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Tribuna de Nobres

19/03/2019
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Respeito ao povo rural

As a√ß√Ķes desenvolvidas na zona rural, no que dependa da participa√ß√£o do setor p√ļblico municipal, est√£o dentro dos par√Ęmetros estabelecidos pela administra√ß√£o municipal. Nunca o setor rural recebeu tamanha e tanta aten√ß√£o de uma gest√£o p√ļblica como nos √ļltimos dois anos, desde que se implantou a Subprefeitura para assuntos da zona rural.

A manuten√ß√£o das estradas que comp√Ķem a malha vi√°ria rural e mesmo na MT-240, de compet√™ncia do Estado, mas mantida atrav√©s dos recursos do Fethab, retratam essa nova realidade, de respeito √†s comunidades rurais.

A zona rural e suas √°reas adjacentes, onde se produz atrav√©s da agricultura familiar e onde a expans√£o da pecu√°ria e do plantio de gr√£os avan√ßa sobre as √°reas de cerrado, tornam necess√°ria uma interven√ß√£o mais eficaz da administra√ß√£o p√ļblica e a Subprefeitura era o elo que faltava para a unifica√ß√£o de ideia e a√ß√£o na manuten√ß√£o da malha vi√°ria rural.

O Governo do Estado, através da gestão do governador Pedro Taques e a Associação Mato-grossense de Municípios (AMM-MT) chegaram a um consenso quanto a divisão dos recursos captados através da sigla Fethab e aos municípios resta o investimento daquilo que recebem em forma de repasse para ser investido em estradas enquanto se estuda uma nova fórmula para o Fethab.

A administra√ß√£o municipal consegue unir duas realidades e agir de forma eficaz, recebendo os recursos do Fethab regularmente e se utilizando da m√£o de obra de uma pessoa que conhece a zona rural e sabe das dificuldades de seu povo. Rompeu-se com algumas ilegalidades que ocorriam at√© por volta de 2012, quando era comum ouvir reclames sobre pagamentos ‚Äúextras‚ÄĚ para que interesses da popula√ß√£o fossem atendidos.

Ao conseguir montar uma equipe de trabalho comprometida com as necessidades que se apresentem, o subprefeito Acendino Mendes de Souza conseguiu fazer com que a administração municipal ganhasse credibilidade junto à população rural, exatamente por cumprir a regra, já que trabalhar corretamente não é nenhuma exceção.

O acompanhamento, de perto, das atividades da Subprefeitura, feito pelo chefe do Executivo, Gilmarzinho da Ecoplan, sempre as sextas-feiras, tem garantido a confian√ßa das comunidades que integram o contexto rural. √Č interessante avaliar que nem sempre se atingir√° √† unanimidade, mas que a popula√ß√£o tenha confian√ßa de que a administra√ß√£o municipal est√° comprometida com a necessidade de se permitir que o direito de ir e vir n√£o seja interrompido por falta de estrada com um m√≠nimo de cuidado. A produ√ß√£o da agricultura familiar precisa ser carreada, muito mais em tempos de crise, quando todos se encontram em palpos de aranha com o desequil√≠brio econ√īmico e a aus√™ncia de um cen√°rio pol√≠tico que minimize essa crise, por vezes, at√© de car√°ter, de determinados pol√≠ticos incrustados em Bras√≠lia.

Que bom se tudo caminhasse como o Pa√≠s se encontrava, at√© antes das elei√ß√Ķes e da descoberta das pedaladas fiscais da presidente Dilma.

Mas, indiferente a esse cenário cruel, o subprefeito Acendino Mendes consegue colocar a administração municipal em bom conceito junto ao setor rural, fazendo aquilo que se deve fazer, o de assumir a responsabilidade e saber que é da terra do povo rural que vem o produto que chega até a mesa do povo da cidade.

Com estradas e pontes conservadas, esse vai e vem √© permitido sem sobressaltos, sem dores lombares e de cabe√ßa, pelo caminho reto. √Č a gest√£o p√ļblica praticada ao estilo do feij√£o com arroz, sem invencionices e sem a necessidade de ficar com a bunda na poltrona, esperando o tempo passar, vendendo ilus√Ķes e ainda reinventando a roda com frases feitas, assim do tipo: ‚ÄúEnquanto os c√£es ladram, a caravana passa‚ÄĚ, apesar dos buracos e valetas nas estradas e as pontes depauperadas.

Mas isso é coisa de outrora.

 

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