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Tribuna de Nobres

12/11/2019
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Opinião

Projetando um novo caminho

A administração do prefeito José Carlos da Silva, por experiências cotidianas e até por uma certa influência da imprensa, finalmente percebe que está diante de um dilema, ficar ou seguir adiante. Tem sido questionado por setores da comunidade sobre a fragilidade de sua equipe de governo e sobre os resultados produzidos por certas secretarias e indivíduos, que vem cometendo certas imperícias e isso tem levado a máquina pública a um certo grau de desconfiança no meio da comunidade.
De pouco experiente, administrativa e politicamente, o prefeito José Carlos da Silva parece dar ouvidos aos clamores de importantes segmentos sociais e até tem se mostrado aberto ao diálogo com populares e com empresários, com os quais mantém uma certa aproximação. É certo que algumas medidas austeras não devem ser tomadas no calor da emoção, mas também é verdade que os resultados produzidos na sua gestão têm ficado bem abaixo do esperado para um "time" que foi apresentado ao prefeito eleito após o resultado das urnas onde todos tinham algum tipo de especialidade acadêmica.
Só que o currículo não espelhou ainda a realidade administrativa que se esperava e hoje se governa mal, e politicamente o atual governo está aos "trapos", sem grupo, sem unidade e na base do cada um por si e Deus para todos. Mas tem sido uma tarefa árdua para o ser Supremo, segurar a barra de uma equipe de governo cheia de 'quás quás quás', tipo aquele atleta de futebol que não joga nada mas adora uma massagem.
O grupo político que está no poder parece que tinha um único objetivo, vencer as eleições, e só. Conseguiu e desde o primeiro dia se esfacelou, com muitos chegando ao poder tal e qual uma manada de elefantes adentrando em uma loja de cristais finos. Ocioso dizer que tudo se espatifou numa clara demonstração de que o poder faz mal a determinadas pessoas. Algumas posições e posturas demonstradas ainda durante a campanha deixavam a impressão de que o Partido Progressista era um partido de uma meia dúzia e tudo era decidido através de um grupo diminuto.
A fragilidade do grupo ficava cada vez mais exposta, na medida em que os dias de campanha e de incertezas decorriam. O Partido Progressista marchou desunido internamente e por um golpe da mais absoluta sorte, conseguiu eleger o candidato majoritário, mesmo que dentro das hostes partidárias reinasse muita discórdia. Havia, ainda, um estado letárgico em função de todas as esperanças depositadas em Gilmarzinho da Ecoplan que declinara da disputa, fato que causou muita estranheza e desconfiança sobre o novo nome apresentado. Mesmo alguns políticos mais experientes que integravam o PP não acreditavam numa vitória do candidato José Carlos da Silva.
Enfim, o PP saiu vitorioso das eleições municipais de 2008 e chegou à hora de governar e começou mal a partir de uma viagem de interesses escusos, realizada com dinheiro do erário, de táxi, até a cidade de Sorriso para os acertos preliminares com a direção de uma cooperativa. O que é isso, logo no segundo dia de governo? Ocioso repetir o que ocorreu com a 'jogada'.
O prefeito já foi questionado sobre uma tal espinha dorsal ou sobre uma equipe base de governo, montada, apresentada e que vinha decidindo, nos bastidores, o que deveria acontecer com o governo e dentro do governo. Técnica e administrativamente, o prefeito José Carlos da Silva disse desconhecer quem era quem. Não por acaso, o resultado da atual administração, ao menos aos olhos da comunidade, tem sido de resultado desastroso. E olha que há setores ecléticos na comunidade que já detectaram onde estão ás falhas e quem são os nomes.
O próprio prefeito conhece e sabe onde deve mexer, mas não diz quando exatamente isso vai acontecer. Enfim, a unidade política entre os progressistas deixou de existir após a conquista do poder e foi diminuindo lentamente, desde aquela corrida de táxi para Sorriso, passando pela falta de diálogo com os partidários e o ápice dessa falta de unidade ainda está por acontecer.
Ser governo está fazendo mal aos progressistas e o desfecho disso tudo pode ser desastroso e profundamente lamentável, será um mal necessário para evitar que se pratique um governo de dois ou três e a figura central do governo seja tratada como mera marionete ou um joguete em mãos de pessoas que se acreditam como uma sumidade em gestão pública. E isso não é verdade e em não sendo verdade, vai-se a empáfia de alguns poucos maquiada na imagem de bons samaritanos.
Se esse novo caminho começa com a separação do joio do trigo, há critério e necessita ocorrer. Oportunamente, se desfaz um mau entendimento, de que o empresário e ex-vice-prefeito Gilmarzinho esteja por trás da permanência de um ou outro secretário. Ele assegura que sempre deixou o prefeito a vontade para que promova as mudanças que julgar necessárias, até porque, o prefeito é José Carlos da Silva e Gilmarzinho reconhece esse direito, líquido e certo.
Então, se for para o bem de todos e o interesse geral da nação nobrense, que se promovam as mudanças necessárias, afinal, a única sigla que mais interessa a todos nós deste território BRDEGA (Boa, Regular, Decente e Ética Gestão Administrativa) e nesse conceito se integra o zelo para com o dinheiro público. E que se construa um caminho que leve aos melhores princípios de gestão pública e que esteja proporcionalmente distante das fofocas e dos interesses subalternos que permeiam no poder até agora... na hora da 'morte' de uma mentira que chegou junto com o poder e lado a lado da sigla progressista, denominada de unidade política.
Ela morreu na hora em que saiu o resultado das urnas e desde então se gestou uma serpente, que tomaria conta das ações políticas e administrativas até a data de hoje ou até quando alguém se dispuser a combater essa "coisa", que não ata e nem desata.
 

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