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Tribuna de Nobres

09/12/2019
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O começo do fim?

A atual administra√ß√£o municipal, que teve in√≠cio em janeiro de 2013, est√° chegando ao fim. 2016 √© o √ļltimo ano do come√ßo de uma administra√ß√£o que enfrenta os sobressaltos econ√īmicos estabelecidos a partir da economia mundial e pelos rescaldos de uma frustrada tentativa de reelei√ß√£o do ex-prefeito, que esteve no poder at√© antes do resultado das urnas, em 07 de outubro de 2012.
O prefeito Gilmarzinho da Ecoplan parece não gostar de abordar o assunto, sobre a possibilidade de um segundo mandato. Faz ao contrário do que muitos fizeram e fazem, de se apegar à liturgia do cargo, sem medir as consequências futuras, como já ocorreu, de resultados lamentáveis. Impor um segundo mandato quando tudo concorre em desfavor, principalmente a opinião da maioria das pessoas, ainda que influenciado por aqueles que só desejavam cuidar de si e do próprio mandato, foi o que aconteceu em 2012.
Longe de querer repetir os erros do seu advers√°rio em 2012, o prefeito Gilmarzinho da Ecoplan quer sentir a quantas anda a sua administra√ß√£o e como pode reagir em ano de turbul√™ncias econ√īmicas, t√£o ou mais grave que aquela que se abateu sobre o pa√≠s em 2014.
Fechar o ano com folha salarial paga, d√©cimo terceiro na conta e ainda respeitar a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), esse fato, por si s√≥ j√° garante um pouco de f√īlego para o imprevis√≠vel ano de 2016 para a administra√ß√£o municipal.
Diante de um cen√°rio que exigir√° tato e equil√≠brio econ√īmico, o prefeito Gilmarzinho da Ecoplan tem l√° suas raz√Ķes, de n√£o sair por a√≠ impondo uma recandidatura, tateando no escuro que tem sido a economia nacional.
Se ele (Gilmarzinho da Ecoplan) que est√° prefeito e em fim de mandato, tem sido comedido nas palavras, quem nunca foi prefeito, parece sonhar acordado embora com bastante euforia para chegar ao poder.
Cautela √© a palavra do momento e para quem acredita que as elei√ß√Ķes municipais ser√£o √† base do "mam√£o com a√ß√ļcar", nem tudo o que parece √© ou poder√° ser.
O atual prefeito vai ter enfrentar, antes de tudo, o seu grupo pol√≠tico, e ainda saber da opini√£o de muitos daqueles que o aprovam como gestor p√ļblico. √Č aquela quest√£o... se entrou na chuva √© pra se molhar.
Vai que, lá na frente, uma prensa de pessoas importantes coloque o nome de Gilmarzinho da Ecoplan na berlinda? Como declinar do convite de significativas lideranças empresariais, industriais, comerciais e políticas? Tudo é possível e passível de ocorrer, mas a precaução será novamente companheira do prefeito Gilmarzinho, sabendo que alguns poucos que o rodeiam, o veem como um "Zé Sonhador" e pronto a financiar campanhas do "cada um por si" e que Deus seja por todos.
Um projeto de reeleição nesses moldes, só se o sujeito for mesmo um lunático, o que não é caso de quem tem sido comedido em palavras, gestos e gestão administrativa e financeira.
Qualquer outro cenário proposto endereça ao começo do fim de uma gestão que ainda tem muito o que fazer, principalmente ter a autocrítica necessária para saber se valeu a pena exercer o poder em Nobres, mesmo com todos os acertos e erros.

 

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