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Tribuna de Nobres

04/07/2020
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Opinião

Cirurgia de risco

Médico cirurgião, dr. José Carlos da Silva foi tirado do seu consultório para ter o nome lançado na disputa política em 2008, após o choque (não anafilático) que tomaram os progressistas pelo recuo do virtual candidato do PP (Partido Progressista) Gilmarzinho da Ecoplan. A estratégia teria partido de uma conversa entre os vereadores Neko, Paula e o contador José Pereira de Sousa, o Ceará, que cogitaram o nome do médico e foram conversar com ele.
Ao menos é isso o que se sabe e, relutante, o médico aceitou, filiou-se e foi à disputa. Tamanho era o grau de desconfiança naquele nome, que nem mesmo alguns candidatos do partido acreditavam na sua vitória e teve gente que andava com um pé no PP e outro em outras coligações. Enfim, ainda na campanha política, o PP já partira dividido e à base do cada um por si e Deus por todos. E Deus foi mesmo por todos, isto se comprovando com a vitória do médico, cercado de um batalhão de ajudantes e de um vice com a cara, coração e alma do sertanejo.
"O Doutor e o Fazendeiro" conquistaram votos e aliados, entre os quais, um que chegou quando o bonde já estavam andando. A coligação PP/PSB parecia frágil e qualquer um chegasse a uma reunião, logo ganhava o direito de opinar, de falar o que bem entendesse e isso vai aparecer lá na frente, nas nossas elucidações.
Estabeleceu-se ali uma estrutura partidária volátil e com um único objetivo, o de ganhar as eleições. Ganhou sem convencer, mas ganhou; e continua a não convencer por não saber conviver com o poder. O partido perdeu o poder de liderança interna e só havia olhos para o poder, abandonando o diálogo e companheiros foram atirados pelo caminho ao longo da curta trajetória de um ano.
Sem nenhuma experiência administrativa, prefeito e vice prefeito se viram dentro de um enorme redemoinho para não se falar em envolvimento numa teia. Muito mais a figura do 'doutor' que propriamente a do 'fazendeiro', que fica um pouco mais distante do epicentro do furacão. E vieram as intrigas, as fofocas e alguns dos casos mais desabonadores, política e administrativamente citando, como o da "Cooperativa", do "bomba d'água" e que não passam de meros cubinhos de gelos que se deslocaram do iceberg, que está prestes a chocar contra a nau dos insensatos governistas. De dentro do governo, quando se lança o periscópio, parece que o único objeto a vista é poder... poder, poder e poder, e isso certamente que vai até onde não "poder mais".
A população de Nobres está em contagem regressiva para que o médico acorde do seu estado administrativo letárgico e assuma, de fato e por direito, o comando da "nau dos insensatos", que parece à deriva nesse mar de "poucas transformações".
Mais que assumir o comando da nau, o "capitão" e médico dessa "fragata" ainda tem diante de si a inenarrável experiência de ter que realizar uma de suas mais complexas cirurgias e ela se apresenta como de risco. Caso dê certo, divisará um mar aberto e sem turbulências; se der errada a intervenção cirúrgica no seu governo, aí, ao invés dos 'pacientes' (que andam impacientes) será o cirurgião que irá para o isolamento.
E com quem vem contando para essa intervenção cirúrgica de alto risco? Um dos 'anestesistas' é exatamente aquele que já pegou o bonde andando, como já dissemos lá atrás. Na condição de alguém que também deveria ser submetido ao processo incisivo, o dr. Cláudio Vitalino é o que vem auxiliando o prefeito nessa arriscada tarefa de cortar na própria carne. Informações que chegam desse "centro cirúrgico" são anunciadoras de que Cláudio Vitalino e o recém chegado Valdinei são os principais responsáveis pela aplicação dos anestésicos.
Com metáforas ou sem, eles organizariam a lista e se for cumprida, seria o ato cirúrgico mais complexo de que já participou o 'doutor'. Como a um ato imaginário, a criatura estaria se desgarrando do criador(es). Seria mais ou menos uma luta renhida do PP contra PP. Tudo indica que o 'doutor' esteja tentando estabelecer-se numa queda de braços contra Gilmarzinho da Ecoplan e ao invés de promover uma ruptura marcada pelo diálogo, prefere algo mais incisivo e visceral, buscando atingir aquele que hoje é seu oponente de uma forma dura, através do choque frontal.
Se as demissões de fato ocorrerem, o PP municipal de Nobres ficará pequeno para os dois virtuais candidatos; um à reeleição e outro agora prá valer na disputa, sem dúvidas, é? Uma das justificativas apresentadas pelo 'doutor' é a de que a conjuntura política atual não favoreceria nem a um e nem a outro.
Talvez, esse procedimento seja comparado a alguns dos fenômenos mais complexos de que se tem notícia por aqui embora não seja nada de novo. Em um certo trecho de música é possível ver algo similar, onde se diz que "...o cio vence o cansaço...". Dois nomes de um mesmo partido se apresentam em pleno "cio" político, mas eles conseguirão vencer o povo que já anda cansado da apostasia que tomou conta da sigla progressista?
A cirurgia é mesmo de risco e seria interessante o 'doutor' não confiar muito nos seus 'anestesistas' ou ao menos em um deles, que está carecendo também de se submeter à mesma cirurgia, esta 'eletiva', e que já foi marcada bem antes. O 'doutor' vai tentar extirpar do seu governo o mal da 'apostasia' sem nem ao menos buscar saber se esse mal já não 'contaminou' todo o conjunto dessa obra, que mal começou e tem tudo para mal terminar.
Se esse processo cirúrgico for "eleger" alguns pacientes apenas pela amizade deles, é bom atentar para a citação do poeta francês Paul Verlaine (1844/1960): "Não julgue as pessoas pelas suas amizades. Judas, por exemplo, tinha amigos impecáveis".
 

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