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Tribuna de Nobres

10/12/2018
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Trincheira LV

Décimo Segundo Guardião

Em Nobres, depois dos 11 vereadores, a sequ√™ncia √© cont√≠nua e temos o 12¬ļ Guardi√£o, o que v√™ erro em tudo na cidade e na gest√£o da city. Em tempos da m√≠stica novela o S√©timo Guardi√£o, na nossa Serro Azul real tem seus guardi√Ķes √†s avessas e, quem sabe, se a Lagoa Azul n√£o seja a fonte da juventude eterna. Guardi√Ķes √†s avessas, entende-se por aqueles cr√≠ticos que quando foram, eram cegos... quando deixaram de ser, passaram a enxergar, com tamanha nitidez, que uma √Āguia perderia longe para essa vis√£o privilegiada.

- Essas realidades místicas é que nos encantam, tanto quanto o poder persuade a alguns.

Guardi√Ķes

N√£o h√° m√°gica para a gest√£o de uma cidade e quem j√° foi vereador e de fora v√™ com mais clareza, sabe que o que mais incomoda √© ficar longe das benesses que o cargo oferece. O resto √© mera ilus√£o. Os que est√£o no exerc√≠cio do mandato, que se portem bem para evitar de ficar que nem alma penada, vagando pela cidade com coment√°rios que visem desestabilizar os que est√£o no Parlamento. O povo, nunca √© demais repetir... √© s√°bio e v√™ a cada um, mesmo aqueles que no escurinho do cinema tem as suas tretas. Quem est√° fora quer voltar, mas n√£o ser√° malhando os atuais como ‚Äėjudas‚Äô que se ter√° o retorno garantido. At√© porque, o voto do eleitor n√£o √© ‚Äúpau-de-sebo‚ÄĚ.

- Assim sendo, cada qual com seu cada um.

Guardi√Ķes II

Ainda bem que na vida real não temos dessas coisas (ainda que não chegue ao nosso conhecimento e nem é bom saber), mas o delegado de Serro Azul realmente é a atração do folhetim televisivo com seu fetiche. Ele costuma dormir de peça íntima feminina e por vezes saí em diligência com a indumentária por baixo. Mas a grande atração da novela é mesmo a fonte da eterna juventude, que aguça a imaginação de milhares de pessoas, afinal, uma simples lavada no rosto com aquela água e lá se vão todas as rugas. Um banho naquela fonte... seria qualquer coisa sonhada e imaginada para o fim das celulites e das estrias.

- Entre o imaginário e o real, temos a Lagoa Azul, quase uma fábula também e de proibida visitação.

Guardi√Ķes III

Na Nossa Serro Azul da vida real temos beatas... e fofoqueiros, ent√£o... nem se fala. Temos at√© o campeon√≠ssimo de cuidar da vida alheia, eleito e reeleito. Menos mal que n√£o temos sino por aqui a badalar. Tamb√©m n√£o temos na vida real aquela mo√ßa como na novela, que anda com a periquita pegando fogo. E Serro Azul tem uma vantagem em rela√ß√£o a vida real, l√° ningu√©m malha vereador... n√£o h√° Parlamento. Pudera! √Č uma cidade que nem n√£o tem pet shop. Tem um dan√ßarino... na chuva, na noite e no sol, aqui tem tamb√©m. Tem pai machista, demais da conta; tem um filmador de todas as horas; tem um construtor que adora falar em ingl√™s, vindo de Greenville. Menos mal que n√£o tenhamos um mendigo que vigia quem chega √† cidade. Incr√≠vel, mas l√° em Serro Azul tem a sua ma√ßonaria, a irmandade dos guardi√Ķes.

- N√£o vimos em Serro Azul nenhum jornalista; em Nobres tem de todos os naipes e estilos. E sobre estes seres, alguns, de t√£o s√°bios que s√£o, esquecem do que disse Plat√£o: ‚ÄúA parte que ignoramos √© muito maior que tudo quanto sabemos‚ÄĚ.¬†¬†

Guardi√Ķes IV

Nobres, tal e qual Serro Azul, tamb√©m tem o seu ‚Äúorelh√≥dromo‚ÄĚ, que √© l√° no alto da Vila Bom Jardim, onde o celular funciona. E nas cercanias, a Lagoa Azul, alvo de uma dezena de estudos e de muito dinheiro consumido para continuar √† espera da libera√ß√£o de um Incra que tem sido a capitania heredit√°ria de um √ļnico pol√≠tico, o eterno Carlos Bezerra. E l√° se foram muitas gest√Ķes de muitos prefeitos e a Lagoa Azul continua sem libera√ß√£o. A nossa galinha dos ovos de ouro continua sem botar. Ali√°s, nossa n√£o, mas dos operadores do turismo, dos que reconhecem o ‚Äúvoucher‚ÄĚ e dos que negam o voucher e preferem a pirataria.

- A Lagoa Azul também é uma novela.

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