 

Last Updated ( Wednesday, 18 December 2013 10:22 )

 

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